A abertura do circuito estadual mais rico do Brasil apresentada no ela Prefeitura de Florianópolis e Layback, atraiu grandes estrelas do surfe brasileiro e até de outros países. A Prefeitura de Florianópolis e a Layback apresentam o Floripa Pro 2025, que está abrindo o Circuito Profissional da Federação Catarinense de Surfe (FECASURF) na Praia da Joaquina. As eliminatórias foram iniciadas em altas ondas na segunda-feira e os primeiros títulos do circuito estadual mais rico do Brasil, serão decididos nesta terça-feira. A premiação de 50.000 Reais, dividida nas categorias masculina e feminina, atraiu grandes estrelas do surfe brasileiro e até de outros países. Muitos competiram no WSL Layback Pro e ficaram para aproveitar as ondas excelentes que estão rolando na Joaquina. O catarinense Mateus Herdy brilhou com seus aéreos e o paulista Caio Costa fez os recordes do primeiro dia. O Floripa Pro 2025 está sendo transmitido ao vivo pelo site da FECASURF: www.fecasurf.com.br.Na segunda-feira, 64 surfistas disputaram as 16 vagas para enfrentar os 16 cabeças de chave mais bem colocados no ranking estadual da FECASURF na terceira fase. Entre eles, o campeão catarinense de 2024, Lucas Haag, que vai abrir a terça-feira enfrentando o campeão mundial master, Diego Rosa, o também catarinense Jeff Toco e o paulista Wesley Leite, que se classificou para o Challenger Series no fim de semana. Os surfistas que avançaram para a rodada de estreia dos cabeças de chave do Floripa Pro, competiram duas vezes nas boas ondas da Joaquina. Em sua segunda participação, o ubatubense Wesley Leite passou em segundo lugar no confronto vencido pelo recém-coroado campeão sul-americano da World Surf League, o local da Joaca, Lucas Vicente. O catarinense pegou poucas ondas, mas garantiu o primeiro lugar com as notas 6,90 e 6,43 das últimas que surfou. O paulista Alex Ribeiro, campeão do último Floripa Pro, que abriu o Circuito Catarinense de 2023 na mesma Praia da Joaquina, acabou eliminado junto, com o catarinense Raphael Becker.“Tem altas ondas, a Joaca não nega fogo de novo e tem que aproveitar a oportunidade. A gente sabe que quando dá onda assim, fica bem croudeado (cheio de gente) aqui, então dá para fazer um treino de luxo, só com mais três caras na água”, destacou Lucas Vicente. “Foi uma bateria de peso, o Alex (Ribeiro) já foi CT, o Wesley (Leite) já foi Challenger e é de novo agora, então foi alto nível e fico feliz de ter encontrado duas ondas ali no final para fazer meu surfe. Tenho que parabenizar a FECASURF, a ASJ (Associação de Surf da Joaquina), por todo o trabalho. Eu ganhei o título sul-americano no fim de semana, isso é ótimo, mas é trabalho que segue, muita dedicação e vamos para cima”. Dois campeões brasileiros também prestigiaram o Floripa Pro apresentado pela Layback e pela Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer. Ambos passaram pela primeira fase, mas foram barrados na segunda. O pernambucano Douglas Silva, campeão do Dream Tour da CBSurf no ano passado, perdeu para o catarinense Jeff Toco e o chileno Reimundo Berry. E o paulista Weslley Dantas campeão brasileiro de 2023, foi eliminado pelo catarinense Santiago Muniz na bateria que outro paulista, Caio Costa, fez os recordes da terça-feira na Joaquina, nota 9,67 e 16,67 pontos.“Eu tava precisando disso, depois de uma derrota de cara no QS, que era o primeiro evento do ano para mim”, disse Caio Costa. “Nessa bateria eu consegui realmente surfar o que sei, botar duas manobras numa onda boa ali. Meu surfe é forte e, quando eu consigo a onda, sei que vem nota boa. Acho que faz mais de uma semana de altas ondas aqui e faz tempo que não tem eventos assim, com tanta onda boa. De forma alguma eu ia deixar de aproveitar, porque é ótimo para poder fazer um treino de luxo também”. MELHORES DO DIA – Na melhor onda que surfou, Caio Costa espancou uma esquerda com duas manobras muito fortes de backside, que arrancaram 9,67 dos juízes e dois deles deram nota 10. Ele ainda surfou bem outra onda, para fazer o maior placar do Floripa Pro 2025 na segunda-feira, 16,67 pontos. No confronto seguinte, o catarinense Mateus Herdy também deu um show com seus aéreos, fazendo um “aley-oop” e um “reverse” de frontside na mesma onda. Ele recebeu 9,00 nessa direita e ganhou mais duas notas 7,00, totalizando 16,00 pontos nas duas computadas. Apenas os dois conseguiram bater