Só foram realizadas 10 baterias no sábado para que o maior encontro do surf brasileiro aconteça em ondas com melhores condições na Praia da Taíba Os cearenses se destacaram em casa na abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Dos 13 que competiram no sábado, 9 passaram para a segunda fase com 4 vitórias e o jovem Carlos Ralen, 17 anos, fez os recordes das 10 baterias disputadas no primeiro dia. A competição foi interrompida quando a maré estava muito seca, para que o maior encontro do surf brasileiro aconteça em ondas com mais qualidade. A previsão indica que as condições vão estar melhores nos próximos dias e as eliminatórias serão retomadas neste domingo, a partir das 8h00, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. “A gente está estudando a previsão das ondas desde o início da semana e decidimos deixar para continuar o campeonato amanhã (domingo), porque a previsão é bem melhor de ondas”, disse o ex-integrante da elite do surf mundial, Raoni Monteiro, que atua como diretor de prova do Surf Brasiljunto com Karina Abras. “Eu e a Karina, em conjunto com toda a comissão técnica, preferimos priorizar a qualidade das ondas. Amanhã o mar já terá mais energia do que hoje e a decisão de adiar é bem positiva, porque estamos abrindo a temporada e o desejo é que o campeonato role em boas ondas, para os surfistas poderem dar show de surf aqui”. No sábado, os cearenses comandaram o show nas pequenas ondas da Praia da Taíba. O jovem surfista de Fortaleza, Carlos Ralen, 17 anos, competiu pela primeira vez no Circuito Brasileiro Profissional e ninguém conseguiu superar as suas marcas na segunda bateria do dia. Carlos acertou um aéreo que valeu nota 6,20 para vencer por 10,43 pontos, números que ficaram no topo da lista de recordes neste início do Surf Brasil Pro 2026. O paulista Eric Bahia também surfou bem e passou junto com ele, somando 10,37 com uma nota 6,00. “Estou muito feliz de estar competindo meu primeiro Brasileiro Profissional aqui na Taíba, um lugar que eu gosto muito”, falou Carlos Ralen. “Eu já fui campeão cearense aqui e me sinto em casa nessas ondas. Estou muito feliz com meu surf e a minha prancha tá andando muito nessa ondinha. Agora é manter o foco e vamos com tudo pra segunda fase”. Nessa bateria, era para ele enfrentar três paulistas, mas o ex-top da elite mundial, Edgard Groggia, não compareceu. Carlos Ralen então derrotou Eric Bahia e eliminou Lucas Di Giorge. O jovem cearense também surpreendeu ao responder sobre quem gostaria de enfrentar nessa sua estreia no Surf Brasil Pro: “os meus amigos daqui do Ceará mesmo que eu me inspiro. O Jonathan Santos, o Santiago dos Santos, o Raoni Rocha, Saymon Rocha, a galera que eu treino, um sempre puxando o nível do surf do outro e é isso”. Na segunda fase do Surf Brasil Pro, Carlos Ralenvai competir com outro cearense, Ytalo Ferreira, contra mais dois paulistas, Philippe Neves e Pedro Ferreira. A temporada 2026 do circuito nacional mais rico do mundo, com premiação de meio milhão de reais em cada etapa e a vitória valendo 50 mil reais, já tinha começado com vitória do Ceará em casa. Davi Sobrinhoganhou a primeira bateria do sábado, com Philippe Neves passando em segundo lugar. ÍDOLO CEARENSE DAS ANTIGAS TAMBÉM ESTREIA COM VITÓRIA NO SÁBADO Depois, teve uma dobradinha cearense do Raoni Rocha e Rodrigo Monteiro, sobre o paulista Nicolas Oliveira. E um ídolo local das antigas, conquistou a quarta e última vitória do Ceará no primeiro sábado do Surf Brasil Pro 2026, que vai até o próximo domingo, 1.o de março, em São Gonçalo do Amarante. Com seus 45 anos de idade, o carismático tetracampeão cearense e campeão nordestino, Edvan Silva, derrotou três surfistas bem mais jovens do que ele, os conterrâneos Ramonne Matias e Flavio de Souza e o paulista João Vieira. “Eu estou muito feliz de ter passado essa bateria, porque não é fácil estar aqui competindo num campeonato com os melhores do Brasil”, destacou Edvan Silva. “Tem uma quantidade muito grande de inscritos e estou feliz de ter vencido essa geração mais nova, que surfa muito bem. Quero agradecer meus alunos, que fizeram minha filiação, minha inscrição, para eu estar aqui. É por causa deles que estou aqui e esse resultado é para cada um de vocês. É muito difícil patrocínio no Brasil e só quem veste a lycra sabe como é. Mas, estou aqui, então obrigado a todos que estão assistindo o evento e estavam torcendo por mim”. Dos 153 surfistas que estão participando dessa primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026, apenas 30 competiram no sábado, com 20 avançando para enfrentar os 48 pré-classificados que entram na segunda fase. As outras 14 baterias que fecham a rodada inicial, acontecem neste domingo e na sequência começa a categoria feminina. No Surf Brasil, o princípio da igualdade é na premiação e também na competição. Após uma fase masculina ser completada, acontece uma feminina e assim sucessivamente, até as rodadas decisivas do campeonato. SURF BRASIL PRO REGISTRA RECORDE DE PARTICIPAÇÃO FEMININA Em São Gonçalo do Amarante, está sendo estabelecido um recorde de participação feminina, com 50 inscritas na abertura do Surf Brasil Pro 2026. São muitas surfistas da nova geração desde 12 anos de idade, até grandes estrelas como 9 já consagradas campeãs brasileiras. As meninas compareceram na Praia da Taíba no sábado, para participar do primeiro comitê técnico da temporada, realizado antes do início do evento. Entre elas, a maior de todos os tempos, Silvana Lima, que consagrou o hexacampeonato brasileiro nas mesmas ondas da Praia da Taíba em 2022, vencendo a final cearense com a campeã de 2020, Yanca Costa. Silvana já completou 41 anos de idade e ganhou seus primeiros títulos com um bicampeonato consecutivo em 2004 e 2005, depois venceu em 2014, 2016 e repetiu o bi em 2021 e 2022, no ano que Teco Padaratz foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf e vem promovendo o circuito nacional mais rico do mundo. “Com certeza, tenho boas lembranças daqui da Taíba. Em 2022 foi incrível, deu altas ondas. A Taíba sempre dá altas ondas e todo mundo se diverte, fica muito feliz de estar nesse lugar”, disse Silvana Lima. “Já tive
