Saquarema recebe 9ª edição do Bodyboarding Classic Kids na Praia de Itaúna

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Saquarema será palco, no próximo dia 31 de janeiro (sábado), da 9ª edição do Saquarema Bodyboarding Classic Kids, competição infantil que integra o tradicional festival de verão do município. O evento acontece a partir das 8h, na Praia de Itaúna, na área do Casarão, um dos principais pontos do bodyboarding nacional. Promovido pela Prefeitura de Saquarema e organizado pela Associação de Bodyboarding de Saquarema (ABBS), o campeonato reunirá jovens atletas nas categorias Sub-12, Sub-16 e Sub-18, nos naipes masculino e feminino. A expectativa é de disputas acirradas e alto nível técnico, com a participação de talentos locais e da região. Além de incentivar a prática esportiva entre crianças e adolescentes, a competição terá papel decisivo no calendário da modalidade, já que irá definir o Campeão Saquaremense de Bodyboarding 2026. O evento reforça a vocação de Saquarema como referência nos esportes de ondas e destaca o compromisso do município com o desenvolvimento do esporte de base. Aberto ao público, o Saquarema Bodyboarding Classic Kids promete movimentar a Praia de Itaúna e atrair moradores, turistas e amantes do bodyboarding para um dia de esporte, lazer e integração.

30 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Os melhores competidores estão prontos para o dia de abertura do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong

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Um dia de abertura muito aguardado está marcado para o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong , a 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026 da World Surf League (WSL), que começa amanhã, quinta-feira, 29 de janeiro, e vai até segunda-feira, 9 de fevereiro. A primeira chamada será amanhã, às 7h30 (horário do Havaí), para uma possível largada às 8h. A costa norte de Oʻahu está prestes a ganhar vida com ondas perfeitas no horizonte e a presença de surfistas de nível mundial disputando pontos cruciais para a qualificação ao Championship Tour (CT). Além disso, a inclusão de cinco baterias da rodada local masculina definirá quem avança para a rodada dos 80, enquanto as convidadas do torneio feminino garantiram suas vagas na elite do Challenger Series. Eli Hanneman, de Maui, lidera a qualificação rumo ao Pipeline. Após uma vitória no Florence Pipe Pro QS 2000, o atual número 1 do Challenger Series , Eli Hanneman(HAW), busca consolidar sua posição entre os melhores do mundo em Pipeline. A habilidade de Hanneman em navegar pelos tubos de Pipeline e Backdoor, bem como superar condições adversas, o torna uma ameaça no evento, dada sua experiência. Como um dos classificados mais recentes de Maui para o CT, Hanneman se junta a nomes como Ian Gentil (HAW), Imaikalani deVault (HAW) e Jackson Bunch (HAW), buscando representar sua ilha no CT mais uma vez. “Estou empolgado para competir em Pipeline. É uma oportunidade tão rara surfar lá com apenas alguns caras na água, então sempre que a oportunidade surge, é super especial”, disse Hanneman. “Sinto que esta é uma chance de continuar em 2026 depois de ter tido um ano tão bom em 2025. Quero muito garantir que vou manter o ritmo e me divertir. E garantir minha vaga de volta no CT este ano.” Os havaianos Shion Crawford (HAW), Finn McGill (HAW), Luke Tema(HAW), Luke Swanson (HAW) e Oliver Zietz (NDL), todos da região de North Shore, estão em busca de pontos importantes para a classificação para o CT. Além disso, Eweleiula Wong (HAW), destaque recente do Florence Pipe Pro, e Vaihitimahana Inso (HAW), terceiro colocado no Campeonato Mundial Júnior, também se juntam à luta para representar Oahu na busca por pontos cruciais Duas havaianas que recentemente disputaram o título mundial, Gabriela Bryan (HAW) e Bettylou Sakura Johnson (HAW), testarão as candidatas à qualificação para o Challenger Series. Bryan, que recentemente terminou em segundo lugar no Florence Pipe Pro QS 2000, retorna a Pipeline para ganhar mais experiência em um torneio de nível mundial e para testar seus limites. Após alcançar o 3º lugar no ranking mundial em 2025, sua melhor posição na carreira, a havaiana está pronta para se colocar na melhor posição possível para a temporada de 2026 do CT. “É muito emocionante ter a chance de surfar em um evento da Challenger Series em Pipeline. Sempre que tenho a oportunidade de surfar em Pipeline sem ninguém por perto, é uma ótima experiência de aprendizado. Principalmente porque será o evento final do Championship Tour no ano que vem”, disse Bryan. “É incrível como as mulheres estão tendo mais chances de vestir a camisa do campeonato em Pipeline e em ondas importantes. Acho que isso elevou o nível tremendamente e, sinceramente, estamos nos incentivando muito. Há muito talento tanto no masculino quanto no feminino. Acho que alguns destaques no feminino este ano são Tya Zebrowski, que é uma surfista muito madura para a idade dela e tem um estilo incrível. Eden Walla está arrasando, e o estilo dela é muito legal de assistir.” Outras atletas da CT, as campeãs mundiais Molly Picklum (AUS) e Caity Simmers (EUA), a estreante do ano de 2025, Erin Brooks (CAN), a sempre destacada Isabella Nichols (AUS) e a veterana da CT, campeã mundial júnior de 2024, Luana Silva (BRA), também estão presentes na competição feminina. Os melhores do mundo e a elite da Challenger Series não só terão que superar o desafio de Pipeline, como também os competidores convidados que construíram suas carreiras em suas famosas ondas quebrando. Serão cinco baterias classificatórias com quatro competidores em cada uma, e os dois melhores de cada bateria avançarão para o Lexus Pipe Challenger e se juntarão à Rodada dos 80. A lista inclui nomes de destaque como o ex-Mestre do Pipeline Jamie O’Brien (HAW), o ex-vencedor do Pipe Pro QS Joshua Moniz (HAW), o ex-membro da CT Ezekiel Lau (HAW), os renomados surfistas Benji Brand (HAW), Sheldon Paishon (HAW), Mason Ho (HAW), Shayden Pacarro (HAW) e muitos outros. A brilhante campanha de Moniz na etapa regional do QS North Shore lhe rendeu duas das três finais disputadas, terminando o ano em 5º lugar no ranking. “Foi bem inesperado. Sei que alguns de nós esperávamos apenas um convite, mas conseguir uma vaga para a fase seguinte é muito legal”, disse Moniz. “Acho que esta fase será mais difícil do que a primeira do evento em si. Tem alguns dos melhores surfistas de Pipeline por aqui, e vai ser muito difícil. É muito especial competir em Pipeline. Nessa época do ano, a gente só quer participar de qualquer evento. Ganhar experiência. Vai ser incrível competir contra alguns dos melhores surfistas do mundo. Muitos deles não têm muita experiência por aqui, mas o nível é tão alto que, se dermos a eles uma chance, eles aprendem rapidinho a se concentrar e dar o seu melhor. Estou muito animado com a oportunidade.” Também entrando na lista de convidados, a Rainha de Pipeline, Moana Jones Wong (HAW), retorna ao seu recife favorito na esperança de estragar os planos de todos mais uma vez, após sua vitória no CT Pipe Pro de 2022. Jones Wong se junta a outras estrelas regionais como Zoe McDougall (HAW), Skai Suitt (HAW), Zoie Zietz (NDL), Malia Lima (HAW) e Chesney Guinette (HAW). “Participar deste evento da Challenger Series em Pipeline é épico, porque é o primeiro de sempre. E os primeiros eventos são sempre históricos”, disse Jones Wong. “Para mim, acho que este é o maior campeonato de sempre em Pipeline. É ótimo ver uma onda como esta na Challenger Series. Mal posso esperar para ver todas as performances.”

