O universo do jiu-jitsu brasileiro foi abalado nesta terça-feira (28) com a prisão temporária do professor e treinador Melqui Galvão, investigado por suspeita de crimes sexuais contra ex-alunas. A ação foi realizada pela Polícia Civil de São Paulo, após o avanço das investigações conduzidas pela 8ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), que apura denúncias envolvendo ao menos três possíveis vítimas. Segundo as autoridades, a investigação teve início após o depoimento de uma adolescente de 17 anos, ex-aluna do treinador, que relatou ter sofrido atos libidinosos sem consentimento durante uma competição esportiva realizada no exterior. Atualmente morando nos Estados Unidos, a jovem foi ouvida pela polícia juntamente com familiares. Durante a apuração, outras duas mulheres procuraram as autoridades para relatar episódios semelhantes. Em um dos casos, a suposta vítima afirmou ter apenas 12 anos na época dos fatos. As denúncias indicam que os episódios teriam ocorrido em diferentes contextos e estados do país, ampliando a gravidade do caso. Melqui Galvão foi localizado em Manaus, no Amazonas, menos de 24 horas após ter viajado para o estado. De acordo com a polícia, ele também atua como policial civil. Após contato entre as corporações, o investigado se apresentou às autoridades locais, onde teve a prisão temporária cumprida. Além da prisão, a Justiça autorizou o cumprimento de três mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao treinador na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. Materiais recolhidos devem auxiliar no aprofundamento das investigações. O caso provocou grande repercussão na comunidade esportiva, especialmente no cenário do jiu-jitsu, onde Melqui Galvão é uma figura conhecida. Ele também é pai do multicampeão da modalidade, Mica Galvão. A Polícia Civil segue investigando a extensão das denúncias e trabalha para identificar possíveis novas vítimas. Até o momento, as informações divulgadas são baseadas em depoimentos, documentos e no andamento oficial das investigações. Fonte: G1
Sinal AMARELO para o CBSURF BIG WAVE MORMAII
Ondulação à vista para o maior evento de Surf de Ondas Grandes do Brasil, apresentado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esportes (FESPORTE) e pela Prefeitura Municipal de Laguna Possivelmente na semana que vem, serão coroados(as) os campeões(ãs) brasileiros de surf em ondas grandes! Uma grande ondulação pintou nos gráficos para a próxima segunda-feira (dia 04/05) no litoral sul de Santa Catarina, que promete agitar o cenário do big surf brasileiro. O sinal AMARELO foi ligado para rolar o CBSurf Big Wave Mormaiiapresentado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esportes (FESPORTE) e pela Prefeitura Municipal de Laguna. Conforme as previsões, um grande ciclone está se formando na Argentina, devendo chegar no sul do Brasil no final de semana. Será uma ondulação de sul muito grande, batendo mais de 4 metros na boia de marcação, período de 16 segundos e energia de 10.000 joules. O vento favorece a formação das ondas na Praia do Cardoso, soprando do quadrante oeste-noroeste com intensidade fraca, entrando de terral. “A união destes elementos talvez possa oferecer o maior swell dos últimos 10 anos para a praia do Cardoso”, afirma Thiago Jacaré, um dos idealizadores do Movimento Big Waves Brasil (BWB) e Coordenador de Surf de Ondas Grandes da Confederação Brasileira de Surf (Surf Brasil). A Janela de Espera por uma grande ondulação para a realização do CBSurf Big Wave Mormaii, estava aberta desde o dia 05 de novembro de 2025, quando foi lançada oficialmente durante os Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC), juntamente com o Presidente da Fundação Catarinense de Esporte (FESPORTE) Jeferson Batista Ramos, o Prefeito de Laguna Peterson ‘Preto’ Crippa e outras autoridades das instituições do Surf, como SURF BRASIL, FECASURF, ASTFSM e BWB. Desde então não havia aparecido nos gráficos de previsão nenhuma ondulação com tanto potencial quanto esta. NA ROTA DO BIG SURF Santa Catarina está lançando para o Brasil e para o