Dia de abertura do Campeonato Mundial Júnior da WSL 2025 nas Filipinas confirmado

Surf

 competição está confirmada para o primeiro dia do Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL 2025, apresentado por Purefoods e Magnolia . A rodada de abertura masculina começou às 8h05 GMT+8, e a rodada de abertura feminina será realizada em breve. Três competidores participarão de cada bateria de 35 minutos, com o vencedor avançando diretamente para as oitavas de final, sem precisar passar pela fase eliminatória. A rodada de abertura masculina começa com Oliver Zietz (NLD) enfrentando o australiano Willem Watson (AUS), uma surpresa na competição, e a estrela em ascensão Lukas Skinner (GBR). Apesar de representar a Holanda, Zietz nasceu e cresceu no Havaí, onde se destacou em algumas das ondas mais temidas do mundo. O jovem de 20 anos está competindo em sua primeira temporada na Challenger Series e trará essa experiência para enfrentar seus rivais mais jovens. A quinta bateria da rodada de abertura masculina está repleta de grandes nomes, com mais uma cara nova na Challenger Series, Lucas Cassity (MEX), enfrentando dois competidores aguerridos: Ryan Kainalo (BRA) e Dylan Wilcoxen (INA). Já campeão mundial júnior da ISA, Kainalo competiu em três edições anteriores do Campeonato Mundial Júnior da WSL e está ansioso para melhorar seu desempenho nas quartas de final de 2023. Enquanto isso, Wilcoxen espera repetir a vitória histórica de 2024, conquistada por seu amigo e compatriota indonésio Bronson Meydi (INA). Quando a competição feminina começar, um emocionante confronto entre três potências do surfe acontecerá quando a australiana Stella Green (AUS), a sul-africana Anastasia Venter (RSA) e a brasileira Laura Raupp (BRA) entrarem na água. Raupp está vivendo a melhor temporada de sua carreira, com grandes performances na Challenger Series, bem como em etapas regionais do Qualifying Series (QS) e do Circuito Mundial Júnior, e espera dar continuidade ao legado das campeãs mundiais juniores brasileiras. Na bateria 3 da rodada de abertura feminina, a estrela do Challenger Series e semifinalista do Mundial Júnior de 2024, Arena Rodriguez(PER), enfrentará a campeã europeia júnior de 2025 , Maria Salgado(POR), e a convidada local Cathleya Casals (PHL). Salgado, a surfista mais dominante de todos os circuitos juniores regionais, chega com energia renovada para sua primeira participação no Mundial Júnior, enquanto Casals, de 13 anos, retorna pelo segundo ano consecutivo carregando as esperanças da comunidade local e de sua cidade natal, Baler. Confrontos da primeira rodada masculina: BATERIA 1: Oliver Zietz (HOL) vs. Willem Watson (AUS) vs. Lukas Skinner (GBR) HEAT 2: Keoni Lasa (EUK) x Nadav Attar (ISR) x Hugh Vaughan (AUS) BATERIA 3: Lennix Smith (AUS) vs. Conor Donegan Santos (ESP) vs. Toby Espejon (PHL) ELIMINATÓRIA 4: Winter Vincent (AUS) vs. Riki Sato (JPN) vs. Troy Espejon (PHL) HEAT 5: Lucas Cassity (MEX) x Ryan Kainalo (BRA) x Dylan Wilcoxen (INA) HEAT 6: Connor Slijpen (RSA) x Ikko Watanabe (JPN) x Gabriel Klaussner (BRA) HEAT 7: Dane Henry (AUS) x Alfonso Suarez (ESP) x Ben Esterhuyse (RSA) ELIMINATÓRIA 8: Rickson Falcao (BRA) vs. Will Deane (EUA) vs. Kingston Panebianco (HAV) Confrontos da primeira rodada feminina: HEAT 1: Laura Raupp (BRA) x Anastasia Venter (RSA) x Stella Green (AUS) HEAT 2: Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) x Zoey Kaina (EUA) x Skai Suitt (HAW) HEAT 3: Arena Rodriguez Vargas (PER) x Maria Salgado (POR) x Cathleya Casals (PHL) ELIMINATÓRIA 4: Bella Kenworthy (EUA) vs. Catalina Zariquiey (PER) vs. Mara Lopez (PHL) HEAT 5: Janire Gonzalez Etxabarri (EUK) x Sumomo Sato (JPN) x Luara Mandelli (BRA) HEAT 6: Mirai Ikeda (JPN) x Anon Matsuoka (JPN) x Carla Morera de la Vall (ESP) 7ª BATERIA: Talia Swindal (EUA) vs. Vaihitimahana Inso (HAV) vs. Emily Jenkinson (África do Sul) HEAT 8: Reid Van Wagoner (EUA) x Sierra Kerr (AUS) x Isla Huppatz (AUS)

11 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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O Campeonato Mundial Júnior da WSL de 2025 nas Filipinas começa amanhã