29 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil premia 13 campeãs e campeões brasileiros de 2025

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Um total de R$ 210 mil foi dividido entre os melhores do ano no Dream Tour, Taça Brasil e das principais categorias do Surf de Base, Master, Longboard e Stand Up O Surf Brasil dividiu 210 mil reais para premiar 13 campeãs e campeões brasileiros de 2025 neste mês de janeiro. Além dos prêmios que já recebem pelos resultados em cada etapa, a gestão de Teco Padaratzeleito presidente da Confederação Brasileira de Surfem 2022 com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes, passou a oferecer um bônus em dinheiro para os melhores da temporada em sete competições promovidas pela entidade, reconhecida pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como órgão máximo e oficial do país na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas. O pernambucano Douglas Silva e a catarinense Laura Raupp ganharam 40 mil reais cada um, pelos títulos máximos do surf brasileiro na última etapa do Dream Tour, em novembro na Praia Mole de Florianópolis (SC). O jovem catarinense Yuri Gabryel e a cearense Juliana dos Santos receberam 20 mil reais, por terem sido os campeões da Taça Brasil 2025, encerrada na Guarda do Embaú, em Palhoça (SC). Para os campeões e campeãs das outras categorias e modalidades, o prêmio foi de 10 mil reais. No Campeonato de Base e nos Circuitos Master, Longboard e Stand Up Paddle, somente os campeões da principal categoria tiveram direito ao bônus extra. O Surf de Base só teve uma etapa na Praia do Borete, em Ipojuca (PE), para decidir os títulos das divisões Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, com esta última premiando os campeões com 10 mil reais, o cearense Guilherme Lemos que mora no Rio de Janeiro e Aysha Ratto, de Búzios (RJ). O Circuito Master e os do Longboard e Stand Up Paddle, foram encerrados no Navegantes Festivalem Santa Catarina. Outro cearense, Marcio Farney, que reside há muitos anos em Florianópolis, também ganhou 10 mil reais por ter sido campeão Master na categoria dos surfistas com 40 anos ou mais de idade. E no Longboard, o paulista Carlos Bahia e a carioca Chloé Calmon, levaram o bônus de 10 mil reais pelos títulos na categoria profissional. No Stand Up Paddle, várias modalidades foram disputadas, porém somente os campeões e campeãs da categoria profissional foram premiados igualmente com 10 mil reais cada um. Os quatro títulos foram conquistados por competidores do estado de São Paulo. No SUP Surf, Luiz Diniz e Gabi Sztamfater foram os campeões de 2025 nas ondas e no SUP Race os mais rápidos do ano foram Guilherme dos Reis e Moah Jessika. RELAÇÃO DOS CAMPEÕES BRASILEIROS PREMIADOS: R$ 40.000 – Douglas Silva (PE) e Laura Raupp (SC) campeões brasileiros do Dream Tour R$ 20.000 – Yuri Gabryel (SC) e Juliana dos Santos (CE) campeões da Taça Brasil R$ 10.000 – Guilherme Lemos (CE) e Aysha Ratto (RJ) campeões Sub-18 do Surf de Base R$ 10.000 – Marcio Farney (CE) campeão Master 40+ R$ 10.000 – Carlos Bahia (SP) e Chloe Calmon (RJ) campeões do Longboard Pro R$ 10.000 – Luiz Diniz (SP) e Gabi Sztamfater (SP) campeões do SUP Surf Pro R$ 10.000 – Guilherme dos Reis (SP) e Moah Jessika (SP) campeões do SUP Race Pro