mundo, a primeira Rota de Destino de Turismo Esportivo integrado entre cinco municípios do mundo: a Rota do Big Surf. Para mostrar o potencial de Surf de Ondas Grandes que esta região possui, nada melhor do que realizar eventos esportivos como o CBSurf Big Wave Mormaii, com os melhores atletas do Brasil e do mundo surfando estas grandes ondulações. Para a FESPORTE: “Santa Catarina é, por natureza, a casa dos esportes de ação e o Campeonato Brasileiro de Ondas Grandes reafirma essa vocação. O apoio da Fesporte a esta nova edição não é apenas um incentivo a uma competição de elite, mas um investimento direto no fortalecimento de uma modalidade que projeta nosso estado para o mundo. Queremos que nossos atletas sintam que a Fesporte é uma parceira no desenvolvimento do surfe de alta performance”, relata o Presidente Jeferson Ramos. “O big surf para Laguna, é mais do que um esporte, ele é um fomento turístico de forte atrativo econômico, que favorece o comércio local bem como todo o fomento da cadeia produtiva turística, além de ser uma característica ímpar do município, já que somos a região com maior incidência de ondas grandes do Brasil, favorecendo também o reconhecimento de outras culturas, atrativos e característica que Laguna tem”, afirma o Prefeito de Laguna, Peterson ‘Preto’ Crippa, sobre a importância do evento para o município. ENTENDA O EVENTO E A SUA CHAMADA – A abertura da Janela de Espera do evento, ocorreu em 05 de novembro de 2025 e está aberta até o dia 15 de agosto de 2026. Dentro desta Janela de Espera, quando aparece uma grande ondulação nos gráficos de previsão, a organização do evento emite o “Sinal Amarelo” com 7 (sete) dias de antecedência, alertando em relação à possibilidade de realização do evento. – Caso a ondulação se confirme adequada, com 4 (quatro) dias de antecedência será dado o “Sinal Verde”, confirmando a realização do evento. – Caso a ondulação não se confirmar, será dado o “Sinal Vermelho”, voltando à espera por uma ondulação mais adequada. O CBSurf Big Wave Mormaii será realizado em um único dia (previsto para o dia 04/05/2026 – segunda-feira), no auge da grande ondulação. No final do dia, poderá ser realizada uma Cerimônia de Premiação aberta ao público, com música ao vivo. QUAIS SERÃO OS ATLETAS COMPETIDORES? Alguns dos melhores atletas do Brasil estarão presentes em Laguna, disputando os títulos de Campeão e Campeã Brasileiros na modalidade Surf de Ondas Grandes: CATEGORIA MASCULINA: CATEGORIA FEMININA Caso alguns destes atletas não possam competir do dia do evento, devido à lesão e/ou a compromissos não previstos, haverá uma lista de atletas alternates para substituí-los.
Grande Caminhada do Bem celebra 13 anos do Programa Viver Bem em Maricá
A cidade de Maricá já se prepara para viver uma manhã de muita energia, saúde e confraternização com a realização da Grande Caminhada do Bem, evento que marca a comemoração dos 13 anos do Programa Viver Bem. A ação acontece no próximo dia 9 de maio, a partir das 7h, com ponto de encontro na Arena São José. A iniciativa promete reunir moradores de diferentes bairros em um momento especial de celebração, incentivando a prática de atividades físicas, a convivência social e a promoção da qualidade de vida. O evento reforça a importância do cuidado com a saúde e do bem-estar coletivo, pilares que fazem parte da trajetória do programa ao longo dos anos. Desde sua criação, o Programa Viver Bem vem transformando vidas por meio de ações voltadas à saúde, lazer e inclusão social, oferecendo atividades e serviços que contribuem para uma rotina mais saudável para a população. A expectativa é de que famílias inteiras participem da caminhada, tornando a comemoração ainda mais especial. A organização convida os moradores a chamarem amigos e familiares para fazer parte desta grande festa, celebrando juntos uma história construída com dedicação e carinho. Com o lema “Porque viver bem é o seu melhor programa”, a caminhada promete ser mais um marco na história do projeto, reforçando o compromisso com a saúde, a alegria e o bem-estar da comunidade maricaense.
