Darlan Almeida brilha com a primeira nota 10 do Surf Brasil Longboard Pro em Baía Formosa

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O baiano bateu todos os recordes nas ondas do Pontal e vai disputar a sua primeira final na segunda-feira decisiva da primeira das três etapas no Rio Grande do Norte O baiano Darlan Almeida brilhou mais uma vez nas ondas do Pontal de Baía Formosa, batendo todos os recordes com a primeira nota 10 do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 no Rio Grande do Norte. Darlan vai disputar a primeira final da carreira com o experiente campeão brasileiro Jefson Silva, na segunda-feira decisiva da primeira das três etapas que acontecem até o próximo domingo na cidade do campeão olímpico Italo Ferreira. As finais das categorias Pro e Sub-18 femininas e da 40+ masculina, também foram formadas nas 28 baterias do Longboard disputadas no domingo, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e na TV pelo canal Woohoo. A decisão feminina da categoria Profissional, será entre as duas últimas campeãs brasileiras do Surf Brasil, a carioca Chloé Calmon que defende o título do tetracampeonato no ano passado e a paulista número 1 de 2024, Luana Soares. Na final Sub-18, Katellyn Oliveira, bicampeã em 2022 e 2025, vai enfrentar as também paulistas Isadora Diniz e Maya Canonico, além de uma estreante no Longboard, a paraibana Hanna Prado, que só tem 12 anos de idade, mora em Baía Formosa e contou com todo apoio da torcida local. E na final da categoria dos longboarders que já completaram 40 anos, o sergipano tricampeão brasileiro, Robson Fraga, vai disputar o primeiro título do Surf Brasil Longboard Pro 2026, com os paulistas Jonas Lima, Fabio Alves e o paranaense Vinicius Hirata. No domingo, os momentos mais espetaculares aconteceram na categoria profissional masculina. O baiano Darlan Almeida, recordista absoluto do sábado, viu suas marcas serem batidas logo nas primeiras baterias do dia. O cearense Elís Silvaganhou nota 8,83 na sua melhor onda, superando as duas 8,67 que Darlan tinha feito no sábado. E outro cearense, João Pedro, aumentou o recorde dos 15,07 pontos do baiano, para 16,50 somando notas 8,50 e 8,00. Mas na quarta fase, Darlan Almeidavoltou a comandar o show em Baía Formosa, recuperando o posto de recordista absoluto do Surf Brasil Longboard Pro 2026, com a vitória por 17,80 pontos computando uma nota 9,13. A facilidade que o baiano de Camaçari está encontrando para surfar no Pontal, tem uma explicação. Darlan Almeida está morando na Praia da Pipa, vizinha a BF, mas já está a mais de um mês em Baía Formosa treinando todos os dias. No domingo, ele começou o dia eliminando o campeão brasileiro Rodrigo Sphaier, depois barrou o bicampeão mundial Phil Rajzman na bateria dos 17,80 pontos. Ele disputou a primeira vaga na grande final do Surf Brasil Longboard Pro 2026 no penúltimo confronto do dia. Foi uma bateria de poucas ondas, mas Darlan achou duas boas para somar notas 8,00 e o primeiro 10 em Baía Formosa. A nota máxima saiu em um Hang Tem incrível, cravando os 10 dedos no bico do pranchão por um longo tempo, para delírio da torcida que vibrou bastante com a sua fantástica apresentação.      “Só tenho que agradecer a Deus, por ter mandado aquela onda, porque a condição tá muito difícil, um pouco loteria mesmo e só atletas de alto nível”, observou Darlan Almeida. “Como era uma bateria muito longa, demorando muito pra vir ondas, tinha que manter a paciência, a calma e é isso. Eu esperei a boa pra fazer um 8,0 quando tava com a prioridade (de escolher a onda) e quando tava voltando, vi aquela valinha do inside que eu surfei várias vezes aqui com a molecada local. Mas, eu nem imaginava que ia ser um 10, só fiz o meu melhor e a nota saiu. É o meu primeiro 10 no Brasileiro, a primeira final, eu nunca tinha corrido uma bateria homem a homem, mas venho treinando muito pra isso e tamo focado. Amanhã tem final, mas é só o começo. Tem muitos dias de evento ainda, então é seguir com foco e a mesma estratégia”. CONFRONTO DE GERAÇÕES NA DECISÃO MASCULINA DO LONGBOARD PRO      Darlan Almeida tem 23 anos de idade e vai encarar um superexperiente Jefson Silva, de 39 anos e muitas temporadas no Circuito Mundial de Longboard. Jejé conquistou seu último título brasileiro em 2024 e ficou em quinto lugar no ranking do ano passado. Ele também está invicto nas ondas do Pontal de BF, mas só disputou três baterias, contra cinco do recordista absoluto do Surf Brasil Longboard Pro 2026. Depois do Darlan Almeida conseguir o primeiro 10 do campeonato, Jefson Silva ganhou um confronto difícil contra outro expoente da nova geração do longboard brasileiro, o cearense Elís Silva, por 12,07 a 11,80 pontos.      “Estou feliz em estar em mais uma final do Circuito Brasileiro. Não foram as notas que eu queria ter feito, mas a condição do mar tá muito difícil, a maré muito cheia, a onda bem curta e você tem que estar com o fator sorte do seu lado”, destacou Jefson Silva. “Estou feliz de ter passado a bateria contra um atleta da nova geração, o Elís Silva, um moleque muito gente boa, batalhador, guerreiro. E amanhã vou enfrentar na final, o Darlan (Almeida), um moleque que eu vi crescer. Quando entrei no Circuito Mundial em 2010, o Darlan tava lá numa etapa em Itacimirim, na Bahia, pequeninho ainda, brincando no meio dos longboards. E hoje em dia está aqui, tirando campeões brasileiros e fazendo final. Eu tenho idade de ser quase pai pra ele, mas to aqui e vamo que vamo decidir esse título aí amanhã”. DUELO DE CAMPEÃS BRASILEIRAS NA FINAL DO LONGBOARD PRO FEMININO      A final profissional feminina também promete ser muito disputada e igualmente emocionante. A diferença é que será um duelo entre duas competidoras já consagradas, com títulos brasileiros e sul-americanos no currículo e bagagem internacional. A três vezes vice-campeã mundial e tetracampeã brasileira, Chloé Calmon, defende o título conquistado no ano passado contra a campeã de 2024, Luana Soares. A carioca derrotou a potiguar Mariana Ferro nas semifinais e a ubatubense passou pela campeã panamericana de 2025, Rayane Amaral, do Rio de Janeiro. Chloé Calmon falou sobre a expectativa de fazer mais uma final e do novo formato inaugurado pelo Surf Brasil, com três etapas sendo realizadas em nove dias na mesma praia: “Vão ser dias

1 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race inicia oito competições em Baía Formosa

