O bicampeão brasileiro Douglas Silva bateu todos os recordes com seus aéreos e Monik Santos fez as maiores marcas femininas de 2026 Os surfistas locais de Ipojuca comandaram o show na quarta-feira do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas na Praia do Borete. O bicampeão brasileiro Douglas Silva, bateu todos os recordes desta segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Surf, somando um aéreo nota 9,00 na vitória por 15,40 pontos na repescagem. E a campeã brasileira Monik Santos foi para o topo das listas de maior nota e somatório feminino de 2026, com a nota 8,00 e os 13,40 pontos que totalizou também na repescagem. Agora os duelos passam para o formato de confrontos diretos nas 16 baterias da sexta fase masculina e nas oitavas de final femininas. O show de surf continua nesta quinta-feira, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais de TV Woohoo e XSports. “Estou muito feliz e quero agradecer a Deus, por todas as oportunidades que Ele me deu lá dentro do mar. Agradecer a minha família que está aqui todos os dias torcendo, meus amigos, minha namorada, todo mundo mandando a vibe e isso é muito importante”, disse Douglas Silva, que venceu essa etapa do Campeonato Brasileiro em casa no ano passado. “É muito maravilhoso para mim, voltar aqui aonde no ano passado foi o início do bicampeonato brasileiro e esse ano pode ser o início do tri né. Mas, estou super de boa, só deixando as coisas acontecerem, deixando Deus tocar o barco e fico amarradão de estar ali dentro d´água dando show pra galera”. A bateria que Douglas Silva mandou um aéreo full rotation de frontside, que igualou a nota 9,00 do paulista Kailani Renno e registrou um novo recorde de 15,40 pontos no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas, foi de altíssimo nível. Foi um verdadeiro show de aéreos e o vice-líder do ranking, Wesley Leite (SP), avançou em segundo lugar por 12,30 pontos a 12,00 do ex-top da elite mundial, Peterson Crisanto (PR), que acabou eliminado com uma nota 7,50. Até o último colocado, Guilherme Fernandes (SP), surfou muito bem e chegou a liderar o confronto quando conseguiu uma nota 7,00 na sua melhor onda. “Eu sabia que seria uma bateria difícil, com o Xapa (Wesley Santos), o Urso (Peterson Crisanto), ex surfista do CT e o Guilherme (Fernandes) também, que veio pra repescagem junto comigo. Então eu sabia que ia ter que dar tudo de mim”, destacou Douglas Silva, que falou sobre o fato de competir em casa. “Isso é incrível. Tenho certeza de que todo atleta no mundo, que tiver uma torcida igual a que tenho em casa, se sentiria muito feliz, realizado. Isso pra mim é muito gratificante e só tenho gratidão a todo mundo que sai das suas casas pra vir na praia torcer por mim. Eu to só fazendo meu trabalho, fazendo o que eu mais amo, que é competir e surfar, estou bem comigo mesmo e a torcida tá incrível”. MONIK SANTOS BATE TODOS OS RECORDES DO SURF BRASIL PRO 2026 Assim como Douglas Silva, a também ipojucana Monik Santos aproveitou muito bem a segunda chance de classificação na repescagem, batendo todos os recordes femininos das duas etapas do Surf Brasil Pro 2026. A nota 8,00 que conseguiu com duas manobras muito fortes invertendo a direção da prancha, superou o 7,50 que a sua irmã, Nicole Santos, tinha feito no domingo na Praia do Borete. E os 13,40 pontos ultrapassaram os 13,17 da hexacampeã brasileira Silvana Lima na primeira etapa, na Praia da Taíba, no Ceará. Monik Santosfez os novos recordes para vencer três talentos da nova geração, a catarinense Kauanny de Souza, a carioca Sarah Ozorio e a paulista Kemily Sampaio. “Estou muito feliz de ter conseguido soltar meu surf e fazer uma boa nota, porque sei que as meninas estão em um nível muito alto”, disse Monik Santos. “A primeira bateria dessa fase, foi a da minha irmã (Nicole Santos). Ela conseguiu vencer e me inspirou muito, fiquei muito instigada e consegui essa nota 8. Soltei o pé e deu certo. Estou aqui com a minha família, minha esposa, minha irmã e quero agradecer a todos os meus patrocinadores, a Neuronha, a Prefeitura do Ipojuca que vem nos apoiando, incentivando e fazendo esse evento maravilhoso aqui em casa. É muito bom poder competir em casa, com todas as pessoas que eu amo, que me viram crescer e evoluir aqui nesse lugar maravilhoso, que é um paraíso”. TAINÁ HINCKEL SE RECUPERA CHEGANDO PERTO DO RECORDE DE 2026 Antes da Monik Santos registrar novos recordes no Surf Brasil Pro 2026, a surfista olímpica da Guarda do Embaú, Tainá Hinckel, já havia igualado a nota 7,50 da Nicole Santos e chegado bem perto do maior somatório do ano da Silvana Lima. A catarinense venceu sua bateria por 13,10 pontos, contra 13,17 da cearense. Tainá não conhecia o município do Ipojuca no litoral sul de Pernambuco e está competindo pela primeira vez na Praia do Borete. Por isso, encontrou dificuldades na sua estreia, mas aproveitou a segunda chance de classificação para as oitavas de final, eliminando a vice-líder do ranking, Analu Silva, da Paraíba. “Estou muito feliz de ter avançado essa bateria, porque ontem realmente acabei não me achando nas condições do mar e a onda aqui é um pouco difícil de ler, principalmente de se posicionar lá dentro”, disse Tainá Hinckel. “Não é tão fácil de competir aqui, mas estou feliz em estar me adaptando, entendendo melhor a onda e por ter passado minha bateria hoje. É a minha primeira vez aqui e achei o lugar maravilhoso, então estou feliz de ter avançado. Eu gosto bastante de competir no Circuito Brasileiro e estou superfeliz por passar a bateria, minha prancha tá boa e vamos seguindo, bateria por bateria”. SÓ A JULIANA DOS SANTOS SEGUE DEFENDENDO A PONTA DO RANKING No confronto seguinte, a cearense Juliana dos Santos, campeã brasileira de 2024 e líder do ranking 2026 com a vitória na primeira etapa na Praia da Taíba, também se recuperou do tropeço na sua estreia no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. Juju chegou antes em Ipojuca e venceu a etapa do Circuito Nordestino encerrada na sexta-feira passada nas mesmas ondas da Praia do
Principais estrelas do Surf Brasil Pro começam a se apresentar em Porto de Galinhas