Surf

Os melhores surfistas juniores do mundo chegaram a La Union, prontos para o início da ação no Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL Filipinas 2025, apresentado por Purefoods e Magnolia . Com 24 homens e 24 mulheres, o seleto grupo internacional está preparado para a batalha em The Point, na Praia de Urbiztondo, em San Juan. A competição começa amanhã, 11 de janeiro, e vai até 18 de janeiro de 2026. A primeira chamada será amanhã, domingo, 11 de janeiro, às 7h30 (GMT+8), com possível início às 8h05. Os dois melhores homens e as duas melhores mulheres de cada uma das sete regiões globais da WSL juntam-se a 10 convidados por gênero, todos eles destaques da Challenger Series ou da Qualifying Series (QS). Essa ampla gama de surfistas, todos com 20 anos ou menos, busca conquistar o prestigioso título de Campeão Mundial Júnior da WSL de 2025. Além de inscreverem seus nomes na história, os vencedores também garantirão uma vaga na Challenger Series de 2026, proporcionando-lhes a oportunidade de se classificarem para o Championship Tour (CT) de 2027. Com duas participações consecutivas nas finais da Challenger Series em 2024, incluindo uma vitória no Ballito Pro, Bella Kenworthy (EUA) garantiu sua estreia na CT em 2025. A americana demonstrou sua abordagem agressiva ao longo de sua temporada de estreia, incluindo uma das melhores baterias do ano em El Salvador, o que é um bom presságio para sua campanha no ponto de partida similar em La Union. Com anos de experiência em seu pico local, Lower Trestles, em San Clemente, Califórnia, além da maior experiência competitiva entre todos os competidores, Kenworthy representará um grande desafio nas Filipinas. “Estou muito animado por estar aqui”, disse Kenworthy. “Este lugar é super especial. A onda é super divertida. Tive uma longa pausa, então estou animado para voltar a competir e ver como vai ser.” Em ótima forma após se recuperar de lesão, Lukas Skinner mira o título mundial júnior. Um dos juniores mais promissores, Lukas Skinner (GBR) competirá pelo título mundial júnior da WSL pela primeira vez. Em 2025, o jovem de 17 anos retornou de uma grave lesão na perna para conquistar seu segundo título consecutivo do Boardmasters, tornando-se o primeiro surfista britânico em 22 anos a vencer o tradicional QS em casa, com sua vitória em 2024. Bicampeão do Rip Curl International GromSearch e duas vezes vice-campeão mundial júnior da ISA, o surf explosivo e fluido de Skinner se adapta perfeitamente às longas direitas de La Union e pode levá-lo à maior vitória de sua carreira até o momento. “Estamos aqui nas Filipinas para o Campeonato Mundial Júnior e estou super animado para competir”, disse Skinner. “Essa onda é muito divertida. As pessoas são incríveis. Estou muito animado para mostrar meu surfe em um palco tão importante. Este é o maior evento em que já participei, então estou muito empolgado e me sentindo muito preparado.” Laura Raupp busca ampliar o legado brasileiro no Mundial Júnior. Atualmente em meio a uma bem-sucedida terceira temporada completa no Challenger Series, a brasileira Laura Raupp (BRA) está a apenas duas posições da zona de classificação, com dois torneios restantes. Tricampeã mundial júnior da WSL, a jovem de 19 anos também mantém uma forte presença no ranking sul-americano do QS, tendo chegado a quatro finais e conquistado dois títulos nesta temporada. Após a histórica vitória de sua compatriota Luana Silva (BRA) em 2024, o potente e progressivo golpe de direita de Raupp em La Unión busca dar continuidade ao legado brasileiro. “Estou muito animada por estar aqui novamente”, disse Raupp. “Estou muito feliz por esta oportunidade que a WSL me deu com este Wildcard. Quero fazer um ótimo trabalho na minha bateria.” Troy Espejon (PHL) é um dos quatro jogadores filipinos convidados, juntamente com seu irmão mais velho , Toby Espejon (PHL), Mara Lopez (PHL) e Cathleya Casals (PHL). Representando a ilha de Siargao ao lado de seu irmão e de Lopez, Espejon, de 19 anos, está animado para competir em seu primeiro Campeonato Mundial Júnior da WSL em casa, nas Filipinas. “Estou feliz por representar as Filipinas”, disse Espejon. “Quero me dedicar ainda mais ao surfe para inspirar a próxima geração nas Filipinas.” Esses surfistas competirão ao lado da campeã mundial júnior de 2023 , Sierra Kerr (AUS), e da vice-campeã mundial júnior de 2024, Winter Vincent (AUS), dos destaques da Challenger Series de 2025 , Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) e Arena Rodriguez (PER), bem como de estrelas em ascensão como Dane Henry (AUS), Lucas Cassity (MEX) e Dylan Wilcoxen (INA). Confrontos da primeira rodada feminina: HEAT 1: Laura Raupp (BRA) x Anastasia Venter (RSA) x Stella Green (AUS) HEAT 2: Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) x Zoey Kaina (EUA) x Skai Suitt (HAW) HEAT 3: Arena Rodriguez Vargas (PER) x Maria Salgado (POR) x Cathleya Casals (PHL) ELIMINATÓRIA 4: Bella Kenworthy (EUA) vs. Catalina Zariquiey (PER) vs. Mara Lopez (PHL) HEAT 5: Janire Gonzalez Etxabarri (EUK) x Sumomo Sato (JPN) x Luara Mandelli (BRA) HEAT 6: Mirai Ikeda (JPN) x Anon Matsuoka (JPN) x Carla Morera de la Vall (ESP) 7ª BATERIA: Talia Swindal (EUA) vs. Vaihitimahana Inso (HAV) vs. Emily Jenkinson (África do Sul) HEAT 8: Reid Van Wagoner (EUA) x Sierra Kerr (AUS) x Isla Huppatz (AUS) Confrontos da primeira rodada masculina: BATERIA 1: Oliver Zietz (HOL) vs. Willem Watson (AUS) vs. Lukas Skinner (GBR) HEAT 2: Keoni Lasa (EUK) x Nadav Attar (ISR) x Hugh Vaughan (AUS) BATERIA 3: Lennix Smith (AUS) vs. Conor Donegan Santos (ESP) vs. Toby Espejon (PHL) ELIMINATÓRIA 4: Winter Vincent (AUS) vs. Riki Sato (JPN) vs. Troy Espejon (PHL) HEAT 5: Lucas Cassity (MEX) x Ryan Kainalo (BRA) x Dylan Wilcoxen (INA) HEAT 6: Connor Slijpen (RSA) x Ikko Watanabe (JPN) x Gabriel Klaussner (BRA) HEAT 7: Dane Henry (AUS) x Alfonso Suarez (ESP) x Ben Esterhuyse (RSA) ELIMINATÓRIA 8: Rickson Falcao (BRA) vs. Will Deane (EUA) vs. Kingston Panebianco (HAV)

