O potiguar Israel Junior usou os aéreos para ganhar nota 8,67 na vitória por 16,67 pontos e a cearense Silvana Lima fez os recordes femininos com 7,17 e 13,17 pontos As principais estrelas do Surf Brasil Pro estrearam batendo todos os recordes da primeira etapa do Campeonato Brasileiro de 2026 no Ceará. Os campeões da etapa que fechou a temporada 2022 em São Gonçalo do Amarante, comandaram o show de surf na quarta-feira de boas ondas na Praia da Taíba. O potiguar Israel Junior usou os aéreos para fazer as maiores marcas da semana, nota 8,67 e 16,67 pontos. Antes, a cearense Silvana Lima já havia feito os recordes femininos, nota 7,17 e 13,17 pontos. O maior encontro do surf brasileiro prossegue nesta quinta-feira, com as repescagens iniciando às 8h00 pela categoria feminina, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. O potiguar de Baía Formosa, Israel Junior, conquistou o título de campeão brasileiro de 2022 decidido na final contra o cearense Messias Felix na Praia da Taíba. A vitória foi por 19,00 pontos, somando notas 10 e 9 com seus aéreos de frontside, que voltou a usar nesta quarta-feira nas mesmas ondas em que viveu o melhor momento da sua carreira. Israel não começou bem a bateria, mas logo achou o caminho das esquerdas para mandar os aéreos em três ondas seguidas, que receberam notas 8,00, 7,60 e 8,67. Com os 16,67 pontos, mandou o catarinense Lucas Vicente e o cearense Cauet Frazãopara a repescagem. “Graças a Deus, eu fui feliz em conseguir umas três ou quatro ondas curtas, mas que encaixam com a principal característica do meu surf, que é o aéreo”, destacou Israel Junior. “Eu consegui variar o aéreo normal, botando de slob também, full rotation, então estou feliz porque tudo que eu planejei, deu certo. Agora é descansar, porque amanhã é repescagem, então ganho um dia de folga aí. Eu tenho boas lembranças daqui, confesso que fiquei assistindo bastante os vídeos da minha vitória de 2022 essa semana e estou com tudo na minha cabeça. Espero poder performar daquela forma e sair daqui campeão de novo”. Silvana Lima também tem ótimas lembranças da Praia da Taíba. Em 2022, ela consagrou o hexacampeonato brasileiro ganhando a final cearense com a campeã brasileira de 2020, Yanca Costa. Diferente daquele ano, São Gonçalo do Amarante agora está abrindo a temporada 2026 do Surf Brasil Pro e a maior de todos os tempos já bateu os recordes do campeonato. Silvana destruiu a primeira onda que surfou, uma direita abrindo a parede para fazer manobras fortes que arrancaram nota 7,17 dos juízes, a maior da categoria feminina. No fim, pegou outra boa onda para fechar a vitória sobre a catarinense Kiany Hyakutake e a cearense Vitoria Carneiro por 13,17 pontos, recorde também entre as meninas. “É bom começar bem assim com o pé direito e estou feliz por ter passado direto pras oitavas já”, disse Silvana Lima. “Estou com essa prancha mágica aqui, é o terceiro ano dela e tá funcionando muito bem ainda. Estou amarradona de ter passado, porque a gente pode descansar uma fase né, da repescagem. Quando eu ganhei aqui o meu sexto título brasileiro (em 2022), todo mundo só tava surfando as esquerdas e eu era a única que tava pegando as direitas. Eu ganhei o evento, ganhei o título e ainda dei um aéreo numa direita também, então mostra que a Taibinha tem onda pros dois lados. É só escolher o certo”. MAIS DOIS DEFENSORES DE TÍTULOS NA PRAIA DA TAÍBA ESTREIAM COM VITÓRIAS Os campeões da até então única etapa valendo pontos para o título brasileiro realizada na Praia da Taíba em 2022, estrearam com vitórias no Surf Brasil Pro 2026. Assim como os vencedores da etapa que abriu a Taça Brasil do ano passado também em São Gonçalo do Amarante, os paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor da Baixada Santista. Julia Nicanorganhou a segunda bateria da quarta-feira, derrotando por 10,50 pontos a também paulista Mayara Zampieri e a baiana Potira Castaman, que mora em Florianópolis (SC). “Eu gosto muito desse lugar, é uma onda que se encaixa bem com meu surf e eu tenho boas memórias daqui né”, disse Julia Nicanor. “No ano passado, eu venci aqui junto com meu amigo (Marcos Correa) e foi bem especial. Era também meu primeiro campeonato do ano, agora acabei de fazer minha estreia aqui nesse novo circuito e é sempre muito bom começar com vitória. Sei que tem muita coisa pra acontecer ainda, mas espero me conectar, encontrar boas ondas, fazer minhas notas e seguir avançando”. Marcos Correa começou a defender o título de campeão nas ondas da Praia da Taíba só à tarde, 13 baterias depois da Julia Nicanor competir. Ele também surfou bem contra dois surfistas que vinham se destacando nas manobras aéreas, o cearense Jonh Jonh Alves e o potiguar Jonathan Freitas. Marcos Correa soube administrar bem a bateria para vencer por 11,84 pontos, contra 8,53 do Jonh Jonh e 7,37 do Jonathan, que está surfando com uma prancha emprestada pelo ídolo potiguar, Jadson André. “Estou muito feliz de estar de volta na Taíba. No ano passado me sagrei campeão da Taça Brasil aqui e, graças a Deus, deu tudo certo nessa minha primeira bateria”, disse Marcos Correa. “O mar mudou muito da bateria anterior pra minha. Começou a entrar uma corrente muito forte, mas consegui liderar a bateria do começo ao fim. Os outros adversários vinham surfando muito bem, eu vi as baterias deles, a molecada conhece muito essa vala, mas passei essa e agora é continuar nesse ritmo”. CAMPEÃ BRASILEIRA LAURA RAUPP VEM DIRETO DO HAVAÍ PARA O CEARÁ A quarta-feira do Surf Brasil Pro já começou em alto nível, com a campeã brasileira invicta do ano passado, Laura Raupp, fazendo a sua estreia na primeira bateria do dia. A catarinense ficou mais de 40 dias na Casa Surf Brasil no Havaí, participando do programa especial de treinamento em parceria com o COB (Comitê Olímpico do Brasil) nas ondas principalmente de Pipeline. Laura Raupp veio direto do Havaí para as águas quentes do Ceará e estreou com vitória sobre a também campeã brasileira Yanca Costae a jovem catarinense Alma Corgiolu, que terão outra chance de classificação na repescagem. “Essa primeira bateria é sempre mais difícil. Você fica um pouco confusa ali onde ficar no mar, mas consegui fazer notas suficientes para passar direto para as
Surf Brasil já se prepara para formar a melhor Seleção Brasileira para as Olimpíadas