os recordes do venezuelano Francisco Bellorin na primeira fase, nota 8,33 e 15,93 pontos. Depois das 24 baterias das duas fases da categoria masculina, a rodada inicial feminina fechou o primeiro dia do Floripa Pro apresentado pela Layback e Prefeitura de Florianópolis. Foram apenas quatro baterias e três delas terminaram com vitórias de surfistas do Peru. A primeira foi a jovem Camila Sanday, que foi vice-campeã do Floripa Pro 2023 na Praia da Joaquina, só perdendo a final para a tricampeã catarinense, a surfista olímpica da Guarda do Embaú, Tainá Hinckel, uma das 8 cabeças de chave da segunda fase.VITÓRIAS PERUANAS – “Estou muito contente de estar de novo nesse campeonato. As ondas estão ótimas, a Praia da Joaquina me encanta, é bem constante e muito boa para campeonatos”, destacou Camila Sanday. “Toda a semana do QS, agora do Catarinense, está tendo ondas muito boas e estou feliz por ter vencido essa primeira bateria hoje. O nível é muito alto, tem muitas surfistas boas competindo aqui e espero seguir achando boas ondas nas baterias, para seguir avançando”. A peruana Camila Sanday e a jovem catarinense Valentina Zanoni, barraram a cearense campeã brasileira de 2024, Juliana dos Santos, além da chilena Maria Weiss. Outra peruana, Kalea Gervasi, ganhou a segunda bateria, mais uma cearense que tem título de campeã brasileira no currículo, Yanca Costa, venceu a terceira e na última do dia, a peruana Daniella Rosas, tricampeã sul-americana da WSL, confirmou o favoritismo, eliminando mais uma estrangeira, a mexicana Summer Sivori. CAMPEÃ SUL-AMERICANA – No domingo, Daniella Rosasfoi vice-campeã na final do Layback Procom a catarinense Laura Raupp. A recém-coroada campeã sul-americana da World Surf League, é uma das 8 cabeças de chave da FECASURF que vão estrear direto nas quartas de final do Floripa Pro. Laura está na terceira bateria com Kiany Hyakutake, a também catarinense Kaylane Antunes e a cearense Yanca Costa. A tricampeã catarinense e defensora do título do Floripa Pro na Joaquina, Tainá Hinckel, estreia antes dela, na segunda bateria. O Floripa Pro apresentado pela Layback e pela Prefeitura de Florianópolis, através da Secretaria de Cultura,
Atletas do Projeto Jiu-Jitsu para Todos Maricá conquistaram medalhas em campeonato no sul-americano da CBJJD
Os competidores deram um show na competição, foram 14 atletas competindo onde conquistaram um total de 14 medalhas. Todos os atletas subiram ao pódio e representaram muito bem a Cidade de Maricá. Um projeto que vem crescendo muito na Cidade de Maricá, onde vários alunos vem trazendo muitas medalhas. Os atletas conquistaram 6 medalhas de Ouro, 4 de Prata e 4 de bronze. Os alunos treinam com o professor faixa preta da Renzo Gracie Marco Donato. Os atletas estão sempre conquistando pódios nas competições de Jiu-Jitsu. Agora os atletas estão ficando muito nos treinos, para o final do ano competirem na Europa, serão cinco países, França, Itália, Portugal, Alemanha e Espanha. Os atletas estão em busca de ajuda de patrocínios, eles estão buscando ajudas com empresários, e comerciantes, para quem puder ajudar e conhecer um pouco do trabalho, o Instagram do projeto @projetojiujitsuparatodosmaricaMais informações Whatsapp 21 972218281
Atleta mirim de 8 anos conquista medalhas em campeonato de Jiu-Jitsu no Rio de Janeiro
Foto: MBS LUTAS Atleta Miguel de Souza Corrêa Gonçalves da Escola de Lutas Michel Kmiec, desde bem novo já vem conquistando o público do Jiu-Jitsu. Miguel começou a treinar com apenas 5 anos, e hoje acumula muitas medalhas. No domingo 23, de março o atleta participou do campeonato sul-americano da CBJJD no Rio de Janeiro. Após duas lutas duríssimas onde a primeira conquistou a vitória por finalização no Armlock, na segunda luta não foi o resultado esperado mais foi uma luta de muito combate. Miguel Souza conquistou o segundo lugar no pódio, ficando com a medalha de prata. O atleta foi campeão do ranking em 2023, vice em 2024 na CBJJD Rio, bicampeão da FJJ Rio 2023 e 2024. Conquistou o terceiro lugar no campeonato da AJP de Guarapari, Vice no sul-americano de CBJJ em 2023, entre outros. Muita bagagem para um atleta mirim de apenas 8 anos, isso tudo mostra que ele veio para ficar, e que vai escrever seu nome na história do Jiu-Jitsu. Parabéns a esse atleta incrível pelos ótimos resultados, parabéns a toda sua equipe e seus professores.