Tatame da Cidadania: Maricá transforma vidas com aulas gratuitas de jiu-jitsu
A cidade de Maricá segue investindo no esporte como ferramenta de inclusão e transformação social. Por meio da Secretaria de Esportes, a Prefeitura oferece aulas gratuitas de jiu-jitsu na Arena Flamengo, levando disciplina, saúde e cidadania para moradores de todas as idades. A iniciativa faz parte do projeto Maricá Esporte Presente, um dos principais programas esportivos do município, que atende desde crianças a partir de 4 anos até pessoas da terceira idade. O objetivo é democratizar o acesso à prática esportiva e promover qualidade de vida, inclusão social e bem-estar em diferentes regiões da cidade. Muito além das técnicas no tatame, as aulas trabalham valores fundamentais para a formação pessoal e social dos participantes, como disciplina, honestidade, respeito e autocontrole. A proposta é incentivar atitudes positivas dentro e fora do ambiente esportivo, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes. Segundo o professor responsável pelas aulas, Arnaldo Menezes Marques Neto, o jiu-jitsu tem um papel transformador na vida dos alunos. “O jiu-jitsu não é só um esporte, é uma ferramenta transformadora de vidas. Estamos ensinando valores para as crianças e pessoas de todas as idades, que devem ser levados para a escola, casa e a todos os espaços. Nosso objetivo é formar não apenas atletas, mas cidadãos”, destacou. O projeto Maricá Esporte Presente oferece gratuitamente diversas modalidades esportivas em arenas e espaços públicos espalhados pelos distritos do município. A ação busca incentivar hábitos saudáveis, ampliar o acesso ao esporte e fortalecer os laços comunitários. Com iniciativas como essa, Maricá reafirma o compromisso de utilizar o esporte como um instrumento de desenvolvimento social, ocupando de forma positiva os espaços públicos e promovendo oportunidades para toda a população.
Diogo “Baby Shark” Reis defende legado no ONE Fight Night 43 contra Yuki Takahashi
Foto: Combate O campeão brasileiro Diogo Reis, conhecido mundialmente como “Baby Shark”, já tem um novo grande desafio pela frente. No próximo dia 15 de maio, o atleta entra em ação no ONE Fight Night 43 para enfrentar o japonês Yuki Takahashi em um dos confrontos mais aguardados da noite. Reconhecido como um dos principais nomes do grappling brasileiro na atualidade, Diogo chega ao evento com a missão de defender seu legado e reafirmar sua posição entre os melhores do mundo na modalidade. O combate faz parte de uma seleção de quatro duelos explosivos já confirmados pela organização, prometendo muita emoção aos fãs dos esportes de combate. Com um estilo agressivo, técnico e estratégico, “Baby Shark” conquistou notoriedade internacional com atuações dominantes e títulos importantes ao longo da carreira. Agora, diante de um adversário duro e respeitado como Yuki Takahashi, o brasileiro terá mais uma oportunidade de mostrar sua força no cenário mundial. A expectativa é de um confronto de alto nível técnico, colocando frente a frente dois grandes especialistas no grappling. Os fãs brasileiros estarão na torcida para que Diogo Reis mantenha sua trajetória vitoriosa e continue escrevendo seu nome na história do esporte.
Scotelaro Team brilha na Liga Brasileira de Muay Thai e mantém liderança no ranking geral
A equipe Scotelaro Team voltou a se destacar em mais uma importante competição de Muay Thai neste fim de semana. Demonstrando técnica, garra e determinação dentro do ringue, os atletas deram um verdadeiro show de luta e conquistaram resultados expressivos. No último domingo, 26 de abril, a equipe Scotelaro Pitbull Team brilhou durante a etapa da Liga Brasileira de Muay Thai, realizada na Pavuna, reafirmando sua força no cenário da modalidade. Com grandes apresentações e vitórias importantes, a equipe manteve a liderança no ranking geral da competição, consolidando o excelente trabalho realizado por atletas, treinadores e toda a comissão técnica. O desempenho da Scotelaro Team reforça o compromisso com a excelência no esporte e mostra que a preparação intensa e a dedicação diária seguem rendendo frutos. A equipe segue firme em busca de novos títulos e de manter o nome no topo do Muay Thai nacional.