A terça-feira foi dia da estreia dos melhores do ranking em Ipojuca que entram no evento principal e 10 das top-11 do feminino cairam para a repescagem As principais estrelas do Surf Brasil Pro 2026 começaram a se apresentar na terça-feira de mar difícil na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. Mas, os cabeças de chave que entram no evento principal, sofreram com quem já vinha embalado desde a primeira fase. Das top-11 do ranking feminino, 10 foram mandadas para a repescagem. E entre os 11 dos top-22 do masculino que competiram na terça-feira, só 4 estrearam com vitórias. Outros 11 estão na segunda metade da quarta fase, que vai abrir a quarta-feira ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais de TV Woohoo e XSports. A paulista Juliana Meneguel foi a única cabeça de chave que conseguiu vencer e passar direto para as oitavas de final do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. As outras 10 perderam e terão que passar pela repescagem, última rodada de confrontos formados por quatro competidoras. Inclusive as finalistas da primeira etapa de 2026 no Ceará, a líder do ranking Juliana dos Santos e a vice Analu Silva. A primeira vítima foi a número 3 do ranking, Larissa dos Santos, mas a cearense quase consegue a vitória no final da bateria, que acabou empatada em 9,40 pontos. A jovem paulista Carol Bastides, de 14 anos apenas, terminou em primeiro lugar por ter a maior nota, 5,07 contra 5,00 da campeã brasileira de 2018. “Foi muito nervosismo ali, porque o mar tá muito difícil de escolher a onda boa”, disse a bicampeã brasileira Sub-16 de 2024 e 2025, Carol Bastides. “Não tem um pico certo, definido, então fiquei muito tempo sem pegar nada, uns 10 minutos boiando até conseguir achar uma e fazer um 5,00. Essa nota já me deu uma relaxada, mas eu sabia que precisava surfar mais ondas, mas tava muito difícil. Meu pai pediu pra eu ir pra marcação e quase deu errado. Eu sei do meu potencial e acho que tenho bastante confiança no meu surf, então estou feliz que no final deu tudo certo e por já ter passado para as oitavas de final”. Outra surfista da nova geração e integrante da Seleção Brasileira Junior do Surf Brasil, Luara Mandelli, foi a segunda a conquistar classificação direta para as oitavas de final. A paranaense mandou duas tops do ranking para a repescagem, Kiany Hyakutake e Potira Castaman. A paulista Sophia Gonçalves, que também vem competindo desde a primeira fase, fez o mesmo com Tainá Hinckel e Ariane Gomes. Na quarta bateria, a vice-campeã no Ceará, Analu Silva, também perdeu para a cearense Gabriely Queiroz, assim como a campeã brasileira e líder do ranking 2026, Juliana dos Santos. A cearense fez parte da Seleção Brasileira do Surf Brasil que conquistou o tetracampeonato panamericano no Panamá, de onde trouxe uma medalha de bronze. Juliana dos Santos chegou em Ipojuca já ganhando a etapa do Circuito Nordestino, encerrada na sexta-feira da semana passada nas mesmas ondas da Praia do Borete. Mas, ela e a também campeã brasileira, Julia Nicanor, acabaram derrotadas pela Alexia Monteiro. A gaúcha repetiu a sua performance na segunda-feira, voltando a fazer os recordes femininos do dia, com a nota 6,20 e os 11,27 pontos que totalizou. “Foi uma bateria muito, muito difícil, com duas atletas sensacionais e o mar tava muito difícil também”, destacou Alexia Monteiro. “Eu não tava conseguindo me achar, mas eu venho trabalhando todos os dias para confiar em mim, confiar que Deus vai mandar onda e no finalzinho Ele mandou. Quando veio a onda, eu fui pro tudo ou nada, porque só interessava a vitória e deu certo. Só tenho que agradecer a Deus e ao Alan Jhones, que tava na areia pedindo pra eu me acalmar, que ia vir onda. Estou realmente muito feliz, porque foi uma belíssima bateria para seguir no campeonato”. ÚNICAS VITÓRIAS DAS SURFISTAS QUE ESTREARAM NO EVENTO PRINCIPAL Após essa bateria, duas surfistas que estavam estreando no evento principal do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas, quebraram a série de derrotas e conquistaram a classificação direta para as oitavas de final. Uma delas foi a paulista Juliana Meneguel, número 9 do ranking, que derrotou a catarinense Kauanny de Souza e a carioca Mariana Areno. A outra foi a convidada Sophia Medina, que mandou a top-5 Kemily Sampaio e a campeã brasileira local de Ipojuca, Monik Santos, para a repescagem. “Estou muito feliz de ter passado e tava bem difícil o mar, muito vento, mas graças a Deus, deu tudo certo”, disse Sophia Medina, que vem embalada de duas vitórias seguidas em etapas do QS no Brasil. “Agradeço a Deus por tudo que vem acontecendo, de poder vir de vitórias no QS e chegar aqui passando a primeira bateria. Cada campeonato é uma história, então tem sempre que focar muito, porque o surf exige muito, exige corpo, mente e fico sempre tentando manter o foco. Todo campeonato a gente entra sempre pra dar nosso melhor e espero fazer outro bom resultado aqui, então estou feliz por ter começado bem”. EVENTO PRINCIPAL DOS HOMENS COMEÇA IGUAL AO DAS MULHERES A rodada de estreia dos cabeças de chave da competição masculina, começou igual a feminina, com o top-3 do ranking, Gabriel Klaussner, sendo mandado para a repescagem pelo embalado campeão brasileiro Israel Junior. O potiguar de Baía Formosa está invicto nas ondas da Praia do Borete esse ano e tenta recuperar o mau resultado na primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 no Ceará. Na Praia da Taíba, Israel Junior parou na mesma sexta fase que se classificou agora, com a vitória sobre Gabriel Klaussner e o cearense Lucas Bezerra por 12,16 pontos. “Estou felizão de ter avançado essa bateria e por estar conseguindo performar bem nesse evento”, disse o campeão brasileiro de 2022, Israel Junior. “Esse mar está parecido com o que eu surfo diariamente lá em Baía Formosa, no point, onde a onda é pequena assim também, meio picada e a prancha está boa nessa condição. É uma onda que eu gosto, uma condição que eu gosto e foi mais uma boa bateria. Estou feliz por ter avançado direto pra sexta fase e vamos nessa, vamos pra próxima,
Nova geração paulista bate todos os recordes do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas
