Davizinho Radical se destaca na abertura do Campeonato Brasileiro de Parasurf em Ipojuca

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O carioca fez os recordes da sexta-feira no evento da Confederação Brasileira de Surf apresentado por JISK que reúne 52 atletas com deficiência de 10 estados do país O carioca Davi Teixeira, o Davizinho Radical, se destacou na abertura do JISK apresenta Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025 em Ipojuca, mp litoral sul de Pernambuco. O tricampeão mundial e tri brasileiro também da categoria PS-Prone 2, fez os recordes do primeiro dia nas ondas da Praia do Borete, em Porto de Galinhas. O evento mais especial da Confederação Brasileira de Surf, está sendo disputado por 52 atletas com deficiência de 10 estados do país. Os 35 participantes das 9 categorias seletivas para o Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association), competiram nas 14 baterias da sexta-feira. Além de Davi Teixeira, que estreou somando notas 7,93 e 7,83 no imbatível placar de 15,43 pontos, também começaram muito bem no Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025, os catarinenses Luciano Nem na categoria PS-S3 dos atletas com comprometimento em membro inferior acima do joelho que surfam em pé e os deficientes visuais Figue Diel e Ingrid Medina, que fez os recordes femininos. Apenas os 17 participantes das 4 categorias inclusivas da Confederação Brasileira de Surf, que não fazem parte do Mundial da ISA, não competiram no primeiro dia. O recordista absoluto da sexta-feira, Davi Teixeira, integra a maior delegação estadual na Praia do Borete. O Rio de Janeiro está participando com 12 atletas nesta terceira edição do Campeonato Brasileiro de Parasurfem Ipojuca, formando maioria com 9 surfistas nas categorias masculinas e 3 mulheres. O segundo maior pelotão é de Santa Catarina, com 6 homens e maioria de 5 competidoras nas categorias femininas. Depois tem São Paulo e Pernambuco com 7 participantes cada, Rio Grande do Norte com 4, Bahia e Ceará com 3, Rio Grande do Sul e Paraíba com 2 e Espírito Santo com 1. A sexta-feira começou com uma cerimônia especial de abertura do Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025, contando com a presença do prefeito do Ipojuca, Carlos Santana, outras autoridades do município, patrocinadores e atletas. O presidente da Confederação Brasileira de Surf, Teco Padaratz, fez um discurso emocionante, antes do hasteamento da Bandeira do Brasil ao som do Hino Nacional. Em seguida foi iniciada a competição e o Davizinho Radical fez os recordes do dia logo na terceira bateria a entrar no mar difícil na Praia do Borete, com ondas de 3-4 pés e forte correnteza. OS RECORDES DA SEXTA-FEIRA FORAM REGISTRADOS NO INÍCIO DO DIA      O carioca é tricampeão brasileiro e tem três títulos mundiais, em 2016, 2022 e 2023, na categoria PS-Prone 2, dos atletas que surfam deitados de bruços e precisam de assistência para remar e subir na prancha. Davi Teixeira já começou muito bem, atacando uma boa onda com batidas e rasgadas que valeram 7,50. Depois, surfou outra melhor ainda, para somar 7,93 na vitória por 15,43 pontos. Em segundo lugar ficou o paulista Robson de Souza com 7,50 nas duas notas computadas. Ele superou outros dois surfistas do Rio de Janeiro, Marcos Heringer com 4,30 e Gabriel Santoscom 2,30.      “Foi irado. Teve boas ondas, apesar de bastante correnteza também, ficando difícil de se posicionar, mas consegui pegar duas ondas boas pra vencer a bateria”, disse Davi Teixeira, o Davizinho Radical. “Foi bem divertido e eu sempre, em todas as baterias, procuro começar com a maior nota possível. Eu faço um trabalho mental muito bom, porque o surf é um esporte que exige muita concentração, para estar no controle de fazer a manobra certa e não cair, então estou ali pronto pra extrair o máximo da onda. Hoje eu sou tricampeão mundial e to preparado, treinando muito, pra vencer essa etapa pra ser tetracampeão brasileiro e, se Deus quiser, tetracampeão mundial também esse ano”. CADA ATLETA COMPETE DUAS VEZES E TODOS OS PONTOS SÃO SOMADOS      No Campeonato Brasileiro de Parasurf, os participantes competem duas vezes e os pontos das duas notas computadas em cada bateria, são somados para decidir o título brasileiro e as colocações no ranking final de 2025. O carioca Davi Teixeira vai voltar a enfrentar os seus conterrâneos Marcos Heringer, Gabriel Santos e o paulista Robson Jerônimo de Souza na Praia do Borete, mas já abriu uma grande vantagem para conseguir o tetracampeonato brasileiro e a vaga para o Mundial da ISA, que será disputado de 2 a 7 de novembro em Oceanside, na Califórnia, Estados Unidos. Quem chegou mais perto dos recordes do Davizinhofoi o catarinense Luciano “Nem” Silveira, campeão mundial de 2024 da categoria PS-S3, dos atletas com deficiência em membro inferior acima do joelho que surfam em pé. O surfista da Praia da Joaquina, também começou forte com nota 6,17 e selou a vitória por 14,00 pontos, com o 7,83 que recebeu na última onda que pegou na bateria. O cearense Stenio Costa ficou em segundo com 7,67 pontos nas duas notas, com o potiguar Markoff Nunes em terceiro com 4,43 e o gaúcho Claudio Buckowski em quarto com 3,47 pontos. MAIS DOIS CAMPEÕES MUNDIAIS SE DESTACAM NO PRIMEIRO DIA      “Foi emoção pura essa primeira bateria pra quebrar o gelo e se conectar com o mar. É aquela magia que todo surfista espera né, começar bem o campeonato, mas não tem nada garantido ainda”, disse Luciano Nem. “Eu quero agradecer meus patrocinadores, a galera que me apoia, fizeram uma vaquinha pra chegar aqui e é uma honra muito grande representar Floripa, a ASJ (Associação de Surf da Joaquina), agora é foco no mundial. Quero tentar conseguir esse título de novo, se Deus quiser, o bicampeonato. Amanhã tem mais e bora, beijo no coração de todos vocês, emoção pura”. Quem também se destacou no primeiro dia do Campeonato de Parasurf da Confederação Brasileira de Surf, foi outro catarinense, Figue Diel da categoria PS-VI 1, dos atletas com deficiência visual total. Ele não teve nenhum adversário na bateria em Ipojuca e fez o terceiro maior placar do dia, 12,67 pontos com notas 7,00 e 5,67. Ele então já garantiu o tetracampeonato brasileiro e vai em busca do tetra mundial na ISA também esse ano na Califórnia. Figue Diel confirmou o tri no ano passado, depois do bicampeonato consecutivo em 2021 e 2022.      “O mar aqui tem uma pressão, uma energia forte também, mas consegui pegar duas ondas boas

4 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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Confederação Brasileira de Surf abre a disputa dos títulos do Parasurf nesta sexta-feira em Ipojuca

