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Cearenses podem aumentar o recorde de vitórias em casa no Surf Brasil Pro

O Ceará é o segundo estado com mais concorrentes aos títulos brasileiros desde 2022 e detém o recorde de 13 troféus de campeãs brasileiras de surf profissional

A abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, de 21 de fevereiro a 1 de março em São Gonçalo do Amarante, terá um componente especial para surfistas do Ceará. Eles podem aumentar o recorde de vitórias em etapas da Confederação Brasileira de Surf em casa, após a dobradinha dos paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado. O Ceará é o segundo estado com mais participantes – 60 – em etapas válidas pelos títulos brasileiros na gestão Teco Padaratz, eleito presidente em 2022. E as cearenses detém o recorde de 13 troféus de campeã brasileira de surf profissional, em 30 disputados desde 1997.

Surf Brasil Pro vai inaugurar um novo formato de competição na Praia da Taíba, com mais surfistas tendo a chance de disputar a premiação de meio milhão de reais, oferecida em cada etapa do circuito nacional mais rico do mundo. Até o ano passado, a participação era limitada para 48 homens e 32 mulheres. Agora, 228 surfistas poderão brigar pelo prêmio de 50 mil reais da vitória em cada etapa, 168 na categoria masculina e 60 na feminina. O primeiro show garantido dos melhores surfistas do Brasil na temporada 2026, começa no dia 21 de fevereiro na Praia da Taíba e será transmitido ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no Youtube.

“É muito gratificante abrir mais uma vez, o calendário do surf no Brasil em São Gonçalo do Amarante”, disse Amelio Junior, presidente da Federação de Surf do Estado do Ceará. “O Circuito Brasileiro foi unificado e cada etapa está dando uma premiação recorde de meio milhão de reais. Isso é muito importante para o surf brasileiro e foi uma iniciativa muito bacana do Teco Padaratz, que vai estar aqui na Taíba. Graças ao apoio do prefeito Marcelo Teles, pela quarta vez teremos uma etapa do Brasileiro em São Gonçalo do Amarante e a Taíba já virou um point nacional. Lembramos que o Surf Brasil Pro é do dia 21 de fevereiro a 1 de março, logo após o Carnaval, então esperamos ver praia cheia porque vai ser show de surf”.

O Ceará é o segundo estado que recebeu mais etapas da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Divide essa posição com Pernambuco, que também sediou 11 eventos. A diferença é que no Ceará, tiveram mais de surf profissional, uma que decidiu o título brasileiro de 2022 na Praia da Taíba e cinco da Taça Brasil, sendo duas em São Gonçalo do Amarante e três em Paracuru. Santa Catarina e Rio de Janeiro dividem o topo dessa lista de 14 estados, com 23 etapas realizadas das 7 competições promovidas pelo Surf Brasil até 2025: Dream Tour, Taça Brasil, Surf de Base, Master, Longboard, Stand Up Paddle e Parasurf.

DONOS DA CASA FESTEJARAM MAIS VITÓRIAS EM ETAPAS NO CEARÁ

     Nas 6 etapas de surf profissional disputadas no Ceará desde 2022, os donos da casa ganharam metade dos 12 títulos. Só a hexacampeã brasileira Silvana Limavenceu 4, 2 na Taça Brasil de 2023 e 2024 na sua cidade, Paracuru, mais 2 no palco do Surf Brasil Proem São Gonçalo do Amarante, no CBSurf Pro 2022 e na Taça Brasil em 2024. Neste ano de 2024, foram duas dobradinhas cearenses no alto do pódio, com Michel Roque em Paracuru e Messias Felix na Praia da Taíba. Os paulistas ganharam 4 títulos em etapas da Taça Brasil, com Renan Pulga e Ryan Kainalo em Paracuru e Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado na Praia da Taíba. As outras vitórias foram do potiguar Israel Junior na Praia da Taíba e da catarinense Tainá Hinckel em Paracuru, ambas em 2022.

A Praia da Taíba fechou a temporada 2022, com Israel Junior ganhando a batalha aérea contra o cearense Messias Félix, com notas 10 e 9 na final que decidiu o título brasileiro. No mesmo evento, Silvana Lima consagrou o hexacampeonato na final 100% cearense com a também campeã brasileira Yanca Costa. Agora, São Gonçalo do Amarante vai sediar o primeiro Surf Brasil Pro da história. Será a 21.a etapa valendo 10.000 pontos nos rankings que definem o campeão e a campeã brasileira profissional, desde o início da gestão Teco Padaratz em 2022.