10 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Conheça os candidatos das Filipinas ao Campeonato Mundial Júnior da WSL de 2025

Surf

Após um ano épico de competições ao redor do mundo, os competidores para o Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL Filipinas deste ano, apresentado por Purefoods-Hormel e Magnolia Inc., foram definidos. Os melhores surfistas do mundo com 20 anos ou menos estão de olho na onda direita de alto desempenho da Praia de Urbiztondo, em La Union, Filipinas, na esperança de alcançar a glória máxima e se tornarem Campeões Mundiais Júnior da WSL de 2025. O evento acontecerá de 11 a 18 de janeiro de 2026. A seleção internacional de 24 homens e 24 mulheres foi definida pelo ranking de cada uma das sete regiões da WSL, além de vagas por convite, concedidas a atletas que tiveram bom desempenho nas Séries Challenger e Qualifying ao longo de 2025. Os dois melhores colocados no ranking masculino e feminino da Austrália/Oceania, Ásia, América do Norte, América Latina, Havaí/Taiti, Europa e África terão a chance de competir pelo título mundial júnior e se juntar a nomes como Joel Parkinson (AUS), Sally Fitzgibbons (AUS), Andy Irons (HAV) e Gabriel Medina (BRA), bem como às surfistas e olímpicas que participaram recentemente do WSL Championship Tour, Vahine Fierro(FRA) e Luana Silva (BRA). Entre os destaques do evento deste ano estão a campeã mundial júnior da WSL de 2023 , Sierra Kerr(AUS), a vice-campeã de 2024, Winter Vincent (AUS), e a estreante no Circuito Mundial de 2025, Bella Kenworthy (EUA). A atleta mais consistente do Circuito Júnior, Maria Salgado (POR), venceu três dos cinco eventos regionais que disputou, tornando-se campeã europeia júnior de 2025 e garantindo sua primeira participação no Campeonato Mundial Júnior. Rickson Falcão (BRA) também fará sua estreia no Mundial Júnior após conquistar o título regional sul-americano, superando Ryan Kainalo (BRA), bicampeão regional júnior da edição anterior. Os dois brasileiros venceram duas das três finais disputadas, terminando a temporada com a mesma pontuação e garantindo presença nas Filipinas. Já Anon Matsuoka(JPN) chegou à final em todos os três eventos que disputou na região da Ásia, conquistando seu segundo título regional e garantindo sua terceira participação no Mundial Júnior. Dane Henry (AUS) deu um grande salto no ranking para conquistar a região da Austrália/Oceania com uma vitória na etapa final. Vindo de ótimas performances em diversas competições, Henry levará seu surf explosivo para um torneio que inclui outros destaques internacionais como Lukas Skinner (GBR), Hughie Vaughan (AUS), Lucas Cassity(MEX), Dylan Wilcoxen (IDN) e Connor Slijpen (RSA). Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) chega às Filipinas após sua primeira final de um torneio Challenger Series. Duas vezes quartas-finalista consecutivas, Annette estará acompanhada de sua irmã, a atleta olímpica Janire Gonzalez Etxabarri (EUK). Laura Raupp (BRA), também duas vezes quartas-finalista, está tendo um ano excepcional no Challenger Series e estará presente nas Filipinas, assim como Arena Rodriguez (PER), que retorna após chegar às semifinais da edição de 2024. Quatro surfistas representando o país anfitrião, as Filipinas, também terão a oportunidade de serem coroados Campeões Mundiais Júnior da WSL, com convites para a Série de Qualificação Regional da Ásia e para os destaques do Circuito Júnior: Mara Lopez (PHL), Troy Espejon(PHL), Cathleya Casals(PHL) e Toby Espejon (PHL). Conheça os candidatos ao Campeonato Mundial Júnior de 2025 África Connor Slijpen (RSA) Emily Jenkinson (RSA) Ben Esterhuyse (RSA) Anastasia Venter (RSA) Ásia Ikko Watanabe (JPN) Anônimo Matsuoka (JPN) Riki Sato (JPN) Sumomo Sato (JPN) Austrália/Oceania Dane Henry (AUS) Isla Huppatz (AUS) Willem Watson (AUS) Stella Green (AUS) Europa Alfonso Suarez (ESP) Maria Salgado (POR) Conor Donegan dos Santos (ESP) Carla Morera de la Vall (ESP) Havaí/Taiti Nui Oliver Zietz (HAW) Skai Suitt (HAW) Kingston Panebianco (HAW) Vaihitimahana Inso (HAW) América latina Rickson Falcão (BRA) Catalina Zariquiey (PER) Ryan Kainalo (BRA) Luara Mandelli (BRA) América do Norte Will Deane (EUA) Zoey Kaina (EUA) Nadav Attar (ISR) Reid Van Wagoner (EUA) Coringas de evento Inverno Vincent (AUS) Sierra Kerr (AUS) Keoni Lasa (EUK) Bella Kenworthy (EUA) Lukas Cassity (MEX) Annette González Etxabarri (EUK) Hughie Vaughan (AUS) Laura Raupp (BRA) Gabriel Klaussner (BRA) Arena Rodríguez (PER) Lennix Smith (AUS) Janire González Etxabarri (EUK) Lukas Skinner (GBR) Mirai Ikeda (JPN) Dylan Wilcoxen (IDN) Talia Swindal (EUA) Cartões curinga das Filipinas Troy Espejon (PHL) Mara Lopez (PHL) Toby Espejon (PHL) Cathlaya Casals (PHL)

6 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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CBSurf Big Wave Mormaii tem prazo até 26 de fevereiro para rolar em Laguna