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JISK apresenta o Campeonato Brasileiro de Parasurf que será disputado até domingo na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no litoral sul de Pernambuco O JISK apresenta o Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025 abre a disputa pelos títulos nacionais da Confederação Brasileira de Surf nesta sexta-feira na Praia do Borete, em Porto de Galinhas. A competição também vale como seletiva para o Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association) e será transmitida ao vivo no CBSurf.org.br pelo canal CBSurfPLAY no YouTube. Esta é a terceira vez que esse evento especial da CBSurf, que reúne atletas com lindas histórias de superação, acontece e já está virando uma tradição no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco.      “É com muito orgulho e emoção, que Ipojuca recebe essa etapa de Parasurf da Confederação Brasileira”, destaca o prefeito do Ipojuca, Carlos Santana. “Apoiar o esporte é uma prioridade para nós, porque sabemos como ele promove, além da saúde, cidadania e alegria. E isso é ainda mais emblemático, quando falamos de um projeto inclusivo como esse. Nosso compromisso vai além das ondas: queremos garantir que o esporte inclusivo floresça no cotidiano, abra portas e inspire pessoas a superarem desafios com dignidade, paixão e esperança”. O prefeito do município do Ipojuca, Carlos Santana, também lembra que o Brasil vem colecionando títulos mundiais no Parasurf, com duas medalhas de ouro, duas de prata e uma de bronze no Mundial da ISA em 2024 e ele espera que venham mais conquistas em 2025. O JISK apresenta Campeonato Brasileiro de Parasurf vai decidir os campeões brasileiros da CBSurf e também serve como seletiva para o ISA World Para Surfing Championship 2025, que será realizado entre os dias 2 e 7 de novembro em Oceanside, na Califórnia, Estados Unidos.      Quem também é um entusiasta deste Campeonato de Parasurf da Confederação Brasileira de Surf, é o Derivaldo Costa, o Deri da Secretaria Especial de Esportes do Município do Ipojuca: “Ver o mar de Porto de Galinhas cheio de competidores de diversas classes do Parasurf, remando de joelhos, sentados ou adaptados, é testemunhar o poder transformador do esporte. Em Ipojuca, temos a honra de apoiar esse evento que será decisivo para definir os títulos brasileiros de 2025 e os representantes do país no próximo Mundial da ISA”. CADA PARTICIPANTE DO PARASURF TEM SUA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO      Realmente, cada participante do Campeonato Brasileiro de Parasurf tem uma linda história de vida e principalmente de superação, para seguir feliz praticando um esporte em um ambiente tão mágico como o mar. Em Ipojuca, estão os melhores da modalidade Parasurf do país, campeões mundiais e campeões brasileiros, como a carioca Maria do Sol, que em 2024 venceu seu primeiro título na CBSurf na categoria PS-Prone 1, para quem surfa em decúbito ventral, ou de bruços, deitado de barriga pra baixo na prancha, com a cabeça voltada para o lado.      “Eu sou carioca, nasci no Rio de Janeiro e aos 45 dias de vida, perdi meus dois pés em um acidente doméstico com fogo”, revelou Maria do Sol. “Eu moro hoje em Florianópolis e iniciei no surf de um modo que eu não esperava, não imaginava. Eu sempre quis surfar, já tinha tido algumas experiências ao longo da vida, mas nunca tinha entendido que poderia levar o surf como um esporte. Eu já tinha feito hipismo, canoagem e o surf surgiu na minha vida em um momento que já tinha criado minhas 5 filhas. Foi quando pensei sobre o que eu queria fazer de verdade e não fiz. E era o surf”.  Maria do Sol narra como foi o seu início no Parasurf: “Aí eu entrei no projeto Surf Sem Fronteiras em Florianópolis e ali eu retomei meu contato com o surf. Eu já nadava muito bem e o Pino, o Roberto Pino, nosso grande campeão, me viu na internet e falou: Sol, a gente tá precisando de mulheres, eu vi que você tem chance, tem potencial, tem garra, então vamo com a gente. Eu vi aquilo como uma oportunidade de estar mais perto de pessoas que tem histórias similares, de superação, de vivências de deficiência, ao mesmo tempo histórias de vida tão incríveis”. HISTÓRIAS DE SUPERAÇÃO ACONTECENDO DURANTE AS COMPETIÇÕES      Logo, Maria do Sol se consagrou campeã brasileira do PS-Prone 1, vencendo as duas etapas do ano passado em Cabedelo na Paraíba e em Ipojuca, se classificando para o Mundial da ISA, onde viveu mais uma história de superação: “Em 2024 fui campeã brasileira na modalidade Pro, mas quando cheguei no Mundial na Califórnia, a ISA me desclassificou do Prone. Mesmo assim, despreparada, fiquei em sexto lugar do mundo na modalidade Kneel, que é a que surfo hoje, de joelhos. A partir dali continuei minha dedicação pro surf, mudei toda a minha vida, toda a minha história. Eu já trabalhava com autoconhecimento, mentalidade positiva, aí integrei isso ao meu trabalho, a visão com o surf, o entendimento do mar como um espaço de cura, de transformação, de se integrar com a Natureza”.       Maria do Sol vive outro episódio de superação para seguir competindo: “Depois disso, outras oportunidades apareceram e fui parar no Havaí também, fiquei em quinto do mundo agora em maio de 2025. Aí me lesionei após voltar do Havaí, comecei a ver que eu teria que me readaptar, encontrar caminhos, passei por várias coisas que muitos atletas passam, muita dor, muito tratamento, muito esforço, empenho e muito trabalho mental e emocional. Agora estou aqui, mais uma vez em Ipojuca disputando título brasileiro, seletiva pro Mundial e não sei como está meu nível, mas é o que sempre digo, estou com coragem, com fé pra fazer meu melhor e é incrível estar com essa família do Parasurf de novo. Quero dar parabéns a todos que investem nos esportes paralímpicos ou paradesportos, que estão levando histórias que inspiram o mundo inteiro. Muito obrigado CBSurf por tudo”. AVALIAÇÃO MÉDICA PARA CLASSIFICAÇÃO NAS RESPECTIVAS CATEGORIAS      Maria do Sol foi uma das atletas que passaram pela avaliação médica comandada pelo Doutor Anderson Lessa na quinta-feira. É um procedimento obrigatório na modalidade Parasurf, para que os surfistas sejam alocados na categoria correta entre as 12

3 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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Campeonato Brasileiro de Parasurf começa nesta quinta-feira em Pernambuco