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Darlan Almeida e Sol Tostes se destacam no Longboard Pro, Alex Salazar e Aline Adisaka no SUP Surf e quatro títulos brasileiros já foram decididos no SUP Race O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 deu a largada em oito competições no sábado em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte. O baiano Darlan Almeida e a cearense Sol Tostesse destacaram no Longboard Pro, o paulista Alex Salazar e a cearense Kilvia Cardoso no SUP Surf e quatro títulos brasileiros já foram decididos no SUP Race. A paranaense Roseli Novloski ganhou os dois femininos, do Sprint junto com Eri Tenorio de Búzios (RJ) e do Longa Distância com o brasiliense Rudah Bosi. O sábado começou pelo Longboard Pro nas ondas do Pontal de BF, com o bicampeão mundial Phil Rajzman ganhando o segundo confronto do dia, mas quem brilhou foi o baiano Darlan Almeida na bateria seguinte. Darlan mostrou muita segurança nas manobras clássicas do pranchão, com um longo hang five no bico que arrancou nota 8,67 dos juízes. O baiano venceu sua primeira bateria por imbatíveis 15,07 pontos. Depois, voltou ao mar na penúltima do dia e deu outro show, repetindo a nota 8,67 com um incrível hang ten botando os dois pés no bico do pranchão. Nessa, Darlan fez o segundo maior placar do dia, 14,84 pontos.      “Eu só tenho a agradecer meu shaper, que me deixou muito bem equipado. A prancha tá no pé, a navalha tá afiada, então é só seguir no foco”, disse Darlan Almeida, baiano de Camaçari que atualmente está morando na Praia da Pipa (RN). “Essa bateria da segunda fase foi um pouco mais difícil, mais disputada, então fiz uma estratégia de ficar um pouco mais embaixo do pico. A bateria tava muito disputada no outside, então acabei achando uma onda boa que sobrou e fiz outro high-score (nota alta). É isso, a navalha tá afiada e, se vier a onda boa, a gente vai fazer. Amanhã tem a terceira fase, o funil vai estreitar mais ainda, vão entrar os top-8 do Brasil, então tem que ter muito foco e concentração”. No sábado, foram realizadas 10 baterias da categoria masculina no Pontal de Baía Formosa, as 8 da primeira fase e 2 das 4 da segunda fase, quando são definidos os adversários dos Top-8 do ranking de 2025, que estreiam na terceira fase do Surf Brasil Longboard Pro 2026. O recordista Darlan Almeidafoi para a primeira bateria, encabeçada pelo saquaremense Rodrigo Sphaier e o potiguar Miguel Ferro e completada pelo paulista Wenderson Biludo, que também passou pelas duas primeiras fases. Os outros dois que se classificaram para enfrentar os cabeças de chave, foram o carioca Phil Rajzman e o paulista Gabriel Moura. SOL TOSTES FAZ OS RECORDES FEMININOS DO LONGBOARD NO SÁBADO      Na categoria feminina, só rolou a primeira fase do Surf Brasil Longboard Pro 2026 no sábado, que já definiu as oponentes das Top-8 que vão estrear na segunda fase. O grande destaque entre as doze meninas que competiram, foi a cearense Sol Tostes, campeã brasileira Sub-18 em 2024. Ela achou uma onda perfeita, que abriu uma parede mais longa para mostrar toda a sua arte, fazendo as transições até colocar os pés no bico do pranchão e outras manobras clássicas dos pranchões. Sol Tostesganhou nota 8,00 nessa onda e ainda somou um 5,00 no maior placar feminino do primeiro dia, 13,00 pontos.      “Estou muito feliz, esse foi um dos maiores somatórios que eu já fiz e foi inacreditável quando eu escutei a nota dentro d´água”, disse Sol Tostes. “BF é um lugar que eu me sinto muito à vontade, a gente chega a passar 1 mês, 2 meses aqui nas férias. Então, eu surfo muito essa onda, eu conheço bem o lugar e me sinto à vontade nessa direitinha aqui, que tem meu coração. Eu posso dizer que eu gosto realmente de surfar essa onda e é isso, as minhas expectativas para esse evento são as melhores possíveis. Mas, decidi que ia vir pra cá superleve, pra me divertir sem pressão de nada e vamos seguir assim”. Depois da vitória sobre as paulistas Kaylane Souza e Maya Canonico, Sol Tostes agora vai fechar a segunda fase do Surf Brasil Longboard Pro, enfrentando as duas melhores surfistas da categoria Sub-18 no ano passado, a paulista bicampeã brasileira Katellyn Oliveira e a potiguar Angelina Robles. Outra potiguar completa essa quarta e última bateria, Eliane Andrade. Antes desse confronto, estreia a atual campeã brasileira Chloé Calmon. As primeiras adversárias da carioca são a cearense Jamille Araujo, a potiguar Mariana Ferroque também se destacou no sábado e a paulista Kaylane Souza. ALEX SALAZAR SE DESTACA VENCENDO SUAS DUAS BATERIAS NO SUP SURF      No Surf Brasil SUP Wave, no sábado já foram definidas as semifinais das categorias masculina e feminina. Na masculina rolou duas fases e o paulista Alex Salazar, campeão brasileiro de 2024, se destacou ao vencer as duas baterias que disputou. O outro único a conseguir esse feito nas ondas do Pontal, foi o paulista Wellington Reis. Na segunda participação, Alex Salazar derrotou até o defensor do título brasileiro, Luiz Diniz, que acaba de conquistar o bicampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf no Panamá. Os dois eliminaram o paulista Michel Jonas e o catarinense Pedro Artur nesta segunda fase.      “Estou aí em busca do quinto título brasileiro e acho que não vou conseguir alcançar a saga do meu pai (Picuruta Salazar) que foi 10 vezes, mas tamos aí representando a família Salazar”, disse Alex Salazar. “Tem muita coisa pela frente ainda, então vamos seguindo confiante nas próximas fases. Só tenho que agradecer a Deus e meus patrocinadores, a minha família e todo mundo que torce por mim. As minhas pranchas estão voando, superleves, estou me dando superbem e quero agradecer ao Marco (Kertichka), que além de ser um grande shaper, é nosso adversário nas competições”. SEMIFINAIS MASCULINAS E FEMININAS DO SURF BRASIL SUP WAVE JÁ DEFINIDAS      Nas semifinais masculinas do Surf Brasil SUP Wave, Alex Salazar vai enfrentar outro campeão brasileiro na primeira bateria, o também paulista Leonardo Gimenes. Na outra, o atual campeão Luiz Diniz fará mais um duelo paulista com Wellington Reis, que venceu as duas baterias que disputou no Pontal de Baía Formosa. Nas semifinais femininas, a primeira bateria será um confronto de campeãs brasileiras, entre as paulistas Gabi Sztamfater e Aline Adisaka. E no confronto seguinte, a também paulista Louisie Frumento encara a cearense Kilvia

31 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race começa neste sábado em Baía Formosa

