Alexia Oliveira ganhou a Sub-14 e a Sub-16 com Felipe Homsi e Nicolly Freire e Iago Bellotti foram os campeões da Sub-18 em casa na Barra do Camaratuba A equipe da Paraíba foi a grande campeã da Seletiva Norte/Nordeste do Surf Brasil Base 2026 em Mataraca, na divisa do estado com o Rio Grande do Norte. O time da casa ganhou 6 dos 8 títulos disputados, com Alexia Oliveira sendo campeã Sub-14 e Sub-16 e vice-campeã na final 100% paraibana da Sub-18, vencida por Nicolly Freire. Nas categorias masculinas, Iago Bellotti também festejou vitória na Sub-18 e Felipe Homsi na Sub-16. Os outros 3 títulos foram conquistados pelos potiguares Narciso Inacio na Sub-14 e Marcellyne Silva na Sub-12, junto com o cearense Gabriel Venancio. A Seletiva Norte/Nordeste definiu 56 vagas para a decisão dos títulos brasileiros do Surf Brasil Base 2026, nos dias 23 a 27 de setembro na cidade de Navegantes, Santa Catarina. O grande destaque nas ondas de Barra do Camaratuba foi Alexia Oliveira, que só tem 13 anos de idade e decidiu os títulos nas três divisões que disputou. A primeira final foi a da Sub-14, quando a paraibana que mora em Baía Formosa (RN), fez o maior placar de todo o campeonato nas categorias feminina e masculina. Na melhor onda que surfou, destruiu uma esquerda com um ataque potente de backside que arrancou nota 8,00 dos juízes, para totalizar 13,00 pontos. Em segundo lugar ficou a também paraibana Hanna Prado, com a pernambucana Nicole Silva em terceiro e a potiguar Luiza Soares em quarto. “Estou muito feliz por ter feito uma onda de 8 pontos. Eu nunca imaginaria que ia sair essa nota e só tenho que agradecer a Deus por ter mandado aquela onda”, disse Alexia Oliveira. “Eu pedi muito, muito, muito mesmo, por uma onda boa e consegui ser campeã dessa categoria. Agora vamos em busca dos próximos títulos, porque ainda tem a final Sub-16 e a Sub-18. E quero parabenizar minhas amigas, a Marcellyne (Silva) que foi campeã no Sub-12, a Ayla (Lopes) que foi vice-campeã e vamo com tudo pras próximas”. Alexia Oliveira também surfou as melhores ondas que entraram na decisão Sub-16, para faturar mais um título e novamente com a também paraibana Hanna Prado ficando em segundo lugar. As duas foram as únicas que chegaram em três finais no domingo em Barra do Camaratuba. Nessa, deixaram a cearense Eloá Lima em terceiro lugar e a pernambucana Nicole Silvana quarta posição. Alexia foi perguntada sobre quem era sua principal inspiração no surf e surpreendeu na resposta: “É o Michael Rodrigues (campeão da primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, Ceará). Ele dá umas pauladas bizarras de backside e é muito bom de frontside também. Parabéns Michael, você tem um surf irado e sou muito sua fã”. INVENCIBILIDADE QUEBRADA NA DECISÃO 100% PARAIBANA DO SUB-18 Alexia ainda disputou mais uma final, a da divisão Sub-18 com apenas 13 anos de idade. Essa decisão foi 100% paraibana e ajudou a garantir o título de melhor equipe da Seletiva Norte/Nordeste do Surf Brasil Base 2026 para a Paraíba. Ela largou na frente e liderou praticamente toda a disputa, mas Nicolly Freire, a mais experiente da bateria com 17 anos, surfou duas ondas com muita força nos minutos finais e ficou o suspense pelas notas. Nicolly precisava de 3,48 para vencer e ganhou 4,37, acabando com a invencibilidade da Alexia Oliveira. Em terceiro lugar ficou Rayssa Marques e Hanna Prado em quarto. “Foi muito esforço para conseguir essa vitória e quero agradecer a Deus”, vibrou Nicolly Freire, que foi festejada pelas outras finalistas. “Eu venho treinando muito esses dias. Infelizmente, estou com o pé machucado, mas consegui dar meu máximo na bateria e virar nos últimos minutos. Estou muito feliz e quero mandar um beijo pra minha namorada e agradecer meu pai, que tá sempre comigo. Eu sou da Baía da Traição, onde tem a Analu Silva, a Tininha (Diana Cristina) e esse troféu vai pra Baía da Traição”. MAIS DUAS VITÓRIAS DA PARAÍBA CONQUISTADAS NOS MINUTOS FINAIS A seleção da Paraíba ainda festejou mais duas vitórias nas categorias masculinas e ambas conquistadas de forma mais dramática, nas ondas surfadas nos últimos minutos da bateria. Na principal decisão, da Sub-18, que foi disputada por quatro surfistas de apenas 14 anos, o cearense Nicolas Silva estava na frente quando o confronto terminou. Mas, ficou a expectativa pelas notas dos dois paraibanos. Arthur Vilar era o terceiro e pulou para o primeiro lugar com o 4,37 que recebeu. Mas Iago Bellotti, um dos destaques de todo o campeonato, tinha acertado um aéreo de backside e ganhou nota 4,70, para confirmar o título Sub-18. “Eu acabei ficando um pouco abalado por ter perdido na Sub-14 e na Sub-16, mas eu disse que ia descontar toda essa raiva na Sub-18 e consegui ganhar de virada ali na última onda”, contou Iago Bellotti. “Deus foi muito gigante pra mim nesse final e estou muito feliz pela vitória. Quero agradecer todos os meus patrocinadores, todo mundo que tava na torcida e esse título vai pra minha mãe. Mãe, te amo”. O resultado da final Sub-18 terminou com Iago Bellotti totalizando 9,90 pontos, contra 8,67 do também paraibano Arthur Vilar, 8,57 do cearense Nicolas Silva e 7,73 do Francisco Willian, único representante do estado do Pará na Seletiva Norte/Nordeste do Surf Brasil Base 2026. A decisão Sub-16 foi ainda mais apertada e igualmente decidida nas últimas ondas surfadas por três competidores. A vitória foi confirmada para o paraibano Felipe Homsisomando 8,63 pontos, contra 8,50 do cearense Saymon Rocha e 8,20 em outra final do paraibano Arthur Vilar. Em último ficou o potiguar campeão Sub-14, Narciso Inacio. “Eu estou muito feliz, até porque venho tendo resultados ruins nos últimos campeonatos e agora eu quis soltar o meu surf realmente”, disse Felipe Homsi. “Nessa última bateria, eu falei pro meu pai que ia soltar os aéreos, porque eu tava com muita confiança. A prancha tá boa, muito animal e consegui mandar dois aéreos que me deram a vitória. Quero agradecer meus patrocinadores e mandar um beijo pro meu irmão, pra minha namorada, pro meu pai e agradecer minha mãe também. Mãe, tá escrito, vamooo”. VITÓRIAS DO RIO GRANDE DO NORTE E DO CEARÁ NO SUB-12 E SUB-14 Nas outras finais, o campeão brasileiro
Surf Brasil Base decide os títulos da Seletiva Norte/Nordeste neste domingo na Paraíba