Surf

Entenda como funciona o Campeonato Brasileiro de Ondas Grandes na Praia do Cardoso Uma das competições de surf mais esperadas do ano, de maior expectativa e visibilidade no Brasil, está com a sua Janela de Espera aberta. O prazo para a realização do CBSurf Mormaii Big Wave foi iniciado no dia 5 de novembro de 2025 e vai até 26 de fevereiro de 2026 na Praia do Cardoso, em Laguna, no litoral Sul de Santa Catarina. Porém, o que seria uma Janela de Espera? Como acontece a confirmação da data, a chamada e a metodologia de competição deste evento? Mesmo em temporada de verão, quando há menor probabilidade de haver grandes ondulações na costa brasileira, já pintaram três ondulações com potencial, que quase atingiram as condições ideais para a realização da competição: duas não atingiram o tamanho esperado e uma estava acompanhada por um vento inadequado. A organização do CBSurf Mormaii Big Wave almeja realizar a competição em condições extremas, com o maior tamanho possível, acompanhado de uma boa formação, com o objetivo de oferecer as melhores condições para os melhores Big Riders brasileiros e o melhor show de surf para a população assistir presencialmente na praia e/ou ao vivo na web. Caso não venha uma ondulação com as condições esperadas, a Janela de Espera poderá ser prorrogada. No vídeo a seguir, produzido por Bred Oliveira, você poderá conhecer melhor esta grande competição, que irá coroar o Campeão(ã) Brasileiro(a) de Surf de Ondas Grandes em uma das maiores ondas do Brasil.

5 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Nova identidade marca fase histórica do surfe nacional e consolida o movimento Surf Brasil

Surf

A Confederação Brasileira de Surf inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento da marca Surf Brasil, identidade que passa a representar oficialmente o surfe nacional dentro e fora d’água. A mudança simboliza um posicionamento mais direto, moderno e conectado com atletas, fãs, patrocinadores e o mercado esportivo em geral. A partir de agora, a entidade passa a se comunicar de forma unificada como Surf Brasil, reforçando o conceito de que onde existe surfe no país, existe Surf Brasil. A transformação também chega aos canais oficiais: o site passa a ser SurfBrasil.org.br, o Instagram adota o perfil @surfbrasil.bra e o YouTube se consolida como Surf Brasil TV. Seguindo uma tendência já adotada por outras grandes entidades esportivas do país, como o Time Brasil (COB) e o Vôlei Brasil, o surfe brasileiro assume uma identidade mais forte e de fácil reconhecimento. Fundada em 1998 e tradicionalmente conhecida como CBSurf, a Confederação é a única entidade reconhecida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e pela International Surfing Association (ISA), reunindo atualmente 15 federações estaduais filiadas. Para o presidente da entidade, Teco Padaratz, a mudança representa maturidade e evolução. “Entramos em um novo estágio da gestão. A marca Surf Brasil traduz melhor o que somos e amplia nossa conexão com o mercado, com os atletas e com todas as modalidades do surfe, da base ao alto rendimento”, afirmou. Segundo ele, o objetivo é fortalecer todo o ecossistema do esporte, incluindo Ondas Grandes, Longboard, Stand Up Paddle, Parasurf e a categoria Master. Conteúdo, eventos e transmissão unificados A nova identidade também se reflete na comunicação audiovisual. O programa informativo da entidade no YouTube passa a se chamar “Surf Brasil No Ar”, substituindo o antigo CBSurf News. Já o canal Surf Brasil TV será a plataforma oficial de transmissões ao vivo dos campeonatos, além de conteúdos exclusivos voltados para o crescimento e a valorização da cultura do surfe no país. De acordo com o diretor de comunicação, Ricardo Bocão, o novo nome traduz a essência do projeto. “O surfe brasileiro é maior que a Confederação. A nova marca traz renovação, modernidade e reflete a grandeza do nosso esporte. Surf Brasil é simples, direto e diz tudo”, destacou. Identidade visual com DNA nacional A nova identidade visual aposta no azul do oceano como cor principal, combinada com tons do branco, amarelo e verde da bandeira nacional. O logotipo passa a incorporar o mapa do Brasil com linhas onduladas, simbolizando movimento, leveza e a presença do surfe ao longo de todo o litoral brasileiro. Resultados expressivos e futuro promissor Desde 2022, a atual gestão promoveu uma verdadeira retomada da entidade. Em quatro anos, foram realizados mais de 120 campeonatos, distribuídos por 40 cidades em 16 estados, do Sul ao Norte do país. Ao todo, 5.120 atletas participaram das competições, abrangendo categorias de base, profissionais, master, ondas grandes e modalidades como Longboard, SUP e Parasurf. Com um calendário ainda mais robusto previsto para 2026, o Surf Brasil reforça seu compromisso com a formação de novos talentos, a valorização de ídolos nacionais e a representatividade do país em competições internacionais, Jogos Pan-Americanos e Jogos Olímpicos. Mais do que uma mudança de nome, Surf Brasil nasce como um movimento de união, identidade e pertencimento, conduzido por quem vive o surfe de dentro para fora — de surfista para surfista.

23 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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Jovens talentos embarcam para 45 dias de treinamento na Casa Surf Brasil no Havaí