Surf Brasil Pro 2026 abre temporada nacional com R$ 500 mil em jogo na Taíba
A Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, será o epicentro do surfe brasileiro a partir deste sábado com o início do Surf Brasil Pro 2026. Considerado o maior encontro da modalidade no país, o evento reúne 206 atletas de 14 estados e distribui meio milhão de reais em premiação já na etapa de abertura do circuito. A competição marca o pontapé inicial da corrida pelos títulos nacionais e promete disputas de alto nível nas ondas do litoral oeste cearense. Entre os participantes estão nove campeãs e sete campeões brasileiros, além de jovens talentos e veteranos que ajudam a compor um cenário diverso, com atletas entre 12 e 55 anos. As baterias terão transmissão ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. Campeões consagrados e nova geração dividem o pico No feminino, o destaque é a atual campeã invicta de 2025, Laura Raupp, que chega embalada por uma temporada de treinos no Havaí em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil. O Ceará, estado anfitrião, carrega tradição: soma 13 títulos em 30 edições desde 1997. Ícone dessa trajetória, Silvana Lima volta a competir nas mesmas ondas onde conquistou o hexacampeonato em 2022. Outras campeãs nacionais também confirmaram presença, como Tainá Hinckel, Monik Santos, Julia Nicanor e Diana Cristina, fortalecendo uma disputa que promete equilíbrio do início ao fim. No masculino, nomes como Weslley Dantas, Jadson André e Bino Lopes entram na briga pelos primeiros 10 mil pontos do ranking. Entre os convidados especiais estão o ex-integrante da elite mundial Deivid Silva e a promessa Carol Bastides, de apenas 14 anos, reforçando o encontro de gerações na Taíba. Novo formato garante emoção e igualdade de premiação A edição 2026 estreia um novo modelo de competição. Os principais cabeças de chave — top-22 no masculino e top-11 no feminino — entram em fases mais avançadas, com direito a repescagem e premiação mínima garantida. A organização também assegura igualdade nos valores pagos a homens e mulheres, com R$ 50 mil destinados aos campeões de cada categoria. No total, 153 surfistas disputam o título masculino, divididos em três fases eliminatórias. Já no feminino, 49 atletas brigam pelo troféu, com as principais ranqueadas estreando apenas na terceira fase. Ceará lidera participação na etapa de abertura Os donos da casa formam a maior delegação, com 58 representantes. São Paulo aparece em seguida com 46 atletas, incluindo nomes que já competiram na elite mundial. Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro também marcam presença expressiva. Realizado pela Surf Brasil em parceria com a Federação de Surf do Estado do Ceará e o IBESF, o evento conta com apoio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e do Governo do Estado do Ceará, consolidando a Taíba como palco estratégico do surfe nacional. Com premiação recorde, estrelas consagradas e talentos em ascensão, o Surf Brasil Pro 2026 começa prometendo elevar ainda mais o nível da modalidade no país e transformar o litoral cearense na capital brasileira do surfe neste início de temporada.
Cearenses podem aumentar o recorde de vitórias em casa no Surf Brasil Pro
O Ceará é o segundo estado com mais concorrentes aos títulos brasileiros desde 2022 e detém o recorde de 13 troféus de campeãs brasileiras de surf profissional A abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, de 21 de fevereiro a 1 de março em São Gonçalo do Amarante, terá um componente especial para surfistas do Ceará. Eles podem aumentar o recorde de vitórias em etapas da Confederação Brasileira de Surf em casa, após a dobradinha dos paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado. O Ceará é o segundo estado com mais participantes – 60 – em etapas válidas pelos títulos brasileiros na gestão Teco Padaratz, eleito presidente em 2022. E as cearenses detém o recorde de 13 troféus de campeã brasileira de surf profissional, em 30 disputados desde 1997. O Surf Brasil Pro vai inaugurar um novo formato de competição na Praia da Taíba, com mais surfistas tendo a chance de disputar a premiação de meio milhão de reais, oferecida em cada etapa do circuito nacional mais rico do mundo. Até o ano passado, a participação era limitada para 48 homens e 32 mulheres. Agora, 228 surfistas poderão brigar pelo prêmio de 50 mil reais da vitória em cada etapa, 168 na categoria masculina e 60 na feminina. O primeiro show garantido dos melhores surfistas do Brasil na temporada 2026, começa no dia 21 de fevereiro na Praia da Taíba e será transmitido ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no Youtube. “É muito gratificante abrir mais uma vez, o calendário do surf no Brasil em São Gonçalo do Amarante”, disse Amelio Junior, presidente da Federação de Surf do Estado do Ceará. “O Circuito Brasileiro foi unificado e cada etapa está dando uma premiação recorde de meio milhão de reais. Isso é muito importante para o surf brasileiro e foi uma iniciativa muito bacana do Teco Padaratz, que vai estar aqui na Taíba. Graças ao apoio do prefeito Marcelo Teles, pela quarta vez teremos uma etapa do Brasileiro em São Gonçalo do Amarante e a Taíba já virou um point nacional. Lembramos que o Surf Brasil Pro é do dia 21 de fevereiro a 1 de março, logo após o Carnaval, então esperamos ver praia cheia porque vai ser show de surf”. O Ceará é o segundo estado que recebeu mais etapas da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Divide essa posição com Pernambuco, que também sediou 11 eventos. A diferença é que no Ceará, tiveram mais de surf profissional, uma que decidiu o título brasileiro de 2022 na Praia da Taíba e cinco da Taça Brasil, sendo duas em São Gonçalo do Amarante e três em Paracuru. Santa Catarina e Rio de Janeiro dividem o topo dessa lista de 14 estados, com 23 etapas realizadas das 7 competições promovidas pelo Surf Brasil até 2025: Dream Tour, Taça Brasil, Surf de Base, Master, Longboard, Stand