COI e ISA confirmam as novas regras de classificação que serão inauguradas nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 nos Estados Unidos O Comitê Olímpico Internacional (COI) e a International Surfing Association (ISA) confirmaram novas regras de classificação para as Olimpíadas, que serão inauguradas nos Jogos de Los Angeles 2028 nos Estados Unidos. O surf será disputado nas ondas de alta performance de Trestles, na Califórnia. A principal mudança é que a maioria das 48 vagas – 24 no masculino e 24 no feminino – passam a ser disputadas no ISA World Surfing Games de 2026, 2027 e 2028. Já o número de vagas pelo ranking do CT da WSL, será de 5 homens e 5 mulheres, limitados a 1 de cada país por gênero. “Nós do Surf Brasil, estamos bem empolgados com a confirmação do novo método de classificação olímpica criado pela ISA e homologado pelo COI, já para os Jogos de Los Angeles 2028”, afirmou Teco Padaratz, presidente da Confederação Brasileira de Surf. “Acredito que teremos mais oportunidades nas competições que o Brasil tem excelente histórico de classificação. Alguns dos nossos atletas se classificaram para os últimos Jogos através deles e não vamos poupar esforços, para dar a melhor condição possível para a Seleção Brasileira buscar cada vaga disponível”. A Confederação Brasileira de Surf exalta que, esse novo caminho olímpico criado pela ISA, apresenta mais chances de classificação para os surfistas poderem representar seus países na principal competição esportiva do mundo. O ciclo olímpico já será inaugurado esse ano no ISA Surfing Games de 2026, que ainda não tem data definida. A equipe nacional campeã da competição masculina e da feminina, garantem as primeiras vagas de cada gênero para os Jogos de Los Angeles 2028. Esse sistema se repete no ISA Games 2027, enquanto o ISA Surfing Games de 2028 vai classificar 10 homens e 10 mulheres, limitados aos mais bem colocados e as melhores de cada país. FORMAÇÃO DA SELEÇÃO BRASILEIRA PARA O ISA WORLD SURFING GAMES Participam do ISA Surfing Games, 3 homens e 3 mulheres de cada nação. As regras do Surf Brasil para formar a Seleção Brasileira, já priorizam as estrelas que fazem parte da elite do surf mundial. Então eles terão duas chances de conquistar a vaga, pelo ranking do CT e pelo ISA Games. São convocados os 3 brasileiros e as 3 brasileiras mais bem colocadas no ranking do CT do ano corrente, até 30 dias antes da data do evento, que ainda não está definida pela ISA. Caso as vagas não sejam preenchidas, especialmente no feminino que tem menos brasileiras na elite do CT, serão convocados 1 atleta de cada gênero colocados até o 40.o lugar no ranking do Challenger Series. Se ainda faltar alguém para completar a Seleção Brasileira no ISA Games, será indicado pelo ranking do Surf Brasil. Foi assim que a campeã brasileira de 2023, Tainá Hinckel, conseguiu a vaga extra por equipes para os Jogos de Paris 2024 no Tahiti. “Nós estamos focados em proporcionar a melhor estrutura para que os atletas consigam suas classificações”, confirma o vice-presidente e diretor de esportes do Surf Brasil, Paulo Moura. “As novas regras do jogo estão divulgadas e o atleta que melhor se adaptar, terá mais chance de classificação para representar nosso país na busca pela tão sonhada medalha olímpica”. SELEÇÃO BRASILEIRA COMPLETA COM SEIS SURFISTAS NA ÚLTIMA OLIMPÍADA O número de concorrentes pelas medalhas nos Jogos Olímpicos, permanece o mesmo desde a estreia do surf como modalidade olímpica nos Jogos de Tóquio 2020 no Japão. Foi onde Italo Ferreiraentrou para a história como primeiro surfista a conquistar medalha de ouro nas Olimpíadas. São 48 participantes, sendo 24 no masculino e 24 no feminino. Nos Jogos de Paris, a Seleção Brasileira formou a maior delegação, com o limite máximo de 3 participantes por país em cada gênero. Nas duas primeiras edições que o surf disputou medalhas nas Olimpíadas, o ranking do CT classificou 10 homens e 8 mulheres, com o limite de duas vagas por país em cada gênero. Nos Jogos de Paris 2024 nos tubos de Teahupoo, Filipe Toledo, João Chianca e Tatiana Weston-Webb, se classificaram pelo ranking do CT. E a Seleção Brasileira conquistou as vagas extras disputadas no ISA Surfing Games. Com o título de melhor equipe nacional no masculino e feminino, também se garantiram o tricampeão mundial Gabriel Medina, a campeã brasileira Tainá Hinckel e Luana Silva. ISA SURFING GAMES PASSA A SER O PRINCIPAL CAMINHO PARA AS OLIMPÍADAS Ordem hierárquica da qualificação para os Jogos de Los Angeles 2028: 1)- 10 vagas pelo CT da WSL de 2028 – 5 homens e 5 mulheres indicados pelo ranking até meados de junho de 2028, sendo apenas 1 de cada país por gênero 2)- ISA World Surfing Games 2028 – classifica 10 homens e 10 mulheres sendo apenas 1 de cada país 3)- Jogos Asiáticos de 2026 – classifica 1 homem e 1 mulher 4)- Jogos Panamericanos de 2027 – classifica 1 homem e 1 mulher 5)- Campeonato Europeu de 2027 – classifica 1 homem e 1 mulher 6)- ISA World Surfing Games 2027 – 1 homem e 1 mulher da África e 1 homem e 1 mulher da Oceania concedida aos atletas destes continentes mais bem colocados que ficarem entre os 25 melhores 7)- ISA World Surfing Games 2026 e 2027 – 1 homem e 1 mulher do país que vencer o título de melhor equipe nacional no ISA Games de 2026 e 1 homem e 1 mulher para a equipe campeã de 2027 8)- País anfitrião – 1 homem e 1 mulher dos EUA se não preencher o limite de 3 vagas por país nos critérios anteriores 9)- Vagas de Universalidade – 1 homem e 1 mulher para nações subdesenvolvidas no surf que se inscreverem, mas os atletas precisam ficar entre os 40 melhores no ISA Games de 2027 ou 2028
Surf Brasil Pro 2026 abre a corrida pelo título brasileiro feminino no domingo no Ceará
A cearense Yanca Costa foi a primeira campeã brasileira a estrear na Praia da Taíba e confrontos de gerações marcam o segundo dia do masculino O Surf Brasil Pro 2026abriu a corrida pelo título brasileiro feminino no domingo em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. A cearense Yanca Costa foi a primeira campeã brasileira a estrear e começou a temporada com vitória na Praia da Taíba, onde foi vice-campeã na final contra a hexacampeã Silvana Lima em 2022. O segundo dia também foi marcado pelos confrontos de gerações nas baterias restantes da primeira fase masculina e a feminina será encerrada na manhã desta segunda-feira, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. O domingo de boas ondas na Praia da Taíba, terminou com os oito primeiros confrontos femininos do Surf Brasil Pro 2026. Os quatro que vão fechar a primeira fase, ficaram para abrir a segunda-feira. Depois, começa a segunda e última rodada de 24 baterias da competição masculina, quando estreiam 48 pré-classificados pelo ranking brasileiro de 2025. Entre eles, quatro campeões brasileiros, os cearenses Messias Felix (bicampeão em 2009 e 2012) e Artur Silva (2019), o paulista Igor Moraes(de 2019 também) e o baiano Bino Lopes (2015). No feminino, a primeira a se apresentar foi a cearense Yanca Costa, que mora na capital do Rio de Janeiro. As outras 8 campeãs brasileiras que participam desta primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026, fazem parte do grupo das Top-11 que só estreiam nas 8 baterias da terceira fase, quando começa a ser distribuída a premiação histórica de meio milhão de reais do circuito nacional mais rico do mundo. Uma delas é a defensora do título e campeã invicta em 2025, Laura Raupp, catarinense que está vindo