A seleção da Paraíba também se destacou no sábado vencendo 11 das 26 baterias disputadas e formando uma final Sub-18 feminina 100% paraibana O Surf Brasil Base vai decidir os títulos da Seletiva Regional Norte/Nordeste neste domingo em Mataraca e a seleção da Paraíba segue brilhando nas ondas de Barra do Camaratuba. No sábado, o time da casa venceu 11 das 26 baterias disputadas e são maioria nas três decisões já definidas. A final Sub-18 feminina será 100% paraibana e metade dos finalistas do Sub-18 masculino e Sub-16 feminino, também são do estado que está sediando a Seletiva Norte/Nordeste. O domingo será iniciado às 8h00 pelas semifinais do Sub-16 masculino, seguidas pelas do Sub-12 e do Sub-14 masculino e feminino. As decisões dos títulos começam as 11h20, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube ou pelo site SurfBrasil.org.br. A primeira decisão de título a ser formada no sábado, foi a da categoria Sub-18 feminina. Assim como na sexta-feira, as paraibanas Alexia Oliveira e Hanna Prado foram o destaque do dia, se classificando para as finais da Sub-18 e Sub-16 e ainda vão disputar as semifinais da Sub-14 no domingo. Alexiatem 13 anos de idade e Hanna com apenas 12, foi quem ganhou a primeira semifinal do Sub-18 no sábado. Nessa bateria, Nicolly Freire confirmou a dobradinha paraibana sobre a potiguar Maria Clara, surfista da Seleção Brasileira Junior que vai disputar o título mundial deste ano no ISA World Junior Surfing Championship. “Nossa, eu estou muito feliz por vencer mais uma bateria e poder agradecer a todos que torcem por mim”, disse Hanna Prado. “É bom ficar sempre em primeiro no campeonato, porque você pega um chaveamento melhor. E competir com as meninas mais velhas, é muito bom, como sempre falo nas entrevistas. Quero agradecer ao meu pai que está ali na beira da praia gritando e torcendo por mim, a minha mãe também e a todo o pessoal que tá torcendo por mim em casa”. Na segunda semifinal Sub-18, Alexia Oliveirabrilhou novamente nas ondas de Barra do Camaratuba, com os recordes femininos do dia, nota 5,27 e 9,27 pontos. Alexia agora passa a deter as 5 maiores notas e os 4 maiores somatórios da Seletiva Norte/Nordeste entre as meninas. Junto com ela, Rayssa Marquesgarantiu uma final 100% paraibana, eliminando a pernambucana Emily Matias. Nas últimas baterias do sábado, Hanna Prado e Alexia Oliveira também se classificaram para a decisão da categoria Sub-16. “Essa última bateria agora foi bem difícil, porque a maré tá secando e aqui tem umas pedras embaixo que chupam e fica bem estranha a onda”, disse Alexia Oliveira. “Mas é isso, avançamos mais uma, estou na final Sub-18, da Sub-16 e amanhã tem semifinal na Sub-14, então vamo com tudo galera. Quero mandar um beijo pro meu pai, pra minha tia, obrigado Deus e um beijo pro meu técnico também, o Abelhinha (pai do surfista Arthur Vilar) que tá me ajudando bastante esses dias”. ÚNICO SURFISTA DO PARÁ CLASSIFICADO PARA A DECISÃO EM SANTA CATARINA Alexia Oliveira e Hanna Prado vão disputar a final paraibana da Sub-18 com Nicolly Freire e Rayssa Marques. As duas também vão decidir o título Sub-16 da Seletiva Norte/Nordeste do Surf Brasil Base 2026, com a cearense Eloá Lima e a pernambucana Nicole Silva. A outra disputa de título já definida no sábado, foi a da categoria Sub-18 masculina, com os paraibanos Arthur Vilar e Iago Bellotti se classificando com Nicolas Silva do Ceará e Francisco Willian do Pará. Francisco Willian é o único representante do estado do Pará no Surf Brasil Base 2026 e disputou seis baterias no sábado em Barra do Camaratuba. Ele tem 14 anos de idade e acabou eliminado desta que é a sua categoria. Mas, competiu também nas duas divisões acima e se classificou para disputar os títulos brasileiros do Sub-18 e Sub-16 em Santa Catarina. Ele ficou com a última vaga entre os 10 indicados para a divisão Sub-16 pela Seletiva Regional Norte/Nordeste, mas vai disputar o título Sub-18 no domingo em Mataraca. PARAIBANO IAGO BELLOTTI É O ÚNICO NA BRIGA POR TRÊS TÍTULOS O surfista do Pará impediu uma dobradinha paraibana eliminando Felipe Homsi em mais uma bateria vencida por um dos destaques nas esquerdas de Barra do Camaratuba, Iago Bellotti. Na primeira semifinal, foi um paraibano, Arthur Vilar, que mora em Baía Formosa (RN), cidade do campeão olímpico Italo Ferreira, que frustrou uma classificação dupla do Ceará. Ele ganhou a bateria e Nicolas Silva superou Kelysson Carneiro na briga pela segunda vaga na grande final. Nicolas fez o maior placar do campeonato na sexta-feira, mas os seus 11,73 pontos foram igualados pelos aéreos do paraibano Iago Bellotti no sábado. “Estou muito feliz, foi uma bateria muito boa com atletas de altíssimo nível, o Felipe Homsi e o Nicolas Silva, que surfam muito e to muito feliz de ter ganhado deles”, disse Iago Bellotti, sobre esta bateria da categoria Sub-16. “Eu me preparei muito para vir para esta etapa. Já consegui ganhar o título paraibano na semana passada aqui e vamo pra cima. Estou felizão que já consegui conquistar a vaga para Santa Catarina na Sub-16 e na Sub-18 e amanhã tem as finais, então vamo com tudo”. Iago Bellotti é o único surfista que segue na briga pelos títulos em três divisões na categoria masculina. Ele já está na final Sub-18 e nas semifinais do Sub-16 e Sub-14. Iago ganhou 4 das 5 baterias que disputou no sábado, só perdendo a primeira que competiu, pela terceira fase da Sub-16, vencida pelo cearense Nicolas Silva. O único a igualar esse feito de vencer 4 baterias foi o potiguar Narciso Inacio, 2 pela divisão Sub-14 e 2 pela Sub-16. O surfista de Baía Formosa foi campeão brasileiro Sub-12 no ano passado e já garantiu vaga para a decisão do Surf Brasil Base 2026 em Santa Catarina na categoria Sub-16. Agora vai tentar se classificar também na Sub-14 e tem que passar pelas semifinais neste domingo para isso. REPRESENTANTES DOS 7 ESTADOS NO DOMINGO DECISIVO NA PARAÍBA Nas 26 baterias disputadas no sábado, a seleção da Paraíba foi novamente a que mais brilhou, conquistando 11 vitórias e 19 classificações. O segundo time que mais ganhou baterias, foi o do Ceará com 5 vitórias, contra 4 da equipe do Rio Grande do Norte, 3 da Bahia, 2 do Pará com Francisco Willian e 1 do Maranhão com Guilherme Penha. Apenas o time
Time paraibano se destaca em casa no segundo dia da Seletiva do Surf Brasil Base
Surfistas da Paraíba conquistaram mais vitórias e classificações nas 26 baterias de 5 categorias disputadas na sexta-feira em Barra do Camaratuba O time paraibano se destacou em casa no segundo dia da Seletiva Norte-Nordeste do Surf Brasil Base 2026 em Mataraca. Nas 26 baterias disputadas na sexta-feira, os surfistas da Paraíba festejaram mais vitórias – 8 – e classificações – 13 – em Barra do Camaratuba. A equipe do Ceará também foi bem, ganhando 7 baterias e 12 classificações nas categorias Sub-18 masculina e Sub-16 e Sub-14 masculinas e femininas. A batalha pelas vagas da Região Norte-Nordeste, para a decisão dos títulos brasileiros do Surf Brasil Base 2026 em Santa Catarina, continua neste sábado, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube ou pelo site SurfBrasil.org.br. Além do recorde de vitórias e classificações na sexta-feira, destaque também para as paraibanas Alexia Oliveira de 13 anos de idade e Hanna Pradocom 12 anos apenas, que se classificaram para as semifinais em três divisões, Sub-14, Sub-16 e Sub-18. Elas já garantiram vagas para disputar os títulos brasileiros Sub-16 e Sub-18 no Surf Brasil Base 2026, nos dias 23 a 27 de setembro em Santa Catarina. Alexiamora em Baía Formosa (RN) e encabeça a lista de recordes da Seletiva Norte-Nordeste em Barra do Camaratuba, com nota 6,00 e 11,50 pontos. São dela as 4 maiores notas e os 3 maiores somatórios entre as meninas. “Eu costumo surfar todos os dias de manhã cedo, a tarde e no final de tarde, com meu super treinador Abelha, pai