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A programação do primeiro dia prevê realizar as primeiras fases das competições masculinas e femininas de Longboard Pro e SUP Wave Pro no Pontal de BF O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 começa a decidir os títulos brasileiros das três modalidades neste sábado em Baía Formosa, cidade do Rio Grande do Norte que divide o estado com a Paraíba. A programação do primeiro dia nas ondas da Praia do Pontal, prevê realizar as primeiras fases das competições masculinas e femininas do Longboard Pro e do SUP Wave Pro. Mas, o sábado vai começar com um meeting técnico com os atletas, seguido pela Cerimônia de Abertura, antes de iniciar as baterias eliminatórias, que serão transmitidas ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e na TV pelo canal Woohoo. O Surf Brasil está inaugurando um novo formato para o Longboard, SUP Wave e SUP Race esse ano. Serão disputadas três etapas até o próximo domingo, 7 de junho. Os três resultados vão computar pontos no ranking, que define a classificação final da temporada 2026. Cada etapa terá três dias de duração e cada vitória nas categorias profissionais, vale um prêmio de 10.000 Reais e 1.000 pontos no ranking. A que começa no sábado, termina na segunda-feira. A segunda inicia na terça-feira e se encerra na quinta-feira. E a última e decisiva etapa do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race, vai da sexta-feira até o domingo, 7 de junho, na Praia do Pontal de Baía Formosa. A categoria Longboard Pro masculina, é a que reúne o maior número de concorrentes ao título brasileiro, 39 no total. Os top-8 mais bem colocados no ranking do Surf Brasil no ano passado, entram como cabeças de chave nas quatro baterias da terceira fase. Na primeira estão Rodrigo Sphaier(RJ) e Miguel Ferro (RN) e na sequência estreiam Alexandre Escobar (ES) e Daniel Batista (PE) na segunda, o atual campeão brasileiro Carlos Bahia(SP) e Lazinho Neto (SE) na terceira e na última Leonardo Gimenes (SP) e Jefson Silva (SP). Os outros 31 participantes foram divididos nas 8 baterias da primeira fase. Entre estes 31, uma das atrações é o bicampeão mundial de Longboard, Phil Rajzman. O carioca mora no Havaí atualmente, está finalizando a recuperação de um tratamento de câncer e vai disputar uma competição nacional pela primeira vez na gestão do Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. Phil está escalado na segunda bateria do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026, com o pernambucano Romoaldo Nascimento, o catarinense Marcelo Barbosa e o potiguar Leo Macedo. Os dois melhores avançam para a segunda fase. BICAMPEÃO MUNDIAL PHIL RAJZMAN VOLTANDO A COMPETIR NO BRASIL      “É um prazer estar aqui em Baía Formosa e é a primeira vez que venho aqui conhecer esse paraíso”, destacou Phil Rajzman. “Estou trazendo a minha esposa e minha filha, foram quatro dias de viagem do Havaí até aqui, estamos morando lá e por isso não tenho vindo competir nos últimos anos no Brasil. Mas, quis aproveitar essa oportunidade de três eventos acontecendo ao mesmo tempo, valendo título brasileiro e classificação para os Jogos Pan-Americanos de 2027 no Peru. Coincidiu com minha vinda ao Brasil pro meu tratamento de câncer, faltam as duas últimas sessões, então aproveitei esses alinhamentos cósmicos para estar aqui aproveitando esse momento em família”.  Phil Rajzman também comentou sobre a gestão Teco Padaratz na presidência da entidade máxima dos esportes em ondas no Brasil: “Quero parabenizar a Confederação Brasileira de Surf, pelo trabalho excelente que vem fazendo nos últimos anos, para fomentar cada vez mais o crescimento do esporte, não só o Longboard, mas todas as categorias. A gente tem visto a dificuldade de muitos atletas em questão de patrocínio e, inclusive, esse é o motivo de eu estar morando nos Estados Unidos. Então acho que fazer três etapas de uma vez, ajuda bastante os atletas terem um gasto só de viagem, em vez de fazer 3 etapas em lugares diferentes do Brasil. Achei uma iniciativa excelente da Confederação Brasileira e estamos aqui pra aproveitar”. LONGBOARD PRO FEMININO TAMBÉM TEM OITO TOPS COMO CABEÇAS DE CHAVE      No Longboard Pro feminino, as melhores da temporada 2025 também têm o privilégio de fazer parte da lista das cabeças de chave, que entrarão nas quatro baterias da segunda fase do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026. Na primeira, as top-8 que vão estrear são Luana Soares (SP) e Evelin Neves (RJ). Na segunda, entram Atalanta Batista (PE) e Eva Marla Rodrigues(PE). Na terceira, Chloé Calmon (RJ) começa a defender o título conquistado no ano passado, junto com Jamille Araujo (CE). E na última, estão duas surfistas da categoria Sub-18, a atual campeã Katellyn Oliveira (SP) e Angelina Robles (RN). Mais 12 competidoras foram divididas nas quatro baterias da primeira fase. Na categoria Sub-18 do Longboard, são 12 concorrentes escalados nas 3 baterias da primeira fase masculina e 6 meninas nos 2 confrontos da rodada inicial feminina, já disputando classificação para a grande final. No Longboard ainda, tem mais duas categorias masculinas, a dos competidores com 40 anos ou mais de idade, com 12 atletas divididos em 3 baterias, e a dos que já completaram 50 anos, com 10 participantes também escalados em 3 baterias disputando vagas para as semifinais. SUP WAVE E SUP RACE SÃO OUTRAS ATRAÇÕES INÉDITAS EM BAÍA FORMOSA      Na categoria Pro do SUP Wave, que também vai estrear em Baía Formosa e será iniciada no sábado, são 16 remadores divididos em 4 baterias masculinas e 6 remadoras nos 2 confrontos da primeira fase feminina. A grande atração desta modalidade, é o paulista Luiz Diniz, atual campeão brasileiro que acaba de conquistar sua segunda medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026 no Panamá. O campeão e a campeã de cada uma das três etapas do SUP Wave Pro, também recebem um prêmio de 10.000 Reais, com os vice-campeões ganhando 6.000 Reais, como no Longboard Pro. No SUP Wave ainda tem a categoria 40+ com 7 competidores divididos nas semifinais e a Sub-18 com apenas 2 atletas decidindo o título. A outra modalidade a decidir o campeão e a campeã brasileira de 2026 em Baía Formosa, é a SUP Race, a prova de velocidade que premia quem for mais rápido a

29 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Os campeões mundiais e medalhistas de ouro olímpicos Carissa Moore e Italo Ferreira vencem o Corona Cero New Zealand Pro 2026 apresentado por Bonsoy