Maricá Competições fez uma ótima estreia no campeonato carioca sub-17
Foto: Vítor Silva No sábado 22, de março a equipe do Maricá Competições fez sua estreia no campeonato carioca, o sub-17 se destacou no campeonato fazendo um ótimo jogo contra o Flamengo. Em um jogo muito disputado o time de Maricá mostrou muita garra. O time do Flamengo, desde o início foi para cima do Maricá, buscando fazer o primeiro gol. Já o time do Maricá Competições buscava o tempo todo o contra-ataque, no primeiro tempo o Maricá teve grandes chances de abrir o placar. Mas em uma joga de velocidade o time do Flamengo acabou abrindo o placar, mesmo tomando o primeiro gol o time de Maricá se mostrou confiante, e partiu para o contra-ataque o jogador Pedro chutou forte a bola bateu na zaga dei time adversário e foi direto para dentro da rede. O primeiro tempo do jogo ficou 1 a 1, tudo igual. Já no segundo tempo do jogo os dois times continuaram no mesmo ritmo do primeiro, mais o Flamengo saiu novamente na frente e fez seu segundo gol. O Maricá Competições tentou empatar mais não conseguiu. Final do jogo Flamengo 2, Maricá Competições 1. O time da sub-15 também entrou em campo mais não obteve êxito, perdendo também para o time do Flamengo, mas os jogadores deram o melhor deles em campo, não desistiram nenhum momento perderam, mais com garra e determinação.
Atleta de Cabo Frio, Gabi Yamaguchi, conquista bronze no Campeonato Sul-Americano Kids de Jiu-Jitsu
Jovem já acumula 75 vitórias e se destaca no esporte A atleta cabo-friense Gabi Yamaguchi conquistou a medalha de bronze no Campeonato Sul-Americano Kids da Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Desportivo (CBJJD), realizado nesse domingo (23) na Arena Carioca 1, na Vila Olímpica, na Barra da Tijuca. Competindo na categoria Infanto Juvenil 1, faixa amarela e peso pena (até 44,3 kg), a jovem lutadora mostrou talento e determinação, garantindo mais um importante resultado na carreira. “Eu treino diariamente com muita dedicação, e essa medalha é mais um passo na minha trajetória. Vou continuar focada para alcançar ainda mais conquistas”, destacou a atleta. Com essa conquista, ela soma agora 75 vitórias em competições, incluindo 49 medalhas de ouro, 11 de prata, 9 de bronze e 7 cinturões. Gabi iniciou sua trajetória no jiu-jitsu em 2022, após ser descoberta em um projeto social. Desde então, tem se destacado pela dedicação e talento, evoluindo de forma notável no esporte.