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JISK apresenta o Campeonato de Parasurf da Confederação Brasileira de Surf que será disputado até domingo em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca  JISK apresenta o Campeonato Brasileiro de Parasurf 2025 no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. Este é um dos eventos mais especiais da Confederação Brasileira de Surf e pela terceira vez será realizado na Alameda do Surf na Praia do Borete, em Porto de Galinhas. Pessoas com deficiência que são grandes exemplos de superação, vão se apresentar a partir desta quinta-feira até domingo, quando serão conhecidos os campeões e campeãs brasileiras em doze categorias. O campeonato também vale como seletiva para o Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association) e será transmitido ao vivo no CBSurf.org.brpelo canal CBSurfPLAY no YouTube. Na quinta-feira, os atletas serão classificados pelos doutores Anderson e Sandro nas respectivas categorias, conforme o regulamento da ISA. Todos também serão apresentados para a equipe de fisioterapia da instituição de ensino superior UNINASSAU (Centro Universitário Maurício de Nassau), um dos apoiadores do JISK apresenta Campeonato Brasileiro de Parasurf. Depois, os atletas terão a oportunidade de realizar treinos de reconhecimento nas ondas da Praia do Borete no primeiro dia, com acompanhamento dos instrutores e toda a equipe de segurança. Na sexta-feira, acontece a abertura oficial do Campeonato de Parasurf da Confederação Brasileira de Surf, às 9h00 com presença de autoridades, execução do hino nacional, hasteamento da bandeira do Brasil. Em seguida, serão iniciadas as competições das doze modalidades em disputa. O evento já está se tornando uma tradição em Ipojuca, sempre contando com total apoio da Prefeitura Municipal, bem como da Secretaria Nacional de Paradesporto (SNPAR) do Ministério do Esporte do Governo Federal e do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Esportes.      “O Governo de Pernambuco chega junto do Campeonato Brasileiro de Parasurf, que acontece pela terceira vez na Praia do Borete, no nosso município do Ipojuca”, destaca Ivete Lacerda, da Secretaria de Esportes do Governo do Estado de Pernambuco. “Pernambuco já tem um forte legado no esporte paralímpico, que é uma demonstração realmente de superação desses atletas. Nesse evento, estão os atletas que vão representar o país no Campeonato Mundial, então é uma realização para nós, manter essa parceria com a CBSurf. O Governo Estadual está sempre contemplando os atletas paralímpicos, apoiando este evento da modalidade que vem crescendo a cada ano. Temos o maior prazer de incentivar o Parasurf e parabéns aos atletas pela superação para competir em alto nível”. CAMPEONATO BRASILEIRO DE PARASURF COM ESTRELAS MUNDIAIS      Desde 2022, quando Teco Padaratz foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) e pela International Surfing Association (ISA), como a entidade oficial para administração do surf no país, os campeonatos brasileiros de Parasurf vem acontecendo a cada ano. O resultado deste trabalho é a coleção de títulos mundiais conquistados, com destaque para o heptacampeão Fellipe Kizu e o tetracampeão Alcino Pirata. A lista tem também dois tricampeões, Figue Diel e o Davizinho, e quatro bicampeões, o pernambucano Roberto Pino e Rafael Lueders, Mark Richards e Henrique Saraiva. Outro brasileiro que já conquistou título mundial na ISA foi o Luciano “Nem” Silveira. Estas são algumas estrelas que estarão no Campeonato Brasileiro de Parasurf apresentado por JISK no município do Ipojuca, nas mesmas ondas da Praia do Borete, onde neste ano aconteceu a abertura do CBSurf Dream Tour 2025 e foi decidido os títulos brasileiros das categorias de base. DOZE CATEGORIAS OU CLASSES FUNCIONAIS DA MODALIDADE PARASURF      Agora será a vez de conhecer os campeões nas doze categorias ou classes funcionais do Parasurf. Nas modalidades PS-S1, PS-2 e PS-3, competem atletas que surfam em pé. A PS-S1 é a dos surfistas com deficiência na parte superior do corpo e de baixa estatura, como o já tricampeão brasileiro Roberto Pino, portador de nanismo. A PS-S2 é a dos atletas com comprometimento da parte inferior abaixo do joelho. E a PS-S3 dos que também tem comprometimento na parte inferior, mas acima do joelho. Quem surfa de joelhos ou sentados, compete na classe PS-Knell, ou PS-Sit se não precisar de assistência para remar ou voltar para a prancha. Para quem surfa de bruços, ou decúbito ventral, a modalidade é PS-Prone 1 ou PS-Prone 2 se precisar de ajuda para remar. As categorias dos deficientes visuais completam a lista de modalidades que o Campeonato Brasileiro de Parasurf classifica para o Mundial. A PS VI-1 é para quem tem cegueira total e a PS VI-2 com cegueira parcial. A Confederação Brasileira de Surf ainda inclui três modalidades que não são disputadas no Mundial da ISA. Uma é a dos competidores com Síndrome de Down, que o carioca Gabriel Paiva e a paulista Jade Lie venceram os títulos brasileiros no ano passado. Outra é a dos surfistas com Autismo, que os campeões foram o carioca Thiago Gama e a cearense Ana Cordeiro. A terceira modalidade é para atletas com surdez, categoria vencida pela capixaba Aline Lopes em 2024. A CBSurf ainda premiou o carioca Kauã Caldas com o título de campeão Inclusivo, por não se encaixar em nenhuma categoria. O JISK apresenta Campeonato Brasileiro de Parasurf é uma realização da Confederação Brasileira de Surf com patrocínio da Prefeitura Municipal do Ipojuca através da Secretaria Especial de Esportes, do Governo do Estado de Pernambuco pela Secretaria de Esportes e do Ministério do Esporte do Governo Federal e tem apoio da UNINASSAU, Federação Pernambucana de Surf, Monster Energy, Rodas da Liberdade, Surfland Brasil, parafinas Fu-Wax, Pousada Maresia e Atual Proteção Veicular. CAMPEÕES BRASILEIROS DO CBSURF PARASURF 2024: PS-S1: ROBERTO PINO (PE) e LARA PINO (PE) PS-S2: RAFAEL LUEDERS (SC) e MALU MENDES (SP) PS-S3: ICARO LASAS (ES) e ROCHELE SILVA (CE) PS-Kneel: JOÃO ENERGIA (SC) e VERA QUARESMA (SC) PS-Prone 1: CLEUSON SOARES (PB) e MARIA DO SOL (SC) PS-Prone 2: DAVI AGUIAR (RJ) e MONIQUE OLIVEIRA (RJ) PS VI-1: FIGUE DIEL (SC) e INGRID MEDINA (SC) PS VI-2: MIGUEL FLAVIO (SP) e MARIANA BUSNELLO (SC) Down: GABRIEL PAIVA (RJ) e JADE LIE (SP) Autismo: THIAGO GAMA (RJ) e ANA CORDEIRO (CE) Surdez: ALINE LOPES (ES) Inclusivo: KAUÃ CALDAS (RJ) Assessoria de Imprensa da CBSurf: João Carvalho

2 de outubro de 2025 / 0 Comentários
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Secretaria de Turismo da Prefeitura de Palhoça apresenta Mini Kalzone Guarda do Embaú Surf Festival