direto de uma temporada no Havaí para o Ceará. A última a competir será a cearense Silvana Lima, que em 2022 consagrou o hexacampeonato brasileiro com vitória na final contra Yanca Costa, nas mesmas ondas da Praia da Taíba. Yanca foi campeã brasileira em 2020 e disputou a sexta das oito baterias que abriram a competição feminina do Surf Brasil Pro 2026no domingo, contra as jovens catarinenses Alma Corgiolu e Nalu Demski. Ela encontrou dificuldades para surfar no início, mas depois achou ondas melhores e confirmou a vitória com uma forte manobra de backside numa esquerda. “Eu gosto desse mar aqui e me senti confortável. A bateria começou um pouco difícil, mas fiz o que tinha que ser feito, deu tudo certo e vamos aí pra próxima”, disse Yanca Costa, que também respondeu sobre a lembrança daquela final de 2022 com a Silvana Lima. “Essa final aí, eu to sonhando com a revanche e vou ficar muito feliz se acontecer. É superimportante começar a temporada aqui na Taíba e praticamente minha família toda está vindo aí me assistir. Vai ser muito emoção e estou feliz por estar aqui mais uma vez”. CARIOCA SARAH OZORIO ESTREIA COM OS RECORDES FEMININOS NA TAÍBA Yanca Costa ainda tem que passar mais uma bateria para chegar na fase em que estão as outras 8 campeãs brasileiras. O próximo desafio será contra a catarinense Maria Autuori e duas surfistas que moram no litoral paulista, Sophia Gonçalves e Sol Carrion, que venceu a bateria que fechou o domingo na Praia da Taíba. Entre as meninas, a melhor apresentação foi da carioca de 17 anos, Sarah Ozorio. Ela fez as maiores marcas do feminino, nota 6,50 e 11,10 pontos, na vitória sobre a também carioca Julia Duarte e a paraibana Nalanda Carvalho. “Eu estou aqui na Taíba desde o dia 5 deste mês, então isso foi muito bom pra mim, porque eu pude treinar no mar por vários dias, surfar em horários diferentes e bastante nesse horário que imaginei que poderia ser minha bateria hoje”, contou Sarah Ozorio. “Então, eu já entrei bem treinada, bem preparada. Consegui estudar bastante o mar e sabia onde estava o lugar certo das melhores ondas, o que a onda pedia. Isso tudo ajudou para eu fazer uma boa bateria”. PAULISTA KEMILY SAMPAIO VENCE A PRIMEIRA BATERIA FEMININA DE 2026 Antes da estreia da recordista Sarah Ozorio na quarta bateria, as maiores marcas eram da paulista Kemily Sampaio. Ela ganhou o primeiro confronto feminino do Surf Brasil Pro 2026 por 10,33 pontos, com a nota 5,83 da onda que surfou nos minutos finais, para tirar a vitória da também paulista Kiany Cristina. As duas avançaram para a segunda fase, eliminando a paranaense Jessica Bianca, que mora no litoral paulista, na cidade de Ubatuba. “Eu comecei a temporada com emoção já e estou feliz de ter conseguido aquela onda ali no final”, disse Kemily Sampaio. “Eu acho que a Taíba tem altas ondas, a semana inteira a gente treinou o dia todo com boas ondas e tá prometendo um swell bem legal para os próximos dias. Estou feliz de ter avançado essa primeira bateria, ter começado o ano com o pé direito. Foi com emoção, virada na última onda e é isso, estou muito feliz”. POTIGUARES DIVIDEM O PROTAGONISMO COM OS CEARENSES NO DOMINGO Antes da estreia das meninas, alguns confrontos de gerações marcaram as 14 baterias que fecharam a primeira fase masculina do Surf Brasil Pro 2026. O surf potiguar também mostrou a sua força nas ondas da Praia da Taíba, disputando o protagonismo com os cearenses que brilharam no primeiro dia. Os donos da casa se destacaram mais uma vez, com 5 vitórias e 9 passando para a segunda fase. Mas, foi por pouco, porque o Rio Grande do Norte conseguiu classificar 8 surfistas dos 12 que competiram e ganharam 4 baterias. Além disso, os potiguares passaram a encabeçar a lista de recordes do Surf Brasil Pro na Praia da Taíba. Jonathan Freitas fez o maior placar, 11,27 pontos, superando dois cearenses, Rafael Santoscom 11,17 e Santiago dos Santos com 10,90. Já a maior nota foi a 7,00 que o natalense de Ponta Negra, Emanoel Tobias, recebeu dos juízes pelo melhor aéreo do campeonato. E a segunda maior nota foi a 6,50 de outro potiguar de Natal, Djackson Paulino. “A gente compete aqui na Taíba desde criança, aí fica um pouco mais fácil”, destacou o experiente Emanoel Tobias. “Mas, a galera jogou muito bem na bateria e pegaram as ondas boas da primeira série que entrou no início. Aí fiquei pedindo, meu Deus, me manda uma onda e entrou uma esquerda
Cearenses se destacam em casa na abertura do Surf Brasil Pro 2026
Só foram realizadas 10 baterias no sábado para que o maior encontro do surf brasileiro aconteça em ondas com melhores condições na Praia da Taíba Os cearenses se destacaram em casa na abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Dos 13 que competiram no sábado, 9 passaram para a segunda fase com 4 vitórias e o jovem Carlos Ralen, 17 anos, fez os recordes das 10 baterias disputadas no primeiro dia. A competição foi interrompida quando a maré estava muito seca, para que o maior encontro do surf brasileiro aconteça em ondas com mais qualidade. A previsão indica que as condições vão estar melhores nos próximos dias e as eliminatórias serão retomadas neste domingo, a partir das 8h00, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. “A gente está estudando a previsão das ondas desde o início da semana e decidimos deixar para continuar o campeonato amanhã (domingo), porque a previsão é bem melhor de ondas”, disse o ex-integrante da elite do surf mundial, Raoni Monteiro, que atua como diretor de prova do Surf Brasiljunto com Karina Abras. “Eu e a Karina, em conjunto com toda a comissão técnica, preferimos priorizar a qualidade das ondas. Amanhã o mar já terá mais energia do que hoje e a decisão de adiar é bem positiva, porque estamos abrindo a temporada e o desejo é que o campeonato role em boas ondas, para os surfistas poderem dar show de surf aqui”. No sábado, os cearenses comandaram o show nas pequenas ondas da Praia da Taíba. O jovem surfista de Fortaleza, Carlos Ralen, 17 anos, competiu pela primeira vez no Circuito Brasileiro Profissional e ninguém conseguiu superar as suas marcas na segunda bateria do dia. Carlos acertou um aéreo que valeu nota 6,20 para vencer por 10,43 pontos, números que ficaram no topo da lista de recordes neste início do Surf Brasil Pro 2026. O paulista Eric Bahia também surfou bem e passou junto com ele, somando 10,37 com uma nota 6,00. “Estou muito feliz de estar competindo meu primeiro Brasileiro Profissional aqui na Taíba, um lugar que eu gosto muito”, falou Carlos Ralen. “Eu já fui campeão cearense aqui e me sinto em casa nessas ondas. Estou muito feliz com meu surf e a minha prancha tá andando muito nessa ondinha. Agora é manter o foco e vamos com tudo pra segunda fase”. Nessa bateria, era para ele enfrentar três paulistas, mas o ex-top da elite mundial, Edgard Groggia, não compareceu. Carlos Ralen então derrotou Eric Bahia e eliminou Lucas Di