Kailani Renno arrancou uma nota 9 nas boas ondas da segunda-feira na Praia do Borete e Murillo Coura fez o maior placar em Ipojuca na vitória por 14,34 pontos Dois talentos da nova geração do surf paulista bateram todos os recordes nas boas ondas da segunda-feira na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. O ubatubense Kailani Renno, de 17 anos, arrancou a maior nota – 9,00 – desta segunda etapa do Surf Brasil Pro 2026 e Murillo Coura, 19 anos, de São Sebastião, fez o maior placar vencendo sua bateria por 14,34 pontos. As meninas também competiram e os destaques foram a gaúcha Alexia Monteiro com os recordes femininos do dia – nota 7,00 e 12,50 pontos – e a cearense Gabriely Queiroz, que barrou a hexacampeã brasileira Silvana Lima. A continuação da terceira fase masculina vai abrir a terça-feira, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e também pelo canal Woohoo e na TV aberta pelo XSports. O primeiro a se destacar na segunda-feira, foi Murillo Coura na quarta bateria do dia, contra o catarinense Lucas Vicente, o também paulista Hugo Bomfim e o potiguar Kayan Medeiros. Ele já bateu o recorde de nota do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas com um aéreo que os juízes deram nota 7,77, superando o 7,00 do potiguar Rafael Barbosano sábado e do paulista Deivid Silva no domingo. Murillo somou o 7,77 com 6,57 para aumentar o maior placar do campeonato para 14,34 pontos, ultrapassando os 13,33 do potiguar Alan Jhones no sábado também. Foi a segunda vitória do Murillo Coura nas ondas da Praia do Borete. “Estou bem confiante, mas fiquei um pouco nervoso no começo da bateria”, confessou Murillo Coura. “Tava difícil completar o aéreo ali no buraco, mas depois fui achando o lugar certo e peguei boas ondas para acertar as manobras. Esse ventinho aqui hoje, pra quem é goofy e manda aéreo, é a melhor combinação que tem. Até pra quem é regular e tem habilidade nos aéreos de backside, é um vento que ajuda bastante. Estou amarradão de ter passado essa bateria e quero mandar um beijo pra família, minha namorada, meu sogro e minha sogra e é isso, vamos pra próxima”. Nove baterias depois, o filho do famoso surfista das antigas, Zecão de Ubatuba, o jovem Kailani Renno, que integrou a Seleção Brasileira Junior do Surf Brasil no último Mundial da ISA no Peru, deu seu show nas ondas da Praia do Borete. Esta é a primeira vez que ele participa de etapas válidas pelo título brasileiro de surf profissional e ganhou as duas baterias que disputou no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas em Ipojuca. Na segunda-feira, Kailani achou uma esquerda que abriu a parede para mandar três manobras fortes de frontside e finalizar com um aéreo rodando na onda que arrancou nota 9,00 dos juízes. “Essa foi a minha primeira nota 9,00 no Brasileiro profissional e to muito feliz”, disse Kailani Renno. “Aquela onda veio pra mim, mandei o primeiro layback animal, aí mandei uma pancada, preparei o aéreo, dei o aéreo e voltei. Eu pedi muito pra Deus por essa onda, ela veio e aproveitei ao máximo. Estou muito feliz de ter avançado e, principalmente, por ter tirado uma nota 9,00. Foi incrível e se eu tivesse voltado naquele primeiro alley-oop que mandei, acho que seria outra nota excelente, mas acabou pegando um bump ali e caí”. ANIVERSARIANTES DA SEGUNDA-FEIRA FESTEJAM CLASSIFICAÇÃO Quem também estava feliz na segunda-feira, era o ex-recordista de pontos do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. O potiguar Alan Jhones era um dos aniversariantes do dia, junto com o pernambucano Junior Lagosta, o E O Lobster. Ambos passaram suas baterias, mas Alan Jhonesavançou com vitória sobre o também potiguar Mateus Sena e os cearenses Marcos Alves TTe Guilherme Lemos. O potiguar de Baía Formosa, mesma cidade que revelou o campeão olímpico Italo Ferreira, completou 37 anos de idade e é um dos surfistas que disputaram todas as 22 etapas válidas pelo título brasileiro na gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. “Estou feliz de ter passado mais uma bateria, ter achado uma onda boa ali faltando 4 minutos, que me deu a classificação. E no meu aniversário eu não poderia perder, começar o dia com o pé esquerdo seria demais né (risos)”, brincou Alan Jhones. “Eu já fiz bons resultados aqui nessa praia, até ganhei etapa do Brasileiro Profissional, fui terceiro lugar em outra final também, venci Expression Session e sempre consegui me encaixar bem nessa onda. Hoje foquei nas direitas, consegui pegar boas ondas pra passar e vamo pra próxima, porque ainda tem uma longa caminhada até a final”. NOVA GERAÇÃO DO SURF FEMININO SE DESTACA NA SEGUNDA-FEIRA Após o encerramento da segunda fase masculina, foi iniciada a segunda rodada feminina já valendo classificação para o evento principal do Surf Brasil Pro, quando começa a ser dividida a premiação de meio milhão de reais oferecida em cada etapa do circuito nacional mais rico do mundo. As que se classificaram para enfrentar as top-11 do ranking, já garantiam um mínimo de 3 mil reais e com direito a repescagem se não vencer a bateria. As primeiras a conquistarem este privilégio, foram duas surfistas da Seleção Brasileira Junior do Surf Brasil, a paulista Carol Bastides de apenas 14 anos de idade e a paranaense Luara Mandelli, 18 anos. Na segunda bateria, a paulista Sophia Gonçalves e outra integrante da Seleção Brasileira Junior, a potiguar Maria Clara, também avançaram para o evento principal do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. E na terceira, a jovem cearense Gabriely Queiroz surpreendeu duas campeãs brasileiras que eram as favoritas para se classificar. Gabrielyarriscou manobras no crítico das ondas, para vencer a bateria e eliminar a hexacampeã brasileira e também cearense Silvana Lima. A outra campeã era a paulista Julia Nicanor, que avançou em segundo lugar, junto com Gabriely Queiroz. “Primeiramente, quero agradecer a Deus, porque sem Ele eu não sou nada e to sem acreditar até agora, que tirei a Silvana Lima, então estou muito feliz”, disse Gabriely Queiroz. “Eu sabia que a bateria não ia ser fácil desde ontem, quando vi as meninas da bateria. Acho que qualquer atleta fica insegura com esses nomes que caíram comigo. A Isabelly Knut é bem nova e surfa pra caramba,
Ipojucana Nicole Santos brilha com recorde no Surf Brasil Pro Porto de Galinhas