Up Paddle e Parasurf. DONOS DA CASA FESTEJARAM MAIS VITÓRIAS EM ETAPAS NO CEARÁ Nas 6 etapas de surf profissional disputadas no Ceará desde 2022, os donos da casa ganharam metade dos 12 títulos. Só a hexacampeã brasileira Silvana Limavenceu 4, 2 na Taça Brasil de 2023 e 2024 na sua cidade, Paracuru, mais 2 no palco do Surf Brasil Proem São Gonçalo do Amarante, no CBSurf Pro 2022 e na Taça Brasil em 2024. Neste ano de 2024, foram duas dobradinhas cearenses no alto do pódio, com Michel Roque em Paracuru e Messias Felix na Praia da Taíba. Os paulistas ganharam 4 títulos em etapas da Taça Brasil, com Renan Pulga e Ryan Kainalo em Paracuru e Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado na Praia da Taíba. As outras vitórias foram do potiguar Israel Junior na Praia da Taíba e da catarinense Tainá Hinckel em Paracuru, ambas em 2022. A Praia da Taíba fechou a temporada 2022, com Israel Junior ganhando a batalha aérea contra o cearense Messias Félix, com notas 10 e 9 na final que decidiu o título brasileiro. No mesmo evento, Silvana Lima consagrou o hexacampeonato na final 100% cearense com a também campeã brasileira Yanca Costa. Agora, São Gonçalo do Amarante vai sediar o primeiro Surf Brasil Pro da história. Será a 21.a etapa valendo 10.000 pontos nos rankings que definem o campeão e a campeã brasileira profissional, desde o início da gestão Teco Padaratz em 2022. SILVANA LIMA É O GRANDE DESTAQUE DO SURF FEMININO NO BRASIL O Ceará é o epicentro do surf feminino no Brasil e Silvana Lima é o grande destaque da categoria em todos os tempos. A cearense criada nas ondas de Paracuru, tem sua história marcada até no cenário internacional, com o imbatível recorde de 19 vitórias em etapas do Qualifying Series (QS), contra 13 da segunda colocada, a australiana Sally Fitzgibbons. No Brasil, as cearenses são recordistas com 13 títulos conquistados, em 30 disputados desde 1997, 8 deles pela Confederação Brasileira de Surf, que iniciou o circuito profissional em 2018. A dominação cearense começou com o tetracampeonato da Tita Tavares nos tempos da ABRASP, em 2000, 2003, 2007 e 2008. Tita igualou o feito da carioca Andréa Lopes, mas Silvana Limasuperou essa marca com seis títulos, em 2004, 2005, 2014 e 2016 pela ABRASP, depois veio o bi em 2021 e 2022 pela Confederação Brasileira. Além de Silvana, mais três cearenses foram campeãs no circuito da Confederação Brasileira de Surf. Larissa dos Santosganhou o primeiro em 2018, Yanca Costa em 2020 e Juliana dos Santos em 2024. O CEARÁ DETÉM MAIS RECORDES E O SEGUNDO MAIOR PELOTÃO ESTADUAL No masculino, foram mais três títulos brasileiros, com Messias Felix bicampeão em 2009 e 2012 e Artur Silva em 2019. Desde a eleição de Teco Padaratz em 2022, o Ceará é o segundo estado com mais participantes em etapas válidas pelos títulos brasileiros. Foram 60 cearenses competindo nas 20 etapas, 47 na categoria masculina e 13 na feminina. É o mesmo número de Santa Catarina, com os dois estados só ficando abaixo de São Paulo, com 83 surfistas de um total de 392 de 15 estados que participaram das 20 etapas realizadas desde 2022 até 2025. Silvana Lima foi quem mais vestiu a lycra de competição nas quatro temporadas, 72 vezes. No masculino, o também cearense Michael Rodrigues é o recordista com 39 vitórias em baterias, empatado com o bicampeão brasileiro, Douglas Silva. A diferença é que o pernambucano participou de todas as 20 etapas,
Gabriela Bryan vence o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong
Gabriela Bryan (HAW), natural de Kauaʻi, Havaí, venceu o Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong de 2026, a 6ª etapa da Challenger Series 2025/2026. Ela se junta ao também vencedor do evento , Callum Robson (AUS). Bryan superou um grupo de surfistas de alto nível, começando na Rodada de 32 e avançando pelas Quartas de Final, Semifinais e, finalmente, conquistando sua primeira vitória na Challenger Series no famoso recife de Pipeline, com ondas sólidas de 1,2 a 1,8 metros. A disputa pela classificação esquentou com eliminações antecipadas de peso e um novo Top 7, além da classificação oficial de Sally Fitzgibbons (AUS) para o Championship Tour (CT) de 2026. Gabriela Bryan (HAW), número 3 do ranking mundial de 2025, reafirmou sua excelente forma com uma campanha brilhante no Finals Day, adicionando sua primeira vitória em um Challenger Series ao seu currículo, com o legado de Andy Irons como pano de fundo para a conquista. A surfista de 23 anos já possui quatro vitórias no Circuito Mundial e agora se consolida como uma forte candidata ao título mundial após uma temporada dominante em 2025. Agora, a atleta de Kauaʻi se prepara para o início da temporada de 2026 do Circuito Mundial no Rip Curl Pro Bells Beach, que acontece de 1º a 11 de abril. “É ótimo começar o ano com uma vitória depois de tanto tempo parado. Voltar a vestir a camisa, sentir o nervosismo e tudo o que vem junto com a competição”, disse Bryan. “Isso me motiva muito para o resto do ano. É um longo ano pela frente e estamos apenas começando, mas não há maneira melhor de começar do que com uma vitória, especialmente em Pipeline. Foi uma final muito talentosa, para dizer o mínimo. Pipeline não é o ideal, mas você nunca sabe o que vai encontrar, então cada bateria aqui, com vento terral, ondulação, vento forte ou se estiver perfeito, vale a pena. Anat [Lelior] provavelmente está bem posicionada para se classificar, mas eu sei que eu, Erin [Brooks] e Molly [Picklum] estamos fazendo tudo o que podemos para conseguir mais tempo aqui, então é ótimo conseguir a vitória.” “É muito especial sentir esse espírito do Andy [Irons] e eu adoro representar Kauaʻi e de onde eu venho. É incrível ter a Lyndie [Irons] aqui. Meu primeiro concurso foi o Irons Brothers. Eu tenho uma foto minha de quando eu era pequena com o Andy e é muito legal. Nós viemos da mesma cidade natal e eu estou seguindo meus sonhos, e tenho inspirações incríveis para admirar.” A final feminina contou com alguns dos talentos mais promissores do esporte, incluindo a atual campeã mundial Molly Picklum (AUS), a