O Maricá Futebol Clube tem um compromisso histórico neste domingo (08), às 20h30, quando enfrenta o Fluminense, no Estádio do Maracanã, pela rodada final da Taça Guanabara do Cariocão SuperBet 2026. Será a primeira vez que o Tsunami mede forças com o Tricolor no principal palco do futebol nacional, em um confronto que pode marcar a classificação inédita da equipe para a próxima fase.
Para seguir vivo na competição, o Maricá precisa conquistar a vitória e ainda depender de uma combinação de resultados: um empate entre Flamengo e Sampaio Corrêa, no Maracanã, e uma derrota do Nova Iguaçu para a Portuguesa, na Ilha do Governador. As duas partidas acontecem na noite de sábado e serão decisivas para as pretensões do clube maricaense. Caso não avance, o time disputará o quadrangular do Grupo X, fase que define o rebaixamento para a Série A2 do Campeonato Estadual.
Além da importância esportiva, o confronto carrega um forte apelo emocional. Coordenador técnico do Maricá, Búfalo Gil reencontra o estádio onde construiu parte de sua história como jogador. Ídolo do Fluminense e integrante da lendária “Máquina Tricolor” dos anos 70, o ex-atacante foi bicampeão carioca em 1975 e 1976 vestindo a camisa do clube das Laranjeiras, com atuações marcantes justamente no Maracanã.
Agora em nova função, ele retorna ao estádio com outra missão: contribuir fora das quatro linhas para o crescimento do Maricá. “O Maracanã é um lugar que sempre mexe comigo. Tenho lembranças inesquecíveis aqui, conquistas que marcaram minha vida. Voltar representando o Maricá é uma emoção diferente, mas muito especial”, afirmou.
Motivado pela oportunidade e ciente do tamanho do desafio, o Tsunami aposta na disciplina tática, na intensidade e no espírito coletivo para surpreender o adversário e encerrar a Taça Guanabara deixando sua marca em um dos templos do futebol mundial.