29 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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John John Florence adia retorno às competições e anuncia pausa de um ano

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O tricampeão mundial John John Florence (HAV) anunciou que adiará seu retorno ao Circuito Mundial de Surfe (WSL) por mais um ano. Florence, que recebeu o convite especial da WSL para a temporada, decidiu se retirar do CT de 2026 e estender sua pausa nas competições em tempo integral para continuar se dedicando à família e a viagens. “Explorando com minha família, aprendemos novas maneiras de viver, vimos novos lugares, encontramos ondas perfeitas para nós três e acordávamos quase todos os dias animados para ver mais e fazer tudo juntos”, disse Florence. “Isso realmente confirmou para nós que este é o nosso sonho. Decidimos continuar em 2026 com o objetivo de, quem sabe, dar a volta ao mundo. Quero me tornar um surfista melhor, quero ser o melhor pai que eu puder e combinar tudo isso com aventura e curiosidade constantes.” “Isso significa que não competirei em tempo integral no circuito este ano”, continuou Florence. “Sou muito grata à WSL pelo apoio e pela oportunidade do convite especial deste ano. Não se trata de aposentadoria, apenas do caminho que estou seguindo por enquanto.” Após decidir fazer uma pausa no CT no início de 2025 como campeão mundial reinante, Florence aproveitou a última temporada para se dedicar a oportunidades fora das competições, incluindo explorar o Pacífico Sul em um veleiro com sua jovem família. Florence decidiu estender essa pausa, tirando mais um ano de folga do CT. Ramzi Boukhiam (MAR), que perdeu os três últimos eventos do CT antes do Cut em 2025 devido a uma lesão grave sofrida durante a competição em Bells Beach, recebeu o Wildcard da temporada da WSL no lugar de Florence. “Estou extremamente animada por estar de volta ao CT e grata à WSL por esta oportunidade”, disse Boukhiam. “A lesão do ano passado foi a mais difícil da minha carreira, com uma recuperação cheia de altos e baixos. Mas Deus é grande, eu nunca deixei de acreditar e, no fim, tudo se encaixou. Estou pronta para dar tudo de mim este ano e aproveitar cada momento no circuito surfando em lugares incríveis. Marrocos, estamos de volta ao circuito, vamos nessa!” Celebrando o 50º aniversário do Circuito Mundial, 2026 recebe um número maior de participantes femininas e um formato simplificado que elimina as rodadas não eliminatórias do calendário de 12 etapas do CT, que acontecerá de abril a dezembro de 2026. O circuito começa na Austrália, em 1º de abril, no Rip Curl Pro Bells Beach, e termina no Havaí, culminando em um Pipe Masters revitalizado que encerrará a temporada com uma final de alto nível e com tudo incluído.

28 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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A Liga Mundial de Surfe anuncia Raglan, Nova Zelândia, como a quarta etapa do Circuito Mundial de 2026