Surf

Confederação Brasileira de Surf e Comitê Olímpico do Brasil renovam a parceria para reeditar o campo de treinamento nas ondas da ilha de Oahu A Confederação Brasileira de Surf e o Comitê Olímpico do Brasil (COB) vão reeditar o campo de treinamento para jovens talentos do surf brasileiro nas ondas do Havaí. A campeã brasileira de 2025, Laura Raupp (SC), Sophia Medina (SP), Luara Mandelli (PR), Ryan Kainalo (SP) e Rickson Falcão (RJ), foram convocados para ficar na Casa Surf Brasil em Sunset Beach, treinando por 45 dias na ilha de Oahu – de 20 de dezembro a 3 de fevereiro – com os técnicos da Confederação, Guga Arruda e Andréa Lopes. O objetivo do COB e da Confederação, é preparar e capacitar esses atletas, proporcionando experiência e vantagem competitiva para que cheguem aos Jogos Olímpicos, em condições de disputar medalhas para o Brasil. O campo de treinamento na Casa Surf Brasil é um projeto 100% custeado pelo Comitê Olímpico do Brasil(COB), para atletas que estão em fase de transição na carreira e com potencial para poderem representar o país nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028, ou Brisbane 2032. Os surfistas foram convocados analisando alguns critérios: terem até 21 anos de idade, estarem perto de ingressar na elite do CT pelo Challenger Series, como a Laura Raupp e a Sophia Medina, ou classificados para o Mundial Pro Junior da WSL, caso do Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli. “Este é um projeto de cunho técnico esportivo”, destaca Paulo Moura, vice-presidente e Diretor de Esportes da Confederação Brasileira. “É mais um treinamento de campo que o COB e a Confederação estão presentes, auxiliando esses atletas que vão competir no Pro Junior e no Challenger Series da WSL, eventos que nem são da Confederação. Nós entendemos que o caminho deles passa por isso, mas pensamos no futuro, de poderem disputar medalhas pro Brasil nas Olimpíadas. O que a gente pretende é o aperfeiçoamento dos atletas surfando ondas de qualidade no Havaí durante 45 dias, para que se tornem melhores competidores e estejam preparados pro Circuito Mundial e pros Jogos Olímpicos futuramente. É a Confederação ajudando seus atletas e o COB pensando nos Jogos Olímpicos de 2028”. O Gestor Esportivo do COB, Bezinho Otero, reforça que: “Esses atletas que vão participar do campo de treinamento, vivem uma fase de transição da carreira, tanto é que estão no Mundial Pro Junior, ou em vias de classificação pro CT no Challenger Series. São atletas que estão fazendo o caminho certinho e estaremos oportunizando essa experiência de uma preparação especial para eles, em um lugar com as melhores ondas do mundo. A Laura e a Sophia, por exemplo, poderão conseguir um bom resultado em Pipeline e já saírem classificadas pro CT de 2026. E se não for no ano que vem, poderão entrar em 2027, ano de classificação para as Olimpíadas pelo ranking do CT”. Os treinamentos diários serão realizados nas ondas de Pipeline, Backdoor e Off The Wall, no North Shore da ilha de Oahu, no Havaí. O campo de treinamento na Casa Surf Brasil, começa neste dia 20 de dezembro e vai até 3 de fevereiro. Neste período, Ryan Kainalo, Rickson Falcão e Luara Mandelli, viajarão pro Mundial Pro Junior nas Filipinas nos dias 11 a 18 de janeiro e retornarão ao Havaí, para continuarem o programa de treinamento elaborado pela Direção Técnica da Confederação Brasileira de Surf, comandada por Guga Arruda. E o projeto serve também de preparação para a Laura Rauppe Sophia Medina competirem na penúltima etapa do Challenger Series, de 29 de janeiro a 9 de fevereiro em Pipeline. “A gente já realizou esse projeto no ano passado, é um trabalho técnico de performance de surf dentro d´água, com capacitação de imagens por parte dos técnicos e análise de desempenho por vídeo, posterior as sessões de surf”, explica Guga Arruda, diretor técnico do Surf Brasil. “É um trabalho que certamente vai somar pra carreira dos atletas. O nosso dia a dia no Havaí, é surfar, filmar e analisar o desempenho dos atletas. Como somos dois técnicos, dividimos o trabalho com um técnico filmando e o outro acompanhando os atletas dentro d´água”. Esse trabalho da Confederação Brasileira de Surf e do Comitê Olímpico do Brasil, visa proporcionar vantagem competitiva para esses atletas agora e no futuro. Os cinco surfistas convocados poderiam não aceitar, então seria chamado outro utilizando os mesmos critérios. No entanto, todos ficaram superanimados pela chance de participar desse campo de treinamento, sem qualquer custo durante os 45 dias de permanência na Casa Surf Brasil no Havaí. A rotina diária poderá ser acompanhada no Instagram do Surf Brasil: @cbsurfoficial.

19 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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Surf Brasil revela calendário nacional de 2026 com circuito fortalecido e novas experiências competitivas

Surf

A Confederação Brasileira de Surf (CBSurf) anunciou oficialmente o calendário do Surf Brasil para a temporada 2026, que já nasce robusto e abrangente. Ao todo, estão confirmados 11 campeonatos distribuídos por oito estados, conectando o litoral brasileiro do Nordeste ao Sul e contemplando atletas de diferentes categorias, idades e modalidades. A programação inclui quatro etapas do Surf Brasil Pro, responsáveis por definir os campeões brasileiros profissionais, quatro competições do Surf Brasil Base sendo três regionais e uma grande final nacional além de três eventos em formato Festival de Surf, que irão coroar os campeões das categorias Master, Parasurf, Longboard, SUP Surf e SUP Race. A entidade ainda não descarta a inclusão de novas etapas ao longo da temporada. Segundo Paulo Moura, diretor de esportes e vice-presidente da CBSurf, a divulgação antecipada do calendário reforça o compromisso com planejamento e valorização do surf nacional. “É um calendário consistente, com premiações expressivas e foco total nos atletas e federações. Nosso objetivo é continuar fortalecendo o surf brasileiro, ano após ano”, destacou. A temporada 2026 será aberta com a primeira etapa do Surf Brasil Pro, entre os dias 21 de fevereiro e 1º de março, na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. O circuito profissional contará com quatro etapas confirmadas, cada uma oferecendo premiação de R$ 500 mil, totalizando R$ 2 milhões em prêmios. Pernambuco, São Paulo e Santa Catarina também receberão etapas do Pro, com possibilidade de ampliação do circuito. O diretor executivo da CBSurf, Geraldo Cavalcanti, explicou que o calendário foi elaborado de forma responsável, em alinhamento com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). “Optamos por um planejamento realista, mas com margem para crescimento. Até o primeiro semestre, esperamos anunciar novos eventos e fortalecer ainda mais o calendário”, afirmou. Nova identidade e filiações com desconto A CBSurf também reforça sua nova identidade institucional, adotando oficialmente a marca Surf Brasil, que passa a unificar a comunicação com atletas, fãs e o mercado. O site oficial agora é SurfBrasil.org.br, e o canal no YouTube atende por Surf Brasil TV. A mudança simboliza um movimento de valorização e integração do surf em todo o país. As filiações para a temporada 2026 já estão abertas em todas as categorias, por meio do sistema Big Mídia. Os atletas que realizarem o cadastro até o dia 15 de janeiro de 2026 garantem 10% de desconto. Após esse prazo, as filiações seguem disponíveis, porém sem o benefício promocional. Formato Festival e base regionalizada Entre as novidades, está a adoção do formato Festival de Surf, que reunirá diversas categorias em um mesmo evento, promovendo integração e maior visibilidade. Outra inovação importante ocorre nas categorias de base, que passarão por seletivas regionais Norte/Nordeste, Sudeste e Sul classificando os melhores surfistas para a final nacional, onde serão definidos os campeões brasileiros Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18. Com um calendário estruturado, novas propostas de competição e foco no desenvolvimento dos atletas, o Surf Brasil 2026 promete ser um marco para o crescimento e a consolidação do surf brasileiro em todas as suas vertentes.