A pernambucana ganhou a maior nota da segunda etapa do Campeonato Brasileiro de Surf e igualou o recorde feminino da temporada 2026 na Praia do Borete A surfista local de Ipojuca, Nicole Santos, brilhou no domingo com a maior nota da segunda etapa do Surf Brasil Pro 2026 em Porto de Galinhas. O 7,50 que recebeu com um ataque explosivo de frontside numa direita na Praia do Borete, superou o 7,00 do potiguar Rafael Barbosano sábado e igualou a maior nota feminina do Campeonato Brasileiro de Surf esse ano, da campeã da primeira etapa no Ceará, Juliana dos Santos. As meninas estrearam no domingo e depois foi iniciada a segunda fase masculina, que prossegue nesta segunda-feira com transmissão ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e também pelo canal Woohoo e na TV aberta pelo XSports. A pernambucana Nicole Santos estreou na sexta bateria feminina do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas, que tinha a cearense Silvana Lima como grande favorita. A hexacampeã brasileira vinha embalada pelo bicampeonato panamericano conquistado no domingo no Panamá, mas Nicoleachou uma direita que formou uma junção para ela atacar forte, com uma batida explosiva que arrancou nota 7,50 dos juízes. Os 11,57 pontos que totalizou, também foram o maior placar feminino do domingo na Praia do Borete. Silvana Limaavançou junto com Nicole Santos, eliminando a jovem paulista Marina Suguimoto. “Foi uma bateria incrível com a Silvana (Lima). Sou muito fã dela, então fiquei bem confiante agora, depois de ganhar da Silvana e vamos com tudo pras próximas baterias”, prometeu Nicole Santos, que é irmã mais jovem da campeã brasileira Monik Santos. “Eu estou bem à vontade, em casa, tem altas ondas e isso é o mais importante. Então, foi só fazer a estratégia junto com a minha irmã (Monik Santos), de trocar notas e não cair da prancha. Quero agradecer a Prefeitura de Ipojuca, por estar proporcionando esse grande evento pra gente nessa praia linda, que sempre dá boas ondas. Agradecer também a minha família, a minha irmã que é minha treinadora, minha mãe pelo Dia das Mães hoje e vamo pra cima”. Monik Santos depois fechou a primeira fase também com vitória em sua estreia nesta segunda etapa do Surf Brasil Pro 2026 na sua casa. A pernambucana estava junto com Silvana Lima no Time Brasil que conquistou o tetracampeonato panamericano, em 5 anos da gestão Teco Padaratzna presidência da Confederação Brasileira de Surf. As duas e a atual líder do ranking brasileiro, Juliana dos Santos, vieram direto do Panamá para Porto de Galinhas e Monik Santos ganhou a sua primeira bateria na Praia do Borete, contra a também pernambucana Chay Oliveira, a cearense Anaelya de Lima e a paulista Aurora Ribeiro, que avançou junto com ela para a segunda fase. “Estou muito feliz de ter a oportunidade de competir em casa. Foi aqui que eu cresci surfando e mantenho meu treino em dia, então é muito gratificante poder surfar aqui, porque a Praia do Borete sempre tem boas ondas”, destacou a experiente Monik Santos, que falou sobre o recorde de participantes da categoria feminina nesta segunda etapa do Surf Brasil Pro 2026, com 58 inscritas. “Eu sou de uma geração que não tinha muita oportunidade de competir, então ver o circuito brasileiro crescendo a cada ano e o surf feminino valorizado, é sobre isso que a gente luta e cuida. Eu sempre falo desde a minha adolescência, que o Brasil tem talentos femininos, mas precisava de visibilidade, de investimento e de oportunidades”. Monik Santos foi acompanhada pela irmã e nova recordista Nicole Santos, na entrevista da transmissão ao vivo do Surf Brasil Pro Porto de Galinhas. Ela também respondeu sobre a ausência da sua mãe, Dona Vera, para assistir elas competirem na Praia do Borete: “Mãinha não aguenta não vir aqui (risos). Ela fica lá em casa, assiste um pouquinho e sai, depois só vê o resultado. Mas, Feliz Dia das Mães, te amo muito mãe, eu e a Nicole aqui, a gente conseguiu passar a bateria para presentear a senhora e vamo pra cima. Te amo mãe e feliz Dia das Mães para todas as mães do Brasil”. TRÊS CAMPEÃS BRASILEIRAS ESTREIAM COM VITÓRIAS NO DOMINGO Antes da Monik Santos, outras duas surfistas que já tem título de campeã brasileira no currículo, também tinham estreado com vitórias na segunda etapa do Surf Brasil Pro 2026 em Ipojuca, a paulista Julia Nicanor e a cearense Yanca Costa. Julia foi a primeira campeã a vencer sua bateria na Praia do Borete, logo após a hexacampeã Silvana Lima ser derrotada por Nicole Santos. Julia Nicanor enfrentou duas surfistas da nova geração e não encontrou dificuldades para vencer a paranaense Duda Azamor e a paraibana Nalanda Carvalho. Na segunda fase, ela e Silvana Lima vão competir juntas, disputando duas vagas para o evento principal com mais duas surfistas bem mais jovens, a cearense Gabriely Queiroz e a paulista Isabelly Knut. “É muito bom começar vencendo a bateria. Nos últimos eventos eu tomei muita virada no final, mas me mantive resiliente pra ficar com a cabeça boa e busquei forças para esquecer dos momentos ruins que passaram”, disse Julia Nicanor, uma das poucas surfistas que já fazem manobras aéreas no surf feminino. “Eu to muito empolgada, com muita vontade e quero buscar a vitória aqui. Mas sei que a galera está esperando eu mandar o aéreo. Eu gosto muito desse lugar e nos treinos eu consegui botar uns aéreos, mas hoje as condições estão bem difíceis, com vento muito forte. Acho que amanhã deve melhorar e espero conseguir realizar. Vai ser um momento muito bom pra mim de fazer essa manobra na bateria”. SEGUNDA FASE MASCULINA INICIADA COM DOIS CAMPEÕES BRASILEIROS Após o encerramento da rodada inicial feminina, começou a segunda fase masculina quando estreiam 48 surfistas mais bem colocados no ranking do Surf Brasil Pro 2026, contra os classificados da primeira fase. E a primeira bateria já foi em altíssimo nível, com dois campeões brasileiros que decidiram o título de 2022 na grande final na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. Foi um verdadeiro show de aéreos que o potiguar Israel Junior tirou até nota 10, para bater o cearense já bicampeão brasileiro, Messias Felix. Israel confirmou o favoritismo na Praia do Borete e venceu de novo, mas Messias e o também cearense Felipe Martins, acabaram eliminados pelo jovem paulista John Muller. “Estou feliz