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a World Surf League (WSL) anunciou a inclusão da Nova Zelândia (Aotearoa) no calendário do Championship Tour (CT) de 2026. De 15 a 25 de maio, os 36 melhores homens e as 24 melhores mulheres competirão na onda esquerda de Manu Bay, em Raglan, localizada na costa oeste da região de Waikato, na Ilha Norte. O New Zealand Pro entra para o calendário como a quarta etapa do CT, agora em formato atualizado, e acontecerá na época ideal do ano para a onda mais famosa da Nova Zelândia. “Estamos muito felizes em receber este novo local no Circuito Mundial, no 50º ano do torneio”, disse Ryan Crosby, CEO da WSL. “Como um canhoto de qualidade, Manu Bay, Raglan é uma ótima adição ao circuito e só foi possível graças ao valioso apoio do Governo da Nova Zelândia.” “Estou muito feliz com a inclusão de uma esquerda perfeita para surfar no circuito”, disse Yago Dora , campeão mundial da WSL em 2025. “Já fazia um tempo que eu pedia uma no calendário, e finalmente conseguimos! Nunca estive na Nova Zelândia e estou muito feliz por ter a oportunidade de ir lá pela primeira vez e conhecer o que parece ser uma parte muito bonita do mundo. O lugar parece incrível, então estou realmente empolgado para ir lá pela primeira vez e competir em Raglan.” “Obviamente, estou super animada por ter um evento não muito longe de casa”, disse Molly Picklum , campeã mundial da WSL em 2025. “Não temos uma esquerda perfeita para manobras no circuito, então adoro poder usar minhas manobras de backside. A cultura e o estilo de vida da Nova Zelândia são um sopro de ar fresco, o que é muito apreciado quando viajamos tanto. Resumindo, estou empolgada para esse evento. Acho que ter a Nova Zelândia no circuito nos proporciona um local de nível internacional em termos de ondas e comida, que para mim é tudo o que importa!” A Nova Zelândia tem um histórico sólido na organização de eventos de surfe profissional de elite, incluindo etapas do Circuito Mundial feminino de 2010 a 2013 em Taranaki, que posteriormente se tornou um evento do Qualifying Series (QS), um evento do QS masculino em Raglan em 1995 e o Rip Curl Pro Raglan, parte do New Zealand Surf Series, que durou mais de duas décadas. O evento “Backdoor King and Queen of the Point” de 2026, organizado pela Surfing New Zealand (SNZ) no início de maio, servirá como seletiva oficial para o evento. O melhor surfista masculino e a melhor surfista feminina receberão os convites da SNZ para o Circuito Mundial. “Estou muito feliz em poder apoiar a vinda de um evento do Circuito Mundial de Surfe para as nossas praias”, disse a Ministra do Turismo e Hospitalidade, Louise Upston. “Os fãs poderão assistir aos melhores surfistas do mundo competindo, enquanto Raglan se consolida como um dos principais destinos de surfe, impulsionando o esporte na Nova Zelândia e fomentando o turismo local.” “Sediar um evento do Circuito Mundial em Raglan é um marco para o surfe na Nova Zelândia”, disse Ben Kennings, CEO da SNZ. “Este será o maior evento de surfe já realizado no país, trazendo os melhores surfistas do mundo para o nosso pico mais icônico. O impacto vai muito além do evento em si; ele eleva o perfil do surfe em nível nacional. A oportunidade para os jovens surfistas neozelandeses presenciarem de perto os melhores do mundo é inestimável e terá um impacto duradouro no futuro do nosso esporte.” Celebrando o 50º aniversário do Circuito Mundial, 2026 recebe um número maior de competidoras, além de um calendário combinado de 12 etapas para homens e mulheres, que acontecerá de abril a dezembro de 2026. O circuito começa na Austrália e termina no Havaí, culminando em um Pipe Masters revitalizado, que encerrará a temporada com uma final de alto nível e com tudo incluído. A Nova Zelândia será um dos nove eventos da “temporada regular”, com 36 homens e 24 mulheres. Após a 9ª etapa, o número de participantes será reduzido para 24 homens e 16 mulheres em dois eventos antes do encerramento da temporada no Pipe Masters. O ranking final da temporada, e consequentemente os títulos mundiais, serão definidos pelos nove melhores resultados de cada surfista em um total de 12 baterias. Além disso, todos os eventos do CT apresentarão um formato simplificado que elimina as rodadas não eliminatórias. Essa mudança aumenta a competitividade desde o início e cria mais oportunidades para que as baterias mais disputadas aconteçam em condições ideais. “Adoramos J-Bay e a comunidade de lá, e somos muito gratos por nos acolherem durante tantos anos”, disse Crosby. “É sem dúvida uma das melhores ondas do mundo, e continuaremos a explorar maneiras de voltar no futuro. Dito isso, tomamos a difícil decisão de retirar Jeffreys Bay do calendário do CT de 2026. Fizemos o possível para que J-Bay funcionasse em 2025, mas o apoio financeiro não é suficiente para viabilizar o evento este ano.” “Nosso objetivo é preparar o surfe profissional para o sucesso a longo prazo e garantir que os melhores surfistas do mundo tenham a plataforma necessária para continuar impulsionando o esporte por muitos anos”, continuou Crosby. “Para atingir esse objetivo, precisamos tomar decisões que priorizem a saúde do negócio como um todo.” Aqui está o calendário do WSL Championship Tour de 2026: Parada nº 1 – Bells Beach, Victoria, Austrália: 1 a 11 de abril Parada nº 2 – Margaret River, Austrália Ocidental, Austrália: 16 a 26 de abril Parada nº 3 – Snapper Rocks, Queensland, Austrália: 1 a 11 de maio Parada nº 4 – Raglan, Nova Zelândia: 15 a 25 de maio Parada nº 5 – Punta Roca, El Salvador: 5 a 15 de junho Parada nº 6 – Saquarema, Rio de Janeiro, Brasil: 19 a 27 de junho Parada nº 7 – Teahupo’o, Taiti, Polinésia Francesa: 8 a 18 de agosto Parada nº 8 – Cloudbreak, Fiji: 25 de agosto a 4 de setembro Parada nº 9 – Viadutos Inferiores, San Clemente, Califórnia,

25 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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O Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong traz os aspirantes à qualificação para o Championship Tour para competir no maior palco de provas do surfe