Giorge. O jovem cearense também surpreendeu ao responder sobre quem gostaria de enfrentar nessa sua estreia no Surf Brasil Pro: “os meus amigos daqui do Ceará mesmo que eu me inspiro. O Jonathan Santos, o Santiago dos Santos, o Raoni Rocha, Saymon Rocha, a galera que eu treino, um sempre puxando o nível do surf do outro e é isso”. Na segunda fase do Surf Brasil Pro, Carlos Ralenvai competir com outro cearense, Ytalo Ferreira, contra mais dois paulistas, Philippe Neves e Pedro Ferreira. A temporada 2026 do circuito nacional mais rico do mundo, com premiação de meio milhão de reais em cada etapa e a vitória valendo 50 mil reais, já tinha começado com vitória do Ceará em casa. Davi Sobrinhoganhou a primeira bateria do sábado, com Philippe Neves passando em segundo lugar. ÍDOLO CEARENSE DAS ANTIGAS TAMBÉM ESTREIA COM VITÓRIA NO SÁBADO Depois, teve uma dobradinha cearense do Raoni Rocha e Rodrigo Monteiro, sobre o paulista Nicolas Oliveira. E um ídolo local das antigas, conquistou a quarta e última vitória do Ceará no primeiro sábado do Surf Brasil Pro 2026, que vai até o próximo domingo, 1.o de março, em São Gonçalo do Amarante. Com seus 45 anos de idade, o carismático tetracampeão cearense e campeão nordestino, Edvan Silva, derrotou três surfistas bem mais jovens do que ele, os conterrâneos Ramonne Matias e Flavio de Souza e o paulista João Vieira. “Eu estou muito feliz de ter passado essa bateria, porque não é fácil estar aqui competindo num campeonato com os melhores do Brasil”, destacou Edvan Silva. “Tem uma quantidade muito grande de inscritos e estou feliz de ter vencido essa geração mais nova, que surfa muito bem. Quero agradecer meus alunos, que fizeram minha filiação, minha inscrição, para eu estar aqui. É por causa deles que estou aqui e esse resultado é para cada um de vocês. É muito difícil patrocínio no Brasil e só quem veste a lycra sabe como é. Mas, estou aqui, então obrigado a todos que estão assistindo o evento e estavam torcendo por mim”. Dos 153 surfistas que estão participando dessa primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026, apenas 30 competiram no sábado, com 20 avançando para enfrentar os 48 pré-classificados que entram na segunda fase. As outras 14 baterias que fecham a rodada inicial, acontecem neste domingo e na sequência começa a categoria feminina. No Surf Brasil, o princípio da igualdade é na premiação e também na competição. Após uma fase masculina ser completada, acontece uma feminina e assim sucessivamente, até as rodadas decisivas do campeonato. SURF BRASIL PRO REGISTRA RECORDE DE PARTICIPAÇÃO FEMININA Em São Gonçalo do Amarante, está sendo estabelecido um recorde de participação feminina, com 50 inscritas na abertura do Surf Brasil Pro 2026. São muitas surfistas da nova geração desde 12 anos de idade, até grandes estrelas como 9 já consagradas campeãs brasileiras. As meninas compareceram na Praia da Taíba no sábado, para participar do primeiro comitê técnico da temporada, realizado antes do início do evento. Entre elas, a maior de todos os tempos, Silvana Lima, que consagrou o hexacampeonato brasileiro nas mesmas ondas da Praia da Taíba em 2022, vencendo a final cearense com a campeã de 2020, Yanca Costa. Silvana já completou 41 anos de idade e ganhou seus primeiros títulos com um bicampeonato consecutivo em 2004 e 2005, depois venceu em 2014, 2016 e repetiu o bi em 2021 e 2022, no ano que Teco Padaratz foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf e vem promovendo o circuito nacional mais rico do mundo. “Com certeza, tenho boas lembranças daqui da Taíba. Em 2022 foi incrível, deu altas ondas. A Taíba sempre dá altas ondas e todo mundo se diverte, fica muito feliz de estar nesse lugar”, disse Silvana Lima. “Já tive
Surf Brasil Pro 2026 abre temporada nacional com R$ 500 mil em jogo na Taíba
A Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, será o epicentro do surfe brasileiro a partir deste sábado com o início do Surf Brasil Pro 2026. Considerado o maior encontro da modalidade no país, o evento reúne 206 atletas de 14 estados e distribui meio milhão de reais em premiação já na etapa de abertura do circuito. A competição marca o pontapé inicial da corrida pelos títulos nacionais e promete disputas de alto nível nas ondas do litoral oeste cearense. Entre os participantes estão nove campeãs e sete campeões brasileiros, além de jovens talentos e veteranos que ajudam a compor um cenário diverso, com atletas entre 12 e 55 anos. As baterias terão transmissão ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube. Campeões consagrados e nova geração dividem o pico No feminino, o destaque é a atual campeã invicta de 2025, Laura Raupp, que chega embalada por uma temporada de treinos no Havaí em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil. O Ceará, estado anfitrião, carrega tradição: soma 13 títulos em 30 edições desde 1997. Ícone dessa trajetória, Silvana Lima volta a competir nas mesmas ondas onde conquistou o hexacampeonato em 2022. Outras campeãs nacionais também confirmaram presença, como Tainá Hinckel, Monik Santos, Julia Nicanor e Diana Cristina, fortalecendo uma disputa que promete equilíbrio do início ao fim. No masculino, nomes como Weslley Dantas, Jadson André e Bino Lopes entram na briga pelos primeiros 10 mil pontos do ranking. Entre os convidados especiais estão o ex-integrante da elite mundial Deivid Silva e a promessa Carol Bastides, de apenas 14 anos, reforçando o encontro de gerações na Taíba. Novo formato garante emoção e igualdade de premiação A edição 2026 estreia um novo modelo de competição. Os principais cabeças de chave — top-22 no masculino e top-11 no feminino — entram em fases mais avançadas, com direito a repescagem e premiação mínima garantida. A organização também assegura igualdade nos valores pagos a homens e mulheres, com R$ 50 mil destinados aos campeões de cada categoria. No total, 153 surfistas disputam o título masculino, divididos em três fases eliminatórias. Já no feminino, 49 atletas brigam pelo troféu, com as principais ranqueadas estreando apenas na terceira fase. Ceará lidera participação na etapa de abertura Os donos da casa formam a maior delegação, com 58 representantes. São Paulo aparece em seguida com 46 atletas, incluindo nomes que já competiram na elite mundial. Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro também marcam presença expressiva. Realizado pela Surf Brasil em parceria com a Federação de Surf do Estado do Ceará e o IBESF, o evento conta com apoio da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante e do Governo do Estado do Ceará, consolidando a Taíba como palco estratégico do surfe nacional. Com premiação recorde, estrelas consagradas e talentos em ascensão, o Surf Brasil Pro 2026 começa prometendo elevar ainda mais o nível da modalidade no país e transformar o litoral cearense na capital brasileira do surfe neste início de temporada.