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Os campeões mundiais e medalhistas de ouro olímpicos de Tóquio 2020 , Carissa Moore (HAV) e Italo Ferreira (BRA), venceram o Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy , a quarta etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. Os dois vencedores, que também dividiram os títulos mundiais em 2019, conquistaram suas primeiras vitórias desde que se tornaram pais, derrotando Sawyer Lindblad (EUA) e Morgan Cibilic (AUS), respectivamente. Foi um final épico para a edição inaugural do Circuito Mundial masculino e feminino em solo neozelandês, com a Baía de Manu, em Raglan, apresentando as melhores condições do evento, com ondas perfeitas de 1,2 a 1,5 metros. Em um retorno incrível à boa forma, Carissa Moore (HAV) conquistou sua primeira vitória em um evento do Circuito Mundial desde 2023, após duas temporadas de ausência para dar as boas-vindas à sua filha, ‘Olena. A pentacampeã mundial e medalhista de ouro olímpica dominou a primeira edição do Circuito Mundial realizada na principal onda esquerda da Nova Zelândia, Raglan, obtendo as maiores pontuações em todas as baterias, incluindo a maior pontuação geral da temporada nas semifinais, um quase perfeito 19,00 (de um total possível de 20). O resultado consolida ainda mais a posição de Moore em segundo lugar na lista de maiores vencedoras do Circuito Mundial, com 29 vitórias. Moore é a mulher mais recente na história de 50 anos do CT a vencer uma etapa após ser mãe. Ela se junta à também havaiana Melanie Bartels (HAV), que venceu duas etapas depois de dar à luz, a mais recente em 2008, e à tetracampeã mundial Lisa Andersen (EUA), que conquistou 15 de suas 21 vitórias no CT depois do nascimento da filha. A vitória de Moore segue uma trajetória semelhante à da octacampeã mundial Stephanie Gilmore (AUS), que obteve uma vitória impressionante em casa, na Gold Coast, na 3ª etapa, no início deste mês, após também ter ficado duas temporadas afastada do CT. Moore também venceu a primeira edição feminina do Circuito Mundial realizada na Nova Zelândia, em Taranaki, em 2010, sua primeira vitória como estreante no circuito aos 17 anos, e doou todo o prêmio em dinheiro para o clube local Waitara Bar Boardriders Club, que teve uma comitiva presente para apoiá-la neste evento. Tendo vencido a temporada regular em todas as edições do Circuito Mundial desde 2019, a ascensão da atleta de 33 anos ao 6º lugar no ranking representa uma grande ameaça para a nova geração do circuito. “Isto é para as mães: nunca parem de sonhar, se quiserem”, disse Moore. “Quando me afastei há dois anos, não sabia se algum dia recuperaria essa sensação ou essa oportunidade de surfar ondas perfeitas com apenas mais uma pessoa na água, diante de uma multidão incrível e em um lugar lindo com minha família na praia. Nesse processo, você duvida muito de si mesma, e por isso acho que essa vitória significa muito para mim. Quero agradecer ao meu marido, porque sem ele isso não seria possível. À minha linda filha, que está se adaptando a todas essas condições e lugares para onde estamos indo, eu não conseguiria se ela não estivesse disposta; ela me deu uma força que eu nem sabia que tinha. E meu pai, ele está aqui. Para mim, este é um momento de fechamento de ciclo com ele. Nossa primeira vitória no CT foi aqui na Nova Zelândia, então conquistá-la com ele aqui é muito legal. E minha irmã estava aqui, e toda a minha família em casa tem sido muito especial. Quero dedicar esta vitória ao Greg Browning, meu amigo que faleceu no ano passado. Ele é o ser humano mais incrível que já conheci.” E ele é o exemplo que eu acho que todos nós devemos nos esforçar para seguir, porque viveu com bondade e amor e tratou as pessoas bem, porque é isso que importa.” Uma final extremamente emocionante viu a estreante do ano de 2024, Sawyer Lindblad (EUA), pressionar Moore até o fim. Depois de Lindblad atacar primeiro com uma pequena pontuação, Moore assumiu a liderança na segunda troca de ondas, abrindo com um excelente 8,50 contra 7,67 de Lindblad. Uma queda de Moore em uma onda maior da série abriu caminho para Lindblad assumir a vantagem. A surfista goofy-footer do sul da Califórnia executou uma série de curvas de forehand impressionantes para marcar 9,00, deixando Moore precisando de um 8,18. A havaiana continuou atacando, mas não conseguiu encontrar a excelência novamente até os seis minutos, quando uma seção interna íngreme se abriu para ela executar uma combinação perfeita de três potentes backhands e garantir um 9,40, para um total de 17,90 na bateria. Superando uma série de competidoras cujas carreiras ela influenciou fortemente, incluindo Bella Kenworthy (EUA), a também medalhista de ouro olímpica e campeã mundial de 2023 , Caroline Marks (EUA), e a compatriota Bettylou Sakura Johnson(HAV), Moore retornou mais uma vez ao topo do pódio. “Passei boa parte da bateria em apuros. Quando a [Sawyer Lindblad] mandou aquela nota 9,00, eu pensei: ‘Ok, preciso de uma onda e preciso mostrar do que sou capaz’”, continuou Moore. “A Sawyer esteve impecável durante todo o evento. Eu a respeito muito e acho que ela realmente encontrou sua melhor forma este ano. Este lugar tem um significado especial para mim há muito tempo. Minha experiência aqui em 2010 mudou completamente minha perspectiva sobre minha carreira, sobre o que significava sucesso e sobre como eu queria viver. Quero agradecer imensamente à comunidade de Taranaki, mas também aqui, por toda a presença de vocês todos os dias. O amor, a energia e a mana deste lugar são indescritíveis e algo que lembrarei para o resto da minha vida.” Italo Ferreira (BRA) recuperou a liderança do ranking após sua 11ª vitória no CT hoje e vestirá a camisa amarela de líder no Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero pelo segundo ano consecutivo. O campeão mundial de 2019 e medalhista de ouro olímpico, que também foi vice-campeão mundial em 2022 e 2024, ocupou o primeiro lugar do ranking durante cinco etapas na última temporada, antes de cair para a quarta posição. Ferreira ultrapassou Gabriel Medina (BRA) na liderança,

25 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Manu Bay ganha vida com o surgimento de competidores no Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy

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Manu Bay voltou à ativa para o reinício das competições do Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy , a 4ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. Após uma longa semana de espera por ondas, Raglan finalmente entregou o que prometeu, com a terceira rodada masculina e as quartas de final femininas acontecendo em ondas limpas de um a um metro e meio, restando apenas 12 competidores na disputa. Com a previsão de queda no nível das ondas durante a noite, que deve aumentar ao longo do dia, existe a possibilidade de o dia das finais acontecer amanhã em Manu Bay. Caso as ondas estejam muito fracas pela manhã, o evento será realizado em dois dias, com ondas incríveis previstas para a tarde de domingo e a manhã de segunda-feira. O próximo aviso para a retomada da competição será amanhã de manhã, domingo, 24 de maio, às 9h30 (horário da Nova Zelândia), com possível início às 10h05. Com ótimas performances em todas as três rodadas até o momento, Carissa Moore (HAV) continuou ditando o ritmo, registrando a maior pontuação feminina da competição, 17,06 (de um total possível de 20), e avançando para as semifinais pela primeira vez desde o Corona Open J-Bay de 2023. Enfrentando a também medalhista de ouro olímpica Caroline Marks (EUA), a atleta de 33 anos abriu o torneio com sua segunda nota de 8,83. Executando golpes potentes a partir da base da onda, após várias seções, e liberando sua excepcional força no topo de cada uma delas, Moore demonstrou exatamente por que possui cinco títulos mundiais. Marks lutou bravamente, abrindo com 7,87 e fechando com 8,37, com um ataque implacável de direita em uma longa linha, mas a campeã mundial de 2023 não conseguiu igualar a performance magistral da nova mãe. “Estou me divertindo muito. Este lugar tem muita energia e parece um pouco mágico. Espero poder continuar aproveitando”, disse Moore. “Acho que a maternidade realmente testou minha fé e minha confiança em mim mesma, e me ajudou a encontrar confiança de novas maneiras. Minha preparação está bem diferente de como era antes. Não sou mais a primeira a sair de manhã. Chego uma hora e meia antes da minha bateria para cuidar da minha filha e treinar com meu marido, e meu pai está aqui para me apoiar. A dinâmica é definitivamente diferente e estou tentando relaxar e me divertir um pouco mais. Estaria mentindo se dissesse que não sou tão competitiva quanto costumava ser nas primeiras provas e que os resultados não foram frustrantes, mas estou aprendendo, estou encontrando meu ritmo. Acho que estou descobrindo as coisas conforme vou avançando e não estou me pressionando tanto. Estou muito feliz por ainda estar competindo com essas mulheres.” Moore enfrentará Bettylou Sakura Johnson (HAV) nas semifinais, após Johnson continuar sua recuperação no que antes era uma rivalidade unilateral com Molly Picklum (AUS). Depois de Pickum vencer os cinco primeiros confrontos, Johnson agora acumula três vitórias consecutivas, a última delas em sua segunda vitória no CT, conquistada em Trestles na temporada passada. Hoje, a havaiana apresentou combinações poderosas de backside, começando com sua melhor nota da temporada, 8,50, antes de logo em seguida alcançar 7,83, surfando apenas duas ondas na bateria de 35 minutos. Com 6,67, Picklum adicionou 7,60, mas precisou se esforçar para alcançar a excelente marca de Johnson e desafiar sua grande vantagem. O resultado marca a primeira aparição de Johnson em uma semifinal na temporada, colocando a jovem de 21 anos de volta nos trilhos em sua busca por subir no ranking. “Foi muito divertido. Acho que simplesmente me conectei com o momento e me concentrei totalmente nas ondas que peguei, reagindo e me divertindo muito”, disse Johnson. “Estou super empolgado, sinceramente, porque meu backside definitivamente não é meu ponto forte. Tenho me dedicado muito a isso e estou feliz que finalmente esteja dando certo. Não estava me preocupando muito com os resultados no início do ano. Com certeza foi frustrante, mas é muito bom conseguir chegar às semifinais e continuar evoluindo a partir daí, recuperando a confiança e seguindo em frente, onda após onda.” Pelo segundo evento consecutivo, Filipe Toledo (BRA) derrotou Gabriel Medina (BRA) na terceira rodada, empatando o confronto direto em 5 a 5 e tirando a camisa amarela de líder das costas de Medina. A acirrada batalha entre o bicampeão mundial Toledo e o tricampeão mundial Medina viu a dupla atacar as longas paredes esquerdas da Baía de Manu com suas abordagens contrastantes de backhand e forehand. Toledo levou vantagem nos dois primeiros revezamentos, antes de Medina conquistar a primeira de muitas viradas na liderança. Competindo mais uma vez com a prancha não tradicional, uma twin fin curta e robusta com quilha traseira, a velocidade de Toledo em suas poderosas combinações de backhand superou os golpes de forehand e os aéreos de Medina. Em uma bateria final decisiva, Medina surfou uma onda que Toledo surfou e alcançou sua melhor nota, 7,47, mas a onda seguinte de Toledo também foi a melhor, com 7,93, deixando o atual número 1 do mundo em busca da maior nota da bateria a pouco mais de um minuto do fim. “Comecei o ano com alguns resultados não muito bons, mas com um bom desempenho, um bom surf e me sentindo ótimo”, disse Toledo. “Eu pensava: ‘Cara, é só uma questão de timing, e quando chegar a hora, tenho que estar pronto’. Então me mantive pronto o tempo todo e agora estou retomando de onde parei, tanto em termos de desempenho quanto de resultados. O Gabriel [Medina] tem dominado os últimos eventos e está arrasando com a camisa amarela. Ainda temos muitos eventos ao longo do ano, então acho que é um pouco cedo para falar sobre o título mundial. Estou só curtindo, aproveitando cada momento, surfando com pranchas incríveis e equipamentos novos. Obrigado a todos que estão aqui. Eu e o Gabriel, meio que sabíamos na Gold Coast que tínhamos o apoio brasileiro, mas nunca imaginei que teria esse apoio incrível aqui, é muito especial.” Miguel Pupo (BRA), vencedor do Rip Curl Pro Bells Beach,