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A World Surf League (WSL) Challenger Series (CS) retorna à ação no Lexus Pipe Challenger Presented by Billabong , a 6ª etapa da Challenger Series 2025/2026. De quinta-feira, 29 de janeiro, a segunda-feira, 9 de fevereiro, um dos maiores desafios do surfe aguarda os surfistas no infame recife de Banzai Pipeline, onde os aspirantes à classificação para o Championship Tour (CT) testarão seus limites em busca de pontos cruciais. Este evento marca o retorno da Challenger Series a Pipeline, a costa norte de Oʻahu, após um hiato desde 2022. Especialistas renomados em Pipeline, convidados, pesos-pesados do CT e os melhores desafiantes do mundo estarão presentes para gravar seus nomes na história do surfe. A corrida pela qualificação para o CT chega à famosa costa norte de Oʻahu. Após o Banco do Brasil Saquarema Pro Presented by Corona Cero, os primeiros classificados para o CT de 2026 foram definidos: Tya Zebrowski (FRA) e Yolanda Hopkins (POR) garantiram seus lugares entre as melhores do mundo. Restam cinco vagas para a classificação feminina, enquanto a disputa masculina permanece em aberto para Pipeline, sem nenhum classificado garantido para a 6ª etapa. O ex-participante do CT, Eli Hanneman (HAW), lidera o ranking em ótima forma após o segundo lugar no Saquarema e retorna a Pipeline depois de sair vitorioso no Florence Pipe Pro Presented by HTA QS 2000, encerrando 2025 com chave de ouro. Cada bateria pode ser a diferença entre o prêmio máximo da classificação para o CT e a decepção de ficar de fora. Com a força notoriamente alta do North Shore, os competidores terão que mostrar coragem em ondas desafiadoras se quiserem alcançar um bom resultado. A mundialmente famosa linha de ondas de Pipeline definiu a carreira de surfistas ao longo dos anos, desde as imagens icônicas de Gerry Lopez (HAW) e Derek Ho (HAW) até a coroação de campeões mundiais na era moderna. Ela provou ser o teste definitivo do surfe e continua sendo a onda mais famosa da North Shore, ao lado de nomes como Waimea Bay, Sunset Beach e Haleʻiwa. Agora, a elite do Challenger Series buscará corresponder ao seu chamado, em meio a uma chave repleta de convidados de elite e pesos-pesados do CT. Se o desafio de superar uma das ondas mais pesadas do mundo já não fosse grande o suficiente, os aspirantes ao Challenger Series terão que enfrentar nomes consagrados do CT no sorteio, além dos havaianos, que já provaram seu valor no famoso recife. O bicampeão do CT Lexus Pipe Pro, Barron Mamiya (HAV), o vice-campeão do CT de 2025 , Leonardo Fioravanti (ITA), e o recente candidato ao título mundial, Griffin Colapinto (EUA), estão confirmados no masculino. Além disso, a atual campeã mundial, Molly Picklum (AUS), a candidata ao título mundial de 2025, Gabriela Bryan (HAV), a estreante do ano de 2025, Erin Brooks (CAN), a campeã mundial júnior da WSL de 2024, Luana Silva(BRA), e a veterana do CT, Isabella Nichols (AUS), estão todas prontas para desafiar a elite feminina.

22 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Pro abre a temporada 2026 na Praia da Taíba no Ceará