do Arthur Vilar, e também treino no Projeto Swell com o Cesar. Então venho bem preparada para competir, fisicamente e mentalmente também, com o trabalho que faço com minha psicóloga”, contou Alexia Oliveira. “Eu fiz uma bateria boa e estou com a cabeça bem definida para passar bateria por bateria. Não quero pensar muito lá na frente e quero agradecer todo mundo que tá na torcida por mim. Quero mandar um beijão pra minha família que tá me assistindo em casa e é isso, vamo com tudo”. Assim como Alexia Oliveira, Hanna Prado também ganhou as duas baterias que disputou na sexta-feira em Barra do Camaratuba. Ambas já haviam garantido na quinta-feira, suas vagas na divisão Sub-18 para a grande final do Surf Brasil Base 2026 em Santa Catarina. Agora, começaram o segundo dia avançando para as semifinais da Sub-16 e confirmando também seus nomes nesta categoria. Na Sub-14, que é a divisão delas, ainda precisam passar para a grande final, pois nesta somente 4 surfistas se classificam. “O campeonato tá irado e, competir com as meninas mais velhas, é muito bom para eu evoluir o meu surf e já to muito ansiosa pra competir lá no Sul”, disse Hanna Prado. “Essa última bateria foi bem disputada, eu tava perdendo, depois consegui uma onda de 4 pontos, outra de 3 e fui trocando notas. Eu competi com minhas amigas e é muito bom, porque vou puxando o nível delas e elas vão puxando o meu. Eu quero agradecer meus patrocinadores, à minha mãe e é isso, vamo pra próxima porque o campeonato tá irado”. A primeira bateria das duas paraibanas na sexta-feira, foi pela categoria Sub-16. Alexia Oliveiracomeçou com vitória sobre a cearense Eloá Lima e a pernambucana Emily Matias. Nas semifinais, ela vai enfrentar duas pernambucanas, Nicole Silva e Kaila Brotherhood. Hanna Pradotambém estreou com vitória e vai disputar as duas primeiras vagas para a decisão Sub-16, com a cearense Eloá Lima e outra pernambucana, Bibi Guimarães. Na semifinal Sub-14, Hanna Pradotambém disputa a primeira bateria, com a potiguar Luiza Soares e a pernambucana Emily Matias. E na outra, está Alexia Oliveira com sua conterrânea Ayla Lopes e a pernambucana Nicole Silva. RECORDES DAS CATEGORIAS MASCULINAS TAMBÉM BATIDOS NA SEXTA-FEIRA Nas categorias masculinas do Sub-14, Sub-16 e Sub-18, que tiveram baterias realizadas na sexta-feira, os recordes do primeiro dia da Seletiva Norte-Nordeste do Surf Brasil Base 2026 também foram batidos. Logo no terceiro confronto do dia, pela primeira fase Sub-16, o potiguar Luiz Henriqueacertou um aéreo numa onda que arrancou a maior nota do campeonato, 7,00. Duas baterias depois, o paraibano Arthur Vilar, que mora em Baía Formosa, cidade que revelou o campeão olímpico Italo Ferreira, também registrou um novo recorde de pontos, 11,50 nas duas notas computadas. No entanto, essa marca foi superada no fim do dia pelo cearense Nicolas Silva, na sua bateria pela segunda fase da divisão Sub-16. Ele também usou os aéreos para somar uma nota 6,50 na vitória por 11,73 pontos. Esse passou a ser o maior placar da Seletiva Regional Norte-Nordeste do Surf Brasil Base 2026. Na bateria seguinte, a penúltima disputada na sexta-feira, o ainda recordista de nota, Luiz Henrique, acabou sendo eliminado pelo paraibano Arthur Vilar em outra vitória cearense, do Saymon Rocha. Aliás, o Ceará fechou o segundo dia com três vitórias consecutivas no Sub-16, completadas por Lucas Peixoto. “Estou muito feliz por ter passado mais uma bateria e essa foi bem difícil, com a maré seca e o mar muito difícil aqui na Barra do Camaratuba”, destacou Nicolas Silva, após a vitória sobre o maranhense Guilherme Penha e os pernambucanos Raunir Silva e Davi Rastinha. “Eu comecei com notas baixas, depois fiz um 4, um 5 e pouco e um 6,5, que foi uma das maiores notas do evento. Estou muito feliz com minha performance e essa prancha aqui tá irada. Eu já competi dois campeonatos anteriores com ela e tá funcionando muito bem nesse mar. Agora vamo pra próxima, porque tem muitas baterias pela frente ainda”. Esta segunda fase Sub-16 é composta por 6 baterias e as 4 primeiras fecharam a sexta-feira na bela cidade de Mataraca, na divisa da Paraíba com Baía Formosa no Rio Grande do Norte. As duas últimas ficaram para abrir o sábado e os surfistas que passaram já irão disputar classificação para as semifinais, que garantem vagas na grande decisão do Surf Brasil Base 2026 em Santa Catarina. Também falta definir as semifinais do Sub-18 masculino, mas as femininas todas já estão formadas, das divisões Sub-18, Sub-16, Sub-14 e Sub-12. SURF BRASIL ESTREIA NOVO FORMATO ESSE ANO COM TRÊS SELETIVAS REGIONAIS A Seletiva Regional Norte/Nordeste vai indicar um total de 56 vagas para a decisão do Surf Brasil Base 2026. São 10 classificados na categoria Sub-18 masculina, mais 10 na Sub-18 feminina, 10 na Sub-16 masculina,
Vários classificados para o CT confirmados no dramático 4º dia do Bioglan Newcastle SURFEST apresentado por Bonsoy
As chances de classificação para o Championship Tour (CT) se desenrolaram rapidamente desde a primeira bateria do quarto dia do evento Bioglan Newcastle SURFEST Presented by BonsoyChallenger Series (CS) da World Surf League (WSL). Uma manhã calma deu lugar a uma forte brisa sul quando a primeira bateria entrou na água com ondas sólidas de 1,2 a 1,8 metros. As três últimas baterias da fase de 32 feminino foram concluídas antes de toda a fase de 32 masculino. Grandes atuações de atletas convidados e veteranos mantiveram as classificações em constante mudança ao longo do dia, com Carlos Munoz (CRC), Finn McGill (HAV) e Alister Reginato (AUS) conquistando algumas das maiores pontuações do evento entre os homens, e Sally Fitzgibbons(AUS) e Alyssa Spencer (EUA) obtendo ótimos resultados entre as mulheres. Com a consolidação dos resultados ao longo do dia, cinco homens se classificaram para o CT. Enquanto isso, a situação continua dinâmica para as três vagas femininas restantes, bem como para as duas últimas vagas masculinas. Os ex-surfistas do Top 10 do CT , Morgan Cibilic(AUS) e Callum Robson (AUS), recuperaram seus lugares no Tour, juntamente com Samuel Pupo (BRA), enquanto Luke Thompson (RSA), de Durban, e Oscar Berry (AUS), da Gold Coast, garantiram suas temporadas de estreia no CT. Classificação de Thompson para a CT confirmada após uma série de eventos dramáticos. Luke Thompson (RSA) viveu uma montanha-russa de emoções antes de finalmente saber que sua vaga no Circuito Mundial estava garantida. Na bateria seguinte, uma vitória significaria a classificação de Thompson, enquanto uma derrota garantiria a vaga para Samuel Pupo(BRA). A sequência de vitórias dos australianos Caleb Tancred (AUS) e Dakoda Walters (AUS) resultou na eliminação de Thompson, confirmando a vaga para Pupo. No entanto, o sul-africano de 21 anos logo descobriu que uma derrota de Mateus Herdy (BRA) na bateria seguinte garantiria sua classificação. A bateria do dia foi emocionante, com Finn McGill (HAW) conquistando uma excelente pontuação de 16,30 (de um total possível de 20), a melhor do evento, e Alister Reginato (AUS) e Herdy também obtendo