Cearenses podem aumentar o recorde de vitórias em casa no Surf Brasil Pro
O Ceará é o segundo estado com mais concorrentes aos títulos brasileiros desde 2022 e detém o recorde de 13 troféus de campeãs brasileiras de surf profissional A abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, de 21 de fevereiro a 1 de março em São Gonçalo do Amarante, terá um componente especial para surfistas do Ceará. Eles podem aumentar o recorde de vitórias em etapas da Confederação Brasileira de Surf em casa, após a dobradinha dos paulistas Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado. O Ceará é o segundo estado com mais participantes – 60 – em etapas válidas pelos títulos brasileiros na gestão Teco Padaratz, eleito presidente em 2022. E as cearenses detém o recorde de 13 troféus de campeã brasileira de surf profissional, em 30 disputados desde 1997. O Surf Brasil Pro vai inaugurar um novo formato de competição na Praia da Taíba, com mais surfistas tendo a chance de disputar a premiação de meio milhão de reais, oferecida em cada etapa do circuito nacional mais rico do mundo. Até o ano passado, a participação era limitada para 48 homens e 32 mulheres. Agora, 228 surfistas poderão brigar pelo prêmio de 50 mil reais da vitória em cada etapa, 168 na categoria masculina e 60 na feminina. O primeiro show garantido dos melhores surfistas do Brasil na temporada 2026, começa no dia 21 de fevereiro na Praia da Taíba e será transmitido ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no Youtube. “É muito gratificante abrir mais uma vez, o calendário do surf no Brasil em São Gonçalo do Amarante”, disse Amelio Junior, presidente da Federação de Surf do Estado do Ceará. “O Circuito Brasileiro foi unificado e cada etapa está dando uma premiação recorde de meio milhão de reais. Isso é muito importante para o surf brasileiro e foi uma iniciativa muito bacana do Teco Padaratz, que vai estar aqui na Taíba. Graças ao apoio do prefeito Marcelo Teles, pela quarta vez teremos uma etapa do Brasileiro em São Gonçalo do Amarante e a Taíba já virou um point nacional. Lembramos que o Surf Brasil Pro é do dia 21 de fevereiro a 1 de março, logo após o Carnaval, então esperamos ver praia cheia porque vai ser show de surf”. O Ceará é o segundo estado que recebeu mais etapas da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Divide essa posição com Pernambuco, que também sediou 11 eventos. A diferença é que no Ceará, tiveram mais de surf profissional, uma que decidiu o título brasileiro de 2022 na Praia da Taíba e cinco da Taça Brasil, sendo duas em São Gonçalo do Amarante e três em Paracuru. Santa Catarina e Rio de Janeiro dividem o topo dessa lista de 14 estados, com 23 etapas realizadas das 7 competições promovidas pelo Surf Brasil até 2025: Dream Tour, Taça Brasil, Surf de Base, Master, Longboard, Stand Up Paddle e Parasurf. DONOS DA CASA FESTEJARAM MAIS VITÓRIAS EM ETAPAS NO CEARÁ Nas 6 etapas de surf profissional disputadas no Ceará desde 2022, os donos da casa ganharam metade dos 12 títulos. Só a hexacampeã brasileira Silvana Limavenceu 4, 2 na Taça Brasil de 2023 e 2024 na sua cidade, Paracuru, mais 2 no palco do Surf Brasil Proem São Gonçalo do Amarante, no CBSurf Pro 2022 e na Taça Brasil em 2024. Neste ano de 2024, foram duas dobradinhas cearenses no alto do pódio, com Michel Roque em Paracuru e Messias Felix na Praia da Taíba. Os paulistas ganharam 4 títulos em etapas da Taça Brasil, com Renan Pulga e Ryan Kainalo em Paracuru e Marcos Correa e Julia Nicanor no ano passado na Praia da Taíba. As outras vitórias foram do potiguar Israel Junior na Praia da Taíba e da catarinense Tainá Hinckel em Paracuru, ambas em 2022. A Praia da Taíba fechou a temporada 2022, com Israel Junior ganhando a batalha aérea contra o cearense Messias Félix, com notas 10 e 9 na final que decidiu o título brasileiro. No mesmo evento, Silvana Lima consagrou o hexacampeonato na final 100% cearense com a também campeã brasileira Yanca Costa. Agora, São Gonçalo do Amarante vai sediar o primeiro Surf Brasil Pro da história. Será a 21.a etapa valendo 10.000 pontos nos rankings que definem o campeão e a campeã brasileira profissional, desde o início da gestão Teco Padaratz em 2022. SILVANA LIMA É O GRANDE DESTAQUE DO SURF FEMININO NO BRASIL O Ceará é o epicentro do surf feminino no Brasil e Silvana Lima é o grande destaque da categoria em todos os tempos. A cearense criada nas ondas de Paracuru, tem sua história marcada até no cenário internacional, com o imbatível recorde de 19 vitórias em etapas do Qualifying Series (QS), contra 13 da segunda colocada, a australiana Sally Fitzgibbons. No Brasil, as cearenses são recordistas com 13 títulos conquistados, em 30 disputados desde 1997, 8 deles pela Confederação Brasileira de Surf, que iniciou o circuito profissional em 2018. A dominação cearense começou com o tetracampeonato da Tita Tavares nos tempos da ABRASP, em 2000, 2003, 2007 e 2008. Tita igualou o feito da carioca Andréa Lopes, mas Silvana Limasuperou essa marca com seis títulos, em 2004, 2005, 2014 e 2016 pela ABRASP, depois veio o bi em 2021 e 2022 pela Confederação Brasileira. Além de Silvana, mais três cearenses foram campeãs no circuito da Confederação Brasileira de Surf. Larissa dos Santosganhou o primeiro em 2018, Yanca Costa em 2020 e Juliana dos Santos em 2024. O CEARÁ DETÉM MAIS RECORDES E O SEGUNDO MAIOR PELOTÃO ESTADUAL No masculino, foram mais três títulos brasileiros, com Messias Felix bicampeão em 2009 e 2012 e Artur Silva em 2019. Desde a eleição de Teco Padaratz em 2022, o Ceará é o segundo estado com mais participantes em etapas válidas pelos títulos brasileiros. Foram 60 cearenses competindo nas 20 etapas, 47 na categoria masculina e 13 na feminina. É o mesmo número de Santa Catarina, com os dois estados só ficando abaixo de São Paulo, com 83 surfistas de um total de 392 de 15 estados que participaram das 20 etapas realizadas desde 2022 até 2025. Silvana Lima foi quem mais vestiu a lycra de competição nas quatro temporadas, 72 vezes. No masculino, o também cearense Michael Rodrigues é o recordista com 39 vitórias em baterias, empatado com o bicampeão brasileiro, Douglas Silva. A diferença é que o pernambucano participou de todas as 20 etapas,