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A cidade de São Gonçalo do Amarante, no litoral oeste do Ceará, vai abrir a temporada de competições da Confederação Brasileira de Surf pelo segundo ano consecutivo. A Praia da Taíba é o primeiro palco do Surf Brasil Pro 2026 na semana de 21 de fevereiro a 1.o de março, inaugurando um novo formato para definir os títulos brasileiros de surf profissional. Agora, um total de até 228 surfistas poderão disputar a premiação de meio milhão de reais oferecida em cada etapa, 168 na categoria masculina e 60 na feminina. A primeira batalha será transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no Youtube. “Estamos supersatisfeitos em abrir mais uma temporada na Praia da Taíba, com total apoio do prefeito Marcelo Teles e da Magnólia Rocha, da Secretaria de Desenvolvimento de São Gonçalo do Amarante, bem como do Governo do Estado do Ceará”, enaltece Geraldo Cavalcanti, diretor executivo da Confederação Brasileira de Surf. “Vamos estrear um novo formato no Surf Brasil Pro, com mais surfistas podendo brigar pela maior premiação do mundo em circuitos nacionais. Certamente, vai ser mais um ano com muita emoção e show garantido dos melhores surfistas do Brasil, já começando em um dos lugares mais constantes de boas ondas nesse período do verão”. No ano passado, a Praia da Taíba sediou a primeira etapa da Taça Brasil, válida pela divisão de acesso do Circuito Brasileiro, com os paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor festejando os títulos no evento que distribuiu 250 mil reais em São Gonçalo do Amarante. A premiação será o dobro agora na abertura do Surf Brasil Pro 2026, meio milhão de reais em cada evento do circuito nacional mais rico do mundo. As vitórias valem 50 mil reais para o campeão e para a campeã, pois os valores da categoria feminina são iguais às dos homens nas mesmas posições. “Sediar pelo segundo ano consecutivo, a abertura do Circuito Brasileiro de Surf na Praia da Taíba, reafirma São Gonçalo do Amarante como um dos principais destinos do surf no Brasil”, destaca o prefeito de São Gonçalo do Amarante, Marcelo Teles. “É um evento que movimenta a economia local, fortalece o turismo esportivo e projeta nosso litoral para todo o país, gerando oportunidades e incentivando o esporte no nosso município e nosso estado”. “O Surf Brasil Pro é um exemplo claro de como o esporte pode ser um importante impulsionador do desenvolvimento econômico do nosso município”, reforça Magnólia Rocha, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Sustentável da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. “Um evento desse porte impulsiona o turismo, aquece o comércio local e gera emprego e renda, além de consolidar a Praia da Taíba como um destino turístico esportivo”. AS ETAPAS DO CIRCUITO BRASILEIRO NA PRAIA DA TAÍBA      A Praia da Taíba já foi palco da divisão principal do Circuito Brasileiro Profissional, no primeiro ano da gestão de Teco Padaratz eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf em 2022. Em São Gonçalo do Amarante aconteceu a sexta e última etapa daquele ano, com Silvana Limasacramentando o hexacampeonato brasileiro com a vitória na final cearense com Yanca Costa. Na decisão masculina, o potiguar Israel Junior se sagrou campeão em uma bateria épica que definia o título da temporada, com seus aéreos arrancando notas 10 e 9 para bater o cearense bicampeão brasileiro Messias Felix, que terminou como vice-campeão de 2022. Messias Felix é conhecido como “Rei da Taíba” pelas tantas vitórias conquistadas nas ondas da Taibinha, palco da abertura do Surf Brasil Pro 2026 na última semana de fevereiro. O cearense e novamente Silvana Lima, ganharam o outro evento da Confederação Brasileira de Surf que rolou em São Gonçalo do Amarante em 2024, válido como a segunda etapa da Taça Brasil. Os dois certamente despontam na lista de favoritos para vencerem em casa, mas os paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor que irão defender os títulos na Praia da Taíba esse ano. CAMPEÕES BRASILEIROS COM CONQUISTAS HISTÓRICAS EM 2025      Já a corrida pelos troféus de campeão e campeã brasileira no Surf Brasil Pro 2026, será iniciada com o pernambucano Douglas Silva e a catarinense Laura Raupp fazendo suas primeiras apresentações como melhores surfistas do Brasil em 2025. Ambos ganharam os títulos com conquistas históricas no encerramento da temporada, nas duas etapas seguidas que distribuíram uma premiação recorde de 1 milhão de reais na Praia Mole de Florianópolis (SC). Douglas Silva festejou um bicampeonato consecutivo que só havia acontecido duas vezes em 39 anos de história do Circuito Brasileiro Profissional, iniciado em 1987. O pernambucano de Ipojuca repetiu um feito de mais de 20 anos atrás, quando o carioca Leonardo Neves (in memoriam) igualou em 2002 e 2003, o bi do paranaense Peterson Rosa em 1999 e 2000. Já Laura Raupp foi a primeira campeã brasileira invicta da história, garantindo o título por antecipação, quando ganhou as três primeiras das quatro etapas do Dream Tour 2025. SURF BRASIL PROMOVE O CIRCUITO NACIONAL MAIS RICO DO MUNDO      O Surf Brasil Pro já tem mais três etapas com premiação de meio milhão de reais confirmadas e a Confederação Brasileira de Surf segue trabalhando para incluir outras ainda no calendário de 2026. Depois da Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, vem a segunda nos dias 09 a 17 de maio na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. A próxima confirmada será de 18 a 26 de julho na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, São Paulo, com a última já marcada para 7 a 15 de novembro em praia a definir em Santa Catarina. O Surf Brasil Pro 2026 é uma realização da Confederação Brasileira de Surf em conjunto com a Federação de Surf do Estado do Ceará e IBESF nesta primeira etapa na Praia da Taíba, que conta com patrocínio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, do Governo do Estado do Ceará através da Secretaria de Esportes e da marca Maresia, Monster Energy, Fu-Wax, além do apoio de Giga+, Vila Marola e Mahalo Poke.

19 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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O Campeonato Mundial Júnior das Filipinas, apresentado por Purefoods e Magnolia, foi cancelado nesta sexta-feira 

Surf

O Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL Filipinas 2025, apresentado por Purefoods e Magnolia, terá mais um dia de folga antes do dia das finais amanhã. A próxima chamada será no domingo, 18 de janeiro, às 7h30 GMT +8, para um possível início às 8h05.  “Estamos de volta à ativa, o que significa que amanhã é o Dia das Finais”, disse Will Hayden-Smith, Diretor de Longboard e Circuitos Regionais da WSL. “Amanhã coroaremos os Campeões Mundiais Juniores, o que é realmente emocionante. Há uma pequena ondulação prevista. Só não sabemos ao certo a que horas ela chegará, se estaremos aqui de manhã ou se teremos que esperar algumas horas. Mas com certeza é o Dia das Finais, há ondas a caminho, então é um momento emocionante aqui nas Filipinas.” Os melhores tenistas sub-20 do mundo terão que esperar mais um dia para serem coroados Campeões Mundiais Juniores de 2025. O dia das finais contará com a presença dos promissores australianos Dane Henry (AUS) e Lennix Smith (AUS), que buscarão manter o bom momento no Mundial Júnior. Eles se enfrentarão na Semifinal 1, onde o vencedor enfrentará Nadav Attar (ISR) ou Winter Vincent (AUS) na final. Após conquistar uma das maiores pontuações individuais da competição, Isla Huppatz (AUS) estará em uma semifinal imperdível contra Vaihitimahana Inso (HAW), de 18 anos. Enquanto isso, Sierra Kerr (AUS) busca garantir um possível segundo título mundial júnior, mas primeiro terá que enfrentar a atleta olímpica e competidora do Challenger Series (CS) Janire Gonzalez Etxabarri (EUK). Confrontos das semifinais femininas: BATERIA 1: Vaihitimahana Inso (HAV) vs. Isla Huppatz (AUS) HEAT 2: Sierra Kerr (AUS) x Janire Gonzalez Etxabarri (EUK) Confrontos das semifinais masculinas: HEAT 1: Lennix Smith (AUS) x Dane Henry (AUS) ELIMINATÓRIA 2: Winter Vincent (AUS) vs. Nadav Attar (ISR)