23 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Parasurf 2026 abre o show de emoções dos paratletas em Porto de Galinhas

Surf

Os campeões mundiais Luciano Nem Silveira, Dijackson Santos, Davizinho Radical e Rafael Lueders, foram os destaques da sexta-feira em Ipojuca O Surf Brasil Parasurf 2026 abriu o show de emoções na sexta-feira em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. A disputa pelos títulos brasileiros das 13 categorias, começou com os campeões mundiais Luciano Nem Silveira (SC), Dijackson Santos (BA), Davizinho Radical (RJ) e Rafael Lueders (SC), sendo os destaques do primeiro dia. O bicampeão mundial e brasileiro, Luciano Nem, da categoria PS-S3, foi o recordista absoluto de nota – 9,40 – e placar – 18,15 pontos – nas boas ondas da sexta-feira na Praia do Borete. A quarta edição do Campeonato Brasileiro de Parasurf em Ipojuca, registra um recorde de 68 inscritos e o show das estrelas da modalidade continua neste sábado, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais Woohoo na TV. O Surf Brasil Parasurf 2026 começou na quarta-feira com a recepção dos competidores na arena do evento em Porto de Galinhas. A quinta-feira foi o dia dos paratletas passarem pela avaliação médica para a categorização nas 13 classes funcionais, com os campeões e campeãs em nove delas se classificando para representar o Brasil no Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association). São três divisões para quem surfa em pé na prancha, PS-S1, PS-S2 e PS-S3. Tem ainda a PS-Kneel / Upright para quem surfa de joelhos, a PS-Sit para quem pega ondas sentado e a PS-Prone 1 e PS-Prone 2 para quem surfa deitado de bruços na prancha, além das duas categorias para deficientes visuais, a PS-VI 1 e PS-VI 2. O catarinense Luciano Nem Silveira compete na PS-S3, dos atletas com deficiência na perna acima do joelho. Ele é o atual bicampeão brasileiro e bicampeão mundial de 2024 e 2025 e lidera o ranking do Circuito Mundial de 2026, com vitórias nas duas primeiras etapas que rolaram na Austrália e Havaí. Nem estreou na quinta bateria do Surf Brasil Parasurf 2026 na sexta-feira e conseguiu as maiores notas com seu ataque agressivo de backside nas esquerdas da Praia do Borete. O catarinense somou notas 9,40 e 8,75 na vitória por 18,15 pontos, jogando fora outra nota excelente, 8,10, além de um 7,90 e um 7,50.      “Estou feliz da vida em conseguir ir aumentando minhas notas. Foi uma conexão com o mar e com Deus incrível”, disse Luciano Nem Silveira. “Eu orei muito antes de entrar na água, pedindo que Ele me guiasse e guiou, mandando essas ondas espetaculares. Eu tava muito solto, muito à vontade, porque tenho treinado bastante aqui. Eu cheguei bem antes do campeonato e o resultado é esse aí do trabalho duro, consistente e to querendo muito esse título, para ir representar o Brasil novamente na Califórnia. Agora a meta é fazer um 10. Esse é o meu sonho, de conseguir um 10 na bateria e vou na busca dele”. No Surf Brasil Parasurf 2026, cada atleta disputa duas baterias e o resultado computa as duas maiores notas conseguidas nas duas participações. No caso do Luciano Nem Silveira, ele praticamente confirmou o tricampeonato brasileiro e a vaga para representar o país mais uma vez na categoria PS-S3 do Mundial de Parasurf da ISA, que ainda não tem data e local confirmados. O título não está oficialmente garantido, porém dificilmente seus adversários, os cearenses Gilmario Guimarães e Estenio Araujo e o gaúcho Claudio Brum, conseguirão superar os 18,15 pontos que Luciano Nem atingiu na sexta-feira em Ipojuca. CATARINENSES BICAMPEÕES MUNDIAIS SE DESTACAM NA SEXTA-FEIRA      O surfista criado nas ondas da Joaca, bateu os recordes que outro catarinense e igualmente bicampeão mundial tinha registrado no segundo confronto do dia. Rafael Lueders conquistou os títulos de 2022 e 2023 na categoria PS-S2, dos paratletas com deformidade em membro inferior abaixo do joelho, oposto ao do Luciano Nem, que é acima do joelho. Rafael foi campeão brasileiro no ano passado nas mesmas ondas da Praia do Borete e conseguiu uma nota 8,75 na melhor onda que surfou contra o sergipano Ygor Almeida no segundo confronto do dia. Com ela, ganhou a bateria por 15,25 pontos.      “Estou muito feliz, gosto muito de surfar aqui nessa praia, a onda aqui do Borete é muito boa e o evento está de parabéns”, destacou Rafael Lueders. “A galera toda da organização é muito bacana e o Parasurf, se Deus quiser, vai cada vez mais ganhando reconhecimento no Brasil. Esse ano teve recorde de inscritos, com Santa Catarina, por exemplo, vindo com 19 atletas, então a modalidade está crescendo cada vez mais. A gente fica feliz de ver que tá dando certo, com nossas vitórias motivando outros atletas a competirem”.  CAMPEÃO MUNDIAL MAIS JOVEM DA HISTÓRIA ABRE O SURF BRASIL PARASURF      Um destaque de uma já nova geração do Parasurf, ganhou a bateria que inaugurou oficialmente o Surf Brasil Parasurf 2026, logo após a emocionante cerimônia de abertura do Campeonato Brasileiro e da Seletiva Mundial, na manhã da sexta-feira em Porto de Galinhas. O potiguar Davi Lima estreou na modalidade no ano passado, conquistou o título brasileiro na Praia do Borete e se tornou o campeão mundial mais jovem da história do Parasurf também em 2025, com 16 anos de idade. Davi nasceu com uma deformidade no braço e compete na categoria PS-S1. Ele é um dos paratletas que recebem suporte do Instituto Aldemir Calunga, ex-surfista profissional que trouxe uma equipe do Rio Grande do Norte.      “Eu pedi muito a Deus, que enviasse uma onda boa para eu fazer a nota que precisava, porque o mar está muito difícil”, contou Davi Lima. “Eu to com uma prancha muito boa, a gente está aqui com uma estrutura muito boa também e quero agradecer a rapaziada que tá aqui na praia e quem tá assistindo o campeonato em casa. É isso aí, tamo junto e quero buscar o bicampeonato brasileiro, então vamo simbora pra próxima”. DAVIZINHO RADICAL QUER NOTA 10 E O PENTACAMPEONATO BRASILEIRO      Outro Davi, mas bem mais famoso, o Davi Aguiar, ou Davizinho Radical, também começou muito bem no Surf Brasil Parasurf 2026. O já tetracampeão brasileiro e tetracampeão mundial da categoria PS-Prone 2, que surfa deitado de bruços na prancha com assistência para pegar as ondas, conseguiu notas 8,00 e 7,00 nas suas duas

