O dia 3 ficará eternamente marcado na trajetória do atleta Sansão, que protagonizou uma atuação impecável e garantiu dois títulos em uma mesma competição. Com técnica apurada e mentalidade forte, ele subiu ao tatame e fez acontecer: campeão nas categorias GI (com kimono) e NO-GI (sem kimono), consolidando uma performance de alto nível. A dobradinha de ouro é resultado direto de uma rotina intensa de treinos, dedicação e evolução constante. Sansão fez questão de destacar que a conquista é coletiva, valorizando o trabalho de todos que contribuem diariamente para o seu desenvolvimento dentro e fora das competições. Entre os responsáveis por essa caminhada estão os mestres Roberio Souza, Jair Court e Rafael Leal, da equipe GFTeam, além de Dailane Reis e Fabiana Chaves, do Time Fênix, que desempenham papel fundamental na preparação técnica e emocional do atleta. Ele também ressaltou a importância do professor Renato, da Roll House, que vem agregando com o treinamento de luta livre e fortalecendo ainda mais seu desempenho. Com os títulos conquistados, Sansão reforça sua crescente presença no cenário competitivo e mantém o foco em novos desafios. Motivado, ele segue com objetivos bem definidos e a mesma determinação que o levou ao topo. “Seguimos firmes, com fome de vitória e mente de guerreiro. Isso é só o começo”, destacou o atleta. O resultado evidencia não apenas o talento de Sansão, mas também a força das equipes que o acompanham, mostrando que o trabalho conjunto segue rendendo grandes conquistas no esporte.
Ouro, disciplina e respeito: equipe de karatê de Maricá brilha e vira referência no alto rendimento
A equipe Team Rocha, de Maricá, voltou a colocar o município em evidência no cenário esportivo ao se destacar na terceira etapa classificatória de karatê, realizada no último dia 3 de maio, na arena do Parque Olímpico da Barra. Com uma performance de alto nível, o grupo reafirmou seu compromisso com a excelência técnica e a formação de atletas pautada em valores sólidos. Mais do que resultados expressivos, a Team Rocha se diferencia pela filosofia que orienta seu trabalho. Baseada nos princípios do dojokun código tradicional do karatê , a equipe prioriza o respeito, a disciplina e a formação de cidadãos. Dentro e fora dos tatames, os atletas demonstram equilíbrio emocional e espírito esportivo, mesmo diante de desafios e adversidades. E os números comprovam essa consistência. Com uma delegação formada por 12 atletas, a equipe conquistou 22 medalhas, sendo 12 de ouro um desempenho que evidencia o alto grau de preparação e o trabalho contínuo desenvolvido ao longo dos treinos. Outro destaque é a diversidade do projeto, que atende desde crianças a partir dos 6 anos até atletas adultos, incluindo também competidores PcDs. Essa abrangência reforça o papel da equipe como referência tanto na formação de base quanto no alto rendimento esportivo na região. O sucesso também é fruto de uma rede de apoio sólida. A equipe destaca a importância do suporte da Secretaria de Educação de Maricá, que contribuiu com o transporte dos atletas, além do papel fundamental das famílias, que acompanham de perto o desenvolvimento dos competidores. Com resultados expressivos e uma filosofia que vai além das medalhas, a Team Rocha segue elevando o nome de Maricá e mostrando que o esporte pode ser uma poderosa ferramenta de transformação social, aliando desempenho, ética e formação humana.