17 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Competição cancelada no Campeonato Mundial Júnior das Filipinas apresentado por Purefoods e Magnolia

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A competição do Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL Filipinas 2025, apresentado por Purefoods e Magnolia , foi cancelada hoje e amanhã devido às condições climáticas adversas. A próxima avaliação será no sábado, 17 de janeiro.  “Sempre esperamos que hoje e amanhã as ondas estivessem bem pequenas”, disse Will Hayden-Smith, Diretor de Longboard e Circuitos Regionais da WSL. “Por isso, estávamos planejando dias com ondas grandes para começar o evento. Viemos dar uma olhada, porque este lugar pode surpreender. Infelizmente, as ondas estão com apenas cerca de 30 centímetros e bem fracas no momento, mas estamos de olho em um bom swell no fim de semana.” Quando a competição for retomada, o imperdível Dia das Finais contará com as estrelas em ascensão do surfe disputando o título mundial júnior. A primeira semifinal feminina terá duas das principais surfistas do evento frente a frente: Vaihitimahana Inso (HAV) e Isla Huppatz(AUS), que buscarão manter o ritmo para uma boa campanha no Dia das Finais. A segunda semifinal verá a campeã mundial júnior de 2023, Sierra Kerr (AUS), enfrentar a medalhista de ouro do ISA World Surfing Games de 2025 , Janire Gonzalez Etxabarri (EUK), por uma vaga na final. As semifinais masculinas começarão com a próxima geração da Austrália, Lennix Smith (AUS) e Dane Henry (AUS), ambos na esperança de garantir o título mundial júnior de 2025, enquanto Nadav Attar(ISR) terá que derrotar o vice-campeão de 2024 , Winter Vincent (AUS), para manter vivas suas esperanças de conquistar o Campeonato Mundial Júnior. Confrontos das semifinais femininas:BATERIA 1: Vaihitimahana Inso (HAV) vs. Isla Huppatz (AUS)HEAT 2: Sierra Kerr (AUS) x Janire Gonzalez Etxabarri (EUK) Confrontos das semifinais masculinas:HEAT 1: Lennix Smith (AUS) x Dane Henry (AUS)ELIMINATÓRIA 2: Winter Vincent (AUS) vs. Nadav Attar (ISR)

15 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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Os confrontos do dia das finais foram definidos no 4º dia do Campeonato Mundial Júnior de 2025 nas Filipinas, apresentado por Purefoods e Magnolia