Surf

A Reserva Mundial de Surf estreia no calendário da Confederação Brasileira de Surf fechando a Taça Brasil 2025 nos dias 27 de outubro a 2 de novembro Com participação do presidente da Confederação Brasileira de Surf, Teco Padaratz, do prefeito de Palhoça, Eduardo Freccia, da prefeita de Paulo Lopes, Fernanda Rodrigues Leite, além de outras autoridades e patrocinadores, foi realizada na segunda-feira no Shopping Via Catarina, uma cerimônia de lançamento do Secretaria de Turismo da Prefeitura de Palhoça apresenta Mini Kalzone Guarda do Embaú Surf Festival. A estreia da única Reserva Mundial de Surf do país no calendário da CBSurf, com o primeiro campeonato a nível nacional neste santuário ecológico nos municípios de Palhoça e Paulo Lopes, vai fechar a Taça Brasil 2025 nos dias 27 de outubro a 2 de novembro na Guarda do Embaú. Na apresentação do lançamento do evento, foi destacado que em Palhoça, o esporte se conecta com a cultura, o turismo e a identidade da cidade, e que a Guarda do Embaú, uma das mais belas praias do Brasil, um patrimônio mundial do surfe, vai sediar a última etapa da Taça Brasil 2025 em um cenário único, que une Natureza exuberante com esporte de alto rendimento. No Mini Kalzone Guarda do Embaú Surf Festival apresentado pela Secretaria de Turismo da Prefeitura de Palhoça, serão decididos os títulos brasileiros da Taça Brasil 2025 e finalizada a relação dos 8 homens e 4 mulheres classificados para a elite da CBSurf no Campeonato Brasileiro de 2026. A Guarda do Embaú é localizada nas cidades de Palhoça e Paulo Lopes. O único acesso para a praia é por Palhoça, onde está a vila da Guarda, mas as ondas quebram em Paulo Lopes, do outro lado do rio que limita as duas cidades. Na cerimônia de lançamento, o prefeito de Palhoça, Eduardo Freccia, ficou ao lado da prefeita de Paulo Lopes, Fernanda Rodrigues Leite. Além deles, subiram ao palco o presidente da Confederação Brasileira de Surf, Teco Padaratz, o presidente da Federação Catarinense de Surf, Renato Melo, o presidente da Associação de Surf e Preservação da Guarda do Embaú e também ex-surfista profissional Amauri “Piu” Pereira. Também prestigiaram o lançamento do Mini Kalzone Guarda do Embaú Surf Festival, o Secretário de Turismo de Palhoça, Alberto Prim, João Carlos Amândio da Fundação Municipal de Esporte e Cultura de Palhoça, Vitor Dias representando os vereadores de Palhoça, Amaro Junior superintendente da Região Sul de Palhoça, Alex Schwabe da AEGEA Águas de Palhoça, Matheus Franz diretor de marketing da Mini Kalzone, Swell Henrique representando os surfistas da Guarda do Embaú e Luciane dos Santos, mãe do surfista Ricardo dos Santos assassinado 10 anos atrás em frente à sua casa na Guarda, que será homenageado nos troféus dos finalistas do evento. UNIÃO DAS CIDADES DE PALHOÇA E PAULO LOPES NA ESTREIA DA GUARDA DO EMBAÚ      Teco Padaratz e o prefeito Eduardo Freccia, destacaram a presença da prefeita de Paulo Lopes, Fernanda Rodrigues Leite, apoiando a realização do evento na praia que une as duas cidades. “Eu quero cumprimentar nossa prefeita, Fernanda, dizer que muito nos orgulha dividir a Guarda do Embaú com Paulo Lopes. Porque não seria a Guarda se não fosse dessa forma, se não tivesse o rio separando as ondas da vila, toda a questão do romantismo, de atravessar de barquinho, de fazer aquele caminho de ida e volta. A Guarda não seria o que é se não fosse isso, não existiria um sem o outro”, disse o prefeito de Palhoça, Eduardo Freccia. Teco Padaratz também enalteceu o fato da união das duas cidades para o sucesso do evento inédito na Reserva Mundial de Surf da Guarda do Embaú: “Eu já fui promotor de vários eventos em inúmeros lugares. Já consegui botar duas cervejas competidoras no mesmo evento, duas marcas de surf concorrentes, mas é a primeira vez que teremos duas prefeituras em um mesmo evento. Isso deve servir de exemplo pro Brasil inteiro, que aqui estamos celebrando a união, não a separação. É esse o exemplo que a Palhoça e Paulo Lopes estão dando pra gente”. TECO PADARATZ DESTACA MUITA RESPONSABILIDADE EM UM LUGAR ESPECIAL      “Fazer um campeonato na Guarda do Embaú, esse santuário que é para nós e está situada nas duas cidades, além de uma honra, além de um sonho sendo realizado, é uma responsabilidade muito grande”, destaca Teco Padaratz. “Nós teremos três motivos especiais de grande responsabilidade, que é preservar e respeitar a APA da Baleia Franca, respeitar a Reserva do Tabuleiro e respeitar a Reserva Mundial de Surf. Não é uma praia qualquer, então ter todas essas lideranças juntas em um mesmo propósito, me deixa tranquilo, sereno, em saber que terá gente cuidando do que estaremos fazendo lá. Espero que a gente possa dar exemplo para outras praias do Brasil, poderem aprender a olhar diferente para um campeonato de surf”. Teco Padaratz ressaltou todo o empenho do presidente da Federação Catarinense, Renato Melo, para a realização deste campeonato inédito na Guarda do Embaú e já prometeu a reedição do evento com um nível bem maior em 2026: “No ano que vem, a gente já está aqui conversando, a Confederação vai aportar muito mais para transformar esse evento em algo muito maior no Circuito Brasileiro. E podemos pensar em fazer até um pré-olímpico, já ganhando conotação internacional. E isso através da CBSurf, da ISA que é a Associação Mundial que lida com o Comitê Olímpico, então isso não está fora do nosso radar. Um pré-olímpico na Guarda ia ser o sonho de qualquer surfista do mundo, de tentar sua vaga na Olimpíada em um lugar como a Guarda do Embaú”. EMPENHO PESSOAL DO PREFEITO DE PALHOÇA PARA A ESTREIA NA CBSURF      O prefeito Eduardo Freccia falou sobre a importância de um evento desta magnitude para a cidade: “Quero cumprimentar todas as autoridades aqui, através do Vitor Dias nosso vereador, porque para fazer esse evento, a gente teve que ter um aporte financeiro e foi preciso pedir autorização da Câmara para isso. E foi uma aprovação unanime de todos os 21 vereadores, que apoiaram esse evento, apoiaram a iniciativa, porque sabem o quanto isso é importante para o município. Eu lembro o dia que a gente sentou e falei que só vou fazer esse evento, se me garantirem que

30 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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Candidatos à Challenger Series prontos para a luta no EDP Ericeira Pro