Raoni Barcelos vence de virada no UFC Vegas 116 e se aproxima do ranking; Rodolfo Vieira sofre revés e vê futuro ameaçado
O sábado (25) foi de emoções mistas para os brasileiros no UFC Vegas 116. Enquanto o experiente Raoni Barcelos brilhou no octógono ao conquistar uma importante vitória de virada sobre Montel Jackson, o também brasileiro Rodolfo Vieira acabou derrotado por Eric McConico e complicou sua permanência na organização. Aos 38 anos, Raoni Barcelos mostrou experiência, resistência e muita técnica para superar Montel Jackson no card principal do evento. O peso-galo brasileiro chegou a correr riscos no início do combate, após ser atingido por um forte chute na linha de cintura que o levou ao chão. O americano aproveitou a oportunidade e aplicou uma sequência de golpes, mas Raoni resistiu e conseguiu se recuperar. Após o susto, o carioca assumiu o controle da luta com um wrestling afiado e quedas precisas. Ainda no primeiro round, Barcelos quase finalizou Jackson ao atacar as costas e tentar encaixar um mata-leão. No segundo assalto, voltou a pressionar na grade e novamente ameaçou o rival com uma finalização, mostrando total domínio no jogo de solo. No terceiro e último round, Raoni manteve a estratégia, encurtando a distância e impondo mais quedas, garantindo vantagem crucial na decisão dos juízes. Com a vitória, o brasileiro alcançou sua quinta vitória consecutiva no Ultimate e deve, enfim, conquistar uma vaga no ranking da categoria, já que Montel Jackson ocupava a 14ª posição antes do confronto. Ainda no octógono, Raoni comemorou o resultado e destacou a importância da conquista. “Foi uma luta duríssima. Eu resisti. Agradeço ao Montel Jackson, que está no ranking há muito tempo. Estou muito feliz com essa vitória. Agora vou entrar no ranking, que é um lugar que deveria estar há muito tempo”, declarou o brasileiro. Se por um lado Raoni vive grande fase, o cenário foi diferente para Rodolfo Vieira. O faixa-preta de jiu-jitsu começou muito bem sua luta contra Eric McConico e quase definiu o duelo logo nos primeiros segundos. No entanto, o americano cresceu ao longo do combate e venceu de virada. No segundo round, McConico passou a encontrar espaço na trocação, conectando golpes mais contundentes e aumentando o volume. Rodolfo tentou responder e buscou o clinch para interromper o ritmo do rival, mas já mostrava dificuldades para manter o controle da luta. No terceiro assalto, o americano seguiu superior em pé e defendeu bem as tentativas de queda do brasileiro. Na reta final, McConico pressionou com uma blitz na trocação e consolidou a vitória. Com o resultado, Rodolfo Vieira sofre sua segunda derrota consecutiva pela primeira vez desde a transição do jiu-jitsu para o MMA. Com apenas uma vitória nas últimas quatro lutas no Ultimate, o brasileiro passa a ter futuro incerto dentro da organização.
Surf Brasil Master chega no domingo decisivo com 10 concorrentes aos títulos brasileiros
Os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins lutam pelo troféu da categoria 40+, na 50+ restaram 5 candidatos e na 60+ apenas 3 podem ser campeão em Aracaju O Surf Brasil Master chega no domingo decisivo com 10 concorrentes aos primeiros títulos brasileiros da temporada 2026 na capital de Sergipe. Apenas os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins lutam pelo troféu da categoria 40+, na 50+ o líder Victor Ribas reduziu para cinco o número de candidatos e só três podem ser campeão na 60+, que continua com o sergipano Tady na dianteira. A batalha final pelos títulos promete ser emocionante e será transmitida ao vivo da belíssima Praia dos Náufragos em Aracaju, pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TV no YouTube, que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br. A lista dos 10 surfistas que vão disputar os primeiros troféus de campeão brasileiro do Surf Brasil em 2026, é iniciada pelos cearenses Edvan Silva e Felipe Martins na categoria principal, dos competidores com 40 anos ou mais de idade. Na 50+ são cinco na briga do título, o cabo-friense Victor Ribas, o sergipano Romeu Cruz, o alagoano Gilberto Araujo, o paraibano e atual campeão Fabio Gouveia e o baiano Marcelo Alves. E os três candidatos na categoria