Surf Brasil Pro abre o segundo desafio do Campeonato Brasileiro neste sábado em Ipojuca
O maior encontro do surf nacional vai reunir 214 surfistas de 16 estados em Porto de Galinhas com novo recorde de 58 brasileiras competindo num campeonato O Surf Brasil Pro abre o segundo desafio do Campeonato Brasileiro de 2026 neste sábado na Praia do Borete, em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. O maior encontro do surf nacional vai reunir 214 surfistas de 16 estados do país e registra um novo recorde de 58 brasileiras participando de um campeonato feminino. O show de surf garantido na disputa pela premiação histórica de meio milhão de reais do circuito nacional mais rico do mundo, vai até o dia 17 em Porto de Galinhas. O aumento significativo na quantidade de competidoras, é resultado direto do trabalho da Diretoria de Desenvolvimento Feminino implantado na gestão do presidente Teco Padaratz na Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. A vice-presidente Brigitte Mayer comandou esse projeto, com o programa Talento Feminino buscando novas surfistas por todo o litoral brasileiro nos últimos anos. Tanto que a maioria das 58 inscritas no Surf Brasil Pro de Porto de Galinhas, é de meninas da nova geração que estão tendo a oportunidade de competir na categoria profissional, graças ao novo formato inaugurado esse ano. Nas últimas 3 temporadas, uma elite nacional com somente 48 homens e 24 mulheres, disputava os títulos brasileiros da temporada e a premiação recorde de meio milhão de reais, que passou a ser oferecida em cada etapa no ano passado. O Surf Brasil então decidiu abrir o Campeonato Brasileiro Profissional, para mais surfistas terem a mesma chance. A quantidade de participantes subiu para até 168 competidores na categoria masculina e 60 na feminina. Na primeira etapa no Ceará, já foi registrado um recorde de 49 inscritas, que agora aumentou para 58 surfistas, quase atingindo o novo limite de participantes. Na categoria masculina, novos nomes também surgiram com o formato inaugurado no Surf Brasil Pro 2026. Um exemplo é o cearense Rafael Silva, o Tigrão, local da Praia da Taíba, que aproveitou o fato de poder competir em casa na primeira etapa e foi até as quartas de final. Ele trabalha no Porto de Pecém em São Gonçalo do Amarante, ganhou uma bolada de 8 mil reais pelo quinto lugar e se animou para seguir competindo. Com o ranking dinâmico atualizado a cada etapa, Rafael chega em Pernambuco já no seleto grupo dos Top-22 que estreiam somente na quarta fase em Porto de Galinhas, com premiação mínima de 3 mil reais garantida e direito a repescagem, se não vencer sua primeira bateria na Praia do Borete. CONVIDADOS DO SURF BRASIL COM O MESMO PRIVILÉGIO DOS TOPS DO RANKING Quem também desfruta desse privilégio, são os convidados pela Diretoria de Esportes da Confederação Brasileira de Surf. Nesta segunda etapa, os escolhidos foram os vencedores das duas etapas do antigo Dream Tour realizadas em Porto de Galinhas, o paulista Edgard Groggia em 2024 e o atual bicampeão brasileiro de 2024 e 2025, Douglas Silva. Os dois não participaram da primeira etapa e teriam que entrar na primeira fase, se não recebessem os convites. O pernambucano vem embalado com o título de campeão panamericano de 2026, conquistado no domingo no Panamá, onde o Surf Brasil festejou o tetracampeonato em 5 anos da gestão Teco Padaratz na entidade máxima do esporte no país. “Estou numa expectativa muito boa, porque é a minha primeira etapa do Brasileiro esse ano. Infelizmente, não consegui ir lá na Praia da Taíba e tô muito feliz em poder competir em casa de novo, com toda minha família, meus amigos, no lugar onde eu cresci surfando”, disse Douglas Silva. “Pra mim vai ser incrível começar aqui, onde no ano passado iniciei a busca do bicampeonato brasileiro ganhando essa etapa daqui. Quero agradecer ao Surf Brasil, pelo convite de me juntar aos tops na quarta fase, pois acabei de voltar do Panamá. Mas já me sinto preparado pra competir, a expectativa tá lá em cima e vamo com tudo, simbora”. CAMPEÕES NO CEARÁ DEFENDEM A LIDERANÇA DO RANKING EM IPOJUCA Quem também fez parte do Time Brasil tetracampeão nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, foram os cearenses que ganharam a primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 em casa na Praia da Taíba, Michael Rodrigues e Juliana dos Santos. Michael acabou perdendo numa hora ruim do mar na Playa Venao, mas a Juliana trouxe uma medalha de bronze, ficando na semifinal cearense contra a agora bicampeã panamericana Silvana Lima. Juliana e Michael vão defender a liderança do ranking em Ipojuca. “É uma felicidade gigantesca estar de volta a Porto de Galinhas, dessa vez com um suporte maior ainda da Neuronha”, contou Michael Rodrigues. “No ano passado, a gente fechou patrocínio aqui e estamos completando 1 ano de parceria. A Neuronha pegou uma casa de frente ao evento, na beira da praia. É uma etapa superimportante na busca do título brasileiro e estou feliz da vida com esse suporte gigantesco do time da Neuronha aqui. Esse lugar eu realmente gosto de vir, com muito Sol, muito calor, condições que me favorecem e estou bem feliz de estar de volta”. Michael Rodrigues há muitos anos mora em Florianópolis (SC), mas iniciou sua carreira competindo pelo Nordeste. No ano passado, ele ficou em terceiro lugar na Praia do Borete, perdendo nas semifinais para o baiano Yage Araujo, vice-campeão na final com o ipojucano Douglas Silva. Michael já fez parte da elite do surf mundial e vem chegando bem perto do título brasileiro nos últimos anos. Ele acabou ficando em terceiro lugar no ranking final de 2022, em quarto no de 2024 e em terceiro novamente no ano passado. Agora, largou na frente do Surf Brasil Pro 2026 e quer o desejado título brasileiro esse ano. O MAIOR ENCONTRO DO SURF NACIONAL COM 214 SURFISTAS DE 16 ESTADOS Entre os 16 estados representados no maior encontro do surf nacional, o número de participantes nascidos no Ceará forma o segundo maior pelotão em Porto de Galinhas e os líderes dos rankings, Michael Rodrigues e Juliana dos Santos, encabeçam a lista de 44 cearenses, 33 homens e 11 mulheres. Só fica abaixo de São Paulo, que tem 54 inscritos e maioria também nas duas categorias, com 37 na masculina e