Maricaense conquista vitória no MMA profissional por nocaute no segundo round
Atleta fez sua estreia no MMA profissional, e trouxe a vitória para Maricá. O atleta Almir Augusto de 21 anos, morador de Maricá fez sua estreia no MMA profissional em um dos maiores eventos nacionais do Brasil o Shoot Brasil. Almir é oriundo do boxe, luta-livre e Wrestling. O atleta lutou na categoria até 61kg, Almir começou o primeiro round indo o tempo todo para cima do seu adversário, ele treina na equipe Kosquad no recreio Rio de Janeiro. No segundo round o atleta conseguiu aderir uma joelhada, onde seu adversário não conseguiu ficar em pé, e Almir conseguiu colocar vários golpes e acabou vencendo a luta no segundo round aos 1:45. Parabéns ao atleta que vem evoluindo muito, e trouxe essa grande vitória para Maricá, parabéns a toda sua equipe de treino, já estreando no profissional com uma linda vitória.
Rayssa Leal conquista título da etapa do STU em Porto Alegre
Domingo 23, de março foi dia de muita conquista, a brasileira mais conhecida no mundo do Skate pelo apelido de Fadinha, conquistou o ouro no campeonato do STU. A Skatista começou o ano de 2025, com tudo. A brasileira dominou a final do Skate Street. Fadinha fez uma volta impecável, é um backside Tailslide preciso. Rayssa conquistou a nota 81,57 pontos, onde ela superou a espanhola Daniela Terol 64,37 pontos, que ficou em segundo lugar, e a gaucha Maria Lúcia, que ficou com 51,24 pontos que fechou o pódio em terceiro. Mesmo após ter sofrido quedas um dia antes, Rayssa brilhou na final do STU, e garantiu a melhor nota do evento. Com o ouro, Rayssa ainda fez a alegria da torcida ao acertar um 360 flip na best trick. O STU 2025 agora segue para mais quatro etapas internacionais, consolidando-se como um dos principais circuitos do Skate mundial.
Caroline Marks e Yago Dora vencem MEO Rip Curl Pro Portugal apresentado por Corona Cero
Caroline Marks (EUA) e Yago Dora (BRA) venceram o MEO Rip Curl Pro Portugal 2025 apresentado pela Corona Cero , parada nº 3 do World Surf League (WSL) Championship Tour (CT), em ondas sólidas de quatro a seis pés em Supertubos. Foi um dia desafiador, pois os melhores surfistas do mundo tiveram que lidar com ventos fortes e uma onda implacável no lineup em Peniche, mas Marks e Dora superaram um campo lotado para reivindicar a vitória, estabelecendo as bases para suas campanhas pelo título mundial de 2025. Caroline Marks (EUA) conquistou sua sétima vitória no CT, sua segunda em Portugal, em uma final acirrada contra Gabriela Bryan(HAW). A jovem de 23 anos da Flórida é uma das mulheres mais consistentes do Tour, e este é um dos seus melhores começos de temporada desde 2019. Depois de um ano de sonho em 2024, ganhando a medalha de ouro olímpica e terminando em segundo lugar no mundo para Caity Simmers (EUA), Marks está surfando nessa onda de impulso para a temporada de 2025. A seleção de ondas foi fundamental na mudança de escalação do Supertubos, até mesmo afastando Marks, o vencedor do evento de 2019, e Bryan, um finalista português pela primeira vez que apresentou performances de destaque durante todo o evento. A dupla garantiu duas pontuações médias no início da Final antes que ambos os surfistas cometessem erros, optando por ondas que não lhes ofereciam faces abertas para melhorar suas pontuações. Marks e Bryan lutaram contra uma arrancada desafiadora que os manteve fora de posição, e um erro de prioridade nos minutos finais deu a Marks a vantagem para jogar na defesa e proteger sua pequena liderança. Foi estressante quando o tempo acabou, mas Marks fez o suficiente para garantir sua segunda vitória em Peniche. “Não foi a final mais bonita, mas vamos encarar”, disse Marks. “Foi realmente desafiador, mas vencer é tão bom, estou tão empolgado. Nos últimos dois anos, parecia que eu estava ganhando impulso na segunda metade da temporada, então começar com uma vitória e ser realmente consistente para estar no dia das finais em todos os eventos até agora foi muito bom. Tem sido um ambiente tão bom por