das lendas com 60 anos, são o sergipano Tady, o cearense Cardoso Junior e o paulista Edson Vieira. O Surf Brasil Master está apresentando a verdadeira rica história do surf brasileiro neste novo formato de competição inaugurado no sábado passado, que reuniu 125 surfistas de 12 estados do país, alguns que formaram o antigo “Brazilian Nuts”, primeira geração de brasileiros que assombraram o cenário internacional, como Fabio Gouveia, Victor Ribas, Neco Padaratz. O sábado já foi adrenalizante na Praia dos Náufragos, com vários confrontos decisivos sendo disputados em alto nível pelos ídolos do passado, que pavimentaram o caminho para o Brasil ser hoje a maior potência do surf mundial. Fabio Gouveia é o atual campeão brasileiro da categoria 50+ e venceu a primeira das três etapas do Surf Brasil Master 2026 em Aracaju. O líder do ranking agora é Victor Ribas, mas Fabinho ainda está na briga pelo bicampeonato consecutivo. A sua bateria das oitavas de final ficou para abrir o domingo, contra os também campeões brasileiros Rogerio Dantas (CE) e Alvaro Bacana (MA), além do Luciano Alemão (SC). Outro dos cinco concorrentes ao título 50+ é o alagoano Gilberto Araujo, que fecha as oitavas de final com o potiguar Ivan Medeiros e os baianos Ademar Neto e Esdras Santos. Os outros três candidatos da 50+ já passaram para as quartas de final, nas últimas baterias do sábado na Praia dos Náufragos. Dois deles foram os primeiros a se classificar, com o baiano Marcelo Alvesderrotando três sergipanos. O número 3 do ranking, Romeu Cruz, avançou junto com ele e tirou quatro concorrentes ao título brasileiro. Outros dois também competiram juntos, mas o vice-líder Flavio Sukita e Leonel Brizola perderam para o carioca Sergio Noronha e para o paraibano Paulo Germanoe também saíram da briga. Já o líder Victor Ribas, acabou com as chances de mais quatro com a vitória na quinta oitava de final. “Eu troquei a prancha na hora certa e competir aqui não é fácil. Primeiro que tem excelentes atletas, a corrida do título tá difícil pra caramba e o vice-líder tinha acabado de perder antes de mim. Aí fiquei um pouco tenso, mas respirei fundo para ir com calma e deu tudo certo”, contou Victor Ribas. “Eu me concentrei para fazer o que sempre fiz desde criança, que é competir. O mar é difícil aqui, a arrebentação é muito longe e me lembrou os tempos de amador, porque pela distância, não dá pra escutar nada das notas. Graças a Deus, peguei bastante ondas, fiz manobras de borda, rasgadas, cutbacks, um cardápio bem diferenciado pros juízes me darem boas notas”. SURFISTAS DA GERAÇÃO BRAZILIAN NUTS NO SURF BRASIL MASTER Victor Ribas foi o terceiro melhor do mundo no CT em 1999, melhor posição de um brasileiro antes do Gabriel Medina ganhar seu primeiro título mundial em 2014. Vitinho já foi campeão brasileiro profissional e tenta agora ser campeão brasileiro Master pela primeira vez, para representar o Brasil no Mundial Master da ISA em 2027. O carioca Sergio Noronha tirou dois concorrentes dele duas baterias antes e é de uma geração até anterior a dele. Ele já tem dois títulos no Master, das categorias 50+ e a extinta 55+ e foi o brasileiro mais bem colocado no primeiro Hang Loose Pro Contest da história, em 1986 na Praia da Joaquina, em Florianópolis. “Eu consegui pegar duas ondas que me levaram a primeira colocação e foi uma bateria dura com atletas muito bons, então estou feliz pela vitória”, disse Sérgio Noronha. “Esse ano é uma configuração nova no Master, achei a ideia do Surf Brasil excelente, de minimizar os custos pros atletas, mas seria muito interessante que essa mesma competição tripla acontecesse em outros locais, com etapas talvez em Saquarema, Ubatuba, Joaquina, Paracuru, Backdoor na Bahia, para engrandecer o esporte”. Sergio Noronha destacou um ponto importante na sua sugestão: “Nós somos um país de pouca memória, então muitos de nós aqui, o Victor Ribas, Fabio Gouveia, Neco Padaratz, o Teco nosso presidente que não compete mais, foi essa geração que botou o Brasil no mundo. A gente era os Brazilian Nuts, bem antes do Brazilian Storm, então o Brasil precisa conhecer essa geração, precisa saber que nós sedimentamos esse caminho que hoje o Gabriel Medina, Filipe Toledo, estão