Surf

O World Surf League (WSL) Challenger Series 2025 está se preparando para a única etapa na Europa e a Etapa nº 4, o EDP Ericeira Pro . Os competidores de elite do mundo chegaram a Portugal enquanto a corrida pela qualificação para o Championship Tour (CT) reacende nas praias da Ericeira, Reserva Mundial de Surfe desde 2011. Com a temporada já na metade, ainda há muito em jogo e as ondas dinâmicas da Praia Ribeira D’Ilhas certamente testarão a determinação dos surfistas. A janela de competição abre na segunda-feira, 29 de setembro, e vai até domingo, 5 de outubro, na Praia Ribeira D’Ilhas. Com três eventos da Challenger Series concluídos, Jacob Willcox(AUS) e Tya Zebrowski (FRA) lideram o ranking chegando à Etapa nº 4, e estão mais famintos do que nunca para permanecer no topo enquanto avançam em direção ao Championship Tour em 2026. A jovem de 14 anos do Taiti vem fazendo seu nome desde seu segundo lugar na Ericeira no ano passado, e está confiante em seu surfe para competir com os melhores do mundo. “Meu objetivo é me classificar para o CT e, claro, vencer aqui na Ericeira”, disse Zebrowski. “Tenho muita sorte de estar em primeiro no ranking neste momento, isso ajuda muito, mas sempre vou passo a passo e tento aproveitar a competição e me divertir. Sendo a única Challenger Series na Europa, é muito especial para mim, porque me sinto em casa. Tive resultados muito bons em Portugal, vencendo o Campeonato Europeu e me classificando para o Challenger na Ericeira no ano passado, então espero que essa boa sorte ainda esteja comigo.” Foi um ano interessante para Willcox, que venceu sua primeira Challenger Series em Newcastle e ganhou um wild card para o Margaret River CT, mas então as coisas mudaram com uma eliminação precoce no US Open e ele sofreu uma lesão no tornozelo. “É um prazer estar aqui liderando o ranking”, disse Willcox. “É uma posição diferente para mim, mas é algo com o qual estou me acostumando na metade do ano. Mas ainda é preciso ter fome, as coisas mudam muito rápido em qualquer evento. É preciso continuar aparecendo e não se acomodar. Machuquei o tornozelo nos Estados Unidos e fiquei quase dois meses sem surfar, então este evento será um verdadeiro teste físico e mental. Quando algo que você ama fazer é tirado de você, você percebe o quanto isso significa para você. Estou grato por estar aqui, mas também estou com muita fome deste evento e mal posso esperar para entrar em campo.” Chegando à Ericeira na segunda posição do ranking, Yolanda Hopkins(POR) carrega consigo muito orgulho nacional e pressão, liderando o contingente português. Comparada à sua 11ª posição no ranking no mesmo período do ano passado, Hopkins demonstrou sua determinação em se classificar para o CT com uma sequência competitiva consistente nesta temporada. “É muito especial, nunca estive em uma posição tão incrível”, disse Hopkins. “É uma grande mudança do segundo para o décimo primeiro lugar, e isso prova uma grande melhora no meu surfe e na minha veia competitiva. Já conquistei um quinto, um terceiro e um segundo lugar nesta temporada, e se eu conseguir outro, isso realmente solidificará minhas chances de classificação. Eu adoraria conseguir essa primeira vitória, e qual lugar melhor do que em casa? Ter um bom resultado aqui será a barreira final que preciso superar para continuar na disputa.” Sem a pressão de passar pela fase de classificação do CT este ano, o ex-competidor do CT Frederico Morais (POR) ainda quer dar o seu melhor em casa. Morais vem retornando às competições de forma lenta e constante após uma grave lesão no tornozelo, e cada vitória em uma bateria aumenta sua confiança. “As expectativas são sempre altas quando você compete em casa”, disse Morais. “Você quer aparecer, fazer algumas baterias e impressionar, mas eu só quero ir passo a passo e curtir o processo, e vamos ver onde isso me leva. Terei mais uma corrida depois do Brasil para remover as partes metálicas do meu tornozelo, e depois disso terei mais confiança para me dedicar às grandes curvas e trechos pesados que eu realmente quero fazer.” Após uma temporada difícil na Challenger Series no ano passado, Guilherme Ribeiro (POR) recebeu o wildcard da EDP para competir na Ericeira. Ribeiro conquistou seu primeiro título importante na Qualifying Series (QS) no mês passado em Pantin, determinado a retornar à fase da Challenger Series. “Só quero mostrar tudo o que melhorei no meu surfe”, disse Ribeiro. “Sinto-me mais preparado do que nunca para atacar o Challenger Series. Estou numa boa posição para me classificar e só quero aproveitar o momento que tenho agora e dar o meu melhor. Adoro estar neste ambiente, surfar com os melhores surfistas portugueses e apoiá-los na sua jornada também.”

27 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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Maricá se Prepara para a 2ª Etapa do Circuito Maricá Open de Surf e Bodyboard

Surf

Os amantes dos esportes de ondas já podem marcar no calendário: dias 4 e 5 de outubro, a Praia de Cordeirinho será o palco da 2ª etapa do Circuito Maricá Open de Surf e Bodyboard. O trecho entre as ruas 90 e 92 vai se transformar em uma verdadeira arena natural para dois dias de pura adrenalina e manobras radicais. O campeonato reunirá grandes atletas da região, prometendo baterias acirradas e um espetáculo de técnica, velocidade e criatividade nas ondas. Surfistas e bodyboarders, de diferentes categorias, já confirmaram presença para mostrar toda a paixão pelo esporte e disputar pontos importantes no ranking do circuito. Além das competições, o evento reforça o potencial de Maricá como destino esportivo e turístico, atraindo público local e visitantes que poderão aproveitar a bela paisagem, ações de conscientização ambiental e atividades para toda a família. Com previsão de boas ondulações e clima de festa, a 2ª etapa do Circuito Maricá Open de Surf e Bodyboard promete agitar a cidade e celebrar o encontro entre esporte, natureza e comunidade. Prepare-se para dois dias de muita emoção dentro e fora d’água!