aqui, é muito especial compartilhar isso com meu pai. Ele não vem a muitos eventos, então tê-lo aqui é muito bom.” Marks levará esse ímpeto para a próxima parada, o Surf City El Salvador Pro, onde ela é a campeã defensora consecutiva. A Final de 2024 em El Salvador foi o último confronto direto entre Marks e Bryan, e também a mais recente aparição na Final do CT da temporada regular para qualquer surfista. A caminho da final, Marks despachou Molly Picklum (AUS) em seu confronto semifinal. Picklum procurou por barris, mas não conseguiu encontrar a saída em nenhuma de suas tentativas. Apesar de ter prioridade na maior parte da bateria, as oportunidades foram poucas e distantes entre si. Marks confiou em seu backhand para uma grande manobra, e foi o suficiente para superar Picklum, que ficou querendo mais. Adaptando-se às condições de mudança e surfando em um banco completamente novo, foi uma disputa acirrada entre Erin Brooks (CAN) e Gabriela Bryan (HAW) por uma vaga na Final. Foi uma bateria equilibrada, já que ambas as surfistas mostraram sua potência e comprometimento nas seções pesadas. Brooks chegou perto de igualar o desempenho de Bryan, com apenas 0,20 separando seus totais de bateria final, mas não conseguiu superar Bryan, que conseguiu sua primeira aparição nas Finais em Portugal. “Não foi a melhor final, mas foi muito bom compartilhá-la com Caroline [Marks]”, disse Bryan. “Ela é um ser humano tão bom. Espero que possamos compartilhar mais algumas neste ano. Eu me diverti muito em Portugal, e surfamos em todos os tipos de condições, então estou feliz por ter chegado à final.” Em seu sétimo ano no Tour, Yago Dora (BRA) está finalmente se destacando, e suas performances estão aparecendo. Ele mudou para outra marcha quando conquistou sua primeira vitória no CT no VIVO Rio Pro em 2023. Desde então, Dora terminou em segundo lugar em El Salvador e no Rio em 2024, mas o brasileiro tem trabalhado duro para conquistar sua próxima vitória. Hoje, ele conquistou esse feito após um dia maratona que o viu despachar Italo Ferreira (BRA) na final, Ethan Ewing (AUS) nas semifinais, Jack Robinson (AUS) nas quartas de final e Imaikalani deVault (HAW) nas oitavas de final. “Na temporada passada, tive duas finais e senti que era a surfista em forma do evento, mas acabei ficando aquém no final”, disse Dora. “Eu não ia deixar essa escapar, eu queria muito ganhar essa.” Em uma final totalmente brasileira, o atual número 1 do mundo Ferreirae Yago Dora (BRA), dois dos surfistas mais consistentes em seu ataque aéreo, sempre iriam entregar um show aéreo com as condições oferecidas em Supertubos. Dora e Ferreira foram golpe por golpe, respondendo às tentativas um do outro com respostas maiores e mais críticas. Ferreira teve a maior pontuação de onda única para um enorme aéreo frontal, mas Dora adicionou um toque de criatividade à sua onda de apoio que o colocou na frente de Ferreira. O campeão mundial de 2019 precisava de uma pontuação média para voltar à liderança, mas, apesar de várias oportunidades, não foi o suficiente. Na revanche da final do VIVO Rio Pro do ano passado, Dora acertou o placar e conquistou a vitória em Peniche. “É sempre tão difícil surfar contra Italo [Ferreira]”, disse Dora. “Ele sempre parece fazer o que precisa para encontrar a vitória, mas estou muito feliz por ter conseguido encontrar uma maneira de vencer hoje. Preciso agradecer a Deus, ele me levou até a final e a esta vitória. Eu podia sentir que algo especial aconteceria aqui esta semana, e aconteceu.” Dora subiu 11 posições no ranking e chegou ao quarto lugar do mundo. O atleta de 28 anos contratou recentemente um novo treinador, e esta foi sua primeira vitória desde o VIVO Rio Pro de 2023. “A mudança é sempre arriscada, mas é tão bom quando tudo se encaixa”, Dora continuou. “Todo mundo vai falar sobre isso, esteja você certo ou errado, mas estou feliz por ainda ser a
Rayssa Leal sofre uma queda súpera e avança para à final do STU em Porto Alegre