ótimos resultados. Uma cesta no último segundo de Reginato deu o golpe final em Herdy, permitindo que Thompson realizasse seu sonho de longa data. “Não consigo acreditar, é uma mudança tão drástica”, disse Thompson. “Eu fiquei sentada na praia assistindo, super nervosa. Você entra nessa semana e pensa: ‘Nossa, estou numa boa posição’. Mas fica tão estressada para receber o sinal verde. E você sempre pensa: ‘Ah, talvez seja o suficiente, talvez seja o suficiente, talvez seja o suficiente’. Foi um ano incrível, todo mundo teve um desempenho altíssimo e foi muito legal fazer parte disso. E agora, receber o sinal verde oficial, é a melhor notícia de todas. Eu sonho com esse momento desde que me lembro, é surreal. Nunca imaginei que o surfe me levaria a esse ponto da vida, me deu tudo e sou muito grata por isso. Não consigo acreditar que vou passar um ano no CT, e espero que por mais tempo.” Herdy ocupa agora a 9ª posição no ranking ao vivo, com os californianos Levi Slawson (EUA) e Dimitri Poulos (EUA) em 12º e 13º lugares, respectivamente, buscando alcançar o Top 10 e uma vaga no Circuito Mundial. Morgan Cibilic (AUS) teve a performance mais convincente da bateria classificatória de hoje, conquistando uma sólida vitória com um total de 14,50 em duas ondas, incluindo um 7,50 (de um máximo de 10) por um layback perfeito. Tendo participado da edição inaugural das Finais da WSL em 2021, onde terminou em 5º lugar no ranking mundial, Cibilic sofreu uma queda drástica no ranking na temporada seguinte e foi eliminado do Circuito Mundial no corte de meio de temporada. O surfista de 26 anos manteve-se entre os 20 melhores da Challenger Series em todas as temporadas desde então, chegando perto da classificação em todas elas, mas em 2026 o local de Merewether Beach conseguiu garantir seu retorno em casa. “É uma sensação incrível”, disse Cibilic. “Eu estava bem nervoso me preparando para a bateria, estava um pouco frenético. Estou muito feliz por ter conseguido. No meio da prova, olhei para a praia e estava lotada de gente da comunidade local me apoiando. Foi uma longa jornada. Trabalhei muito nos últimos um ou dois anos e é ótimo ver que finalmente está dando resultado e que estou no caminho certo, então estou muito contente.” Competindo juntos na mesma bateria, a penúltima do dia, Oscar Berry(AUS) e Callum Robson (AUS) sabiam que suas chances de classificação haviam melhorado ao longo da tarde. Apesar disso, Robson ainda estava abaixo da linha de classificação, precisando avançar para continuar na disputa. Outro surfista em ascensão no ranking, com chances de uma vaga no CT, Dimitri Poulos (EUA), dominou a bateria com duas ondas de 7 pontos, enquanto um Robson extremamente determinado se manteve em um apertado segundo lugar. Apesar de ter sido eliminado em quarto lugar, o resultado de outros surfistas determinou que Berry já estava classificado para o CT antes mesmo de entrar na água para a bateria. “A sensação é inexplicável, estou muito feliz”, disse Berry. “Obviamente, cresci assistindo a todos esses eventos, sou apenas um garoto que ama surfar e competir nesses eventos em tempo integral no ano que vem é realmente um sonho realizado. Este momento e este ano serão algo que provavelmente guardarei para sempre. Vou aproveitar ao máximo, absorver cada momento e voltar para casa para me preparar para Bells. Eu estava indo treinar outro dia, antes de vir para cá, e estava com uma playlist aleatória no modo aleatório e ‘Hell’s Bells’ começou a tocar e eu pensei: ‘Meu Deus, isso seria incrível?’ E está acontecendo, que loucura.” Assim como Cibilic, as três temporadas anteriores de Robson no CT tiveram um ótimo começo antes de uma rápida queda no ranking. Após um primeiro Top 10, Robson trabalhou duro para retornar ao nível que lhe proporcionou tanto sucesso como novato no CT em 2022. Uma grande vitória no evento anterior do CS, o Lexus Pipe Challenger, colocou Robson de volta na disputa, permitindo que o resultado de hoje desse um grande impulso de confiança para a jornada de retorno do jogador de 25 anos. “Esta semana inteira foi muito intensa”, disse Robson. “Então, para mim, conseguir
A disputa continua acirrada no Bioglan Newcastle SURFEST apresentado por Bonsoy, com a corrida da Challenger Series se intensificando
Um dia deslumbrante na Praia de Merewether preparou o cenário para o terceiro dia do evento Bioglan Newcastle SURFEST Presented by Bonsoy Challenger Series (CS) da Liga Mundial de Surfe (WSL). Grande parte da competição do dia aconteceu em ondas perfeitas de um a um metro e meio, com a conclusão das sete baterias restantes da fase de 64 masculinos, além das cinco primeiras baterias da fase de 32 femininos. Muitas das principais favoritas do surfe feminino estrearam hoje no evento. Embora algumas já tivessem garantido a classificação para o Championship Tour (CT), cenários importantes estavam em jogo para a maioria. Das que ainda estavam na disputa, Anat Lelior (ISR), Ellie Harrison (AUS), Sophie McCulloch (AUS) e Teresa Bonvalot (POR) avançaram, enquanto Laura Raupp (BRA) e Nadia Erostarbe (EUK) foram eliminadas da competição. Erostarbe, que ocupa a 5ª posição no ranking, agora terá que aguardar os resultados das outras competidoras para saber se conseguirá manter sua vaga. Apesar da eliminação, Raupp teve a oportunidade de viver um momento incrível ao dividir uma onda com um golfinho. Após temporadas de sucesso no Circuito Mundial para Yolanda Hopkins (POR) e Tya Zebrowski(FRA), as duas surfistas europeias estavam empatadas na liderança do ranking nas etapas finais. Uma derrota de Hopkins na primeira bateria feminina do dia abriu caminho para Zebrowski aproveitar a oportunidade – exatamente o que ela esperava. Apenas dois dias depois de completar 15 anos, a surfista mais jovem a se classificar para o Circuito Mundial adicionou mais um marco histórico ao se tornar a campeã mais jovem do Circuito Mundial. “Estou muito feliz por finalmente realizar esse sonho”, disse Zebrowski. “Sempre quis ser a mais jovem a se classificar para o Challenger Series, depois a mais jovem a se classificar para o World Tour, depois a mais jovem a ser campeã europeia no QS e agora a mais jovem a ser campeã mundial aqui no Challenger Series. É por isso que estou aqui em Newcastle. Eu realmente queria vencer aquela bateria e que Yolanda Hopkins perdesse. Desculpe, mas sim, estou muito feliz por finalmente ter conseguido.” Em sua estreia no surfe profissional no Newcastle SURFEST do ano passado, Eden Walla (EUA) chamou a atenção de muitos, principalmente após surfar uma das melhores ondas do evento. Este ano, a jovem de 16 anos está ditando o ritmo na competição feminina, conquistando mais uma vitória convincente em sua bateria hoje, com duas ondas de 7 pontos, graças ao seu backside vertical agressivo. “Estou feliz por ter encontrado meu ritmo”, disse Walla. “Sinto que já tive dificuldades antes, mas entrei neste evento tentando não me pressionar, e acho que isso está ajudando bastante. Acho que simplesmente tento acreditar no meu surfe, mas sinto que todas aqui são uma