competição define classificados para as quartas de final da Taça Cidade de Futebol na categoria principal
Torneio reúne equipes de diferentes bairros e fortalece o esporte amador no município A Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Esportes, realizou neste domingo (03/05) as oitavas de final da Taça Cidade de Maricá, na categoria principal. A rodada definiu as oito equipes classificadas para as quartas de final da competição, que mobiliza atletas e torcedores de diversos bairros do município. Garantiram vaga na próxima fase as equipes C.A. Bananal, E.C. Maricá, Dínamo F.C., Real Maré F.C., Spar A.C., Guaratiba F.C., E.C. Amizade e Ponta Negra F.C., após confrontos decisivos ao longo do dia. “A cidade se envolve e participa da Taça Cidade, porque as equipes representam seus bairros. Já é uma competição tradicional que os atletas e torcedores aguardam durante o ano. Isso é incentivar o futebol e o esporte amador”, afirmou o secretário de Esportes de Maricá, Filipe Dias Bittencourt. Autor de três gols na vitória do Bananal, atual campeão da categoria, o jogador Josué Pereira ressaltou a preparação da equipe para a próxima fase. “A gente conseguiu manter a base do ano passado e estou muito feliz por ajudar com esses gols. O time vem forte para as quartas de final”, disse
Surf Brasil é tetracampeão nos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026 no Panamá
No domingo foram conquistadas mais 3 medalhas de ouro com Douglas Silva com um aéreo nota 10 na Playa Venao, Silvana Lima e Guilherme dos Reis no SUP Race O Surf Brasil conquistou o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. No domingo foram completadas 14 medalhas só esse ano no evento realizado pela Pan American Surf Association (PASA). Foram mais 3 de ouro, do Douglas Silva, da Silvana Lima e do Guilherme dos Reis no SUP Race, que teve dobradinha com a prata do Eri Tenorio. Dodôconfirmou seu primeiro título panamericano com a única nota 10 esse ano e um recorde de 16,50 pontos na final com o argentino Thiago Passeri. E a Silvana festejou o bicampeonato na decisão contra a peruana Daniella Rosas, depois de deixar Juliana dos Santos com a medalha de bronze na semifinal cearense na Playa Venao do Panamá. E ainda teve a de cobre da Lena Ribeiro pelo quarto lugar no SUP Race. “O Paulo Moura (chefe da equipe técnica do Time Brasil) já vinha me falando que tava na hora de soltar os aéreos. É uma carta que tenho na manga e já comecei a mandar os aéreos desde ontem”, disse Douglas Silva, sobre a única nota 10 dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. “Deus me abençoou com aquela esquerda e foi um aéreo difícil, porque não imaginei que ia rodar tão vertical. Eu pensei em dar um full rotation caindo de frente pra praia, mas quando vi a prancha já dobrando no alto, segurei logo na borda e acabei dando um aéreo carpadão. Foi bizarro, incrível. Acreditei na estratégia do Paulo, do Guga (Arruda), da Andréa (Lopes), os técnicos que estão sempre nos auxiliando e Deus abençoou, então foi só agradecer”. A medalha de ouro conquistada de forma espetacular pelo pernambucano Douglas Silva, foi a segunda consecutiva do Time Brasil no domingo na Playa Venao. A primeira já havia sido garantida pela hexacampeã brasileira, Silvana Lima, que também no Panamá, venceu seu primeiro título panamericano em 2023, só que em outra praia, Santa Catalina. Silvana ainda ganhou uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru, onde ela, Juliana dos Santos e Julia Duarte, foram derrotadas pela peruana Melanie Giunta na final em Punta Rocas. E a cearense já tinha perdido duas finais de QS para Daniella Rosas nos últimos meses no Brasil, no ano passado em Imbituba (SC) e agora em 2026 na sua casa no Ceará. “Nossa, é muito difícil de ganhar da Daniella (Rosas). Eu venho perdendo várias vezes para ela no Brasil, esse ano mesmo já perdi uma final de QS pra ela, sei que é muito competidora, então eu fui pra dar o meu melhor”, disse Silvana Lima. “Graças a Deus, ela deixou passar aquela onda do 6,40 ali, foi onde fiz a diferença e estou muito amarradona por mais uma medalha de ouro. É a segunda aqui no Panamá, estou superfeliz e acho até que vou ter que tatuar o nome Panamá. Obrigado todo mundo que tava na torcida, amor, deu bom aqui, deu bom família, todo mundo de Paracuru, a gente é ouro mais uma vez e simbora”. A competição de pranchinha dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026, era para ter sido encerrada no sábado, mas uma tempestade desabou na Playa Venao quando as cearenses Silvana Lima e Juliana dos Santos garantiram mais duas medalhas para o Surf Brasil. Silvana passou em segundo no confronto vencido por Leilani McGonagle, da Costa Rica. E a Juliana fez um novo recorde feminino de 13,74 pontos na vitória sobre a peruana Daniella Rosas e a argentina Katya Wirsch. Nessa bateria, a tempestade ficou mais