foto: Julio Detefon A Skatista Rayssa Leal avançou na ara a grande final do Circuito Internacional de Skate (STU) em Porto Alegre, ela sofreu uma queda no aquecimento na tarde do sábado 22, de março. Após a queda a Fadinha sentiu dores ao longo do dia, mas isso não impediu de conquistar uma nota de 70,71. A grande final ocorrerá no Skate Park da Orla do Guaíba neste domingo 23. Rayssa Leal Optou pelo Brasil para começar seu ano na competição de 2025, destacando-se com a segunda maior nota do dia em sua primeira tentativa. Apesar de uma volta mais cautelosa, seu desempenho garantiu um lugar entre as finalistas. A competição também contou com a classificação de Aoi Uemura, do Japão, com 41,66 e demonstrou um espírito de camaradagem entre as atletas. Rayssa Leal foi a última Skatista do Street a entrar na pista, a quarta skatista da terceira bateria. A maior note da semifinal está da espanhola Daniela Terol 72,18. Na sua primeira volta de 45 segundos, mais a Bomb Trick, Rayssa já arrancou dos juízes um 70,71. Mais ela queria muito mais. Na saideira foi quando ela fez sinal de que a luz natural já não era a ideal. Então a torcida gaúcha deu seu show à parte. Todos nas arquibancadas acenderam a lanterna de seus celulares, na tentativa de ajudar a tricampeã mundial a realizar sua última volta e tentar a maior nota do dia. Após esperar por longos dez minutos a iluminação pública dar as caras, o que não aconteceu, ela resolveu ir para a pista assim mesmo. Mas de uma forma diferente e bem relaxada, como se apenas estivesse treinando em alguns poucos obstáculos. Enquanto todos aplaudiam sua decisão, as demais skatistas invadiram a pista para abraçá-la.
Laura Raupp e Lucas Vicente conquistam títulos sul-americanos em casa no WSL Layback Pro
O WSL Layback Pro já decidiu os campeões sul-americanos da World Surf League no sábado e os locais da Praia da Joaquina, Lucas Vicente e Laura Raupp, festejaram em casa os títulos da temporada 2024/2025 . É o segundo ano consecutivo com surfistas catarinenses sendo os melhores da América do Sul, com Lucas e Laura repetindo a dobradinha do Mateus Herdye da Tainá Hinckelna temporada 2023/2024. No cenário perfeito do sábado de Sol e mar clássico com altas ondas e praia cheia na Joaquina, foram formadas as semifinais e teve comemoração também da peruana Daniella Rosas e do paulista Wesley Leite, que garantiram classificação para o Challenger Series 2025. Restam apenas duas vagas para serem definidas no domingo e as semifinais vão abrir o último dia do QS 3000, às 9h00, ao vivo da Ilha de Santa Catarina pelo WorldSurfLeague.com. Já está confirmado que a primeira bicampeã da história do WSL Layback Pro em Florianópolis, será conhecida neste domingo. Isto porque as vencedoras das quatro etapas na Praia Mole, vão se enfrentar nas semifinais. Na primeira, está a nova campeã sul-americana da World Surf League, Laura Raupp, que venceu a primeira edição em 2021 com apenas 15 anos de idade, com a experiente Silvana Lima, campeã em 2023. E a outra vaga na grande final, tem a defensora do título do Layback Pro, Tainá Hinckel, contra a melhor de 2022, a peruana Daniella Rosas, recordista com três troféus de campeã sul-americana da WSL South America. Na competição masculina, também pode acontecer um bicampeonato na Praia da Joaquina, que desde 2016 não recebida uma etapa do WSL Qualifying Series (QS). Isso porque o campeão do último Layback Pro na Praia Mole no ano passado, Lucas Silveira, entra na primeira semifinal com o paulista Daniel Adisaka. Se passar para a final, Lucas garante vaga no Challenger Series, enquanto o Danielprecisa vencer o campeonato para isso. Na outra semifinal, tem o paulista Alex Ribeirotambém precisando chegar na final, para confirmar vaga no Challenger Series, contra o vice-campeão do Layback Pro no ano passado e único catarinense, Heitor Mueller. Certamente, o domingo também será recheado de emoções. No sábado foi assim nas duas rodadas de confrontos decisivos nas duas categorias. Os títulos sul-americanos da temporada 2024/2025, foram definidos logo pela manhã, na quarta bateria