22 de maio de 2026 / 0 Comentários
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A situação permanece indefinida no Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy

Surf

A paralisação continua hoje no Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy , 2ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) Championship Tour (CT), com a competição cancelada para o dia. As ondas ainda estão pequenas, mas com uma previsão promissora para os últimos três dias da janela de tempo ideal, a competição provavelmente será retomada no fim de semana, com os vencedores do evento sendo definidos em Manu Bay. A próxima chamada para reiniciar a competição será amanhã, sábado, 23 de maio, às 9h (horário da Nova Zelândia), para um possível início às 9h35. “As ondas pequenas continuam aqui em Raglan, mas temos ótimos indícios de muitas ondas de sábado para domingo e segunda-feira”, disse Renato Hickel, vice-presidente de torneios e competições da WSL. “Voltaremos amanhã e estamos confiantes de que teremos bastante ação nos próximos dias. Teremos três dias de ondas e precisamos de menos de um dia e meio para concluir o evento, então estamos ansiosos para terminar com chave de ouro nos próximos três dias.” Quando a competição for retomada, a bateria 5 da terceira rodada masculina colocará frente a frente o atual campeão mundial da WSL e destaque da segunda rodada em Raglan, Yago Dora (BRA), contra Marco Mignot (FRA). Mignot vem de uma de suas melhores performances no Circuito Mundial e espera manter o bom momento aqui na Nova Zelândia. Dora, por sua vez, busca se recuperar com mais uma participação nas quartas de final nesta semana para se manter entre os 5 melhores do ranking. Na última bateria da terceira rodada masculina, o veterano Jack Robinson (AUS) enfrentará Miguel Pupo (BRA) em Manu Bay. Robinson busca um resultado expressivo em 2026, já que ainda não conseguiu chegar às quartas de final nesta temporada. Pupo, que começou o ano com uma vitória no Rip Curl Pro Bells Beach, busca retornar ao Finals Day antes da etapa sul-americana do evento. A terceira bateria das quartas de final femininas colocará frente a frente a atual campeã mundial da WSL, Molly Picklum (AUS), e Bettylou Sakura Johnson (HAW). Sakura Johnson busca garantir seu melhor resultado do ano com uma vaga na semifinal. Na última bateria das quartas de final femininas, duas medalhistas de ouro olímpicas, Carissa Moore(HAV) e Caroline Marks (EUA), se enfrentarão por uma vaga nas semifinais. Ambas as campeãs mundiais buscam sua primeira semifinal em 2026, e enquanto Marks tentará usar seu frontside para contrastar com a abordagem backside de Moore, esta, por sua vez, buscará repetir o sucesso da Nova Zelândia, local onde conquistou sua primeira vitória no Circuito Mundial em 2013. Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy – Confrontos restantes da terceira rodada masculina [Baterias 2 a 8] ELIMINATÓRIA 2: Gabriel Medina (BRA) vs. Filipe Toledo (BRA) HEAT 3: Liam O’Brien (AUS) x Morgan Cibilic (AUS) HEAT 4: Rio Waida (INA) x Alejo Muniz (BRA) HEAT 5: Yago Dora (BRA) x Marco Mignot (FRA) ELIMINATÓRIA 6: Cole Houshmand (EUA) vs. Leonardo Fioravanti (ITA) HEAT 7: Italo Ferreira (BRA) x Kanoa Igarashi (JPN) HEAT 8: Jack Robinson (AUS) x Miguel Pupo (BRA) Confrontos das quartas de final do Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy – Feminino BATERIA 1: Gabriela Bryan (HAV) vs. Alyssa Spencer (EUA) ELIMINATÓRIA 2: Tyler Wright (AUS) vs. Sawyer Lindblad (EUA) ELIMINATÓRIA 3: Molly Picklum (AUS) vs. Bettylou Sakura Johnson (HAW) ELIMINATÓRIA 4: Carissa Moore (HAV) vs. Caroline Marks (EUA)

22 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Baía Formosa será o palco do Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race 2026