25 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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EDP Ericeira Pro Brings Challenger Series Pressure To Portugal

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A Europa acena para os melhores surfistas do mundo, com as atenções voltadas para a Etapa nº 4 do Challenger Series da World Surf League (WSL) de 2025, o EDP Ericeira Pro . A janela de competição abre em 29 de setembro e vai até 5 de outubro de 2025 na Praia Ribeira D’Ilhas. A pitoresca baía de areia ladeada por falésias oferece paredes de direita rápidas e sinuosas e é uma das ondas mais consistentes da costa. De volta à Ericeira, no topo do ranking, está Tya Zebrowski (FRA), vice-campeã do Ericeira Pro de 2024. Como wildcard de 13 anos, Zebrowski arrasou de forma louvável, consolidando-se como uma forte concorrente no cenário mundial. Agora com 14 anos, a consistência de Zebrowski lhe rendeu o primeiro lugar no ranking da Challenger Series. Até agora, o jovem fenômeno taitiano chegou às finais de todos os eventos em que participou no nível Challenger Series, incluindo um segundo lugar no US Open of Surfing. Poucas coisas inspiram uma performance tanto quanto o orgulho nacional, e Yolanda Hopkins (POR) estará transbordando confiança ao remar em casa, classificada em segundo lugar na Challenger Series. Hopkins se classificou em três das três finais em 2025, mas foi sua batalha na final do Ballito Pro com Nadia Erostarbe (EUK) que lembrou a todos por que ela merece estar no Championship Tour (CT). Hopkins é seguida pela também bicampeã olímpica Teresa Bonvalot (POR) e pela campeã mundial júnior de 2022, Francisca Veselko (POR), que estão na briga pela classificação para o CT e estão acima da linha de corte, nas posições 5 e 6, respectivamente. A ex-veterana do CT, Sally Fitzgibbons (AUS), traz sua energia sem limites para a Ericeira como atual campeã do evento. Atualmente na terceira posição do ranking, Fitzgibbons continua a viver seu amor pelo esporte, enquanto derrota algumas das jovens estrelas em ascensão. A atleta de 34 anos guarda boas lembranças da Ericeira, o local onde se reclassificou para o CT no ano passado, quando superou Zebrowski em uma final emocionante. Liderando o ranking masculino rumo à Ericeira está Jacob Willcox(AUS), da Austrália Ocidental, que busca a requalificação no CT. Após ser eliminado do Tour no ano passado no Mid-season Cut e não conseguir se requalificar, Willcox voltou em 2025 para vencer seu primeiro evento da Challenger Series, a Etapa nº 1 da temporada, o Newcastle SURFEST. Apesar de uma grave lesão no tornozelo que lhe rendeu um resultado difícil em Huntington Beach, Willcox conseguiu manter sua posição de número 1 no ranking e se reabilitar o suficiente para retornar às competições em Portugal. O brasileiro Mateus Herdy (BRA) subiu para a segunda posição no ranking com seu segundo lugar no US Open of Surfing e está a uma curta distância de Willcox. Herdy já teve grande sucesso na Ericeira, com uma semifinal e quartas de final. A velocidade, a potência e as táticas aéreas do campeão mundial júnior de 2018 combinam bem com a onda, mas ele ainda não chegou à final. O californiano Levi Slawson (EUA) subiu no ranking para a quarta posição após sua vitória decisiva diante de familiares e amigos no US Open of Surfing no mês passado. O jovem de 22 anos tem sido uma ameaça de longa data no cenário das Qualifying Series em casa, mas seu desempenho em Huntington Beach foi de outro nível, comprovando sua determinação em se classificar para o CT. Slawson tem contas a acertar com a Ericeira, após duas eliminações precoces em suas participações anteriores em 2022 e 2024, e buscará reverter a situação nesta temporada para se manter na briga pelo topo. O EDP Ericeira Pro decorrerá de segunda-feira, 29 de setembro, a 5 de outubro de 2025, na Praia de Ribeira d’Ilhas, Ericeira.

24 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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Dream Tour da Confederação Brasileira de Surf é finalista ao “Prêmio Sou do Esporte”

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O Circuito Brasileiro é um dos indicados como “Melhor Evento do Ano” e a CBSurf também concorre a mais dois prêmios do Instituto Sou do Esporte A Confederação Brasileira de Surf celebra a indicação do Dream Tour como um dos finalistas ao “Prêmio Sou do Esporte” na categoria “Melhor Evento do Ano”. Estar entre as principais competições esportivas do país, é mais uma conquista importante da gestão de Teco Padaratz na presidência da CBSurf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), como entidade oficial na administração do surf no país.  A Confederação Brasileira de Surf também concorre a mais dois prêmios do “Instituto Sou do Esporte” esse ano, nas categorias “Práticas Inovadoras” e “Modernização”.      “É mais um motivo de orgulho e reconhecimento do trabalho que estamos fazendo, ver uma das nossas principais competições, o Dream Tour, como finalista ao prêmio de Melhor Evento em um ano cheio de grandes eventos esportivos no Brasil”, destaca Teco Padaratz, presidente da Confederação Brasileira de Surf. “O Dream Tour é, realmente, o principal circuito de surf do país e o principal circuito nacional do mundo. Seguimos trabalhando com muita dedicação para melhorar cada vez mais, para que o esporte que a gente ama, siga ganhando valorização e revelando novos talentos”. No ano passado, a Confederação Brasileira de Surffoi a vencedora do “Prêmio Sou Do Esporte” como a “Melhor Confederação do Brasil” na categoria “Integridade Institucional”. O Instituto Sou do Esportese dedica ao desenvolvimento do esporte brasileiro e desde 2015 premia as entidades e profissionais que se destacam por sua atuação ética, transparência e inovação na gestão esportiva nacional. O prêmio visa fortalecer a governança, a integridade e a responsabilidade no ambiente esportivo, promovendo impacto social positivo e inclusão por meio de práticas esportivas. PREMIAÇÃO TOTAL DE 6 MILHÕES DE REAIS PARA OS SURFISTAS EM 3 ANOS      A Confederação Brasileira de Surf criou o Dream Tour em parceria com a Dream Factory em 2023, formando uma elite nacional para disputar os títulos brasileiros da temporada. Agora em 2025, serão completadas 14 etapas em 11 praias de 10 cidades em 8 estados das Regiões Sul, Sudeste e Nordeste do país. Foram seis em 2023, quatro em 2024 e quatro em 2025, distribuindo uma premiação total de 6 milhões de Reais para as categorias masculina e feminina. Todas as etapas são transmitidas pelo canal CBSurfPLAY no Youtube, com as fases decisivas passando ao vivo também no SporTV. Um total de 156 surfistas de 12 estados do país, participou das 12 etapas do Dream Tour já realizadas desde 2023, até as duas primeiras deste ano. Foram 116 competidores disputando 595 baterias na categoria masculina e 40 atletas nas 292 baterias femininas. Os primeiros campeões brasileiros consagrados em 2023, foram Weslley Dantas (SP) e a surfista olímpica Tainá Hinckel (SC). Em 2024, os títulos foram conquistados por Douglas Silva (PE) e Juliana dos Santos (CE). Em 2025, cada etapa do Dream Tour passou a oferecer uma premiação de “meio milhão de reais”, dividida em igualdade para homens e mulheres na mesma colocação.  A temporada 2025 começou em Porto de Galinhas, Ipojuca (PE), com a segunda etapa estreando na “Reserva Nacional de Surf” da Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP). E o encerramento será com chave de ouro, com uma premiação inédita e histórica de “1 milhão de reais” em duas etapas seguidas na Praia Mole de Florianópolis, onde fica a sede da Confederação Brasileira de Surf em Santa Catarina. Assessoria de Imprensa da CBSurf: João Carvalho