ameaça. Todas surfam muito bem. E também quero aprender o máximo possível surfando contra as meninas maiores e mais experientes que me inspiraram tanto. Então, sim, vencer é definitivamente o objetivo final.” Atrás de Walla, desenrolou-se uma batalha entre duas das principais surfistas portuguesas, com Teresa Bonvalot (POR) a garantir o segundo lugar num último instante, à frente da campeã do evento anterior , Francisca Veselko (POR). Classificada em 13º lugar no ranking mundial, Bonvalot tem a oportunidade de se juntar a Veselko e Yolanda Hopkins (POR) como a terceira portuguesa a qualificar-se para o Circuito Mundial esta temporada, caso vença o evento. Duas australianas com poucas chances de classificação iniciaram suas campanhas no SURFEST 2026 com vitórias em baterias classificatórias. Embora Sophie McCulloch (AUS) e Ellie Harrison (AUS) precisem vencer o evento para garantir uma vaga no CT de 2026, isso não é inédito. A incrível campanha de McCulloch rumo à vitória no Haleiwa Challenger de 2022 surpreendeu a todos, inclusive a ela mesma, ao garantir sua vaga para a temporada de estreia no CT em 2023. Enquanto isso, Harrison conquistou a vitória no SURFEST de 2024 e o título regional do QS da Austrália/Oceania da temporada. “É um dia lindo, um dia lindo para conseguir uma vitória na bateria também”, disse Harrison. “É um pouco complicado lá fora. Decidi ficar à esquerda, longe das outras meninas. Foi definitivamente uma decisão difícil de tomar, mas estou feliz por ter feito isso e por ter conseguido algumas vitórias. Adoro Newcastle, adoro voltar aqui, então estou tentando aproveitar tudo. Já venci aqui antes, então estou tentando canalizar essa energia e ver até onde consigo chegar.” Os cenários de qualificação masculina se desenrolam com a eliminação de Willcox e a classificação de Robson, Cibilic e Berry. O segundo dia de resultados mistos para os surfistas que lutavam pela classificação para o CT se desenrolou. Morgan Cibilic (AUS), Levi Slawson (EUA), Oscar Berry (AUS), Callum Robson (AUS) e Dimitri Poulos (EUA) avançaram e se mantêm na disputa, enquanto o surfista de pior ranking acima da linha de classificação, o atual campeão do evento, Jacob Willcox (AUS), foi eliminado. Willcox agora se junta a Samuel Pupo (BRA) e Liam O’Brien (AUS) na espera pelos resultados dos demais para ver se conseguem manter suas posições. Quem tem mais facilidade em se beneficiar da eliminação de Willcox é Robson, que está uma posição abaixo da zona de classificação, em 11º lugar. O ex-número 6 do mundo deu um show de surf potente para vencer sua bateria de estreia hoje, com destaque para a nota 7,50 (de um total de 10) por uma combinação de duas viradas de direita impressionante. Dois anos após sua última temporada no CT, o surfista de 25 anos está mais determinado do que nunca a retornar. “Existe muita expectativa em uma bateria como essa, especialmente depois de assistir metade da rodada de ontem e ver todas as baterias se desenrolarem. É uma sensação muito intensa chegar a este último evento, mas sim, eu estava empolgado, as ondas estavam perfeitas”, disse Robson. “Todos nós nos apoiamos e queremos o melhor uns para os outros e, idealmente, que todos continuemos vencendo. Mas, obviamente, já tivemos alguns membros da equipe que se machucaram. É muito decepcionante e é uma pena, mas é a natureza do esporte. Acho que para mim é importante continuar atacando e continuar dando tudo de mim. Não tenho nada a proteger aqui, então vou com tudo.” Uma sólida atuação em sua segunda temporada completa no CS fez com que Berry
Competições da Base e da categoria Master são as próximas atrações do Surf Brasil
A primeira Seletiva Regional de Base é a do Norte/Nordeste nesta semana na Paraíba e a decisão dos títulos brasileiros da Master é em abril em Aracajú Após abrir a corrida pelos títulos brasileiros profissionais com grande sucesso na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará, as competições das categorias de Base e Master são as próximas atrações do calendário do Surf Brasil. A primeira das três seletivas regionais para o Surf Brasil Base 2026 dos surfistas com até 18 anos de idade, é a do Norte/Nordeste, que começa nesta quinta-feira e vai até domingo em Barra de Camaratuba, no munícipio de Mataraca, na Paraíba. E a decisão dos títulos brasileiros de 2026 da categoria Master, para surfistas com 40 anos ou mais, vai rolar de 18 a 26 de abril na Praia dos Náufragos, em Aracajú, capital de Sergipe. O Surf Brasil está inaugurando um novo formato esse ano nas competições destas duas categorias, que classificam os representantes do país para os mundiais da ISA (International Surfing Association). Na Base, uma das novidades é as três seletivas regionais para indicar quem irá disputar os títulos brasileiros das divisões Sub-18, Sub-16, Sub-14 e Sub-12. O campeonato nacional do Surf Brasil Base 2026, vai reunir os classificados da Região Sul, com os da Região Sudeste e os da Região Norte/Nordeste, que serão decididos nesta semana nas ondas de Barra de Camaratuba, em Mataraca, no litoral norte da Paraíba. “Nossa principal preocupação em implantar este novo formato, com seletivas regionais, é para que estes jovens atletas ainda em idade escolar, não percam tantas aulas para competir em um circuito com 3, 4 etapas anuais, por exemplo”, destaca o vice-presidente e Diretor de Esportes do Surf Brasil, Paulo Moura. “Assim, atendemos também às Federações estaduais, que tinham um alto custo para levar suas equipes em todos os eventos, com algumas indo até bem desfalcadas para as últimas etapas. Acreditamos que as seletivas regionais, já irão filtrar os melhores de cada região para a grande decisão dos títulos brasileiros”. Agora, as equipes das Federações Estaduais vão se enfrentar na sua Região. Somente os melhores se classificam para disputar os títulos brasileiros no Surf Brasil Base 2026, que está agendado para os dias 23 a 27 de setembro no estado de Santa Catarina, em praia ainda a ser anunciada. O formato da competição nacional terá repescagens em todas as divisões, como nos Mundiais da ISA. E, quem ficar nas três primeiras posições das categorias Sub-18 e Sub-16 masculinas e femininas, formarão a “Seleção Brasileira Junior” e ganham a chance de participar do Programa de Treinamento especial do Surf Brasil, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB). A Seleção Brasileira que vai disputar os títulos mundiais de 2026 no ISA World Junior Surfing Championship foi formada no Surf de Base 2025. No time Sub-18, estão Ryan Martins (SC), Kalani Robles(SP), John Muller (SE), Luara Mandelli (PR), Maria Clara (RN) e Valentina Zanoni (SC). O time Sub-16 tem Arthur Vilar (PB), Michel Demetrio (SC), Petrus Dantas(RJ), Carol Bastides (SP), Julia Stefani (SP), Giovanna Rocha (SP). Os títulos brasileiros de 2025 foram decididos na Praia do Borete, em Ipojuca (PE), com Guilherme Lemos (RJ) e Aysha Ratto (RJ) sendo campeões no Sub-18, Yuri Gabryel (SC) e Carol Bastides (SP) no Sub-16, Vini Palma (SP) e Valentina Zanoni (SC) no Sub-14 e Narciso Inacio (RN) e Maria