Surf

Na cidade do campeão olímpico no Rio Grande do Norte serão decididos os títulos brasileiros do Longboard e do Stand UP Paddle Wave e Race A cidade de Baía Formosa do campeão olímpico Italo Ferreira no Rio Grande do Norte, será o palco do Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race 2026. O campeonato fecha a perna nordestina do Surf Brasil esse ano, na semana de 30 de maio a 7 de junho, decidindo os títulos brasileiros da temporada do Longboard e das modalidades Wave e Race do Stand UP Paddle. Longboarders e remadores do SUP com títulos mundiais, panamericanos e brasileiros, estão entre os 143 inscritos na competição inédita em Baía Formosa e no estado do Rio Grande do Norte, que será transmitida ao vivo pelo canal Surf Brasil TVno YouTube e na TV pelo canal Woohoo. O Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race 2026 é uma realização de Surf Brasil com patrocínio da Subsecretaria do Esporte e do Lazer (SEL) e da Secretaria de Educação, Esportes e Cultura (SEEC) do Governo do Estado do Rio Grande do Norte, da Prefeitura de Baía Formosa pela Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEMEL), da Caixa Esportes e SW Longs, contando também com o apoio de Shopee, Suntech, Brazilian Tiger Balm, JISK, Hot Summer Classic Longboard, Wet Dreams, Center Fins, Pitasi, Malolo Surfboards, MS Surfboards, JSilva Surfboards, Top Wax e Alexandre Vale Shaper Design, suporte da Federação de Surf do Estado do Rio Grande do Norte (FESURF) e apoio institucional do COB – Comitê Olímpico do Brasil.      “É com muita alegria, que o estado do Rio Grande do Norte recebe o Surf Brasil, com o Longboard e Stand UP Padlle nessa competição superimportante, que vai decidir os títulos brasileiros de 2026 em Baía Formosa”, destaca Cezinha Nunes, Secretário Estadual de Esportes do Governo do Rio Grande do Norte e presidente do Fórum de Gestores de Esportes do Brasil. “Além de todo o crescimento esportivo, esse evento também promove um grande crescimento econômico na cidade, com todos os atletas e acompanhantes, organizadores, movimentando a economia local. A belíssima cidade de Baía Formosa, com esse cenário paradisíaco, é um grande diferencial da competição, então ficamos muito felizes e é uma honra para o Governo do Estado, receber esse evento. Sem sombra de dúvidas, o fortalecimento do surf potiguar cresce cada dia mais e estamos aqui sempre buscando sua valorização, para manter esse esporte no topo”. Na modalidade Longboard, praticada em pranchões como no início do surf, os competidores são divididos em quatro categorias no Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race 2026. A principal é a profissional com a maioria dos inscritos, 39 na competição masculina e 20 na feminina. Tem ainda a Sub-18 também com os dois gêneros, além das categorias só masculinas para os longboarders com 40 anos ou mais de idade e a dos que já completaram 50 anos. No SUP Wave são três divisões, com 21 inscritos na profissional masculina e feminina, além dos participantes do Sub-18 e 40+ que são só para os homens. No SUP Race, os remadores também são divididos nas categorias masculina e feminina.      “É superimportante para o estado, esse evento do Surf Brasil que vai rolar nas ondas perfeitas da Praia do Pontal em Baía Formosa e vai decidir os títulos nacionais do Longboard e do SUP Wave e Race pela primeira vez no Rio Grande do Norte”, disse Saturnino Borges, presidente da Federação de Surf do Estado do Rio Grande do Norte. “As inscrições tiveram uma procura muito grande dos atletas, com muitas estrelas nacionais e até internacionais já confirmadas. Baía Formosa é um palco perfeito para a competição, muito bom para o público assistir, fica bem pertinho do mar vendo todas as manobras dos atletas nas ondas, então é uma grata satisfação esse evento acontecer aqui no nosso estado. Este é o terceiro ano seguido que realizamos eventos do Surf Brasil, agora com Longboard e SUP pela primeira vez”.   DESTAQUES DO LONGBOARD E SUP QUE VÃO COMPETIR EM BAÍA FORMOSA      No Longboard, alguns destaques que vão competir nas direitas do Pontal de BF, são o bicampeão mundial Phil Rajzman e a três vezes vice-campeã mundial Chloé Calmon, que já conquistou dois títulos brasileiros nos 4 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Outros participantes que ganharam títulos brasileiros desde 2022, são o Carlos Bahia (SP), Jefson Silva (SP), Rodrigo Sphaier (RJ), Luana Soares (SP), Sol Tostes(CE) e Atalanta Batista (PE), mãe do tetracampeão Sub-18, Daniel Batista, que estourou o limite de idade e vai competir na Profissional. Tem ainda a Katellyn Oliveira (SP) já bicampeã da Sub-18 e os tricampeões Robson Fraga (SE) na categoria 40+ e Daniks Fischer (SP) na 50+. Na modalidade SUP Wave, os quatro campeões brasileiros da categoria profissional neste período de 2022 a 2025 da gestão Teco Padaratz, vão buscar mais um título no Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race em Baía Formosa. O bicampeão de 2002 e 2025, Luiz Diniz (SP), chega embalado pela medalha de ouro conquistada no último Panamericano de Surf, realizado semanas atrás no Panamá. Quem também vai tentar mais um título brasileiro no SUP Wave Pro, são Alex Salazar(SP), Leonardo Gimenes (SP), Aline Adisaka (SP) e a tricampeã Gabi Sztamfater (SP). No Sub-18, tem o tricampeão Pedro Veiga (BA) e na categoria 40+ destaque para o bicampeão Adriano Trinca Ferro(SC). Na modalidade SUP Race, que premia o remador que for mais rápido para completar o trajeto, as principais atrações são Guilherme dos Reis (SP), Eri Tenorio (RJ), Moah Jessika (SP) e Lena Ribeiro(RJ). Nos Jogos Panamericanos de Surf 2026 no Panamá, teve dobradinha brasileira no alto do pódio, com Guilherme dos Reis conquistando sua segunda medalha de ouro, Eri Tenorio ganhando a de prata e Lena Ribeiro a de cobre no feminino. O jovem Giuseppe Nunes (BA) e Roseli Novloski(PR), também já conquistaram títulos brasileiros nas corridas de velocidade do Stand UP Paddle e estarão competindo em Baía Formosa. PERNA NORDESTINA DO SURF BRASIL COM SEIS EVENTOS EM CINCO ESTADOS      O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race vai fechar a perna nordestina do Surf Brasilesse ano. A temporada 2026 começou em fevereiro, com a abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarate, no Ceará. Em março teve a seletiva regional Norte/Nordeste para o Surf

19 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Competição cancelada pelos próximos três dias no Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy

Surf

A competição Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy , 2ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) Championship Tour (CT), foi cancelada para hoje, amanhã e depois de amanhã. As ondas pequenas de hoje e dos próximos dias têm oferecido poucas oportunidades aos competidores, por isso a decisão foi adiar o evento até a chegada da próxima ondulação em Manu Bay, Raglan. A próxima decisão sobre a retomada da competição será na quinta-feira, 21 de maio, para um possível início na sexta-feira, 22 de maio. “Como esperado, chegamos à Baía de Manu esta manhã e encontramos o mar calmo”, disse Renato Hickel, vice-presidente de torneios e competições da WSL. “Nossa previsão indica que essas condições devem persistir por alguns dias, então vamos suspender as atividades pelos próximos dias e retornar na quinta-feira à tarde para uma nova avaliação. Estamos confiantes de que, se não na sexta-feira, teremos ótimas ondas previstas para o fim de semana e para o último dia da janela de oportunidade para a realização do evento.” Quando a competição for retomada, a primeira bateria promete ser imperdível , com os campeões mundiais brasileiros Gabriel Medina(BRA) e Filipe Toledo (BRA) se enfrentando pela segunda vez em dois eventos. Com Toledo levando a melhor em Snapper Rocks há apenas duas semanas, Medina buscará utilizar seu ataque na parte frontal das longas paredes de Manu Bay para conquistar a vitória e garantir uma vaga no Finals Day pela quarta vez consecutiva em 2026. O californiano Cole Houshmand (EUA) teve um início lento na temporada de 2026 do CT, mas ganhará confiança com a vitória em sua bateria inicial aqui em Raglan. O poderoso surfista goofy espera ampliar essa confiança com outra vitória em bateria, mas precisará superar o sempre consistente Leonardo Fioravanti (ITA) na bateria 6 da terceira rodada, quando a competição for retomada. Alyssa Spencer (EUA), de San Diego, busca igualar seu melhor resultado no CT com outra vaga na semifinal e, para isso, precisará derrotar a promissora Gabriela Bryan (HAV), da classe de 2026, na bateria 1 das quartas de final. A bicampeã mundial da WSL, Tyler Wright (AUS), enfrentará a destaque do evento , Sawyer Lindblad(EUA), na segunda bateria das quartas de final. Wright garantiu seu melhor resultado da temporada com uma vaga nas quartas de final, enquanto Lindblad busca sua terceira semifinal consecutiva em 2026. Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy – Confrontos restantes da terceira rodada masculina [Baterias 2 a 8] ELIMINATÓRIA 2: Gabriel Medina (BRA) vs. Filipe Toledo (BRA) HEAT 3: Liam O’Brien (AUS) x Morgan Cibilic (AUS) HEAT 4: Rio Waida (INA) x Alejo Muniz (BRA) HEAT 5: Yago Dora (BRA) x Marco Mignot (FRA) ELIMINATÓRIA 6: Cole Houshmand (EUA) vs. Leonardo Fioravanti (ITA) HEAT 7: Italo Ferreira (BRA) x Kanoa Igarashi (JPN) HEAT 8: Jack Robinson (AUS) x Miguel Pupo (BRA) Confrontos das quartas de final do Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy – Feminino BATERIA 1: Gabriela Bryan (HAV) vs. Alyssa Spencer (EUA) ELIMINATÓRIA 2: Tyler Wright (AUS) vs. Sawyer Lindblad (EUA) ELIMINATÓRIA 3: Molly Picklum (AUS) vs. Bettylou Sakura Johnson (HAW) ELIMINATÓRIA 4: Carissa Moore (HAV) vs. Caroline Marks (EUA)