candidata ao título mundial de 2025 Gabriela Bryan (HAW), a estreante do ano de 2025 Erin Brooks (CAN) e a agora número 9 no ranking da Challenger Series, Anat Lelior (ISR). A potência do backhand de Picklum garantiu a primeira nota relevante, 7,00 (de um total de 10), antes que suas adversárias começassem a encontrar poucas oportunidades. Mas tudo mudou quando Bryan se encaixou em uma parede de Pipeline para igualar a potência de Picklum e elevar o nível com 7,10 (de um total de 10). Brooks se manteve próxima com 5,67, mas Bryan igualou Brooks com seus próprios 5,67 nos minutos finais, consolidando sua liderança na bateria e mantendo-a firme para uma vitória brilhante. Erin Brooks, eleita a Novata do Ano de 2025 pela CT, conquista o segundo lugar no Marquee. Erin Brooks (CAN) juntou-se à equipe do CT em 2025 e chamou a atenção de todos durante sua temporada de estreia, terminando como Revelação do Ano do CT. A jovem de 18 anos, Brooks, deu um show de backhand em Backdoor, conquistando o melhor desempenho feminino do evento com 9,43 pontos e um total de 16,26 (de um total possível de 20) em sua bateria das quartas de final, após vencer sua bateria da fase de 32 avos de final para começar sua campanha no Finals Day. Brooks agora busca repetir o título de Revelação do Ano em 2026. “Muito obrigado por nos apoiarem durante todo o evento. Foi incrível”, disse Brooks. “Foram tantos dias ótimos e tantas ondas incríveis. Estou muito feliz por fazer parte disso.” Uma das grandes promessas do esporte, Molly Picklum (AUS), entrou no Lexus Pipe Challenger buscando mais tempo com a camisa amarela e conseguiu, com um terceiro lugar. A surfista de 23 anos mostrou-se em ótima forma do início ao fim, após estabelecer o padrão para as mulheres no primeiro dia, e manteve o ritmo com uma atuação dominante nas quartas de final, com um total de 16,06 pontos. Picklum então conquistou outra vitória nas semifinais ao lado de Anat Lelior(ISRA), garantindo sua vaga na final. Picklum se junta a Bryan e Brooks na largada da temporada do Circuito Mundial em Bells Beach. “É sempre tão bom estar de volta aqui. Que maneira incrível de começar a temporada, vindo para o Havaí. Sou muito bem recebido, então sou muito grato por estar aqui. Pipeline é uma onda incrível. Às vezes ela cai bastante, mas adoro vir aqui para me testar e garantir que estou aprimorando minhas habilidades antes do Tour. Ainda temos tempo, então estamos chegando lá.” Hoje, Anat Lelior (ISR) mostrou que agora é uma das favoritas à qualificação, com uma presença na final em Pipeline. A notável trajetória de Lelior na temporada 2025/2026 inclui uma semifinal e agora um quarto lugar, o que a coloca na 9ª posição no ranking da Challenger Series, rumo ao último evento do ano e à realização do seu sonho de se classificar. “Obrigado a todos que estão assistindo. Foi um sonho realizado compartilhar esta final com essas mulheres incríveis, e eu não esperava por isso. Eu só conhecia a Kelly Slater quando tinha 13 anos, por causa de ‘Tá Dando Onda’ (risos). Não esperava chegar aqui e ficar tão perto da classificação. Meu objetivo neste ano era ficar entre as 15 melhores. Sou muito grato e quero que todos entendam o quão sortudos somos por estarmos aqui. Obrigado aos meus patrocinadores, minha namorada, minha rede de apoio, meu treinador, a todos.”
Callum Robson vence o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong
Callum Robson (AUS) venceu o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong de 2026, a 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026. Uma manhã incrível de ondas perfeitas, de 3 a 4,5 metros, proporcionou um espetáculo para a rodada de 32, quartas de final e início das semifinais masculinas, com Robson provando que estava pronto para o desafio rumo à final. O ranking da CS continuou a se ajustar ao longo do dia da final masculina, incluindo o vice-campeão Morgan Cibilic (AUS) entrando no Top 10, e a classificação de Eli Hanneman (HAW) para o Championship Tour (CT) de 2026 com seu quarto lugar. Já o competidor do CT, Griffin Colapinto (EUA), deixa Pipeline com um terceiro lugar. A próxima chamada será amanhã, sexta-feira, 6 de fevereiro, às 7h15 (horário do Havaí), para a rodada de 32 feminina. As atenções se voltam para as competidoras, que aguardam ansiosamente o retorno às pistas para coroar a vencedora do Lexus Pipe Pro Challenger 2026 apresentado pela Billabong. Uma performance incrível de Callum Robson (AUS) o levou à sua segunda vitória na Challenger Series. O ex-participante do CT já conquistou diversos feitos, incluindo uma onda de 10 pontos em Supertubos, Portugal, quando figurava entre os melhores do mundo, e uma grande vitória no Boost Mobile Gold Coast Pro de 2022. Agora, Robson ressurge como uma ameaça à classificação para o CT após garantir uma importante vitória no Lexus Pipe Challenger Presented by Billabong. Ele ocupa a 11ª posição no ranking da CS, logo fora da zona de classificação, rumo à etapa final da temporada, o Newcastle SURFEST. “Para ser sincero, é uma loucura. Não é o Pipeline clássico nessa final, mas estar lá com o Morgs [Cibilic], o Griffin [Colapinto] e o Eli [Hanneman], obviamente surfistas muito bons nessa bateria”, disse Robson. “Eu simplesmente não consigo acreditar que acabei de ganhar essa competição. Desde o início da semana, acreditar que você vai ganhar o evento é algo surreal. Eu realmente não sei como me sentir agora, mas estou em êxtase.” “Obviamente, este não foi meu melhor ano na Challenger Series, mas ficar em 11º é muito melhor do que a posição de número 30 e poucos em que eu estava quando cheguei aqui. Eu simplesmente me concentrei novamente nesse pequeno período de descanso e fiquei muito feliz em vir surfar em Pipeline. Eu já surfei lá no CT e adoro este lugar, adoro esta onda.” Uma final acirrada se desenrolou sob os ventos predominantes, com um elenco de nível mundial pronto para a batalha, que contou com o multicampeão mundial Griffin Colapinto (EUA) enfrentando os ex-campeões do CT Callum Robson (AUS), Morgan Cibilic (AUS) e o havaiano Eli