17 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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Pablo Gabriel é o quarto melhor Sub-16 do mundo no ISA World Junior 2025

Surf

O brasileiro ficou com a medalha de cobre na decisão que os seus adversários bateram todos os recordes desta 21.a edição do Mundial Junior da ISA no Peru O carioca Pablo Gabriel é o quarto melhor do mundo em 2025, entre os surfistas com até 16 anos de idade. Ele fechou a participação da Seleção Brasileira Junior da Confederação Brasileira de Surf, com a medalha de cobre na categoria Sub-16 do ISA World Junior Surfing Championship 2025 no Peru. A medalha de ouro ficou com o australiano Ocean Lancaster, a do Sub-18 masculino foi vencida pelo espanhol Dylan Donegan e as campeãs nas finais femininas, foram a norte-americana Bailey Turner na Sub-16 e a espanhola Sol Borelli na Sub-18. Já o título de melhor equipe ficou com a Austrália pelo segundo ano consecutivo e o Brasil terminou em terceiro lugar, entre os 57 países representados por 427 surfistas nos 9 dias de show de surf da nova geração nas ondas de Punta Rocas, em Lima. “Estou felizaço mesmo tendo terminado em quarto lugar. Não era o resultado que eu queria, mas foi o que Deus quis e eu ainda tenho dois anos de ISA Junior pra conseguir a medalha de ouro”, disse Pablo Gabriel. “No ano passado eu fui muito mal, não passei da repescagem e agora terminei como quarto melhor do mundo. Foi o que Deus quis e vamos partir pra próxima, treinar mais, se dedicar mais e estou feliz com o resultado. Quero agradecer toda a Confederação Brasileira por essa conquista, pelos treinos do ano todo se preparando para esse campeonato e é isso, bora pro próximo”. A decisão do título Sub-16 abriu a disputa pelas medalhas no domingo de ótimas ondas em Punta Rocas e os três adversários do Pablo Gabriel, bateram todos os recordes desta 21.a edição do Mundial Junior da ISA. O brasileiro liderava a bateria até quando restavam 10 minutos para o término, com as notas 7,67 e 6,33 das duas primeiras ondas que surfou. Mas, seus oponentes já tinham uma nota no critério excelente do julgamento. O australiano Caden Francis detonou uma onda que arrancou nota 9,57, a maior dos 9 dias do ISA World Junior 2025 no Peru. Um dos 5 juízes deu nota 10 para ele. O outro australiano, Ocean Lancaster, já somava um 8,13 e o argentino Thiago Passeri tinha um 8,40. Uma outra série de boas ondas entrou quando restavam 5 minutos e Ocean Lancaster tirou a liderança do Pablo Gabriel com uma nota 7,33. Mas, Caden Francisassumiu a ponta somando 6,37 com o recorde 9,57. Só que ainda entrou outra série de ondas excelentes nos minutos finais, para o público assistir mais um verdadeiro espetáculo das arquibancadas de Punta Rocas, que lotaram no domingo. Ocean Lancaster precisava de 7,82 para vencer, Thiago Passeri de 7,55 e os dois destruíram suas ondas, arriscando manobras nos pontos mais críticos e variando batidas e rasgadas executadas com muita pressão e velocidade. Ambos comemoraram bastante, quando completaram suas ondas. A nota do argentino Thiago Passeri saiu primeiro e ele botou a mão na medalha de ouro, com o 8,17 registrando um novo recorde de 16,57 pontos no campeonato. Mas, a nota do australiano Ocean Lancaster foi maior e ele atingiu 17,13 pontos com o 9,00 recebido, que valeu a medalha de ouro. ESPANHOL DYLAN DONEGAN VENCE O OURO NO SUB-18 COM NOVO RECORDE      Esse somatório ainda foi batido depois pelo espanhol Dylan Donegan, que conquistou o título mundial Sub-18 por 17,50 pontos, somando notas 9,00 e 8,50. O surfista das Ilhas Canárias fez história com o novo recorde de pontos no ISA World Junior 2025 e também, por ser o primeiro surfista a ganhar duas medalhas de ouro seguidas em duas categorias, na Sub-16 no ano passado e na Sub-18 agora. Na final do domingo, Dylan Donegan derrotou os havaianos Jacob Turner que ficou com a medalha de prata e Tiger Abubo com a de bronze, além do inglês Lukas Skinner, que levou a medalha de cobre. Nas categorias femininas, os títulos só foram decididos nas ondas surfadas nos últimos minutos. Na Sub-16, a peruana Catalina Zariquiey se destacou durante toda a semana e liderou toda a bateria de 30 minutos. Mas, a disputa estava acirrada, com as quatro finalistas na mesma casa dos 12 pontos das duas notas computadas. No último minuto, a norte-americana Bailey Turner surfou uma onda e ficou um longo suspense pela divulgação da nota. Ela precisava de 6,10 para tirar a medalha de ouro da Catalina Zariquiey e recebeu 6,30, virando o placar para 13,07 a 12,87 pontos. A australiana Lucy Darragh ficou em terceiro com 12,66 e a havaiana Zoey Kaina em quarto com 12,26 pontos. E na última disputa por medalhas no domingo, deu Espanha de novo dominando a categoria Sub-18 no ISA World Junior Surfing Championship 2025 no Peru. Sol Borelli conquistou a medalha de ouro por 15,33 pontos, somando notas 8,33 e 7,00. A de prata foi vencida pela australiana Milla Coco Brown com 14,60 pontos, a de bronze ficou com a francesa Clémence Schorsch com 13,00 e a chinesa Yang Siqi, que disputou os últimos Jogos Olímpicos de Paris, levou a de cobre com 11,37 pontos. ISA WORLD JUNIOR É A PRINCIPAL COMPETIÇÃO DE BASE DO SURF MUNDIAL      O ISA World Junior Surfing Championship é, verdadeiramente, a principal competição das categorias de base do mundo. No Peru, foi apresentada a nova geração que poderá brilhar no cenário internacional nos próximos anos. Essa 21.a edição estabeleceu um novo recorde de 57 países representados por 427 surfistas. O Brasil foi uma das 13 nações que chegaram no domingo para disputar as medalhas em Punta Rocas, com Anuar Chiah parando na semifinal que classificou Pablo Gabriel para a decisão Sub-16. O ISA World Junior é o evento que marca o início da caminhada rumo as Olimpíadas ou ao Circuito Mundial. Dos 72 surfistas que participaram das duas edições que o surf disputou medalhas nos Jogos Olímpicos, 59 competiram no ISA World Junior. Entre eles, os campeões mundiais Gabriel Medina e Filipe Toledo, que em 2011 festejou seu primeiro título internacional, com a medalha de ouro Sub-16 nas mesmas ondas de Punta Rocas, no Peru. A medalha de prata nas Olimpíadas de Paris 2024, Tatiana Weston-Webb, também iniciou sua carreira no Mundial Junior da ISA, assim como as campeãs mundiais Carissa Moore e Caroline Marks, entre tantas outras. RESULTADOS DO DOMINGO EM PUNTA ROCAS NO PERU: DECISÃO DAS MEDALHAS DO SUB-16