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Hoje, os melhores surfistas do mundo com 20 anos ou menos competiram em condições tranquilas, mas divertidas, com ondas de 60 a 90 centímetros em The Point, na Praia de Urbiztondo, para definir oficialmente os confrontos das semifinais do Campeonato Mundial Júnior de Surfe da WSL Filipinas 2025, apresentado por Purefoods e Magnolia . Pelo terceiro dia consecutivo, Isla Huppatz (AUS) provou ser o destaque da categoria feminina, com um total de 15,57 pontos na bateria. A pontuação, que incluiu excelentes 8,07 e 7,50, fica atrás apenas da sua própria pontuação na rodada de abertura, que apresentou a maior nota individual do evento até o momento. Em uma disputa acirrada contra a competidora da Challenger Series e campeã júnior asiática de 2025 , Anon Matsuoka (JPN), Huppatz, atual campeã júnior da Austrália/Oceania, manteve a paciência para encontrar as ondas que lhe permitissem atacar várias seções críticas ao longo da onda. Acertando os pontos cruciais no final de cada seção, a jovem de 18 anos conseguiu pressionar Matsuoka e deixar a japonesa buscando uma grande pontuação no terço final da bateria. “[Anon Matsuoka] é uma surfista incrível e uma competidora muito boa”, disse Huppatz. “Ela já está na Challenger Series há um tempo, então eu estava um pouco nervosa para enfrentá-la. Fico feliz por ter conseguido vencer. Eu só me mantive focada no meu próprio jogo, nas condições e no meu plano. As condições estão bem lentas. Há alguns intervalos de 20 minutos, mas depois o mar flui e vêm algumas séries, então você só precisa esperar o seu momento para surfar. Mas quando as ondas vêm, são muito divertidas.” Nas quartas de final 3, as duas surfistas mais premiadas do torneio, a campeã mundial júnior de 2023, Sierra Kerr (AUS), e a estreante no Championship Tour (CT) de 2025 , Bella Kenworthy (USA), se enfrentaram. O duelo de estrelas foi todo da australiana, que começou forte e manteve a consistência, conquistando uma excelente nota 8,00, além de duas ondas na faixa dos 7 pontos, enquanto Kenworthy lutava para sair da casa dos 5. Mantendo-se praticamente na borda da onda, Kerr conseguiu deslizar na rabeta para finalizar uma sequência de três curvas e garantir sua alta nota. Kerr, de 18 anos, agora avança para sua terceira semifinal do Mundial Júnior em sua quarta participação, continuando sua campanha para se tornar a primeira mulher a conquistar um segundo título mundial júnior. “Foi minha primeira bateria de verdade com a Bella [Kenworthy], então foi divertido”, disse Kerr. “É engraçado, ela esteve na minha casa na Austrália nos últimos dez dias. Viajamos para cá, estávamos tomando café da manhã juntas, no jantar de ontem à noite, e eu pensei: ‘Ah, queria que tivesse acontecido mais tarde’. Adoro fazer baterias com minhas amigas. Seria incrível [encontrar a Isla Huppatz na final]. Nós duas somos australianas, competimos juntas no Pro Juniors, no QS. Já fizemos algumas baterias juntas e, sim, somos super amigas, então seria muito legal nos encontrarmos na final e ver quem leva a melhor.” As duas australianas que descem com a base regular enfrentarão competidoras que descem com a base goofy nas semifinais. Huppatz jogará contra Vaihitimahana Inso (HAV) e Kerr contra Janire Gonzalez Etxabarri (EUK). As duas competidoras mais experientes, Inso e Gonzalez Etxabarri, dominaram as adversárias mais jovens nas quartas de final, tanto na abertura quanto na conclusão. A havaiana venceu uma partida com baixa pontuação contra Carla Morera De La Vall (ESP), de 14 anos, enquanto a basca eliminou Catalina Zariquiey (PER), de 16 anos, com uma excelente nota de 8,17. Apesar de estar doente, Lennix Smith (AUS) retornou às semifinais pelo segundo ano consecutivo após vencer uma bateria acirrada contra Rickson Falcao (BRA). Assim como nas oitavas de final, Smith começou forte, conquistando 8,17 nos primeiros três minutos, mas hoje teve dificuldades para encontrar uma onda que se encaixasse. Enquanto isso, Falcao, o último goofy-footer masculino restante, continuou a evoluir ao longo da bateria, finalmente acertando o primeiro aéreo reverso com rotação completa do evento sob prioridade, garantindo 7,17 e assumindo a liderança do australiano. Precisando de 5,23 com menos de dois minutos restantes, Smith finalmente encontrou uma onda que permitiu múltiplas manobras, garantindo 6,57 e a vitória. “Achei que tinha estragado tudo, dando aquele aceno para ele”, disse Smith. “Eu tinha prioridade e pensei: ‘Caramba, o que eu fiz?’ Mas o pequeno veio no final, eu dei uns rebolados e consegui um 6. Fiquei muito contente com essa, eu estava meio que delirando lá fora.” Uma segunda batalha entre as potências do surfe também terminou com a vitória da Austrália, quando Dane Henry (AUS) eliminou Gabriel Klaussner (BRA), garantindo uma semifinal inédita entre dois australianos, Henry e Smith. Apesar de não ter alcançado as maiores pontuações do evento, Henry venceu todas as suas baterias com performances seguras, conquistando hoje sua melhor marca pessoal no torneio, 7,83. Um terceiro australiano, Winter Vincent (AUS), avançou para as semifinais pelo segundo ano consecutivo, após o vice-campeonato em 2024. Vincent superou Ikko Watanabe(JPN) em uma bateria acirrada, com pouco mais de meio ponto separando as pontuações finais Representando Israel por meio de sua terra natal, a Costa Rica, Nadav Attar (ISR) conquistou uma grande vitória para ambas as nações ao avançar para as semifinais de seu primeiro Mundial Júnior da WSL. Attar demonstrou uma maturidade excepcional no uso de prioridades e na escolha inteligente de ondas para encontrar as melhores opções e atacar as poucas seções críticas disponíveis em sua partida das quartas de final contra Oliver Zietz (NDL). Embora Zietz tenha obtido a maior nota individual durante boa parte da bateria, Attar se manteve consistentemente à frente, até que um 7,57 do israelense impôs uma exigência maior ao holandês, que ele acabou não conseguindo cumprir, apesar de uma tentativa de última hora que chegou perto. “Oliver [Zietz] é um ótimo surfista. Eu sabia que as condições estavam complicadas e difíceis, então ele tirar um 7 durante toda a bateria, enquanto minha melhor nota foi 6,5, foi muito arriscado, com certeza”, disse Attar. “Eu sabia que se ele estivesse em uma boa onda, ele conseguiria a nota, então estou muito feliz. Estou apenas confiando no processo, em todo o treinamento que venho fazendo antes

14 de janeiro de 2026 / 0 Comentários
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