Pedro Calado e Catarina Lorenzo são os campeões do CBSurf Big Wave Mormaii em Laguna
Surf Brasil e Movimento Big Waves Brasil (BWB) acertam na previsão e os big riders dão um show em uma segunda-feira clássica com milhares de pessoas na Praia do Cardoso O carioca Pedro Calado e a baiana Catarina Lorenzo conquistaram os títulos do CBSurf Big Wave Mormaii em Laguna e são os novos campeões brasileiros de ondas grandes do Surf Brasil. Em uma segunda-feira de mar clássico, com ondas desafiadoras passando dos 5 metros de altura na Praia do Cardoso, os maiores big riders do país deram um show para as milhares de pessoas que compareceram para assistir de perto o maior desafio do surf brasileiro no Farol de Santa Marta. O CBSurf Big Wave Mormaii foi realizado com apoio do Governo do Estado de Santa Catarina por meio da Fundação Catarinense de Esporte (FESPORTE), da Prefeitura Municipal de Laguna e foi transmitido ao vivo pelo Canal Surf Brasil TV no YouTube. Com uma nota 10 na grande final, o carioca Pedro Calado superou o melhor do mundo em ondas gigantes, Lucas Chumbo. O big rider de Saquarema terminou em segundo lugar, com o catarinense Marco Polo em terceiro, o noronhense Buday Santos em quarto, Marcos Monteiro também de Saquarema em quinto e outro carioca, Stephan Figueiredo, em sexto lugar. Na final feminina, a jovem baiana Catarina Lorenzo surpreendeu ao vencer a favorita Michelle Des Bouillons, que ficou em segundo lugar com a também carioca Débora Mota em terceiro, a catarinense Pâmela Mel em quarto, a paranaense Michaela Fregonese em quinto e a gaúcha Yasmin Dias completou a decisão em sexto lugar. A CHAMADA PRECISA A abertura da Janela de Espera do evento ocorreu em 05 de novembro de 2025 e estaria aberta até o dia 15 de agosto de 2026. Dentro deste período, surgiu nos gráficos de previsão um ciclone se formando no sul da Argentina, que estava previsto para o dia 04 de maio. Com 7 dias de antecedência, foi dado o Sinal Amarelo para a chamada do evento, deixando atletas, prestadores de serviço da produção do evento e órgãos públicos em alerta para a possibilidade de realização do evento. A ondulação ia se mantendo nos gráficos, ganhando tamanho, energia e período. Tudo parecia que seria um swell histórico na praia do Cardoso. Com esse cenário se formando, com 4 dias de antecedência, a organização do evento decidiu dar o Sinal Verde para a competição. Na próxima atualização dos gráficos de previsão, após a decisão pelo Sinal Verde, o auge da ondulação foi passando da noite de domingo (03) para quarta (04) para o final da manhã do dia 04, porém, perdendo tamanho, energia e período. Também foi entrando um vento nordeste mais forte (antes estava noroeste fraco). O conjunto destes fatores fez a organização questionar se a chamada seria acertada, pois o vento nordeste muito forte poderia “afastar” a ondulação, fazendo ela perder força. Durante a montagem da estrutura, no dia 02 (sábado) os fortes ventos do quadrante sul chegaram, danificando parte da estrutura que estava sendo montada para o evento e gerando uma grande invasão de areia nas vias de acesso ao Farol de Santa Marta e no local onde estava sendo instalada a estrutura. “Eventos de Ondas Grandes são muito difíceis de fazer. Além de ter muito pouco tempo para a contratação de fornecedores, articulação com órgãos públicos e instalação de estruturas físicas e digitais, ele ainda é produzido no meio de um ciclone”, explicou Reinaldo Jaeger, Gestor de Projetos do Movimento BWB, Diretor de Sustentabilidade da Federação Catarinense de Surf (FECASURF) e da Associação de Surf de Laguna (ASL) e Diretor Técnico da Associação de Surf e Tow-in do Farol de Santa Marta (ASTFSM). Ao nascer o sol na manhã de segunda-feira, séries enormes (aprox. 5 a 6 metros – 20 pés), desenhadas pelo vento terral fraco, quebravam em um Cardosão com textura lisa e ondas abrindo para os dois lados, mostrando que a chamada do evento tinha sido assertada. OS MELHORES DO BRASIL Na lista de competidores, representantes dos mais variados estados do Brasil. Referências na modalidade Surf de Ondas Grandes, tanto em âmbito nacional quanto internacional, disputavam os títulos do CBSurf Big Wave Mormaii 2026 e, consequentemente, os títulos de campeões brasileiros. Na primeira fase da categoria masculina, os big riders catarinenses dominaram, com Marco Polo, Vinicius dos Santos e Carlos Henrique vencendo as suas baterias. O carioca Stephan Figueiredo ganhou a outra e todas as baterias tiveram pontuações apertadas, com pequena margem de diferença entre os competidores. O grande destaque foi Marco Polo, com uma nota 9,00. Logo em seguida, entrou na água a semifinal da categoria feminina e as vencedoras das baterias foram Catarina Lorenzo (BA) e Michelle Des Bouillons (RJ), com boa margem de vantagem sobre as adversárias. Os grandes destaques foram uma nota 10 da Michelle Des Bouillons e dois drops alucinantes da Catarina Lorenzo. Na semifinal masculina, Stephan Figueiredotambém venceu a primeira bateria e se classificou para a grande final, junto com Buday Santos(Fernando de Noronha – PE) e Marcos Monteiro(RJ). A segunda semifinal foi vencida por Lucas Chumbo (RJ), por uma diferença de apenas 0,03 do Pedro Calado(RJ) e 0,20 do Marco Polo, que também avançaram para a final. Nesta segunda bateria, houveram duas notas 9,45 e uma 9,30. Na grande final feminina, Catarina Lorenzo com apenas 18 anos de idade se destacou, mostrando muita atitude no big surf e levando o título da competição. Michelle Des Bouillons, que também havia se destacado na semifinal, ficou na segunda colocação. Já na final masculina, Pedro Calado fez uma nota 10 já na primeira onda da bateria, criando uma larga vantagem sobre os outros competidores desde o início. Na sua segunda onda ele fez uma nota 8,50, consolidando-se ainda mais na liderança. Lucas Chumbo e Marco Polo até tentaram tirar o título do Pedro Calado, com uma nota 9,3 e uma 8,90, respectivamente, mas não conseguiram. DECISÕES DO CBSURF BIG WAVE MORMAII: CATEGORIA MASCULINA: 1º Pedro Calado (RJ) 2º Lucas Chumbo (RJ) 3º Marco Polo (SC) 4º Buday Santos (Noronha/PE) 5º Marcos Monteiro (RJ) 6º Stephan Figueiredo (RJ) CATEGORIA FEMININA: 1º Catarina Lorenzo (BA) 2º Michele Des Bouillons (RJ) 3º Débora Mota (RJ) 4º Pâmela Mel (SC) 5º Michaela Fregonese (PR) 6º Yasmin Dias (RS) SHOW DE IMAGENS O evento se preocupou em registrar da melhor maneira o Cardosão em fúria. A organização do evento contratou uma grande equipe de fotógrafos e videomakers, coordenados por Bred Oliveira. Foram dois videomakers e dois fotógrafos