intensa com raios e a competição acabou sendo cancelada, com as finais ficando para o domingo. SILVANA LIMA CONQUISTA O PRIMEIRO OURO DO DOMINGO NO PANAMÁ No último dia, as condições do mar estavam bem mais difíceis, com ondas pequenas e longas calmarias, mas ainda apareciam algumas que abriam mais parede para mandar as manobras. No entanto, a sorte de achar as melhores ganhou peso decisivo e Silvana Lima conseguiu pegar uma boa logo no início da semifinal brasileira com Juliana dos Santos. A nota 5,17 recebida, praticamente definiu a vitória por 8,74 a 8,33 pontos, com Silvana seguindo para a decisão da medalha de ouro e Juliana ficando com a sua segunda de bronze, repetindo o terceiro lugar nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru. A primeira decisão do domingo foi a terceira feminina entre Brasil e Peru nas ondas da Playa Venao no Panamá. O placar estava 2 a 0 para as peruanas, com Vania Torres derrotando Aline Adisaka no SUP Surf e Maria Fernanda Reyes derrotando Chloe Calmon no Longboard. Silvana Lima largou na frente com nota 5,50 na sua primeira onda e na segunda até arriscou um aéreo, mas Daniella Rosas assumiu a ponta com o 5,60 da segunda que surfou. Aí veio uma longa calmaria, até tudo ser decidido nos minutos finais, quando Silvana Lima pegou duas ondas seguidas. Na primeira, acertou três ataques que valeram 5,47 e passou à frente. Logo pegou outra direita boa e combinou três manobras fortes com velocidade, que receberam nota 6,40 e confirmou o bicampeonato panamericano da Silvana Lima por 11,90 a 11,30 pontos. SEMIFINAL EMOCIONANTE DO DOUGLAS SILVA COM O BICAMPEÃO PANAMERICANO Antes da final feminina, Douglas Silva também tinha vencido um confronto Brasil x Peru, contra um dos favoritos ao título, o bicampeão panamericano Lucca Mesinas e único peruano a fazer parte da elite do surf mundial. As ondas estavam bem pequenas, mas a bateria foi emocionante do início ao fim. O brasileiro conseguiu imprimir velocidade para usar os aéreos, que fizeram a diferença no resultado. Mas sua primeira onda boa, foi usando as manobras de borda em uma esquerda, que valeu nota 6,33. Logo, Douglas pega outra esquerda para somar 7,33 com um aéreo full-rotation de frontside. Lucca Mesinas responde em uma direita boa, que abre uma parede lisinha pra fazer três manobras fortes de frontside, abrindo grandes leques de água para ganhar nota 7,00. O peruano também acerta um aéreo de frontside em outra direita, que vale 5,33. Mas, Douglas Silva também pega uma direita para mandar um aéreo rodando de backside e troca a nota 6,33 da primeira onda, por 6,47. Com
Time indígena de Maricá faz história e estreia com vitória na Série C do Carioca
O futebol fluminense ganhou um capítulo inédito neste fim de semana. Representando a cidade de Maricá, o Ceres/EC Originários entrou em campo pela primeira vez na Série C do Campeonato Cariocae já marcou seu nome na história com uma vitória por 2 a 0 sobre o Barcelona, em partida disputada na Rua Bariri. Mais do que os três pontos, o resultado simboliza um avanço importante dentro e fora das quatro linhas. O EC Originários é a primeira equipe do Brasil formada integralmente por atletas indígenas a disputar uma competição oficial. A iniciativa, apoiada pela Prefeitura de Maricá em parceria com o Ceres, busca dar visibilidade, protagonismo e espaço aos povos originários por meio do esporte. O elenco reúne jogadores de mais de 14 etnias indígenas, entre elas Xekriabá, Pataxó, Guarani, Tupinikim, Kamaiurá e Terena. Aproximadamente 30% dos atletas são do próprio município, fortalecendo também a identidade local do projeto. Com um grupo majoritariamente sub-23 seguindo o regulamento da competição, o time é composto por jovens talentos vindos de diferentes regiões do país, muitos após longas viagens até Maricá. Dentro de campo, o desempenho chamou atenção logo na estreia. Organizado e competitivo, o Originários controlou a partida e construiu o placar de 2 a 0 com autoridade, largando bem no Grupo B. Fora dele, a equipe também se destaca por levar sua cultura para o jogo: os atletas entram em campo com pinturas corporais tradicionais, reforçando a identidade indígena e promovendo um importante resgate cultural no cenário esportivo. A Série C do Carioca de 2026 apresenta um novo formato. Divididos em dois grupos, os clubes se enfrentam em sistema de cruzamento na Taça Waldir Amaral. Os quatro melhores avançam às quartas de final, disputadas em jogos de ida e volta. As semifinais seguem o mesmo modelo, enquanto a decisão será em partida única. Ao final da competição, os quatro primeiros colocados garantem acesso à Série B2 estadual. Com estreia vitoriosa e uma proposta que vai além do futebol, o Ceres/EC Originários surge como uma das histórias mais marcantes da competição, unindo desempenho esportivo e representatividade cultural em um projeto pioneiro no país.