Gabriela Bryan vence o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong
Gabriela Bryan (HAW), natural de Kauaʻi, Havaí, venceu o Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong de 2026, a 6ª etapa da Challenger Series 2025/2026. Ela se junta ao também vencedor do evento , Callum Robson (AUS). Bryan superou um grupo de surfistas de alto nível, começando na Rodada de 32 e avançando pelas Quartas de Final, Semifinais e, finalmente, conquistando sua primeira vitória na Challenger Series no famoso recife de Pipeline, com ondas sólidas de 1,2 a 1,8 metros. A disputa pela classificação esquentou com eliminações antecipadas de peso e um novo Top 7, além da classificação oficial de Sally Fitzgibbons (AUS) para o Championship Tour (CT) de 2026. Gabriela Bryan (HAW), número 3 do ranking mundial de 2025, reafirmou sua excelente forma com uma campanha brilhante no Finals Day, adicionando sua primeira vitória em um Challenger Series ao seu currículo, com o legado de Andy Irons como pano de fundo para a conquista. A surfista de 23 anos já possui quatro vitórias no Circuito Mundial e agora se consolida como uma forte candidata ao título mundial após uma temporada dominante em 2025. Agora, a atleta de Kauaʻi se prepara para o início da temporada de 2026 do Circuito Mundial no Rip Curl Pro Bells Beach, que acontece de 1º a 11 de abril. “É ótimo começar o ano com uma vitória depois de tanto tempo parado. Voltar a vestir a camisa, sentir o nervosismo e tudo o que vem junto com a competição”, disse Bryan. “Isso me motiva muito para o resto do ano. É um longo ano pela frente e estamos apenas começando, mas não há maneira melhor de começar do que com uma vitória, especialmente em Pipeline. Foi uma final muito talentosa, para dizer o mínimo. Pipeline não é o ideal, mas você nunca sabe o que vai encontrar, então cada bateria aqui, com vento terral, ondulação, vento forte ou se estiver perfeito, vale a pena. Anat [Lelior] provavelmente está bem posicionada para se classificar, mas eu sei que eu, Erin [Brooks] e Molly [Picklum] estamos fazendo tudo o que podemos para conseguir mais tempo aqui, então é ótimo conseguir a vitória.” “É muito especial sentir esse espírito do Andy [Irons] e eu adoro representar Kauaʻi e de onde eu venho. É incrível ter a Lyndie [Irons] aqui. Meu primeiro concurso foi o Irons Brothers. Eu tenho uma foto minha de quando eu era pequena com o Andy e é muito legal. Nós viemos da mesma cidade natal e eu estou seguindo meus sonhos, e tenho inspirações incríveis para admirar.” A final feminina contou com alguns dos talentos mais promissores do esporte, incluindo a atual campeã mundial Molly Picklum (AUS), a candidata ao título mundial de 2025 Gabriela Bryan (HAW), a estreante do ano de 2025 Erin Brooks (CAN) e a agora número 9 no ranking da Challenger Series, Anat Lelior (ISR). A potência do backhand de Picklum garantiu a primeira nota relevante, 7,00 (de um total de 10), antes que suas adversárias começassem a encontrar poucas oportunidades. Mas tudo mudou quando Bryan se encaixou em uma parede de Pipeline para igualar a potência de Picklum e elevar o nível com 7,10 (de um total de 10). Brooks se manteve próxima com 5,67, mas Bryan igualou Brooks com seus próprios 5,67 nos minutos finais, consolidando sua liderança na bateria e mantendo-a firme para uma vitória brilhante. Erin Brooks, eleita a Novata do Ano de 2025 pela CT, conquista o segundo lugar no Marquee. Erin Brooks (CAN) juntou-se à equipe do CT em 2025 e chamou a atenção de todos durante sua temporada de estreia, terminando como Revelação do Ano do CT. A jovem de 18 anos, Brooks, deu um show de backhand em Backdoor, conquistando o melhor desempenho feminino do evento com 9,43 pontos e um total de 16,26 (de um total possível de 20) em sua bateria das quartas de final, após vencer sua bateria da fase de 32 avos de final para começar sua campanha no Finals Day. Brooks agora busca repetir o título de Revelação do Ano em 2026. “Muito obrigado por nos apoiarem durante todo o evento. Foi incrível”, disse Brooks. “Foram tantos dias ótimos e tantas ondas incríveis. Estou muito feliz por fazer parte disso.” Uma das grandes promessas do esporte, Molly Picklum (AUS), entrou no Lexus Pipe Challenger buscando mais tempo com a camisa amarela e conseguiu, com um terceiro lugar. A surfista de 23 anos mostrou-se em ótima forma do início ao fim, após estabelecer o padrão para as mulheres no primeiro dia, e manteve o ritmo com uma atuação dominante nas quartas de final, com um total de 16,06 pontos. Picklum então conquistou outra vitória nas semifinais ao lado de Anat Lelior(ISRA), garantindo sua vaga na final. Picklum se junta a Bryan e Brooks na largada da temporada do Circuito Mundial em Bells Beach. “É sempre tão bom estar de volta aqui. Que maneira incrível de começar a temporada, vindo para o Havaí. Sou muito bem recebido, então sou muito grato por estar aqui. Pipeline é uma onda incrível. Às vezes ela cai bastante, mas adoro vir aqui para me testar e garantir que estou aprimorando minhas habilidades antes do Tour. Ainda temos tempo, então estamos chegando lá.” Hoje, Anat Lelior (ISR) mostrou que agora é uma das favoritas à qualificação, com uma presença na final em Pipeline. A notável trajetória de Lelior na temporada 2025/2026 inclui uma semifinal e agora um quarto lugar, o que a coloca na 9ª posição no ranking da Challenger Series, rumo ao último evento do ano e à realização do seu sonho de se classificar. “Obrigado a todos que estão assistindo. Foi um sonho realizado compartilhar esta final com essas mulheres incríveis, e eu não esperava por isso. Eu só conhecia a Kelly Slater quando tinha 13 anos, por causa de ‘Tá Dando Onda’ (risos). Não esperava chegar aqui e ficar tão perto da classificação. Meu objetivo neste ano era ficar entre as 15 melhores. Sou muito grato e quero que todos entendam o quão sortudos somos por estarmos aqui. Obrigado aos meus patrocinadores, minha namorada, minha rede de apoio, meu treinador, a todos.”