Surf Brasil é tetracampeão nos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026 no Panamá
No domingo foram conquistadas mais 3 medalhas de ouro com Douglas Silva com um aéreo nota 10 na Playa Venao, Silvana Lima e Guilherme dos Reis no SUP Race O Surf Brasil conquistou o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. No domingo foram completadas 14 medalhas só esse ano no evento realizado pela Pan American Surf Association (PASA). Foram mais 3 de ouro, do Douglas Silva, da Silvana Lima e do Guilherme dos Reis no SUP Race, que teve dobradinha com a prata do Eri Tenorio. Dodôconfirmou seu primeiro título panamericano com a única nota 10 esse ano e um recorde de 16,50 pontos na final com o argentino Thiago Passeri. E a Silvana festejou o bicampeonato na decisão contra a peruana Daniella Rosas, depois de deixar Juliana dos Santos com a medalha de bronze na semifinal cearense na Playa Venao do Panamá. E ainda teve a de cobre da Lena Ribeiro pelo quarto lugar no SUP Race. “O Paulo Moura (chefe da equipe técnica do Time Brasil) já vinha me falando que tava na hora de soltar os aéreos. É uma carta que tenho na manga e já comecei a mandar os aéreos desde ontem”, disse Douglas Silva, sobre a única nota 10 dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. “Deus me abençoou com aquela esquerda e foi um aéreo difícil, porque não imaginei que ia rodar tão vertical. Eu pensei em dar um full rotation caindo de frente pra praia, mas quando vi a prancha já dobrando no alto, segurei logo na borda e acabei dando um aéreo carpadão. Foi bizarro, incrível. Acreditei na estratégia do Paulo, do Guga (Arruda), da Andréa (Lopes), os técnicos que estão sempre nos auxiliando e Deus abençoou, então foi só agradecer”. A medalha de ouro conquistada de forma espetacular pelo pernambucano Douglas Silva, foi a segunda consecutiva do Time Brasil no domingo na Playa Venao. A primeira já havia sido garantida pela hexacampeã brasileira, Silvana Lima, que também no Panamá, venceu seu primeiro título panamericano em 2023, só que em outra praia, Santa Catalina. Silvana ainda ganhou uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru, onde ela, Juliana dos Santos e Julia Duarte, foram derrotadas pela peruana Melanie Giunta na final em Punta Rocas. E a cearense já tinha perdido duas finais de QS para Daniella Rosas nos últimos meses no Brasil, no ano passado em Imbituba (SC) e agora em 2026 na sua casa no Ceará. “Nossa, é muito difícil de ganhar da Daniella (Rosas). Eu venho perdendo várias vezes para ela no Brasil, esse ano mesmo já perdi uma final de QS pra ela, sei que é muito competidora, então eu fui pra dar o meu melhor”, disse Silvana Lima. “Graças a Deus, ela deixou passar aquela onda do 6,40 ali, foi onde fiz a diferença e estou muito amarradona por mais uma medalha de ouro. É a segunda aqui no Panamá, estou superfeliz e acho até que vou ter que tatuar o nome Panamá. Obrigado todo mundo que tava na torcida, amor, deu bom aqui, deu bom família, todo mundo de Paracuru, a gente é ouro mais uma vez e simbora”. A competição de pranchinha dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026, era para ter sido encerrada no sábado, mas uma tempestade desabou na Playa Venao quando as cearenses Silvana Lima e Juliana dos Santos garantiram mais duas medalhas para o Surf Brasil. Silvana passou em segundo no confronto vencido por Leilani McGonagle, da Costa Rica. E a Juliana fez um novo recorde feminino de 13,74 pontos na vitória sobre a peruana Daniella Rosas e a argentina Katya Wirsch. Nessa bateria, a tempestade ficou mais intensa com raios e a competição acabou sendo cancelada, com as finais ficando para o domingo. SILVANA LIMA CONQUISTA O PRIMEIRO OURO DO DOMINGO NO PANAMÁ No último dia, as condições do mar estavam bem mais difíceis, com ondas pequenas e longas calmarias, mas ainda apareciam algumas que abriam mais parede para mandar as manobras. No entanto, a sorte de achar as melhores ganhou peso decisivo e Silvana Lima conseguiu pegar uma boa logo no início da semifinal brasileira com Juliana dos Santos. A nota 5,17 recebida, praticamente definiu a vitória por 8,74 a 8,33 pontos, com Silvana seguindo para a decisão da medalha de ouro e Juliana ficando com a sua segunda de bronze, repetindo o terceiro lugar nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru. A primeira decisão do domingo foi a terceira feminina entre Brasil e Peru nas ondas da Playa Venao no Panamá. O placar estava 2 a 0 para as peruanas, com Vania Torres derrotando Aline Adisaka no SUP Surf e Maria Fernanda Reyes derrotando Chloe Calmon no Longboard. Silvana Lima largou na frente com nota 5,50 na sua primeira onda e na segunda até arriscou um aéreo, mas Daniella Rosas assumiu a ponta com o 5,60 da segunda que surfou. Aí veio uma longa calmaria, até tudo ser decidido nos minutos finais, quando Silvana Lima pegou duas ondas seguidas. Na primeira, acertou três ataques que valeram 5,47 e passou à frente. Logo pegou outra direita boa e combinou três manobras fortes com velocidade, que receberam nota 6,40 e confirmou o bicampeonato panamericano da Silvana Lima por 11,90 a 11,30 pontos. SEMIFINAL EMOCIONANTE DO DOUGLAS SILVA COM O BICAMPEÃO PANAMERICANO Antes da final feminina, Douglas Silva também tinha vencido um confronto Brasil x Peru, contra um dos favoritos ao título, o bicampeão panamericano Lucca Mesinas e único peruano a fazer parte da elite do surf mundial. As ondas estavam bem pequenas, mas a bateria foi emocionante do início ao fim. O brasileiro conseguiu imprimir velocidade para usar os aéreos, que fizeram a diferença no resultado. Mas sua primeira onda boa, foi usando as manobras de borda em uma esquerda, que valeu nota 6,33. Logo, Douglas pega outra esquerda para somar 7,33 com um aéreo full-rotation de frontside. Lucca Mesinas responde em uma direita boa, que abre uma parede lisinha pra fazer três manobras fortes de frontside, abrindo grandes leques de água para ganhar nota 7,00. O peruano também acerta um aéreo de frontside em outra direita, que vale 5,33. Mas, Douglas Silva também pega uma direita para mandar um aéreo rodando de backside e troca a nota 6,33 da primeira onda, por 6,47. Com