Duda Ribeiro brilha em alto nível e conquista o vice-campeonato no Brasileiro de Skate Street em Niterói
A cena do skate nacional ganhou mais um grande destaque no último fim de semana. A atleta maricaense Duda Ribeiro mostrou talento, técnica e muita personalidade ao se consagrar vice-campeã na 1ª etapa do Campeonato Brasileiro de Skate Street Profissional, realizada em Niterói. O evento reuniu os principais nomes da modalidade no país e foi marcado por um nível técnico elevadíssimo. Com a presença de atletas da seleção brasileira em peso, a disputa foi intensa do início ao fim, exigindo o máximo de cada competidor. Mesmo diante de um cenário altamente competitivo, Duda Ribeiro se destacou com uma performance consistente, linhas bem construídas e manobras precisas, garantindo lugar no pódio e reafirmando seu nome entre as grandes promessas do skate nacional. Representando Maricá, a atleta demonstrou evolução e maturidade dentro da pista, enfrentando de igual para igual nomes já consolidados no cenário brasileiro. O resultado reforça o crescimento do skate na cidade e evidencia o potencial dos atletas locais em competições de alto rendimento. Com o vice-campeonato na bagagem, Duda agora segue focada nas próximas etapas do circuito, levando consigo a confiança e a experiência adquirida em uma competição de altíssimo nível.
Maricá F.C. perde fora de casa, mas se mantém firme no G-4 da Série D
Foto: Christian Castilho Mesmo com a derrota por 1 a 0 para o Noroeste, o Maricá Futebol Clube segue vivo na briga pela classificação na Série D do Campeonato Brasileiro. A partida, realizada neste sábado no Estádio Alfredo de Castilho, em Bauru, foi decidida pelo gol de Cauã Aguiar, aos 29 minutos do segundo tempo. Mesmo atuando fora de casa, o time maricaense mostrou personalidade e competitividade durante o confronto. O “Tsunami” conseguiu equilibrar as ações em diversos momentos, criando oportunidades e buscando alternativas ofensivas para superar a defesa adversária. A equipe também apresentou solidez defensiva, mantendo o placar apertado até os minutos finais. Apesar do resultado negativo, o desempenho reforça a consistência do Maricá na competição nacional. O clube permanece na quarta colocação do Grupo A14, com sete pontos, dentro da zona de classificação para a próxima fase. A boa campanha mantém o time na disputa direta por uma vaga no mata-mata. Agora, o foco muda para o cenário estadual. O Maricá volta a campo na próxima quarta-feira (06), às 17h, quando estreia em casa na Série A2 do Campeonato Carioca contra a Cabofriense, no Estádio João Saldanha. A expectativa é de recuperação diante da torcida e início positivo na competição regional.
Maricá forma especialistas e fortalece saúde pública com primeira turma de MBA em Cuidados Intensivos
A cidade de Maricá deu um passo importante rumo à excelência na saúde pública ao celebrar a formatura da primeira turma do MBA e Pós-Graduação Lato Sensu em Cuidados Críticos e Intensivos do Hospital Municipal Dr. Ernesto Che Guevara (HMECG). A cerimônia, realizada na quarta-feira (29/04), marca a consolidação da unidade como referência na formação e qualificação de profissionais dentro da rede municipal. Promovida pela Prefeitura de Maricá, por meio da Secretaria de Saúde, a iniciativa tem como foco a capacitação de profissionais de diversas áreas, com ênfase na atuação integrada, ética e humanizada no Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é elevar o nível da assistência prestada à população, especialmente em atendimentos de alta complexidade. De acordo com a diretora-geral do hospital, Ana Paula Silva, o programa reforça o compromisso da gestão com a qualidade no atendimento. “Investir em educação é garantir uma assistência cada vez mais qualificada e preparada para os desafios do cotidiano”, destacou. O coordenador do Núcleo de Educação Permanente (NEP), Rodrigo Bandeira, também ressaltou a importância estratégica da formação. Segundo ele, a especialização contribui diretamente para preparar profissionais aptos a atuar com excelência em situações críticas, fortalecendo os processos assistenciais e ampliando a capacidade de resposta da rede municipal de saúde. Com a formação da primeira turma, Maricá avança na construção de um sistema de saúde mais eficiente, humanizado e preparado para atender às demandas da população com qualidade e segurança.