Clara Chuquer (SP) no Sub-12. TÍTULOS DO MASTER SERÃO DECIDIDOS EM EVENTO ÚNICO COM TRÊS ETAPAS No Surf de Base, os títulos brasileiros de 2025 já foram definidos em uma única competição, enquanto os do Master foram decididos em um circuito com 4 etapas nas Regiões Nordeste e Sul do país. Esta categoria que reúne os grandes ídolos do passado, ganhou atenção especial na gestão Teco Padaratz, desde que foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf pela primeira vez em 2022. O objetivo era valorizar os que fizeram a história do surf brasileiro, oferecendo uma premiação digna para os competidores divididos por idade, a dos 40 anos ou mais, dos 50 anos ou mais e para quem já completou 60 anos. “Nesta categoria Master, estão surfistas da minha geração de competidor, como o Victor Ribas e o Fábio Gouveia campeão brasileiro 50+ no ano passado, bem como nossos ídolos de antigamente, como o Jojó de Olivença por exemplo, que foi campeão em 2024”, relembra o presidente do Surf Brasil, Teco Padaratz. “Desde que fomos eleitos, uma das nossas metas era resgatar quem realmente construiu a já rica história do surf brasileiro. Muitos nem competiam mais, estavam fazendo outras coisas, mas trabalhamos para poder oferecer uma boa premiação em dinheiro e esses muitos voltaram a sentir o gosto da competição. Agora estão aí se apresentando de novo para quem é apaixonado pelo nosso esporte, como eu”. ARACAJÚ VAI SEDIAR A COMPETIÇÃO MASTER DIVIDIDA EM TRÊS ETAPAS Mas, a maioria não tinha condições financeiras para participar de todas as etapas, então o Surf Brasildecidiu implantar um novo formato esse ano, promovendo três competições com premiação de R$ 50 mil cada uma, em um campeonato único com 9 dias de duração. Os participantes passam a pagar apenas uma inscrição, com somente uma despesa para viajar e competir em três etapas, com a vitória valendo R$ 5.500. Os três resultados serão computados, para decidir os campeões brasileiros da temporada. O Surf Brasil Master 2026 vai dividir uma premiação total de R$ 150 mil, sendo R$ 50 mil na categoria 40+, R$ 50 mil na categoria 50+ e mais R$ 50 mil na categoria 60+. O palco para o maior encontro dos grandes ídolos do surf brasileiro, será a Praia dos Náufragos, em Aracajú, capital do estado de Sergipe. Os campeões brasileiros nas 4 etapas do ano passado, foram o cearense Marcio Farney na 40+, o grande ídolo Fábio Gouveia na 50+ e o carioca Rodolfo Lima na 60+.
Australianos convidados dominam a rodada de abertura masculina no Bioglan Newcastle SURFEST apresentado por Bonsoy
O evento final da temporada da World Surf League (WSL) 2025/2026 Challenger Series (CS), o Bioglan Newcastle SURFEST Presented by Bonsoy , começou hoje na Praia de Merewether. As tempestades passageiras deram lugar a um oceano cada vez mais calmo, com ondas de um a um metro e meio oferecendo seções grandes e robustas para os competidores da Rodada dos 80 masculinos atacarem. Os australianos convidados lideraram o ataque no primeiro dia do 40º aniversário do Newcastle SURFEST, uma das competições de surfe mais antigas do mundo, com grandes performances de muitos dos melhores colocados do QS Austrália/Oceania, que renderam as melhores pontuações do dia. A próxima reunião será amanhã, terça-feira, 10 de março, às 7h30 (horário de verão da Austrália Oriental), para um possível início às 8h05. Menos de uma semana depois de Reef Heazlewood (AUS) conquistar o título regional do QS e garantir seu retorno à Challenger Series, o surfista de 26 anos iniciou sua campanha no SURFEST com as melhores notas do dia, registrando 7,83 (de um total possível de 10) em uma bateria de duas ondas que totalizou 14,50 (de um total possível de 20). Com uma ótima pontuação, fruto de seus notórios aéreos, Heazlewood ficou satisfeito com a boa estreia. “É uma sensação incrível, é realmente a melhor, esse é sempre o sonho. Eu tinha um plano e o executei. Nem sempre dá certo assim, então estou muito feliz”, disse Heazlewood. “Conseguir o convite e depois ir lá e pegar ondas como essas é ótimo, e estou animado para o início da temporada também.” Quando Caleb Tancred (AUS) deu um passo atrás em sua carreira de surf competitivo em 2019, o surfista da Costa Central era um dos juniores mais promissores da Austrália. Agora, aos 25 anos e trabalhando como arquiteto, Tancred escalou o ranking QS do sul da Austrália para o 3º lugar na Austrália/Oceania em uma única temporada, garantindo vaga no Circuito Mundial de 2026/2027. Graças a essa recuperação, Tancred estreou hoje em seu primeiro evento do Circuito Mundial como convidado, mostrando desde o início seu surf suave e variado nas bordas da onda, o que lhe rendeu uma nota de 7,40, antes de uma manobra agressiva de layback simples lhe garantir um 6,67 e a vitória na bateria. “Adoro Newcastle quando está assim. Participei de muitas competições aqui quando era mais jovem, já que moro a apenas uma hora daqui, em Avoca Beach, no litoral”, disse Tancred. “Participei de tantos eventos juvenis aqui, estou muito feliz por estar de volta. Tenho pessoas incríveis me apoiando, desde sempre, e sou muito grato por isso. Sei que o Micro [Glenn Hall] assistiu de Raglan, e o Jules [Julian Wilson] e alguns amigos aqui na praia também. Sou grato por tudo isso.” O número 2 do ranking da Austrália/Oceania, Lennix Smith (AUS), também avançou em segundo lugar, atrás de Tancred, em sua estreia no Circuito Mundial. A dupla eliminou os veteranos Luke Swanson(HAV) e Tenshi Iwami (JAP). Enquanto isso, Dakoda Walters (AUS) venceu a primeira bateria da manhã, com o local de Newcastle , Dom Thomas (AUS), sendo eliminado por pouco por Mihimana Braye (PARF) em uma manobra no último segundo. Na bateria 4, Alister Reginato(AUS) e Willem Watson (AUS) avançaram com força, eliminando o também convidado Taj Stokes (AUS) e o ex-surfista do Circuito Mundial, Maxime Huscenot (FRA). Vindo da maior vitória de sua carreira em Phillip Island, que o classificou para o Circuito Mundial da próxima temporada, Reginato executou dois backside hooks gigantes para garantir uma das maiores notas do dia, 7,67. “Estou super empolgado por vir e pegar ondas épicas”, disse Reginato. “Newcastle é um dos meus lugares favoritos no mundo. Tenho muitos amigos aqui, muitas boas lembranças de cada Surfest. Estava muito animado para vir para cá, ver todas as previsões de ondas e ficar com a galera bacana de Newcastle. Sinto que estou com uma energia muito boa aqui e mal posso esperar para começar a semana com tudo.” Outros dois australianos que conquistaram vitórias em suas baterias de estreia no Challenger foram Ocean Lancaster (AUS) e Eden Hasson(AUS). Hasson garantiu uma vitória apertada sobre Dylan Moffat (AUS), garantindo a classificação da dupla para a fase de 64 avos de final, enquanto Lancaster saiu vitorioso no confronto mais aguardado do dia. Enfrentando o ex-número 2 do mundo e também morador de Merewether Beach, Julian Wilson (AUS), além do campeão mundial júnior da WSL de 2023, Jarvis Earle (AUS), Lancaster assumiu a liderança sobre outro estreante no Challenger, Makana Franzmann(HAW), a 