14 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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Nic von Rupp, Clement Roseyro, Justine Dupont e Lucas Chianca vencem o Desafio de Ondas Grandes TUDOR Nazaré

Surf

Um dia de competição intenso aconteceu hoje no World Surf League (WSL) TUDOR Nazaré Big Wave Challenge , com alguns dos melhores surfistas de ondas gigantes do mundo enfrentando ondas de 14 a 18 metros na icônica Praia do Norte, em Nazaré, Portugal. Milhares de fãs de surfe lotaram as falésias do nascer ao pôr do sol, criando uma arena como nenhuma outra. A dupla formada por Nic von Rupp(POR) e Clement Roseyro (FRA) conquistou o prêmio de Melhor Performance por Equipes, enquanto Justine Dupont (FRA) levou o prêmio de Melhor Performance Feminina e Lucas Chianca (BRA) o de Melhor Performance Masculina. Uma demonstração incrível de comprometimento, conhecimento local e experiência nas ondas de Nazaré permitiu que os heróis locais Nic von Rupp (POR) e Clement Roseyro (FRA) mantivessem o título de Melhor Performance em Equipe. Eles estavam em perfeita sintonia com o oceano, escolhendo as melhores ondas do dia para uma performance dominante. “Foi um dia insano, uma loucura”, disse Roseyro. “O Nic pegou algumas bombas, eu peguei algumas bombas, mas todos estão a salvo. É um dia feliz!” Roseyro rebocou Von Rupp para uma onda enorme, e o surfista português surfou uma das melhores ondas do dia, conquistando uma excelente nota de 16,66 (de um total possível de 20). “Clement é um surfista incrível”, disse Von Rupp. “Ele é um jovem talento que surgiu há apenas dois anos, mas já está entre os melhores dos melhores. Veja a quantidade de pessoas aqui, Nazaré está vivendo seus melhores momentos, não só com a torcida, com o evento, com a competição e os surfistas incríveis como Lucas Chianca e Pedro Scooby, mas também com surfistas que nem estão participando deste evento. Estou muito orgulhoso de estar aqui, e vencer novamente é a cereja do bolo.” O multicampeão Lucas ‘Chumbo’ Chianca (BRA) apresentou uma das performances mais determinadas do dia, encarando com garra duas das maiores ondas, mas também sofrendo dois dos maiores caldos do dia. Após cair na primeira onda, Chianca se recuperou e logo estava de volta em outra. Ele tentou se ejetar, mas caiu novamente e sofreu mais um caldo. “Com certeza foi um momento difícil”, disse Chianca. “Foi uma das quedas mais feias da minha vida. Quero agradecer ao Sebastian Steudtner por me levantar bem na frente das pedras, ele salvou minha vida hoje. O dia começou muito complicado, mas demos o nosso melhor. O Pedro ‘Scooby’ Vianna(BRA) me colocou em algumas bombas, e eu coloquei outras nele também. Obrigado a Nazaré pelo show e à WSL por tornar isso possível.” Após a vitória na edição anterior, em fevereiro, Justine Dupont (FRA) conquistou seu segundo prêmio de Melhor Performance Feminina. Morando em Nazaré com a família, Dupont surfou as ondas gigantes com estilo, chegando com sucesso ao outside, onde seu parceiro de tow-in, Eric Rebiere (FRA), a resgatou em segurança. “Foi um dia louco, e estou muito feliz com a vitória”, disse Dupont. “Só quero agradecer ao Eric, ele é o melhor piloto que existe, e claro, ao Fred. Obrigado à equipe de segurança e a Nazaré por um dia divertido.” Devido ao atraso no início causado pelo nevoeiro e a novos atrasos provocados por uma falha de energia no promontório, a equipe da WSL Tours & Competitions decidiu que não havia tempo suficiente para concluir a segunda rodada com segurança e boas condições de visibilidade. Portanto, os resultados finais do evento foram baseados na primeira rodada, que foi realizada com as melhores ondas do campeonato. “Aproveitamos a oportunidade para realizar este evento em uma das maiores ondulações, e os atletas corresponderam ao desafio, competindo nas melhores ondas do dia. Foi um dia de performances incríveis”, disse Francisco Spinola, Presidente da WSL para a região EMEA. “Tivemos que encerrar o evento após a primeira rodada devido a dificuldades técnicas e à falta de luz natural, mas é imprescindível não comprometer a integridade da competição e tomar a melhor decisão para a segurança dos surfistas. A vitória mais importante é quando os surfistas retornam à área dos atletas sãos e salvos, e foi exatamente isso que aconteceu, em condições extremamente adversas. Foi um dia épico de surfe e parabéns a todos os nossos competidores.” Resultados do TUDOR Nazaré Big Wave Challenge 2025/2026: HEAT 1: Lucas Chianca (BRA) 23,60 DEF. Pedro Scooby (BRA) 21h80, Benjamin Sanchis (FRA) 16h04, Jerome Sahyoun (MAR) 11h90, Michelle des Bouillons (BRA) 17h50, Ian Cosenza (BRA) TEMPO 2: Nic von Rupp (POR) 23,46 DEF. Clement Roseyro (FRA) 21,99, Rafael Tapia (CHL) 10,00, Pierre Rollet (FRA) 11,16, Justine Dupont (FRA) 19,87, Eric Rebiere (FRA) HEAT 3: James Carew (AUS) 18,74 DEF. Rodrigo Koxa (BRA) 18,13, Andrew Cotton (GBR) 16,30, Vitor Faria (BRA) 12,57, Laura Crane (GBR) 11,93, Antonio Laureano (POR)