22 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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Mayara Zampieri e Renan Pulga campeões do CBSurf Taça Brasil MS Regência Surf Pro

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Os títulos da sexta etapa da Taça Brasil 2025 da Confederação Brasileira na Reserva Nacional de Surf do Espírito Santo vão para São Sebastião (SP) Os títulos do JISK apresenta CBSurf Taça Brasil WS Regência Surf Pro na Reserva Nacional de Surf de Linhares, no Espírito Santo, vão para São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. A jovem Mayara Zampieri, 17 anos, e Renan Pulga, 27, foram os campeões da etapa inédita da Confederação Brasileira de Surf no pico da Reserva Biológica de Comboios na Praia de Regência. Os vice-campeões foram o também paulista da mesma Praia de Camburi, Pedro Dib, e a cearense Juliana dos Santos, ambos com 25 anos. Em terceiro lugar ficaram o potiguar Kayan Medeiros, 22, e a baiana Sol Carrion, 20. E os quartos colocados foram o paranaense Anuar Chiah, 16, e a capixaba Alice Pitanga, de apenas 15 anos de idade.      “Estou muito feliz. Eu nunca tinha vindo pra Regência e gostei muito desse lugar. Tem altas ondas”, enalteceu Mayara Zampieri, no pódio da primeira vitória em competições profissionais. “Eu fui passando as baterias, acabei chegando na final e estava esperando esse título faz um tempo. Estou muito feliz de ter conseguido agora”.      Tanto Mayara Zampieri, como Renan Pulga e o vice-campeão, Pedro Dib, são da Praia de Camburi em São Sebastião e têm o mesmo técnico, como destacou o campeão: “Estar aqui dividindo o pódio com a Mayara (Zampieri) é incrível. A gente mora no mesmo lugar, treina junto com o mesmo treinador, o Dib é o meu melhor amigo e ficou em segundo, treina com a gente também, então nós conseguimos fazer uma parada histórica aqui”.  Esta foi a terceira final seguida do Renan Pulga em etapas da Taça Brasil esse ano. Ele ficou em terceiro lugar na Reserva Nacional de Surf da Praia de Itamambuca, em Ubatuba (SP), domingo passado foi vice-campeão nas grandes ondas da Praia de Geribá, em Armação dos Búzios (RJ), agora é campeão do CBSurf Taça Brasil MS Regência Surf Pro apresentado por JISK. Com os 5.000 pontos da vitória, subiu da nona para a quarta posição no ranking que indica 8 surfistas para a elite dos top-22 da CBSurf no Campeonato Brasileiro de 2026.      “Vencer é a melhor sensação do mundo competitivo. A gente vive por isso, treina pra isso e chegou minha vez”, disse Renan Pulga. “Bati na trave em algumas finais, ficando em segundo, terceiro e dessa vez consegui vencer, então é uma sensação de dever cumprido. Estou muito orgulhoso de mim, de tudo que a gente passa pra chegar aqui, as provações, os resultados ruins. Tem que ter a cabeça boa e são por estes momentos que a gente vive. Estou muito feliz e não vejo a hora de chegar em casa, ver minha família e levar esse troféu pra minha filha”. Enquanto Renan Pulga completou seis finais disputadas em etapas da Taça Brasil da Confederação Brasileira de Surf e só tinha vencido a primeira na Praia da Taíba (CE) em 2022, Mayara Zampierichegou em sua terceira decisão e já comemorou vitória no CBSurf Taça Brasil MS Regência Surf Pro. Ela também foi finalista na etapa encerrada no domingo passado em Búzios (RJ), onde ficou em terceiro lugar e tinha uma quarta posição na sua primeira final em Matinhos (PR) no ano passado.      “Eu quero agradecer a Deus, primeiramente, e a minha mãe, que está sempre acreditando em mim, independente da situação. Eu posso estar no meu pior momento, ela sempre está acreditando que eu posso ser campeã, que posso vencer e que sempre posso melhorar. Então, eu quero dedicar esse título para ela”, ofereceu Mayara Zampieri, que entrou na lista das 4 surfistas que a Taça Brasilclassifica para a elite das top-11 da CBSurf no Campeonato Brasileiro de 2026. RECORDES FEMININOS NA PRIMEIRA DECISÃO DO DOMINGO EM REGÊNCIA      Na decisão da primeira vitória da sua carreira de surfista profissional que está só iniciando, Mayarafez os recordes femininos do CBSurf Taça Brasil Regência Surf Pro apresentado por JISK. Com um ataque vertical de backside na junção, ela ganhou nota 7,77 dos juízes para confirmar o título por 11,94 pontos na bateria liderada desde o início. A atual campeã brasileira, Juliana dos Santos, ficou em segundo na sua sexta final em etapas da Taça Brasil e reassumiu a ponta no ranking de 2025.      As outras surfistas que subiram ao pódio no domingo, nunca tinham chegado nem em semifinais. A baiana Sol Carrion, que mora em Santos e ganhou o primeiro título paulista profissional feminino da história, ficou buscando os tubos na Praia de Regência e terminou em terceiro lugar. Já a estreante Alice Pitanga, de apenas 15 anos, não conseguiu achar boas ondas e ficou na quarta posição. Nas semifinais, Aliceavançou junto com Juliana dos Santos, barrando a surfista de Linhares e sua amiga de 13 anos apenas, Aninha Dagostini, e a carioca Sarah Ozorio. KAYAN MEDEIROS É O REI DOS TUBOS NA RESERVA NACIONAL DE SURF       Nas semifinais masculinas, o potiguar Kayan Medeiros, que mora em Baía Formosa, cidade do campeão olímpico Italo Ferreira, se tornou o verdadeiro “Rei dos Tubos de Regência”. No sábado, ele tinha surfado o melhor da semana no pico da Reserva Biológica de Comboios, que ganhou nota 8,00. Com o vento terral mais forte no domingo, Kayan pegou um nas semifinais que rodou perfeito. Nesse, ficou mais entocado lá dentro e saiu limpo, para arrancar 9,50 dos juízes, maior nota do CBSurf Taça Brasil MS Regência Surf Pro apresentado por JISK.      Kayan Medeiros ganhou dois óculos da Apolo Eyewear de prêmio, pela maior nota do sábado e do domingo, quando barrou o surfista capixaba Rafael Teixeira e o rasta baiano Junio Santo, na semifinal vencida por Renan Pulga. O campeão também estabeleceu um novo recorde de 16,23 pontos neste confronto, somando notas 8,40 e 7,83 com seu backside agressivo nas esquerdas de Regência. Na outra semifinal, seu amigo Pedro Dib e Anuar Chiah, derrotaram o pernambucano Cauã Nunes e o cearense Guilherme Lemos, que mora na capital carioca. DECISÃO DO TÍTULO DOMINADA PELOS PAULISTAS DE SÃO SEBASTIÃO      Na última decisão de título no domingo de Sol e boas ondas na Reserva Nacional de Surf da Pérola do Norte, como é conhecida a cidade de Linhares, onde fica a Vila Regência Augusta na margem do Rio Doce, os quatro