Callum Robson vence o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong
Callum Robson (AUS) venceu o Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong de 2026, a 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026. Uma manhã incrível de ondas perfeitas, de 3 a 4,5 metros, proporcionou um espetáculo para a rodada de 32, quartas de final e início das semifinais masculinas, com Robson provando que estava pronto para o desafio rumo à final. O ranking da CS continuou a se ajustar ao longo do dia da final masculina, incluindo o vice-campeão Morgan Cibilic (AUS) entrando no Top 10, e a classificação de Eli Hanneman (HAW) para o Championship Tour (CT) de 2026 com seu quarto lugar. Já o competidor do CT, Griffin Colapinto (EUA), deixa Pipeline com um terceiro lugar. A próxima chamada será amanhã, sexta-feira, 6 de fevereiro, às 7h15 (horário do Havaí), para a rodada de 32 feminina. As atenções se voltam para as competidoras, que aguardam ansiosamente o retorno às pistas para coroar a vencedora do Lexus Pipe Pro Challenger 2026 apresentado pela Billabong. Uma performance incrível de Callum Robson (AUS) o levou à sua segunda vitória na Challenger Series. O ex-participante do CT já conquistou diversos feitos, incluindo uma onda de 10 pontos em Supertubos, Portugal, quando figurava entre os melhores do mundo, e uma grande vitória no Boost Mobile Gold Coast Pro de 2022. Agora, Robson ressurge como uma ameaça à classificação para o CT após garantir uma importante vitória no Lexus Pipe Challenger Presented by Billabong. Ele ocupa a 11ª posição no ranking da CS, logo fora da zona de classificação, rumo à etapa final da temporada, o Newcastle SURFEST. “Para ser sincero, é uma loucura. Não é o Pipeline clássico nessa final, mas estar lá com o Morgs [Cibilic], o Griffin [Colapinto] e o Eli [Hanneman], obviamente surfistas muito bons nessa bateria”, disse Robson. “Eu simplesmente não consigo acreditar que acabei de ganhar essa competição. Desde o início da semana, acreditar que você vai ganhar o evento é algo surreal. Eu realmente não sei como me sentir agora, mas estou em êxtase.” “Obviamente, este não foi meu melhor ano na Challenger Series, mas ficar em 11º é muito melhor do que a posição de número 30 e poucos em que eu estava quando cheguei aqui. Eu simplesmente me concentrei novamente nesse pequeno período de descanso e fiquei muito feliz em vir surfar em Pipeline. Eu já surfei lá no CT e adoro este lugar, adoro esta onda.” Uma final acirrada se desenrolou sob os ventos predominantes, com um elenco de nível mundial pronto para a batalha, que contou com o multicampeão mundial Griffin Colapinto (EUA) enfrentando os ex-campeões do CT Callum Robson (AUS), Morgan Cibilic (AUS) e o havaiano Eli Hanneman(HAV). Conhecido por sua técnica agressiva e poderosa, Robson conquistou a primeira nota relevante, 6,33 (de um total possível de 10), ampliando sua vantagem sobre os oponentes. Mas Colapinto conseguiu uma impressionante cobertura de backdoor que lhe rendeu 7,00, enquanto Cibilic obteve 7,70. Callum respondeu com uma rotação completa e uma curva fechada para fechar com 7,67, retomando a liderança. Com o tempo se esgotando, Ciblic, Colapinto e Hanneman continuaram pressionando, mas não conseguiram a pontuação necessária, coroando Robson como o campeão do Lexus Pipe Challenger 2026 apresentado pela Billabong. O segundo lugar icônico de Morgan Cibilic resulta em sua posição entre os 10 melhores do ranking de CS. As baterias classificatórias começaram imediatamente na fase de 32 avos de final masculina, com direito a faíscas entre o bicampeão do CT Pipe Pro , Barron Mamiya (HAV), os ex-participantes do CT, Carlos Munoz (CRC) e Morgan Cibilic (AUS), e o herói local , Joey Johnston(HAV). Cibilic entrou no ritmo logo de cara, depois de quase conseguir a saída de um tubo profundo em Backdoor, antes de se encontrar preso em outro tubo brilhante em Backdoor, desta vez emergindo para marcar 9,00 (de um total de 10). Cibilic manteve essa forma até as finais, conquistando uma pontuação de 17,50 (de um total possível de 20) e garantindo sua vaga nas semifinais, onde terminou em segundo lugar. Com esse segundo lugar, Cibilic subiu sete posições e agora ocupa o 7º lugar no ranking, com uma grande oportunidade de se juntar novamente aos melhores do mundo, enquanto se prepara para o evento final da temporada 2025/2026 do Challenger Series em sua praia natal, Merewether Beach. “Eu me senti totalmente no meu melhor. Foi muito bom conseguir aquela performance nas quartas de final, mesmo estando um pouco nervoso no começo”, disse Cibilic. “A onda de 9.00 foi ótima. Eu simplesmente perdi o fôlego na decolagem e estou muito feliz por estar aqui e curtindo tudo isso. Surfar em Pipeline sem ninguém por perto foi incrível. Obrigado aos locais e à patrulha aquática havaiana por me trazerem de volta.” O estreante no CT de 2024, Eli Hanneman (HAV), se requalificou para o Championship Tour (CT) de 2026 após um dia triunfante em Pipeline. Começando o dia na Rodada de 32, Hanneman se lançou em uma seção tubular impressionante, emergindo para uma nota 9,27 (de um possível 10) e se estabelecendo no topo da bateria. Em seguida, o surfista de 23 anos de Lahaina, Maui, garantiu uma posição de avanço em sua bateria das Quartas de Final, requalificando-se oficialmente e retornando ao grupo dos melhores do mundo. Um terceiro lugar no Ericeira Pro e um segundo lugar no Saquarema Pro ajudaram Hanneman a chegar ao primeiro lugar do ranking antes de Pipeline, onde completou sua campanha de requalificação para a Etapa nº 7, o Newcastle SURFEST. “Isso é incrível. No Brasil, eu precisava vencer a prova, e fiquei em segundo lugar, e eu simplesmente sabia que ia acontecer aqui em casa”, disse Hanneman. “Isso é melhor do que eu jamais poderia imaginar. Ter todos os meus amigos e familiares na praia para me parabenizar foi muito especial. É estranho agora porque eu ainda estou na competição, e parece irreal porque ainda estou trabalhando para alcançar um objetivo, o que é verdade. Só de olhar para os últimos anos, parece uma jornada e tanto, mas é muito bom estar de volta.” Griffin Colapinto (EUA) entrou neste evento buscando maximizar seu tempo com a camisa amarela em Pipeline e alcançou esse
A fase de 32 avos de final masculina do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong está confirmada