90 segundos do fim. Após ser convocado de última hora para as seletivas do SURFEST em Newcastle, onde ficou em segundo lugar, Lancaster estava animado para adicionar mais uma performance que aumenta sua confiança. “Na verdade, eu só soube que estava nas seletivas na noite anterior, às 9h30, e eu estava lá na Gold Coast, então meu pai e eu decidimos isso de última hora”, disse Lancaster. “Assisti à minha primeira bateria e pensei: ‘Certo, acho que vou ter que surfar e dar o meu melhor’. E sim, senti que consegui. Comecei a participar dos QS e do Pro Juniors e percebi que realmente consigo fazer isso. Consegui competir contra alguns grandes nomes e também derrotar outros, então, sim, a sensação é ótima. Tenho toda a minha comunidade aqui. Todo o meu apoio vem daqui de casa. É bom competir em casa e acho que ter todo esse apoio de todos me motiva ainda mais a competir e dar tudo de mim.” Mais um australiano classificado por meio de um convite avançou para a bateria final do dia, com Ben Lorentson (AUS) ficando atrás de Hayden Rodgers (EUA). Uma exibição aérea de Rodgers fez com que o californiano recém-classificado registrasse uma das maiores pontuações do dia, 14,23, em sua estreia na categoria Challenger. O jovem de 20 anos se juntou a José Francisco (BRA) como os únicos não australianos a conquistarem vitórias em baterias hoje. “Foi muito legal entrar nesse evento de última hora, porque acabei me classificando para o Challenger da próxima temporada”, disse Rodgers. “Só o aquecimento já foi ótimo, e passar para a bateria foi demais. Antes do Challenger, eu estava me perguntando como seria minha pontuação, então conseguir algumas boas notas foi ótimo para a
O Bioglan Newcastle SURFEST apresentado por Bonsoy definirá os classificados finais para o Championship Tour de 2026
A temporada 2025/2026 da Challenger Series (CS) da World Surf League (WSL) chegará ao seu ápice nos próximos dias, com a realização do Bioglan Newcastle SURFEST Presented by Bonsoy na Praia de Merewether, em Newcastle, de 9 a 16 de março. Celebrando seu 40º aniversário em 2026, o icônico evento SURFEST definirá os últimos classificados para o Championship Tour (CT) de 2026. Com nove vagas masculinas e três femininas ainda em disputa após seis etapas, a temporada da CS promete um final emocionante nas praias de Newcastle. Das baterias de abertura às finais do evento de encerramento, o Newcastle SURFEST marcou o início e o fim da temporada do Circuito Mundial e agora definirá os 12 classificados restantes para o CT. O destino de surfistas tão diversos quanto os medalhistas olímpicos Kauli Vaast (FRA) e Amuro Tsuzuki(JPN), os campeões mundiais juniores de 2018 Kirra Pinkerton (EUA) e Mateus Herdy (BRA), e os ex-surfistas do CT Sophie McCulloch (AUS), Samuel Pupo (BRA), India Robinson (AUS) e Liam O’Brien(AUS) está em jogo. Embora o futuro de Vaast esteja praticamente garantido, com um 17º lugar que lhe assegura a vaga, outros atletas como Jorgann Couzinet(FRA) e Levi Slawson (EUA) precisam vencer o torneio. Nadia Erostarbe (EUA) pode garantir sua vaga chegando às quartas de final, enquanto Alyssa Spencer(EUA), Annette Gonzalez Etxabarri (EUA) e Anat Lelior (ISR) precisam chegar à final, e Laura Raupp(BRA) e Teresa Bonvalot (POR), juntamente com Robinson, Tsuzuki, McCulloch e Pinkerton, precisam vencer. George Pittar (AUS) precisa chegar às oitavas de final para continuar sua trajetória no CT, enquanto Pupo e Morgan Cibilic (AUS) precisam alcançar as quartas de final. Luke Thompson (RSA) também precisa chegar às quartas de final para garantir sua temporada de estreia no CT, enquanto Herdy e Oscar Berry (AUS) almejam as semifinais, assim como o atual campeão do evento , Jacob Willcox(AUS). Enquanto isso, O’Brien e Callum Robson (AUS) não têm outra meta senão chegar à final. Os finalistas do SURFEST 2025, Veselko e Fitzgibbons, retornam como classificados para o CT. As duas finalistas do evento de abertura da temporada do Circuito Mundial, o Newcastle SURFEST do ano passado – a vencedora Francisca Veselko (POR) e a vice-campeã Sally Fitzgibbons (AUS) – retornam como as competidoras mais recentes a se classificarem para o Circuito Mundial de 2026. Fitzgibbons disputará sua 17ª temporada consecutiva no Circuito Mundial, enquanto Veselko foi confirmada como estreante em 2026 após os resultados do Lexus Pipe Challenger. Atualmente na 4ª posição do ranking, Veselko, campeã mundial júnior da WSL em 2022, retorna a Newcastle buscando consolidar sua vitória na temporada de estreia no Circuito Mundial e melhorar sua posição para quando estrear como membro do Circuito Mundial no próximo mês, em Bells Beach. “É incrivelmente emocionante voltar a Newcastle para o SURFEST”, disse Veselko. “Este evento e este lugar têm um significado muito especial para mim, principalmente por terem marcado o início da minha temporada de qualificação. Há sempre uma cultura e uma comunidade de surf muito fortes por lá, e estou ansioso para competir novamente diante do público de Newcastle. É especial retornar ao lugar onde essa jornada começou.” O bom momento impulsiona a ascensão do ranking masculino australiano. Uma forte atuação em Pipeline resultou em australianos ocupando quase metade do Top 20 masculino no ranking do Circuito Mundial. Morgan Cibilic (AUS), membro do Merewether Surfboard Club, ficou em segundo lugar no Havaí, atrás de Callum Robson (AUS), de Evans Heads, e agora os dois ex-top 10 do CT estão a um passo da reclassificação. Cibilic está acima da linha de classificação, em 7º lugar, enquanto Robson está uma posição abaixo, em 11º. Enquanto isso, George Pittar (AUS) e Oscar Berry(AUS) estão posicionados acima de Cibilic e Robson, com Liam O’Brien (AUS) e o vencedor do Newcastle SURFEST 2025, Jacob Willcox (AUS), entre eles, e Winter Vincent(AUS), Jordy Lawler(AUS) e Xavier Huxtable (AUS) logo atrás. “É incrível estar de volta a Newcastle competindo no cenário mundial”, disse Cibilic. “É uma semana importante para todos nós que estamos na disputa pela classificação, mas eu realmente sinto que tenho uma vantagem por jogar em casa. Vou competir neste nível em ondas que surfo desde sempre, o que é muito legal. Estou empolgado por fazer parte de um grande grupo de australianos que estão na briga por uma vaga no CT esta semana. Acho que todos nós vamos voltar com tudo, então vamos torcer para pegarmos boas ondas.” Newcastle SURFEST comemora 40 anos como um dos eventos de surfe mais tradicionais. O Newcastle SURFEST é uma das competições de surfe mais antigas do mundo. Iniciado em 1985, quando o tricampeão mundial Tom Curren(EUA) e a tetracampeã mundial Wendy Botha (AUS) conquistaram a vitória, o SURFEST já viu desde os maiores nomes da história do esporte, como Kelly Slater (EUA) e Stephanie Gilmore (AUS), subirem ao pódio, até os talentos australianos em ascensão da atualidade, como Joel Vaughan (AUS) e Ellie Harrison (AUS). Este ano, a competição no SURFEST está mais acirrada do que nunca, com as areias de Merewether decidindo quem estará à altura do desafio e avançará para o Circuito Mundial de 2026.