Surf Brasil busca o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026
O time feminino de surf segue 100% classificado mas as três vão se enfrentar e o masculino ficou com dois surfistas lutando por medalhas na Playa Venao O Surf Brasil segue na busca pelo tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Na sexta-feira só de surf de pranchinha na Playa Venao, o pernambucano Douglas Silva e a cearense Silvana Lima fizeram os recordes do dia nas suas categorias. O time feminino segue 100% classificado, mas Silvana, Juliana dos Santos e Monik Santos, vão se enfrentar na quarta fase. Já o masculino sofreu uma baixa e ficou só com Douglas Silva e Renan Pulga ainda lutando por medalhas no Panamá. A programação prevê encerrar o surf neste sábado e dar a largada no SUP Race, que só termina no domingo, ao vivo pelo site PASASURF.org. A sexta-feira foi o primeiro dia só com surf de pranchinha nas ondas da Playa Venao. Começou pela repescagem masculina sem participação do Time Brasil e na sequência rolou a terceira fase feminina. As três brasileiras passaram suas baterias, mas a combinação de resultados acabou deixando todas no mesmo confronto da quarta fase. Silvana Lima, Juliana dos Santos e Monik Santos, terão que disputar apenas duas vagas com uma forte concorrente, Chelsea Tuach, de Barbados, que detém o recorde de nota – 8,50 – dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. Quem passar essa fase, já vai disputar classificação para as semifinais, que é garantia de medalhas na competição organizada todos os anos pela Pan American Surf Association (PASA). Esta edição do Panamá ganhou importância, porque vale vaga para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027no Peru, um dos caminhos do surf para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 nos Estados Unidos. A primeira a competir na sexta-feira, foi a campeã brasileira de 2024 e líder no ranking do Surf Brasil Pro 2026, Juliana dos Santos. Foi uma bateria fraca de ondas e a cearense perdeu por pouco para a peruana Sol Aguirre, 9,56 a 9,16 pontos. Juliana estava liderando o confronto, mas foi ultrapassada pela peruana que sempre compete no Brasil desde criança. As duas eliminaram a porto-riquenha Havanna Cabrero. A pernambucana Monik Santos também enfrentou outra conhecida surfista do Peru, Arena Rodriguez, que igualmente ganhou por uma pequena diferença de 10,17 a 9,50 pontos da brasileira. As duas não tiveram dificuldades para superar a mexicana Ana Gonzalez Velasco, que terminou em último com apenas 1,06 pontos. SILVANA LIMA FAZ A MELHOR APRESENTAÇÃO FEMININA NA SEXTA-FEIRA A hexacampeã brasileira Silvana Lima fechou a terceira fase com a melhor apresentação feminina do dia. A cearense duas vezes vice-campeã mundial e que representou o Brasil na estreia do surf nas Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020 no Japão, competiu com outra surfista olímpica, a grande amiga Dominic Barona, do Equador. Silvana Limausou toda a sua experiência para pegar as melhores ondas que entraram na bateria e somou notas 7,00 e 5,77 na vitória por 12,77 pontos, maior placar das meninas na sexta-feira. Dominic ficou com a última vaga para a quarta fase, superando a argentina Lucia Cosoleto por 8,97 a 8,50 pontos. “Estou feliz de ter passado. Estou me sentindo superbem, ainda mais nessas condições de ondas que eu gosto muito, marolinha perfeitinha e estou muito feliz de ter melhorado mais o meu surf aqui”, disse Silvana Lima. “Estou nessa busca de ir melhorando a cada bateria. A gente vai competir de novo hoje e espero que a maré não esteja tão cheia, porque é bem difícil com a maré muito cheia aqui, fica com poucas ondas. Mas, estou feliz agora de ter passado, estou amarradona e simbora que tem mais uma Brasil”. MARÉ CHEIA PARALISA A COMPETIÇÃO QUE ACABA SENDO