Hanneman(HAV). Conhecido por sua técnica agressiva e poderosa, Robson conquistou a primeira nota relevante, 6,33 (de um total possível de 10), ampliando sua vantagem sobre os oponentes. Mas Colapinto conseguiu uma impressionante cobertura de backdoor que lhe rendeu 7,00, enquanto Cibilic obteve 7,70. Callum respondeu com uma rotação completa e uma curva fechada para fechar com 7,67, retomando a liderança. Com o tempo se esgotando, Ciblic, Colapinto e Hanneman continuaram pressionando, mas não conseguiram a pontuação necessária, coroando Robson como o campeão do Lexus Pipe Challenger 2026 apresentado pela Billabong. O segundo lugar icônico de Morgan Cibilic resulta em sua posição entre os 10 melhores do ranking de CS. As baterias classificatórias começaram imediatamente na fase de 32 avos de final masculina, com direito a faíscas entre o bicampeão do CT Pipe Pro , Barron Mamiya (HAV), os ex-participantes do CT, Carlos Munoz (CRC) e Morgan Cibilic (AUS), e o herói local , Joey Johnston(HAV). Cibilic entrou no ritmo logo de cara, depois de quase conseguir a saída de um tubo profundo em Backdoor, antes de se encontrar preso em outro tubo brilhante em Backdoor, desta vez emergindo para marcar 9,00 (de um total de 10). Cibilic manteve essa forma até as finais, conquistando uma pontuação de 17,50 (de um total possível de 20) e garantindo sua vaga nas semifinais, onde terminou em segundo lugar. Com esse segundo lugar, Cibilic subiu sete posições e agora ocupa o 7º lugar no ranking, com uma grande oportunidade de se juntar novamente aos melhores do mundo, enquanto se prepara para o evento final da temporada 2025/2026 do Challenger Series em sua praia natal, Merewether Beach. “Eu me senti totalmente no meu melhor. Foi muito bom conseguir aquela performance nas quartas de final, mesmo estando um pouco nervoso no começo”, disse Cibilic. “A onda de 9.00 foi ótima. Eu simplesmente perdi o fôlego na decolagem e estou muito feliz por estar aqui e curtindo tudo isso. Surfar em Pipeline sem ninguém por perto foi incrível. Obrigado aos locais e à patrulha aquática havaiana por me trazerem de volta.” O estreante no CT de 2024, Eli Hanneman (HAV), se requalificou para o Championship Tour (CT) de 2026 após um dia triunfante em Pipeline. Começando o dia na Rodada de 32, Hanneman se lançou em uma seção tubular impressionante, emergindo para uma nota 9,27 (de um possível 10) e se estabelecendo no topo da bateria. Em seguida, o surfista de 23 anos de Lahaina, Maui, garantiu uma posição de avanço em sua bateria das Quartas de Final, requalificando-se oficialmente e retornando ao grupo dos melhores do mundo. Um terceiro lugar no Ericeira Pro e um segundo lugar no Saquarema Pro ajudaram Hanneman a chegar ao primeiro lugar do ranking antes de Pipeline, onde completou sua campanha de requalificação para a Etapa nº 7, o Newcastle SURFEST. “Isso é incrível. No Brasil, eu precisava vencer a prova, e fiquei em segundo lugar, e eu simplesmente sabia que ia acontecer aqui em casa”, disse Hanneman. “Isso é melhor do que eu jamais poderia imaginar. Ter todos os meus amigos e familiares na praia para me parabenizar foi muito especial. É estranho agora porque eu ainda estou na competição, e parece irreal porque ainda estou trabalhando para alcançar um objetivo, o que é verdade. Só de olhar para os últimos anos, parece uma jornada e tanto, mas é muito bom estar de volta.” Griffin Colapinto (EUA) entrou neste evento buscando maximizar seu tempo com a camisa amarela em Pipeline e alcançou esse
A fase de 32 avos de final masculina do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong está confirmada
O Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong , 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026, está de volta com condições perfeitas no famoso recife de Pipeline. Ondas de 3 a 4,5 metros proporcionam oportunidades para tubos em Pipeline e Backdoor, testando a elite da Challenger Series contra surfistas consagrados do Championship Tour (CT) e especialistas em Pipeline. A fase de 32 avos de final masculina terá baterias de 30 minutos, começando às 8h02 (horário do Havaí). As fases de 32 avos de final feminina e as quartas de final masculinas estão em espera. Joey Johnston (HAV), natural da região de North Shore, busca dar continuidade à sua notável ascensão na competição, desta vez na fase de 32 avos de final contra outro competidor da região, o bicampeão do Championship Tour (CT) Pipe Pro, Barron Mamiya (HAV), juntamente com os ex-participantes do CT, Carlos Munoz (CRC) e Morgan Cibilic(AUS). Entre os nomes que ainda estão na disputa do CT estão Griffin Colapinto (EUA), Seth Moniz (HAV) e Cole Houshmand (EUA), que buscam superar jogadores como Eli Hanneman (HAV), Kauli Vaast(FRA), Lucas Silveira (BRA), George Pittar (AUS) e Benji Brand (HAV), outro destaque da rodada de abertura que também permanece na competição. Confrontos da Rodada de 32 Masculinos do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong: BATERIA 1: Joey Johnston (HAV) vs. Morgan Cibilic (AUS) vs. Carlos Munoz (CRC) vs. Barron Mamiya (HAV) BATERIA 2: Cole Houshmand (EUA) vs. Jackson Bunch (HAV) vs. Kauli Vaast (FRA) vs. Lucas Silveira (BRA) HEAT 3: Jorgann Couzinet (FRA) x Taro Watanabe (EUA) x Ryan Huckabee (EUA) x Lucas Vicente (BRA) BATERIA 4: Charly Quivront (FRA) vs. Ian Gentil (HAV) vs. Winter Vincent (AUS) vs. Griffin Colapinto (EUA) BATERIA 5: Mikey McDonagh (AUS) vs. Benji Brand (HAW) vs. Callum Robson (AUS) vs. Luke Thompson (RSA) BATERIA 6: Nolan Rapoza (EUA) vs. Jacob Willcox (AUS) vs. Eli Hanneman (HAV) vs. Jackson Baker (AUS) HEAT 7: Xavier Huxtable (AUS) x Riaru Ito (JPN) x Shohei Kato (JPN) x Adur Amatriain (EUK) ELIMINATÓRIA 8: Seth Moniz (HAV) vs. George Pittar (AUS) vs. Liam O’Brien (AUS) vs. Shion Crawford (HAV) Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong – Rodada de 32 Feminina (Baterias 2 a 8) – Confrontos restantes: BATERIA 2: Yolanda Hopkins (POR) vs. Tya Zebrowski (FRA) vs. Anat Lelior (ISR) vs. Vahine Fierro (FRA) HEAT 3: Isabella Nichols (AUS) x Nadia Erostarbe (EUK) x Arena Rodriguez (PER) x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) HEAT 4: Bettylou Sakura Johnson (HAW) x Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) x Vaihitimahana Inso (HAW) x Moana Jones Wong (HAW) HEAT 5: Gabriela Bryan (HAW) x Amuro Tsuzuki (JPN) x Zoe McDougall (HAW) x Eweleiula Wong (HAW) ELIMINATÓRIA 6: Luana Silva (BRA) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) vs. Sophie McCulloch (AUS) vs. Alyssa Spencer (EUA) HEAT 7: Erin Brooks (CAN) x Francisca Veselko (POR) x Anon Matsuoka (JPN) x Teresa Bonvalot (POR) HEAT 8: Caitlin Simmers (EUA) x India Robinson (AUS) x Sierra Kerr (AUS) x Sophia Medina (BRA)