O Lexus Pipe Challenger apresentado pela Billabong , 6ª etapa da Challenger Series (CS) 2025/2026, está de volta com condições perfeitas no famoso recife de Pipeline. Ondas de 3 a 4,5 metros proporcionam oportunidades para tubos em Pipeline e Backdoor, testando a elite da Challenger Series contra surfistas consagrados do Championship Tour (CT) e especialistas em Pipeline. A fase de 32 avos de final masculina terá baterias de 30 minutos, começando às 8h02 (horário do Havaí). As fases de 32 avos de final feminina e as quartas de final masculinas estão em espera. Joey Johnston (HAV), natural da região de North Shore, busca dar continuidade à sua notável ascensão na competição, desta vez na fase de 32 avos de final contra outro competidor da região, o bicampeão do Championship Tour (CT) Pipe Pro, Barron Mamiya (HAV), juntamente com os ex-participantes do CT, Carlos Munoz (CRC) e Morgan Cibilic(AUS). Entre os nomes que ainda estão na disputa do CT estão Griffin Colapinto (EUA), Seth Moniz (HAV) e Cole Houshmand (EUA), que buscam superar jogadores como Eli Hanneman (HAV), Kauli Vaast(FRA), Lucas Silveira (BRA), George Pittar (AUS) e Benji Brand (HAV), outro destaque da rodada de abertura que também permanece na competição. Confrontos da Rodada de 32 Masculinos do Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong: BATERIA 1: Joey Johnston (HAV) vs. Morgan Cibilic (AUS) vs. Carlos Munoz (CRC) vs. Barron Mamiya (HAV) BATERIA 2: Cole Houshmand (EUA) vs. Jackson Bunch (HAV) vs. Kauli Vaast (FRA) vs. Lucas Silveira (BRA) HEAT 3: Jorgann Couzinet (FRA) x Taro Watanabe (EUA) x Ryan Huckabee (EUA) x Lucas Vicente (BRA) BATERIA 4: Charly Quivront (FRA) vs. Ian Gentil (HAV) vs. Winter Vincent (AUS) vs. Griffin Colapinto (EUA) BATERIA 5: Mikey McDonagh (AUS) vs. Benji Brand (HAW) vs. Callum Robson (AUS) vs. Luke Thompson (RSA) BATERIA 6: Nolan Rapoza (EUA) vs. Jacob Willcox (AUS) vs. Eli Hanneman (HAV) vs. Jackson Baker (AUS) HEAT 7: Xavier Huxtable (AUS) x Riaru Ito (JPN) x Shohei Kato (JPN) x Adur Amatriain (EUK) ELIMINATÓRIA 8: Seth Moniz (HAV) vs. George Pittar (AUS) vs. Liam O’Brien (AUS) vs. Shion Crawford (HAV) Lexus Pipe Challenger apresentado por Billabong – Rodada de 32 Feminina (Baterias 2 a 8) – Confrontos restantes: BATERIA 2: Yolanda Hopkins (POR) vs. Tya Zebrowski (FRA) vs. Anat Lelior (ISR) vs. Vahine Fierro (FRA) HEAT 3: Isabella Nichols (AUS) x Nadia Erostarbe (EUK) x Arena Rodriguez (PER) x Sanoa Dempfle-Olin (CAN) HEAT 4: Bettylou Sakura Johnson (HAW) x Annette Gonzalez Etxabarri (EUK) x Vaihitimahana Inso (HAW) x Moana Jones Wong (HAW) HEAT 5: Gabriela Bryan (HAW) x Amuro Tsuzuki (JPN) x Zoe McDougall (HAW) x Eweleiula Wong (HAW) ELIMINATÓRIA 6: Luana Silva (BRA) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) vs. Sophie McCulloch (AUS) vs. Alyssa Spencer (EUA) HEAT 7: Erin Brooks (CAN) x Francisca Veselko (POR) x Anon Matsuoka (JPN) x Teresa Bonvalot (POR) HEAT 8: Caitlin Simmers (EUA) x India Robinson (AUS) x Sierra Kerr (AUS) x Sophia Medina (BRA)
Surf Brasil celebra parceria com o programa Educando Cidadãos do MPSC
O lançamento do primeiro vídeo da campanha de enfrentamento à corrupção aconteceu na tarde da quarta-feira na sede do Surf Brasil em Florianópolis O Surf Brasil celebrou na tarde da quarta-feira, a assinatura do termo de adesão ao programa “Educando Cidadãos” do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), para incentivar boas práticas e ações de cidadania, ética e integridade social. O primeiro vídeo do Surf Brasil Educando Cidadãos, com criação do artista plástico Luciano Martins, foca o enfrentamento à corrupção e o lançamento aconteceu na sede da Confederação Brasileira de Surf em Florianópolis, com a presença da imprensa local e representantes e coordenadores do projeto no Ministério Público de Santa Catarina. “Eu acredito que o principal foco dessa parceria é a área da educação, para o público jovem, entre 8 e 16 anos, quando estão formando sua personalidade”, disse Teco Padaratz, presidente da Confederação Brasileira de Surf. “O atleta é formador de opinião e é importante que tenha imagem de boas práticas de cidadania, para servir de exemplo aos jovens. Combater a corrupção é uma dessas práticas. Além do vídeo, vamos fazer também um gibi impresso ensinando e criando bons exemplos e boas práticas, para atingir a garotada. Vamos distribuir o gibi nos campeonatos, nos colégios, para eles levarem pra casa, para discutir e interagir com o pai, com a mãe, amiguinhos, historinhas para a idade deles, na linguagem deles”. Teco Padaratz também destacou que o Surf Brasilvai levar o projeto Educando Cidadãos para o Comitê Olímpico do Brasil (COB) e para outras confederações esportivas olímpicas. “Vamos multiplicar essa campanha para um universo muito maior”, enfatizou. Com entusiasmo, o presidente disse que já conversou com o presidente da ISA (International Surfing Association), entidade que representa o surf no Comitê Olímpico Internacional (COI), para lançar o Educando Cidadãostambém em inglês e espanhol, ressaltando que corrupção existe no mundo inteiro. “A gente tem que trabalhar o tempo todo, para garantir que nossa sociedade esteja protegida desse grande mal, que é a corrupção”. SURF BRASIL NO PROGRAMA EDUCANDO CIDADÃOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO O programa Educando Cidadãos é um movimento de educação e engajamento da sociedade civil, que busca fomentar ações de enfrentamento a todas as formas de corrupção. Seu objetivo principal é educar os cidadãos, ressaltando a importância de cada um assumir sua liderança nesse movimento institucionalizado no Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O programa promove ações educativas voltadas para o fortalecimento da cidadania, da democracia e dos valores constitucionais. Os promotores de justiça Affonso Guizzo Neto e Stefano Garcia da Silveira, são os coordenadores do projeto no MPSC e assinaram o termo de adesão do Surf Brasil com o presidente Teco Padaratz, o vice-presidente Paulo Moura e outros importantes incentivadores da campanha presentes na solenidade. “Poucos sabem que esse projeto, a ideia de chamar a sociedade para refletir sobre corrupção, vem lá do ano 2000 e desde o início estava o Teco Padaratz”, destacou o promotor de justiça e coordenador do programa Educando Cidadãos no MPSC, Affonso Guizzo Neto. “Fizemos uma campanha numa etapa do WCT em Imbituba, na época que nossa Tempestade ainda não existia e os ídolos eram os gringos, Kelly Slater, Andy Irons, que vestiram uma camisa que estava escrito: “O que todos nós temos a ver com a corrupção”. Esse problema não é só no Brasil e o esporte é um instrumento de educação, de transformação. O Educando Cidadãos não foca apontando o dedo diretamente para a corrupção, mas ele parte do pressuposto que, efetivamente, a corrupção faz mal para a sociedade. Quando a gente acordar para isso, fizer essa rede de controle, de mãos dadas, poderemos transformar a realidade não só de crianças, não só de esportistas, mas de toda a sociedade brasileira”. ENTUSIASMO COM A ENTRADA DO SURF BRASIL NO EDUCANDO CIDADÃOS O vice-coordenador do programa Educando Cidadãos e diretor do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do MPSC, Stefano Garcia da Silveira, também estava entusiasmado com a parceria do Surf Brasil: “Pra mim, na verdade, é um dia de alegria ver tantas pessoas que eu admiro, ídolos de infância, entrando nesse projeto, fazendo parcerias com o Ministério Público e com todas outras pessoas que fazem parte do Educando Cidadãos. A gente já fica antevendo de como o projeto poderá levar surfistas para as salas de aula, para conversar com os estudantes, isso pra mim é fantástico. Acho que é muito simbólico, a Confederação Brasileira de Surf aderir ao projeto, então fico numa felicidade tremenda”. Stefano ainda ressalta a penetração que o Surf Brasil pode alcançar no Educando Cidadãos: “Como promotor de justiça, temos limitações. Só de vestir um terno, de falar da maneira que falamos, as pessoas não irão nos ouvir. E no surf, no esporte, é completamente diferente. A gente sabe que corrupção, não é só prender um hoje, outro amanhã, mas é conseguir mudar atitudes. Através do esporte, com todos os ensinamentos que proporciona, me deixa muito feliz e empolgado o tipo de parceria que vamos ter com a Confederação, com os atletas aderindo a esse projeto. É um dia radiante para mim e quero agradecer a todos, obrigado”.