19 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Weslley Dantas dá show nas oitavas de final do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas

Surf

O campeão brasileiro de 2023 completou um aéreo que valeu a maior nota do ano e fez os dois maiores somatórios da sexta-feira na Praia do Borete em Ipojuca O Surf Brasil Pro Porto de Galinhas definiu as quartas de final na sexta-feira de chuva e só de competição masculina na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. O campeão brasileiro de 2023, Weslley Dantas, se destacou com seus aéreos fazendo os dois maiores somatórios do dia, 16,00 e 15,83 pontos. Nas oitavas de final, acertou um full rotation incrível que arrancou nota 9,33, a maior do ano no Campeonato Brasileiro de Surf. O bicampeão brasileiro Douglas Silva também venceu bem sua bateria e segue na busca do bi na etapa pernambucana na sua casa. As quartas de final vão começar as 11h00 neste sábado, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais de TV Woohoo e XSports. Na sexta-feira de chuva em Porto de Galinhas, foram realizadas 16 baterias para formar as quartas de final. Na primeira bateria, o baiano Bino Lopes, que já tem título de campeão brasileiro no currículo, enfrenta o alagoano Amando Tenorio. A segunda é a do ipojucano Douglas Silva, defensor do título da etapa pernambucana do Surf Brasil Pro, com o cearense Cauã Costa. Na terceira tem mais um duelo de campeões brasileiros, do Weslley Dantas com o potiguar Israel Junior. E a última vaga nas semifinais, será disputada por outro potiguar de Baía Formosa, Alan Jhones, contra outro cearense, Santiago dos Santos. As ondas baixaram um pouco na sexta-feira na Praia do Borete, mas não impediram o show das grandes estrelas do surf brasileiro. O ubatubense Weslley Dantas já fez o segundo maior placar do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas no terceiro confronto do dia, quando derrotou Gabriel Andrépor 16,00 pontos, com um aéreo nota 8,67. E nas oitavas de final, atingiu 15,83 pontos no confronto de campeões brasileiros com o potiguar Jadson André. King Dantas acertou um full rotation espetacular, que arrancou a maior nota do ano. O 9,33 superou o 9,17 do Michael Rodrigues na primeira etapa de 2026 na Praia da Taíba, no Ceará.      “Estou muito feliz de fazer uma bateria com o Jadson (André). Sou fã dele da pessoa e do surf, é um cara incrível e eu já sabia que essa seria a bateria mais difícil do evento pra mim”, disse Weslley Dantas. “Eu sei que tem muitos atletas bons aqui, mas pela experiência e pela bagagem que o Jadson já teve na elite mundial, eu sabia que teria que dar meu melhor. E tanto ele, como eu, podia fazer um 9 ou um 10, então já tava preparado pra fazer essa manobra. Eu tinha que dar uma diferenciada, tinha que voar e ir pro full rotation, porque eu sabia que o Jadson ia vir pros aéreos também. Não foi uma bateria só de surf, mas também de estratégia antes de entrar na água”. BICAMPEÃO BRASILEIRO NA BUSCA DO BI EM CASA EM PORTO DE GALINHAS      Os 15,83 pontos que King Dantas totalizou nessa bateria, foi o maior placar das oitavas de final, batendo os 15,33 que o campeão brasileiro de 2022, Israel Junior, tinha acabado de fazer no duelo potiguar com Rafael Barbosa. Os dois agora vão se enfrentar no confronto que promete ser um espetáculo de aéreos neste sábado na Praia do Borete. Quem também se destacou na sexta-feira, foi o ídolo local Douglas Silva. O bicampeão brasileiro de 2024 e 2025, usou as manobras de borda dessa vez, para derrotar por 13,60 pontos, o paulista voador Murillo Coura, que vinha se destacando desde o primeiro dia.      “Eu sabia que ia ser uma bateria difícil e achei que ia jogar forte com os aéreos, mas a condição do mar não tava tão favorável, não tinha as rampas. Então tive que usar as manobras de borda, que tão no pé também”, disse Douglas Silva. “Foi o jogo de borda que me consolidou na bateria desde o começo e to feliz de ter avançado. O Murillo (Coura) é um bom aerealista, a gente sempre faz boas baterias e eu joguei da forma que dava nesse mar hoje. É muito importante também agradecer todo mundo que tava ali na beira da praia na torcida. Foi uma vibe incrível da galera e é isso aí, mais um passinho dado, estamos nas quartas de final amanhã e to focadão na meta de sair daqui com o título”. QUATRO CAMPEÕES BRASILEIROS SE CLASSIFICAM PARA AS QUARTAS DE FINAL      Foi vencendo a etapa em casa no ano passado, que Douglas Silva iniciou a busca pelo bicampeonato brasileiro consecutivo. Ele não competiu na abertura do Surf Brasil Pro 2026 na Praia da Taíba, no Ceará, então está começando a campanha pelo tri novamente no lugar onde treina todos os dias. Além do Dodô, do Weslley Dantas e do Israel Junior, o baiano Bino Lopes foi outro campeão brasileiro que passou para as quartas de final na sexta-feira. Ele foi o primeiro a se classificar, derrotando o paulista vice-campeão brasileiro do ano passado, Renan Pulga, na abertura das oitavas de final.      “Eu sabia que ia ser uma disputa boa de backside com o (Renan) Pulga. Ele é um cara que surfa muito bem de backside, foi vice-campeão brasileiro no ano passado, fez vários resultados animais, então eu sabia que ia ser uma pedreira”, destacou Bino Lopes. “A bateria começou muito bem pra ele, fez uma onda quase na casa do 7 e eu sabia que precisava pegar uma onda boa, da série. Ele cometeu um erro em pegar uma ondinha que ficou ruim, deixando a prioridade pra mim. Aí veio a boa, consegui fazer duas manobras lincadas e os juízes deram uma nota boa, suficiente pra eu virar. Depois, só fiquei administrando a bateria e to amarradão por ter avançado. Agora, vamos com tudo pras quartas de final”. CINCO SURFISTAS AINDA BRIGAM PELA LIDERANÇA DO RANKING EM IPOJUCA      Bino Lopes é um dos cinco surfistas que ainda podem tirar a liderança do ranking do cearense Michael Rodrigues no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. A sexta-feira amanheceu com 18 concorrentes, mas o vice-líder, Wesley Leite, caiu logo na primeira bateria do dia. Ele já assumiria a ponta

16 de maio de 2026 / 0 Comentários
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