Surf Brasil celebra parceria com o programa Educando Cidadãos do MPSC
O lançamento do primeiro vídeo da campanha de enfrentamento à corrupção aconteceu na tarde da quarta-feira na sede do Surf Brasil em Florianópolis O Surf Brasil celebrou na tarde da quarta-feira, a assinatura do termo de adesão ao programa “Educando Cidadãos” do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), para incentivar boas práticas e ações de cidadania, ética e integridade social. O primeiro vídeo do Surf Brasil Educando Cidadãos, com criação do artista plástico Luciano Martins, foca o enfrentamento à corrupção e o lançamento aconteceu na sede da Confederação Brasileira de Surf em Florianópolis, com a presença da imprensa local e representantes e coordenadores do projeto no Ministério Público de Santa Catarina. “Eu acredito que o principal foco dessa parceria é a área da educação, para o público jovem, entre 8 e 16 anos, quando estão formando sua personalidade”, disse Teco Padaratz, presidente da Confederação Brasileira de Surf. “O atleta é formador de opinião e é importante que tenha imagem de boas práticas de cidadania, para servir de exemplo aos jovens. Combater a corrupção é uma dessas práticas. Além do vídeo, vamos fazer também um gibi impresso ensinando e criando bons exemplos e boas práticas, para atingir a garotada. Vamos distribuir o gibi nos campeonatos, nos colégios, para eles levarem pra casa, para discutir e interagir com o pai, com a mãe, amiguinhos, historinhas para a idade deles, na linguagem deles”. Teco Padaratz também destacou que o Surf Brasilvai levar o projeto Educando Cidadãos para o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e para outras confederações esportivas olímpicas. “Vamos multiplicar essa campanha para um universo muito maior”, enfatizou. Com entusiasmo, o presidente disse que já conversou com o presidente da ISA (International Surfing Association), entidade que representa o surf no Comitê Olímpico Internacional (COI), para lançar o Educando Cidadãostambém em inglês e espanhol, ressaltando que corrupção existe no mundo inteiro. “A gente tem que trabalhar o tempo todo, para garantir que nossa sociedade esteja protegida desse grande mal, que é a corrupção”. SURF BRASIL NO PROGRAMA EDUCANDO CIDADÃOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO O programa Educando Cidadãos é um movimento de educação e engajamento da sociedade civil, que busca fomentar ações de enfrentamento a todas as formas de corrupção. Seu objetivo principal é educar os cidadãos, ressaltando a importância de cada um assumir sua liderança nesse movimento institucionalizado no Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O programa promove ações educativas voltadas para o fortalecimento da cidadania, da democracia e dos valores constitucionais. Os promotores de justiça Affonso Guizzo Neto e Stefano Garcia da Silveira, são os coordenadores do projeto no MPSC e assinaram o termo de adesão do Surf Brasil com o presidente Teco Padaratz, o vice-presidente Paulo Moura e outros importantes incentivadores da campanha presentes na solenidade. “Poucos sabem que esse projeto, a ideia de chamar a sociedade para refletir sobre corrupção, vem lá do ano 2000 e desde o início estava o Teco Padaratz”, destacou o promotor de justiça e coordenador do programa Educando Cidadãos no MPSC, Affonso Guizzo Neto. “Fizemos uma campanha numa etapa do WCT em Imbituba, na época que nossa Tempestade ainda não existia e os ídolos eram os gringos, Kelly Slater, Andy Irons, que vestiram uma camisa que estava escrito: “O que todos nós temos a ver com a corrupção”. Esse problema não é só no Brasil e o esporte é um instrumento de educação, de transformação. O Educando Cidadãos não foca apontando o dedo diretamente para a corrupção, mas ele parte do pressuposto que, efetivamente, a corrupção faz mal para a sociedade. Quando a gente acordar para isso, fizer essa rede de controle, de mãos dadas, poderemos transformar a realidade não só de crianças, não só de esportistas, mas de toda a sociedade brasileira”. ENTUSIASMO COM A ENTRADA DO SURF BRASIL NO EDUCANDO CIDADÃOS O vice-coordenador do programa Educando Cidadãos e diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do MPSC, Stefano Garcia da Silveira, também estava entusiasmado com a parceria do Surf Brasil: “Pra mim, na verdade, é um dia de alegria ver tantas pessoas que eu admiro, ídolos de infância, entrando nesse projeto, fazendo parcerias com o Ministério Público e com todas outras pessoas que fazem parte do Educando Cidadãos. A gente já fica antevendo de como o projeto poderá levar surfistas para as salas de aula, para conversar com os estudantes, isso pra mim é fantástico. Acho que é muito simbólico, a Confederação Brasileira de Surf aderir ao projeto, então fico numa felicidade tremenda”. Stefano ainda ressalta a penetração que o Surf Brasil pode alcançar no Educando Cidadãos: “Como promotor de justiça, temos limitações. Só de vestir um terno, de falar da maneira que falamos, as pessoas não irão nos ouvir. E no surf, no esporte, é completamente diferente. A gente sabe que corrupção, não é só prender um hoje, outro amanhã, mas é conseguir mudar atitudes. Através do esporte, com todos os ensinamentos que proporciona, me deixa muito feliz e empolgado o tipo de parceria que vamos ter com a Confederação, com os atletas aderindo a esse projeto. É um dia radiante para mim e quero agradecer a todos, obrigado”.