do dia, que definiu os últimos classificados para as quartas de final. O paranaense Peterson Crisanto precisava chegar na final para superar os 6.030 pontos do líder, Lucas Vicente. Mas outro catarinense, Luan Wood, venceu a bateria e o paulista Alex Ribeiro passou em segundo lugar, com Peterson Crisanto sendo eliminado, para alívio do Lucas Vicente que estava na praia com a família. “Pra mim, foi a bateria mais longa da história da Joaquina essa e fiquei muito tenso”, disse Lucas Vicente. “Foi a finalização de uma temporada que eu trabalhei muito, treinando e me dedicando bastante. Fiquei bem triste de perder ontem, em casa né, mas eu sabia que a bateria que eu já tinha passado antes, foi importante pra defender meu título. Estou muito feliz por ganhar em casa, com todo mundo aqui, minha família, amigos. É a coroação de um trabalho que vem sendo feito há alguns anos, desde que eu fui campeão mundial Pro Junior em 2019. E esse ano promete. Agora é treinar ainda mais, porque o Challenger tem alguns degraus acima e sei que tenho que me dedicar ao triplo. Mas, vamos pra cima e, se Deus quiser, rumo ao CT no ano que vem. Agora é já dar entrada no visto pra Austrália, ver as passagens e vamos em busca do sonho”. Já o título sul-americano da Laura Raupp foi conquistado dentro d´água. A sua bateria começou logo após a derrota do Peterson Crisanto, quando foi anunciado que Lucas Vicente era o campeão. Foi um momento de poucas ondas, mas a Laura conseguiu achar as que precisava para vencer. A experiente Silvana Lima, recordista mundial com 19 vitórias em etapas do QS, que já tem dois títulos sul-americanos no currículo, passou junto com a nova campeã para as quartas de final, eliminando Isabela Saldanha e Luara Mandelli. “Foi uma bateria bem difícil. Fiquei esperando muito tempo vir uma onda da série, acabou que não veio e eu tive que improvisar ali, fazendo as notas em ondas menores. Foi o que deu pra fazer, mas estou superfeliz de ter passado pras quartas de final e eu não sabia que se eu passasse, garantia o título sul-americano”, contou Laura Raupp. “Foi muito irado, porque eu tava dentro d´água quando foi anunciado o título do Lucas (Vicente). A gente surfa junto várias vezes aqui na Joaca, na Praia Mole, somos da mesma cidade e a gente se conhece há bastante tempo. Faz 4 anos que eu comecei a correr o QS e já comecei com uma vitória no Layback Pro da Praia Mole em 2021. A Layback é um dos meus patrocinadores e um dos maiores incentivadores do surfe, então é uma sensação muito legal estar conquistando o título sul-americano nesse mesmo evento”. No confronto seguinte, a cearense Juliana dos Santos e a catarinense Isabelle Nalu barraram a peruana Arena Rodriguez e a paulista Julia Nicanor. No terceiro, Tainá Hinckel fez um novo recorde de 13,60 pontos no QS 3000 feminino, que depois aumentou para 14,03 quando derrotou a chilena Isidora Bultó nas quartas de final. E na última bateria da segunda fase, a peruana Daniella Rosasvenceu por 13,40 pontos e garantiu a terceira e última vaga no Challenger Series 2025, circuito de acesso para a elite do WSL Championship Tour (CT). Ela depois passou para as semifinais e tirou a vice-liderança do ranking da compatriota, Arena Rodriguez. VAGA GARANTIDA – Quem também festejou classificação para o Challenger Series foi o paulista Wesley Leite, logo no primeiro confronto do sábado. Ele foi preciso na escolha das melhores ondas e somou uma nota 8,00 na vitória por 14,60 pontos. O capixaba Rafael Teixeira avançou junto com ele ainda com chances na briga pelas últimas vagas, com ambos eliminando o cearense Cauet Frazão e o chileno Roberto Araki. É a segunda vez que Wesley Leite se classifica para o Challenger Series. A outra foi em 2022, quando terminou em sexto lugar no ranking, mas se contundiu nas primeiras etapas na Austrália e não conseguiu disputar vaga no CT. “Eu competi em Snapper Rocks, depois fui pra Sidney e, antes de começar a etapa de Manly, tive uma torção no tornozelo, estourei o tendão, fraturei o maléolo e, mesmo assim,