A Liga Mundial de Surfe anuncia novo formato para o Circuito Mundial de Longboard em 2026
A World Surf League (WSL) anunciou o calendário e o novo formato do WSL Longboard Tour de 2026. Esta temporada apresentará um novo formato, ampliando o número de participantes para o evento que definirá o campeão mundial, que retornará a El Salvador em março de 2027. O circuito mundial, com quatro etapas, acontecerá de julho de 2026 a março de 2027 e receberá La Union, nas Filipinas, como uma nova parada, oferecendo aos competidores as longas e desafiadoras paredes de Monaliza Point para conquistar pontos para o título. O circuito também realizará eventos em Huntington Beach, Califórnia; Bells Beach, Austrália; Surf City, El Salvador; e na recém-adicionada La Union, nas Filipinas. Nesta temporada, os títulos serão decididos pela acumulação de pontos ao longo dos quatro eventos, e o melhor classificado no masculino e o melhor classificado no feminino ao final da temporada serão coroados Campeões Mundiais de Longboard. Os três eventos iniciais contarão com 24 homens e 24 mulheres e oferecerão 10.000 pontos aos vencedores. O evento final em Surf City, El Salvador, reunirá os 12 melhores homens e as 12 melhores mulheres, oferecerá 15.000 pontos no ranking e definirá os Campeões Mundiais de Longboard de 2026. “O WSL Longboard Tour continua a ganhar um impulso incrível”, disse Will Hayden-Smith, Diretor do WSL Longboard Tour. “Vimos algumas das melhores performances de longboard de todos os tempos na última temporada, e esse nível continua a subir. Em 2026, levaremos o Tour para um local novo e empolgante, além de apresentar um novo formato. Isso reflete a força que a comunidade global do longboard alcançou; o Tour está realmente se fortalecendo cada vez mais, e estamos ansiosos para ver os atletas irem ainda mais longe este ano.” Monoliza Point, em La Union, Filipinas, que sediou diversos eventos da WSL nos últimos cinco anos, incluindo um evento do Longboard International e dois Campeonatos Mundiais Júnior, é uma onda de direita de classe mundial que oferece consistência e qualidade de sobra, sendo o local perfeito para a 3ª etapa do WSL Longboard Tour 2026/27. La Union é uma cidade apaixonada por surfe, conhecida como um dos principais polos do longboard na Ásia e lar de um dos destaques do Longboard Tour nos últimos anos, Rogelio Jr. Esquievel(PHL). Como exemplificado ao longo da temporada de 2025 do Longboard Tour, este calendário complementa a abordagem tradicional e elegante ao surfe, representada pelos melhores competidores de longboard do mundo. A temporada começará mais uma vez na Califórnia e terminará em El Salvador, com Rachael Tilly (EUA) e Kai Ellice-Flint (AUS) buscando defender seus títulos. Calendário do WSL Longboard Tour 2026: A lista completa de competidores será confirmada nos próximos meses, conforme as qualificatórias regionais forem concluídas e os melhores longboarders do mundo garantirem suas vagas no Tour.
A Liga Mundial de Surfe anuncia o calendário da Challenger Series 2026/27 e os 6.000 eventos internacionais do QS
a World Surf League (WSL) divulgou o calendário da Challenger Series 2026/27, além de anunciar a adição de uma nova categoria de eventos, o Qualifying Series (QS) 6000 International. A Challenger Series, juntamente com os novos eventos QS 6000 International, servirá como caminho para competir no circuito de elite Championship Tour na temporada de 2027. A Challenger Series realizará cinco eventos em cinco países na temporada 2026/27. A WSL Challenger Series (CS) é o campo de batalha definitivo para surfistas que buscam se classificar para o Championship Tour (CT) e a oportunidade de competir ao lado dos melhores do mundo. Na próxima temporada, a CS contará com cinco eventos, que acontecerão de julho de 2026 a março de 2027, na África do Sul, Califórnia (EUA), Brasil, Portugal e Newcastle (Austrália). “Este ano já tivemos uma temporada emocionante na Challenger Series”, disse Travis Logie, Gerente Sênior de Circuitos da WSL para a Challenger Series. “Há talentos incríveis surgindo tanto no masculino quanto no feminino, e mal podemos esperar para ver o que a próxima geração poderá alcançar nesses locais, além das oportunidades extras de pontuação que virão nos eventos QS 6000 International.” Calendário da Challenger Series 2026/27: Assim como nos anos anteriores, o CS contará com atletas das sete regiões da WSL: Austrália/Oceania, Ásia, África, Europa, Havaí/Taiti, América do Norte e América do Sul. Ao final da temporada, os 10 melhores homens e as seis melhores mulheres do CS se classificarão para o Championship Tour de 2027. Em 2027, a janela de permissões para Pipeline em janeiro, provisoriamente agendada para 29 de janeiro a 8 de fevereiro, sediará um evento regional do QS 6000. Com a disponibilidade limitada de permissões para Pipeline (e Havaí), um evento regional do QS 6000 cria um ecossistema de qualificação mais saudável para a região e oferece uma importante oportunidade para os surfistas locais. A Série Qualificatória de 6.000 eventos internacionais abrirá mais oportunidades em locais incríveis de nível internacional. Em 2026, também serão introduzidos os eventos da Série de Qualificação Internacional 6.000 (QS 6.000 INTL). Esses eventos concederão 6.000 pontos no ranking e serão abertos a competidores internacionais. Os melhores classificados de cada região garantirão vaga, e os eventos serão realizados em locais de destaque ao redor do mundo. Os competidores poderão ter seus pontos conquistados contabilizados em seus rankings CS e nos rankings regionais do QS. Surfistas regionais da região anfitriã terão o resultado contabilizado em seus rankings regionais. Os novos eventos QS 6000 INTL terão duração de sete a nove dias, com 144 competidores no masculino e 80 no feminino. Três eventos foram confirmados para 2026 no Brasil, nas Filipinas e em Taiwan. “É muito empolgante para a WSL adicionar esses novos eventos internacionais do QS 6000 ao nosso calendário”, disse Will Hayden-Smith, Diretor de Circuitos Regionais. “Esses eventos oferecem aos surfistas da Challenger Series a oportunidade de explorar e ganhar pontos em novos locais, além de dar aos competidores regionais do QS a chance de experimentar eventos do nível da CS antes de chegarem a esse nível.” O evento final da temporada 2025/26 do Circuito Mundial de Surfe, o Newcastle SURFEST, começa na segunda-feira, 9 de março, em Newcastle, Nova Gales do Sul, Austrália. Este evento definirá os últimos classificados para o Circuito Mundial de Surfe de 2026.