trilhando. É preciso preservar a história do surf nacional e isso é maravilhoso pra nós surfistas, nos sentirmos valorizados pelo que fizemos lá atrás”. CATEGORIA MASTER APRESENTA A RICA HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO Desde que foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf pela primeira vez em 2022, uma das metas de Teco Padaratz era resgatar a categoria Master, passando a promover mais campeonatos com boas premiações e isso motivou muitos surfistas a voltarem a competir. Fabio Gouveia, Victor Ribas, Jojó de Olivença, Neco Padaratz e o próprio Sergio Noronha, são alguns exemplos. Incentivou também outros surfistas de gerações mais recentes a alongarem suas carreiras, como os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins, que estão na briga pelo título na principal categoria, dos surfistas com 40 anos de idade. Ambos ainda competem no Campeonato Brasileiro Profissional e participaram da abertura do Surf Brasil Pro 2026, realizada em fevereiro na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. E vão competir também na segunda etapa, que
Duda Ribeiro garante vaga na final do STU National Florianópolis com a maior nota da bateria
A jovem skatista Duda Ribeiro segue fazendo história nas pistas e mostrando toda a sua força no cenário nacional do skate. Representando com talento e muita determinação, a atleta garantiu vaga na grande final do STU National Florianópolis após se classificar em 1º lugar, conquistando a maior nota da sua bateria. Com uma apresentação segura, técnica e cheia de personalidade, Duda brilhou diante dos jurados e do público, confirmando seu excelente momento na competição. O desempenho colocou a skatista entre as grandes favoritas para a disputa decisiva. A grande final acontece neste domingo, 26 de abril, em Florianópolis, e promete fortes emoções. Duda Ribeiro chega embalada pela ótima performance nas classificatórias e pronta para encarar mais esse grande desafio. Familiares, amigos, fãs e admiradores do esporte agora estão na torcida para que a atleta continue “arrebentando” nas pistas e conquiste mais um importante resultado em sua trajetória. Parabéns, Duda Ribeiro, Maricá e o Brasil estão na torcida por você.
Reestruturação do ranking prepara o terreno para o dia das finais no Margaret River Pro na Austrália Ocidental
O palco está montado para o dia das finais no Western Australia Margaret River Pro , a segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, após a conclusão das quartas de final masculinas e femininas hoje em Main Break. O ranking está prestes a sofrer alterações, com os dois melhores surfistas de ambos os gêneros já eliminados, deixando Luana Silva (BRA), Lakey Peterson (EUA), Caity Simmers (EUA), Gabriel Medina (BRA) e Samuel Pupo (BRA) com chances de deixar o oeste com a camisa amarela de líder. O terceiro dia de competição viu ventos fracos de terral criando algumas ondulações nas ondas de 1,2 a 1,8 metros, o que não prejudicou a ação, já que algumas das maiores pontuações do evento foram registradas em Main Break. A batalha épica entre Carissa Moore (HAV) e Caitlin Simmers (EUA) não decepcionou, com ambas as surfistas, a pentacampeã mundial e a campeã mundial de 2024, proporcionando alguns dos momentos mais emocionantes do dia. Após uma troca inicial de ondas que deu a Moore uma pequena vantagem, Simmers atacou agressivamente uma das maiores ondas do dia. Combinando duas curvas sólidas com um layback dramático na seção final, Simmers conquistou 8,50 (de um total possível de 10), a maior nota individual do dia em uma única onda. Moore respondeu com um layback impressionante, garantindo 7,57, mas as duas ondas surfadas por Simmers foram suficientes para manter a medalhista de ouro olímpica sob controle, levando a vice-campeã do evento em título às semifinais mais uma vez. “Acho que a melhor sensação no surfe é a velocidade, então estou sempre em busca disso, seja numa bateria ou surfando livremente”, disse Simmers. “Eu sabia que precisava pegar o lip e entrar numa parte íngreme da onda para conseguir competir de igual para igual com a Carissa [Moore], porque ela é uma das melhores surfistas de todos os tempos. Eu assistia a vídeos dela quando