21 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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Soleil Errico e Max Weston vencem o Bioglan Bells Beach Longboard Classic de 2025

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Hoje, Soleil Errico (EUA) e Max Weston (AUS) venceram o torneio de 2025 Bioglan Bells Beach Longboard Classic , etapa nº 2 do World Surf League (WSL) 2025 Longboard Tour (LT). O icônico lineup de Bells Beach esteve impecável durante boa parte do dia, com ondas de 1,2 a 1,8 metros margeando o Bowl, proporcionando condições excepcionais para decidir os vencedores. A terceira vitória consecutiva de Errico em Bells Beach a deixa invicta no local, enquanto a primeira vitória de Weston veio em sua primeira participação no Dia das Finais. O veterano do Tour, Hiroka Yoshikawa(JPN), também se destacou e conquistou o melhor resultado da carreira com um segundo lugar, com Kevin Skvarna (EUA) igualando seu melhor resultado ao chegar à sua primeira Final em cinco anos. A vitória de hoje marcou a sexta vitória de Soleil Errico (EUA) no Longboard Tour, com metade delas em Bells Beach. A tricampeã mundial de longboard conquistou a terceira consecutiva, mantendo seu recorde perfeito no local. Após um segundo lugar no US Open of Surfing, Errico assumiu a liderança do ranking do Longboard Tour. A californiana de 24 anos não se classificou abaixo da final em nenhum evento em que participou desde a Etapa nº 3 do calendário de 2023, o Surf City El Salvador Longboard Classic. O resultado confirmou o retorno de Errico a El Salvador em 2025 para disputar novamente o título mundial de longboard. “Estou muito feliz por voltar a competir”, disse Errico. “Me diverti muito. Estava apenas curtindo. Amo este esporte. É tudo para mim. É o meu mundo. Só quero inspirar a próxima geração e melhorar a cada ano para fazer o esporte progredir. Essa é a coisa mais importante da minha vida. Me dedico muito a isso e, mais uma vez, é um esporte incrível que todos nós podemos praticar. Sou muito grato por estar aqui e por participar deste Tour.” Errico abriu a final imediatamente com um excelente 8.00 (de um total de 10). Atendendo aos critérios dos juízes, a californiana combinou um trabalho de pés firme com nose-rides limpos e uma borda afiada. Ainda sem terminar, Errico garantiu um 8.83 para colocar uma combinação impressionante de 16.83 em Hiroka Yoshikawa (JPN). A competidora japonesa reagiu e quebrou a combinação com um 7.60. Com uma enorme exigência ainda restante, no entanto, Errico conquistou a maior pontuação em uma única onda do evento para as mulheres, 9.23, em uma volta da vitória que lembrou sua segunda vitória no título mundial de longboard em Malibu em 2022. O total de 18.20 de Errico superou seu próprio recorde como o mais alto na curta história do evento. “Eu estava tão cansado antes daquela bateria”, disse Errico. “Eu realmente tive que me recompor e dizer: ‘Vamos lá, vamos lá. Vamos, termine com força’. Depois daquelas duas ondas incríveis, eu estava naquele estado de flow. Eu conseguia respirar de verdade e me sentir livre. Eu simplesmente me diverti muito lá. As ondas estavam ótimas. Estou muito empolgado. Este lugar me acalma, por algum motivo. A energia de Bells é definitivamente a minha vibe. Sou muito grato por Bells. Eu estava lá agradecendo ao oceano, tipo: ‘Obrigado por esta onda, obrigado por aquela onda.’” Paciência e perseverança recompensam Hiroka Yoshikawa com o melhor resultado da carreira Com uma história de quase 15 anos no Tour, Hiroka Yoshikawa (JPN) está tendo uma temporada marcante, três anos após sua última competição no Longboard Tour. Tendo participado das Finais apenas uma vez, em 2012, Yoshikawa chegou à sua primeira Final. A multicampeã nacional japonesa se manteve consistente ao longo de sua gestão no comando do longboard competitivo, mas 2025 está se mostrando o ponto alto para a atleta de 33 anos. Uma derrota surpreendente da atual campeã mundial de longboard, Rachael Tilly(EUA), na bateria de abertura do dia, foi seguida por uma vitória sólida sobre a número 1 do mundo, Avalon Gall (EUA), nas semifinais. O melhor resultado da carreira de Yoshikawa também consolidou sua vaga no Surf City El Salvador Longboard Championships de 2025 para disputar seu primeiro título mundial de longboard. “Estou muito feliz”, disse Yoshikawa. “Esta foi a primeira vez que cheguei à final e fiquei em segundo lugar, e também cheguei à final em El Salvador. Esta etapa era o meu sonho, então estou realmente feliz do fundo do meu coração. Com a próxima competição chegando em Abu Dhabi, darei o meu melhor e surfarei no meu próprio estilo.” Competindo em seu primeiro Dia de Finais do Paciência e perseverança recompensam Hiroka Yoshikawa com o melhor resultado da carreira Com uma história de quase 15 anos no Tour, Hiroka Yoshikawa (JPN) está tendo uma temporada marcante, três anos após sua última competição no Longboard Tour. Tendo participado das Finais apenas uma vez, em 2012, Yoshikawa chegou à sua primeira Final. A multicampeã nacional japonesa se manteve consistente ao longo de sua gestão no comando do longboard competitivo, mas 2025 está se mostrando o ponto alto para a atleta de 33 anos. Uma derrota surpreendente da atual campeã mundial de longboard, Rachael Tilly(EUA), na bateria de abertura do dia, foi seguida por uma vitória sólida sobre a número 1 do mundo, Avalon Gall (EUA), nas semifinais. O melhor resultado da carreira de Yoshikawa também consolidou sua vaga no Surf City El Salvador Longboard Championships de 2025 para disputar seu primeiro título mundial de longboard. “Estou muito feliz”, disse Yoshikawa. “Esta foi a primeira vez que cheguei à final e fiquei em segundo lugar, e também cheguei à final em El Salvador. Esta etapa era o meu sonho, então estou realmente feliz do fundo do meu coração. Com a próxima competição chegando em Abu Dhabi, darei o meu melhor e surfarei no meu próprio estilo.” Longboard Tour, Max Weston (AUS) conquistou a vitória inaugural. A trajetória de Weston no evento contou com um surfe de longboard tradicional forte e incluiu vitórias sobre os veteranos do Tour Cole Robbins (EUA), Rogelio JR Esquievel (PHL) e Declan Wyton (AUS). Com um doutorado e habilidades no surfe, Weston, de 33 anos, equilibra uma carreira impressionante com suas atividades competitivas. Vindo da Costa Central de NSW, Weston agora reside em Melbourne, explorando regularmente a Costa do Surfe de

21 de setembro de 2025 / 0 Comentários
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