SILVANA LIMA É O GRANDE DESTAQUE DO SURF FEMININO NO BRASIL

     O Ceará é o epicentro do surf feminino no Brasil e Silvana Lima é o grande destaque da categoria em todos os tempos. A cearense criada nas ondas de Paracuru, tem sua história marcada até no cenário internacional, com o imbatível recorde de 19 vitórias em etapas do Qualifying Series (QS), contra 13 da segunda colocada, a australiana Sally Fitzgibbons. No Brasil, as cearenses são recordistas com 13 títulos conquistados, em 30 disputados desde 1997, 8 deles pela Confederação Brasileira de Surf, que iniciou o circuito profissional em 2018.

A dominação cearense começou com o tetracampeonato da Tita Tavares nos tempos da ABRASP, em 2000, 2003, 2007 e 2008. Tita igualou o feito da carioca Andréa Lopes, mas Silvana Limasuperou essa marca com seis títulos, em 2004, 2005, 2014 e 2016 pela ABRASP, depois veio o bi em 2021 e 2022 pela Confederação Brasileira. Além de Silvana, mais três cearenses foram campeãs no circuito da Confederação Brasileira de SurfLarissa dos Santosganhou o primeiro em 2018, Yanca Costa em 2020 e Juliana dos Santos em 2024.

O CEARÁ DETÉM MAIS RECORDES E O SEGUNDO MAIOR PELOTÃO ESTADUAL

     No masculino, foram mais três títulos brasileiros, com Messias Felix bicampeão em 2009 e 2012 e Artur Silva em 2019. Desde a eleição de Teco Padaratz em 2022, o Ceará é o segundo estado com mais participantes em etapas válidas pelos títulos brasileiros. Foram 60 cearenses competindo nas 20 etapas, 47 na categoria masculina e 13 na feminina. É o mesmo número de Santa Catarina, com os dois estados só ficando abaixo de São Paulo, com 83 surfistas de um total de 392 de 15 estados que participaram das 20 etapas realizadas desde 2022 até 2025.

Silvana Lima foi quem mais vestiu a lycra de competição nas quatro temporadas, 72 vezes. No masculino, o também cearense Michael Rodrigues é o recordista com 39 vitórias em baterias, empatado com o bicampeão brasileiro, Douglas Silva. A diferença é que o pernambucano participou de todas as 20 etapas, contra 12 do cearense. Michael Rodrigues conquistou a única vitória masculina do Ceará em etapas desde 2022, enquanto Silvana Lima é recordista com 8 finais disputadas e venceu metade delas. Ainda tem Juliana dos Santos com 3 vitórias e Yanca Costa completando a lista de cearenses campeãs de etapas nos 4 últimos anos.

SURF BRASIL PRO ABRE A QUINTA TEMPORADA DA GESTÃO TECO PADARATZ

     A história do circuito nacional mais rico do mundo, status conquistado na gestão Teco Padaratz, recomeça agora com o 21.o capítulo inaugurando uma nova era no Surf Brasil Pro. Nas 20 etapas realizadas de 2022 a 2025, 392 surfistas de 15 estados competiram, 323 na categoria masculina e 69 na feminina. O pernambucano Douglas Silva foi o único a ganhar dois títulos brasileiros, em 2024 com Juliana dos Santos e 2025 com a catarinense Laura Raupp.

Os outros campeões foram o paulista Weslley Dantas com a catarinense Tainá Hinckel em 2023 e o potiguar Israel Junior com a cearense Silvana Lima em 2022, quando o circuito foi encerrado em São Gonçalo do Amarante, no mesmo palco da abertura do Surf Brasil Pro 2026. Nas ondas da Praia da Taíba, será dada a largada na quinta temporada da gestão Teco Padaratzna presidência da Confederação Brasileira, que já realizou 112 etapas de 7 competições em 42 praias de 36 cidades em 14 estados do país. Nos 4 anos, foram distribuídos mais de 15 milhões de reais em prêmios para os surfistas, longboarders e remadores do Stand Up Paddle.

Surf Brasil Pro 2026 é uma realização de Surf Brasil, em conjunto com a Federação de Surf do Estado do Ceará e IBESF nesta primeira etapa na Praia da Taíba, que conta com patrocínio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante pela Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Lazer; do Governo do Estado do Ceará através da SESPORTE e de Monster Energy e Surf Telecom; apoio local da marca Maresia, parceria de Fu-Wax, Suntech, Brazilian Tiger Balm, Giga+, Hotel Vila Marola, Mahalo Poke, Sococo e apoio institucional do COB – Comitê Olímpico do Brasil.

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