Saquarema recebe 9ª edição do Bodyboarding Classic Kids na Praia de Itaúna
Saquarema será palco, no próximo dia 31 de janeiro (sábado), da 9ª edição do Saquarema Bodyboarding Classic Kids, competição infantil que integra o tradicional festival de verão do município. O evento acontece a partir das 8h, na Praia de Itaúna, na área do Casarão, um dos principais pontos do bodyboarding nacional. Promovido pela Prefeitura de Saquarema e organizado pela Associação de Bodyboarding de Saquarema (ABBS), o campeonato reunirá jovens atletas nas categorias Sub-12, Sub-16 e Sub-18, nos naipes masculino e feminino. A expectativa é de disputas acirradas e alto nível técnico, com a participação de talentos locais e da região. Além de incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes, a competição terá papel decisivo no calendário da modalidade, já que irá definir o Campeão Saquaremense de Bodyboarding 2026. O evento reforça a vocação de Saquarema como referência nos esportes de ondas e destaca o compromisso do município com o desenvolvimento do esporte de base. Aberto ao público, o Saquarema Bodyboarding Classic Kids promete movimentar a Praia de Itaúna e atrair moradores, turistas e amantes do bodyboarding para um dia de esporte, lazer e integração.
Os melhores competidores estão prontos para o dia de abertura do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong
Um dia de abertura muito aguardado está marcado para o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong , a 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026 da World Surf League (WSL), que começa amanhã, quinta-feira, 29 de janeiro, e vai até segunda-feira, 9 de fevereiro. A primeira chamada será amanhã, às 7h30 (horário do Havaí), para uma possível largada às 8h. A costa norte de Oʻahu está prestes a ganhar vida com ondas perfeitas no horizonte e a presença de surfistas de nível mundial disputando pontos cruciais para a qualificação ao Championship Tour (CT). Além disso, a inclusão de cinco baterias da rodada local masculina definirá quem avança para a rodada dos 80, enquanto as convidadas do torneio feminino garantiram suas vagas na elite do Challenger Series. Eli Hanneman, de Maui, lidera a qualificação rumo ao Pipeline. Após uma vitória no Florence Pipe Pro QS 2000, o atual número 1 do Challenger Series , Eli Hanneman(HAW), busca consolidar sua posição entre os melhores do mundo em Pipeline. A habilidade de Hanneman em navegar pelos tubos de Pipeline e Backdoor, bem como superar condições adversas, o torna uma ameaça no evento, dada sua experiência. Como um dos classificados mais recentes de Maui para o CT, Hanneman se junta a nomes como Ian Gentil (HAW), Imaikalani deVault (HAW) e Jackson Bunch (HAW), buscando representar sua ilha no CT mais uma vez. “Estou empolgado para competir em Pipeline. É uma oportunidade tão rara surfar lá com apenas alguns caras na água, então sempre que a oportunidade surge, é super especial”, disse Hanneman. “Sinto que esta é uma chance de continuar em 2026 depois de ter tido um ano tão bom em 2025. Quero muito garantir que vou manter o ritmo e me divertir. E garantir minha vaga de volta no CT este ano.” Os havaianos Shion Crawford (HAW), Finn McGill (HAW), Luke Tema(HAW), Luke Swanson (HAW) e Oliver Zietz (NDL), todos da região de North Shore, estão em busca de pontos importantes para a classificação para o CT. Além disso, Eweleiula Wong (HAW), destaque recente do Florence Pipe Pro, e Vaihitimahana Inso (HAW), terceiro colocado no Campeonato Mundial Júnior, também se juntam à luta para representar Oahu na busca por pontos cruciais Duas havaianas que recentemente disputaram o título mundial, Gabriela Bryan (HAW) e Bettylou Sakura Johnson (HAW), testarão as candidatas à qualificação para o Challenger Series. Bryan, que recentemente terminou em segundo lugar no Florence Pipe Pro QS 2000, retorna a Pipeline para ganhar mais experiência em um torneio de nível mundial e para testar seus limites. Após alcançar o 3º lugar no ranking mundial em 2025, sua melhor posição na carreira, a havaiana está pronta para se colocar na melhor posição possível para a temporada de 2026 do CT. “É muito emocionante ter a chance de surfar em um evento da Challenger Series em Pipeline. Sempre que tenho a oportunidade de surfar em Pipeline sem ninguém por perto, é uma ótima experiência de aprendizado. Principalmente porque será o evento final do Championship Tour no ano que vem”, disse Bryan. “É incrível como as mulheres estão tendo mais chances de vestir a camisa do campeonato em Pipeline e em ondas importantes. Acho que isso elevou o nível tremendamente e, sinceramente, estamos nos incentivando muito. Há muito talento tanto no masculino quanto no feminino. Acho que alguns destaques no feminino este ano são Tya Zebrowski, que é uma surfista muito madura para a idade dela e tem um estilo incrível. Eden Walla está arrasando, e o estilo dela é muito legal de assistir.” Outras atletas da CT, as campeãs mundiais Molly Picklum (AUS) e Caity Simmers (EUA), a estreante do ano de 2025, Erin Brooks (CAN), a sempre destacada Isabella Nichols (AUS) e a veterana da CT, campeã mundial júnior de 2024, Luana Silva (BRA), também estão presentes na competição feminina. Os melhores do mundo e a elite da Challenger Series não só terão que superar o desafio de