ADIADA Realmente as ondas sumiram quando a maré ficou cheia na Playa Venao. Após as seis baterias da terceira fase feminina, ainda rolaram as doze da segunda rodada masculina, quando as condições do mar já ficaram bem difíceis para competir. A comissão técnica da PASA então decidiu paralisar o evento e realizou várias chamadas durante a tarde, na esperança do mar melhorar. Ainda estavam programadas para rolar os três confrontos da quarta fase feminina e mais seis da terceira fase masculina. Só que nada mudou, a Playa Venao parecia uma grande piscina e a continuação da competição foi oficialmente adiada na chamada das 17h00 no Panamá, 19h00 no fuso horário do Brasil. A segunda fase masculina começou bem para o Time Brasil, com o vice-campeão brasileiro do ano passado, Renan Pulga, brigando onda a onda pela vitória na primeira bateria. O venezuelano Rafael Pereira acabou vencendo, mas foi por pouco 11,50 a 11,26 do paulista de São Sebastião. Renan Pulgaavançou em segundo lugar, eliminando o chileno Reimundo Berry e o nicaraguense Juan López. Na quinta bateria, veio a primeira baixa no surf de pranchinha, com o cearense Michael Rodrigues não achando boas ondas para mostrar o seu potencial de líder do Surf Brasil Pro 2026, com a vitória na primeira etapa no Ceará. DOUGLAS SILVA FAZ OS RECORDES DA SEXTA-FEIRA NA PLAYA VENAO O peruano Lucca Mesinas, que assim como Michael Rodrigues, fez parte da elite do surf mundial e ainda já representou seu país nas Olimpíadas, se classificou em primeiro lugar com 12,17 pontos. O argentino Thiago Passeri passou em segundo com 11,60, o panamenho Kai Gale Grani perdeu em terceiro com 9,40 e Michael Rodriguesterminou em último com 7,64 pontos. Já o bicampeão brasileiro Douglas Silva brilhou na bateria seguinte, fazendo os recordes da sexta-feira, nota 7,67 e 14,40 pontos. Ele não deu chances ao colombiano Romeo Chavez, o costa-ricense Darsham Antequera e o argentino Ignacio Gundensen. “Eu tava bem focado na estratégia do Paulo Moura (chefe da equipe técnica). Ele me passou todas as coordenadas, fui lá e graças a Deus, fui feliz. Só tenho que agradecer ao Surf Brasil por esse time incrível que temos aqui”, destacou Douglas Silva. “A lealdade da galera que tá aqui todo dia no campeonato, todos se ajudando, isso tem sido o máximo e eu confiei na estratégia do Paulo Moura. Ele fica o tempo todo na praia e está vendo todas as mudanças de marés para nos orientar. Ele, a Andréa (Lopes), o Guga
Orgulho de Maricá: Luana Marinho Brilha no Brasileiro de Jiu-jitsu Com Dupla Prata Histórica
A cidade de Maricá voltou a ganhar destaque no cenário esportivo nacional com a atuação impressionante da atleta maricaense Luana Marinha. Representando a equipe GFTeam Maricá, onde treina na JCourt, Luana mostrou garra, técnica e determinação ao subir ao pódio duas vezes no Campeonato Brasileiro de Jiu-Jitsu da CBJJ, um dos torneios mais disputados e prestigiados do mundo. Em um fim de semana de combates intensos, a atleta enfrentou adversárias de alto nível e, após sete lutas duríssimas, conquistou duas medalhas de prata: na categoria pesado faixa marrom master 2 feminino e também no absoluto feito que a coloca como a única atleta de Maricá a medalhar na edição de 2026 da competição. O resultado reforça ainda mais o currículo vitorioso de Luana, que já carrega o título de campeã brasileira e segue consolidando seu nome entre as grandes do esporte. Sua trajetória é marcada por disciplina, foco e equilíbrio entre os treinos e a vida pessoal, características que a transformam em referência dentro e fora dos tatames. Mais do que medalhas, Luana representa inspiração. Seu desempenho é motivo de orgulho para toda a equipe e para a cidade de Maricá, mostrando que dedicação e exemplo caminham lado a lado e, como dizem no esporte, exemplos arrastam.