tinha uns 10 anos, então é muito especial ter uma bateria como essa. Acho que vou me lembrar dessa bateria por um bom tempo. Todas nós, meninas aqui, sentimos um pouco de medo, porque você não estaria aqui se não desejasse essa sensação de intimidação e medo umas das outras, mas também precisa ter confiança para acreditar em si mesma. Eu acreditava em mim, mas também estava com medo ao mesmo tempo. Acho que você precisa das duas coisas para vencer a bateria. Se você acha que é a melhor e mais forte surfista da casa, provavelmente vai se dar mal. Mas se você tem um pouco de medo, e obviamente respeito pela Carissa, então eu só queria surfar o melhor que pudesse. E acredito que consegui.” Isso me deixa orgulhoso e feliz.” Na semifinal, Luana Silva (BRA) enfrentará Simmers. Ela superou a atual campeã mundial Molly Picklum (AUS) e continua sua ótima campanha na Austrália. Tendo também derrotado Stephanie Gilmore(AUS) e Tyler Wright (AUS) em Bells Beach, Silva se consolidou como a adversária mais forte contra as campeãs mundiais australianas no circuito de 2026. Gabriel Medina (BRA) avançou para as semifinais em Margaret River pela segunda vez na carreira, após uma vitória convincente sobre Crosby Colapinto (EUA). O tricampeão mundial obteve a maior pontuação da bateria até o momento, 15,87 (de um total possível de 20), deixando o estreante do ano de 2024 precisando de uma performance quase perfeita para derrotá-lo. Com uma leitura excepcional das ondas irregulares, Medina cortou as seções mais complicadas para executar curvas fechadas e precisas no pico das ondas grandes, alcançando uma nota de 8,20 em sua única onda. Tendo tido dificuldades para obter bons resultados no passado em Margaret River, Medina deu a volta por cima com uma vitória em 2023 e agora busca repetir o feito em 2026. “É muito bom vencer a bateria”, disse Medina. “O Crosby [Colapinto] tem surfado muito bem, e eu gosto muito do surfe dele. Sempre falamos dele com meus amigos porque eu adoro o surfe dele. A nova geração tem alguns dos caras mais difíceis de enfrentar nas baterias, então foi ótimo conseguir a vitória. Eu estava em sintonia com o oceano, eu sentia, e cada vez que as ondas vinham na minha direção, a sensação era ótima.” Nas semifinais, Medina enfrentará Samuel Pupo (BRA) em uma revanche das quartas de final do Rip Curl Pro Bells Beach, após Pupo eliminar Joel Vaughan (AUS) na primeira bateria do dia. Liderando a maior parte da bateria graças à sua habilidade nas manobras em condições difíceis, Pupo resistiu a uma reação tardia de Vaughan, que garantiu a maior nota da bateria, 7,73, mesmo com a vantagem imposta pelo brasileiro. Este resultado marca a segunda semifinal da carreira de Pupo. “Foi realmente complicado ter uma pausa tão grande depois da minha bateria da terceira rodada contra o Kanoa [Igarashi]”, disse Pupo. “Parecia que tinha sido há muito tempo. É difícil manter o ritmo, manter o embalo com a mente competitiva. Definitivamente me senti um pouco perdido nos primeiros minutos e cometi um grande erro ao deixar o Joel [Vaughan] pegar a melhor onda da bateria no final e dar a ele a chance de voltar para a disputa. Foi complicado, com certeza, mas estou feliz que meu surfe ainda esteja ótimo e as bordas ainda estejam afiadas.” Pelo segundo evento consecutivo, George Pittar (AUS) permanece como o único australiano na disputa. O surfista de 23 anos conquistou mais uma grande vitória hoje, derrotando o atual campeão mundial Yago Dora (BRA) e avançando para sua segunda semifinal em Margaret River, em três participações. Após uma bateria lenta para ambos os surfistas, com apenas uma nota notável de 7,00 para Dora, a dupla dividiu o pico em uma onda surfada a cinco segundos do fim. Ambos os surfistas se mantiveram firmes em suas posições de frontside, com Pittar executando uma combinação precisa de três curvas para a direita, enquanto Dora finalizou a onda com uma combinação dramática de duas curvas para a esquerda. Pittar obteve 7,57, deixando Dora precisando de 6,08, uma nota um pouco acima do 6,00 exigido, o que garantiu a vitória para Pittar por apenas 0,07. “Sinceramente, fiquei completamente fora de mim por uns 34 minutos e 45 segundos”, disse Pittar. “Foi a pior