13 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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Desafio de Ondas Grandes TUDOR Nazaré ABERTO em Condições de Bombeamento

Surf

O World Surf League (WSL) TUDOR Nazaré Big Wave Challenge está confirmado para as condições épicas na Praia do Norte, em Nazaré, Portugal. A equipe de Tours e Competição da WSL tem monitorado as ondas de perto e, com ondas consistentes entre 12 e 18 metros, o dia promete ser memorável para o surfe de ondas gigantes rebocado. A competição começou às 10h40 GMT e os fãs podem acompanhar cada momento emocionante ao vivo em worldsurfleague.com . “Chegamos esta manhã e a previsão indicava exatamente o que esperávamos”, disse Rob Gunning, gerente do WSL Europe Tour. “Estivemos acompanhando a previsão nos últimos dez dias e, graças a Kevin Wallis, da Surfline, acertamos em cheio. Parece que teremos um ótimo dia.” O TUDOR Nazaré Big Wave Challenge conta com nove equipes de dois competidores, divididas em três grupos. Cada grupo possui três equipes que participarão de duas baterias de 40 minutos, e os membros da equipe se revezarão entre surfar e pilotar o jet ski da equipe. Desafios TUDOR Nazaré Big Wave 2025/2026: Bateria 1, Grupo AEquipe 2: Lucas ‘Chumbo’ Chianca (BRA) / Pedro ‘Scooby’ Vianna (BRA)Equipe 6: Benjamin Sanchis (FRA) / Jérôme Sahyoun (MAR)Equipe 8: Michelle des Bouillons (BRA) / Ian Cosenza (BRA) Bateria 2, Grupo BEquipe 1: Nic von Rupp (POR) / Clement Roseyro (FRA)Equipe 5: Rafael Tapia (CHL) / Pierre Rollet (FRA)Equipe 7: Justine Dupont (FRA) / Éric Rebière (FRA) Bateria 3, Grupo CEquipe 3: Andrew Cotton (GBR) / James Carew (AUS)Equipe 4: Rodrigo Koxa (BRA) / Vitor Faria (BRA)Equipe 9: Laura Crane (GBR) / Antonio Laureano (POR) Bateria 4, Grupo AEquipe 2: Lucas ‘Chumbo’ Chianca (BRA) / Pedro ‘Scooby’ Vianna (BRA)Equipe 6: Benjamin Sanchis (FRA) / Jérôme Sahyoun (MAR)Equipe 8: Michelle des Bouillons (BRA) / Ian Cosenza (BRA) Bateria 5, Grupo BEquipe 1: Nic von Rupp (POR) / Clement Roseyro (FRA)Equipe 5: Rafael Tapia (CHL) / Pierre Rollet (FRA)Equipe 7: Justine Dupont (FRA) / Éric Rebière (FRA) Bateria 6, Grupo CEquipe 3: Andrew Cotton (GBR) / James Carew (AUS)Equipe 4: Rodrigo Koxa (BRA) / Vitor Faria (BRA)Equipe 9: Laura Crane (GBR) / Antonio Laureano (POR) Todos os sinais apontam para uma ondulação incrível. Com pico durante a madrugada, com ondas entre 18 e 21 metros, espera-se que a ondulação se estabilize ao longo de sábado, com faces de 12 a 18 metros. Devido ao tamanho, localização e alta pressão atmosférica que favorecem a tempestade, espera-se surf consistente com muitas ondas nas séries. O vento local continua favorável, com fluxo moderado de nordeste e terral previsto para todo o dia, com tempo ensolarado e ameno após uma manhã fria.

13 de dezembro de 2025 / 0 Comentários
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