Pipeline, como também os competidores convidados que construíram suas carreiras em suas famosas ondas quebrando. Serão cinco baterias classificatórias com quatro competidores em cada uma, e os dois melhores de cada bateria avançarão para o Lexus Pipe Challenger e se juntarão à Rodada dos 80. A lista inclui nomes de destaque como o ex-Mestre do Pipeline Jamie O’Brien (HAW), o ex-vencedor do Pipe Pro QS Joshua Moniz (HAW), o ex-membro da CT Ezekiel Lau (HAW), os renomados surfistas Benji Brand (HAW), Sheldon Paishon (HAW), Mason Ho (HAW), Shayden Pacarro (HAW) e muitos outros. A brilhante campanha de Moniz na etapa regional do QS North Shore lhe rendeu duas das três finais disputadas, terminando o ano em 5º lugar no ranking. “Foi bem inesperado. Sei que alguns de nós esperávamos apenas um convite, mas conseguir uma vaga para a fase seguinte é muito legal”, disse Moniz. “Acho que esta fase será mais difícil do que a primeira do evento em si. Tem alguns dos melhores surfistas de Pipeline por aqui, e vai ser muito difícil. É muito especial competir em Pipeline. Nessa época do ano, a gente só quer participar de qualquer evento. Ganhar experiência. Vai ser incrível competir contra alguns dos melhores surfistas do mundo. Muitos deles não têm muita experiência por aqui, mas o nível é tão alto que, se dermos a eles uma chance, eles aprendem rapidinho a se concentrar e dar o seu melhor. Estou muito animado com a oportunidade.” Também entrando na lista de convidados, a Rainha de Pipeline, Moana Jones Wong (HAW), retorna ao seu recife favorito na esperança de estragar os planos de todos mais uma vez, após sua vitória no CT Pipe Pro de 2022. Jones Wong se junta a outras estrelas regionais como Zoe McDougall (HAW), Skai Suitt (HAW), Zoie Zietz (NDL), Malia Lima (HAW) e Chesney Guinette (HAW). “Participar deste evento da Challenger Series em Pipeline é épico, porque é o primeiro de sempre. E os primeiros eventos são sempre históricos”, disse Jones Wong. “Para mim, acho que este é o maior campeonato de sempre em Pipeline. É ótimo ver uma onda como esta na Challenger Series. Mal posso esperar para ver todas as performances.”
Surf Brasil premia 13 campeãs e campeões brasileiros de 2025
Um total de R$ 210 mil foi dividido entre os melhores do ano no Dream Tour, Taça Brasil e das principais categorias do Surf de Base, Master, Longboard e Stand Up O Surf Brasil dividiu 210 mil reais para premiar 13 campeãs e campeões brasileiros de 2025 neste mês de janeiro. Além dos prêmios que já recebem pelos resultados em cada etapa, a gestão de Teco Padaratzeleito presidente da Confederação Brasileira de Surfem 2022 com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes, passou a oferecer um bônus em dinheiro para os melhores da temporada em sete competições promovidas pela entidade, reconhecida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como órgão máximo e oficial do país na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas. O pernambucano Douglas Silva e a catarinense Laura Raupp ganharam 40 mil reais cada um, pelos títulos máximos do surf brasileiro na última etapa do Dream Tour, em novembro na Praia Mole de Florianópolis (SC). O jovem catarinense Yuri Gabryel e a cearense Juliana dos Santos receberam 20 mil reais, por terem sido os campeões da Taça Brasil 2025, encerrada na Guarda do Embaú, em Palhoça (SC). Para os campeões e campeãs das outras categorias e modalidades, o prêmio foi de 10 mil reais. No Campeonato de Base e nos Circuitos Master, Longboard e Stand Up Paddle, somente os campeões da principal categoria tiveram direito ao bônus extra. O Surf de Base só teve uma etapa na Praia do Borete, em Ipojuca (PE), para decidir os títulos das divisões Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, com esta última premiando os campeões com 10 mil reais, o cearense Guilherme Lemos que mora no Rio de Janeiro e Aysha Ratto, de Búzios (RJ). O Circuito Master e os do Longboard e Stand Up Paddle, foram encerrados no Navegantes Festivalem Santa Catarina. Outro cearense, Marcio Farney, que reside há muitos anos em Florianópolis, também ganhou 10 mil reais por ter sido campeão Master na categoria dos surfistas com 40 anos ou mais de idade. E no Longboard, o paulista Carlos Bahia e a carioca Chloé Calmon, levaram o bônus de 10 mil reais pelos títulos na categoria profissional. No Stand Up Paddle, várias modalidades foram disputadas, porém somente os campeões e campeãs da categoria profissional foram premiados igualmente com 10 mil reais cada um. Os quatro títulos foram conquistados por competidores do estado de São Paulo. No SUP Surf, Luiz Diniz e Gabi Sztamfater foram os campeões de 2025 nas ondas e no SUP Race os mais rápidos do ano foram Guilherme dos Reis e Moah Jessika. RELAÇÃO DOS CAMPEÕES BRASILEIROS PREMIADOS: R$ 40.000 – Douglas Silva (PE) e Laura Raupp (SC) campeões brasileiros do Dream Tour R$ 20.000 – Yuri Gabryel (SC) e Juliana dos Santos (CE) campeões da Taça Brasil R$ 10.000 – Guilherme Lemos (CE) e Aysha Ratto (RJ) campeões Sub-18 do Surf de Base R$ 10.000 – Marcio Farney (CE) campeão Master 40+ R$ 10.000 – Carlos Bahia (SP) e Chloe Calmon (RJ) campeões do Longboard Pro R$ 10.000 – Luiz Diniz (SP) e Gabi Sztamfater (SP) campeões do SUP Surf Pro R$ 10.000 – Guilherme dos Reis (SP) e Moah Jessika (SP) campeões do SUP Race Pro