Surf Brasil busca o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026
O time feminino de surf segue 100% classificado mas as três vão se enfrentar e o masculino ficou com dois surfistas lutando por medalhas na Playa Venao O Surf Brasil segue na busca pelo tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Na sexta-feira só de surf de pranchinha na Playa Venao, o pernambucano Douglas Silva e a cearense Silvana Lima fizeram os recordes do dia nas suas categorias. O time feminino segue 100% classificado, mas Silvana, Juliana dos Santos e Monik Santos, vão se enfrentar na quarta fase. Já o masculino sofreu uma baixa e ficou só com Douglas Silva e Renan Pulga ainda lutando por medalhas no Panamá. A programação prevê encerrar o surf neste sábado e dar a largada no SUP Race, que só termina no domingo, ao vivo pelo site PASASURF.org. A sexta-feira foi o primeiro dia só com surf de pranchinha nas ondas da Playa Venao. Começou pela repescagem masculina sem participação do Time Brasil e na sequência rolou a terceira fase feminina. As três brasileiras passaram suas baterias, mas a combinação de resultados acabou deixando todas no mesmo confronto da quarta fase. Silvana Lima, Juliana dos Santos e Monik Santos, terão que disputar apenas duas vagas com uma forte concorrente, Chelsea Tuach, de Barbados, que detém o recorde de nota – 8,50 – dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. Quem passar essa fase, já vai disputar classificação para as semifinais, que é garantia de medalhas na competição organizada todos os anos pela Pan American Surf Association (PASA). Esta edição do Panamá ganhou importância, porque vale vaga para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027no Peru, um dos caminhos do surf para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 nos Estados Unidos. A primeira a competir na sexta-feira, foi a campeã brasileira de 2024 e líder no ranking do Surf Brasil Pro 2026, Juliana dos Santos. Foi uma bateria fraca de ondas e a cearense perdeu por pouco para a peruana Sol Aguirre, 9,56 a 9,16 pontos. Juliana estava liderando o confronto, mas foi ultrapassada pela peruana que sempre compete no Brasil desde criança. As duas eliminaram a porto-riquenha Havanna Cabrero. A pernambucana Monik Santos também enfrentou outra conhecida surfista do Peru, Arena Rodriguez, que igualmente ganhou por uma pequena diferença de 10,17 a 9,50 pontos da brasileira. As duas não tiveram dificuldades para superar a mexicana Ana Gonzalez Velasco, que terminou em último com apenas 1,06 pontos. SILVANA LIMA FAZ A MELHOR APRESENTAÇÃO FEMININA NA SEXTA-FEIRA A hexacampeã brasileira Silvana Lima fechou a terceira fase com a melhor apresentação feminina do dia. A cearense duas vezes vice-campeã mundial e que representou o Brasil na estreia do surf nas Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020 no Japão, competiu com outra surfista olímpica, a grande amiga Dominic Barona, do Equador. Silvana Limausou toda a sua experiência para pegar as melhores ondas que entraram na bateria e somou notas 7,00 e 5,77 na vitória por 12,77 pontos, maior placar das meninas na sexta-feira. Dominic ficou com a última vaga para a quarta fase, superando a argentina Lucia Cosoleto por 8,97 a 8,50 pontos. “Estou feliz de ter passado. Estou me sentindo superbem, ainda mais nessas condições de ondas que eu gosto muito, marolinha perfeitinha e estou muito feliz de ter melhorado mais o meu surf aqui”, disse Silvana Lima. “Estou nessa busca de ir melhorando a cada bateria. A gente vai competir de novo hoje e espero que a maré não esteja tão cheia, porque é bem difícil com a maré muito cheia aqui, fica com poucas ondas. Mas, estou feliz agora de ter passado, estou amarradona e simbora que tem mais uma Brasil”. MARÉ CHEIA PARALISA A COMPETIÇÃO QUE ACABA SENDO ADIADA Realmente as ondas sumiram quando a maré ficou cheia na Playa Venao. Após as seis baterias da terceira fase feminina, ainda rolaram as doze da segunda rodada masculina, quando as condições do mar já ficaram bem difíceis para competir. A comissão técnica da PASA então decidiu paralisar o evento e realizou várias chamadas durante a tarde, na esperança do mar melhorar. Ainda estavam programadas para rolar os três confrontos da quarta fase feminina e mais seis da terceira fase masculina. Só que nada mudou, a Playa Venao parecia uma grande piscina e a continuação da competição foi oficialmente adiada na chamada das 17h00 no Panamá, 19h00 no fuso horário do Brasil. A segunda fase masculina começou bem para o Time Brasil, com o vice-campeão brasileiro do ano passado, Renan Pulga, brigando onda a onda pela vitória na primeira bateria. O venezuelano Rafael Pereira acabou vencendo, mas foi por pouco 11,50 a 11,26 do paulista de São Sebastião. Renan Pulgaavançou em segundo lugar, eliminando o chileno Reimundo Berry e o nicaraguense Juan López. Na quinta bateria, veio a primeira baixa no surf de pranchinha, com o cearense Michael Rodrigues não achando boas ondas para mostrar o seu potencial de líder do Surf Brasil Pro 2026, com a vitória na primeira etapa no Ceará. DOUGLAS SILVA FAZ OS RECORDES DA SEXTA-FEIRA NA PLAYA VENAO O peruano Lucca Mesinas, que assim como Michael Rodrigues, fez parte da elite do surf mundial e ainda já representou seu país nas Olimpíadas, se classificou em primeiro lugar com 12,17 pontos. O argentino Thiago Passeri passou em segundo com 11,60, o panamenho Kai Gale Grani perdeu em terceiro com 9,40 e Michael Rodriguesterminou em último com 7,64 pontos. Já o bicampeão brasileiro Douglas Silva brilhou na bateria seguinte, fazendo os recordes da sexta-feira, nota 7,67 e 14,40 pontos. Ele não deu chances ao colombiano Romeo Chavez, o costa-ricense Darsham Antequera e o argentino Ignacio Gundensen. “Eu tava bem focado na estratégia do Paulo Moura (chefe da equipe técnica). Ele me passou todas as coordenadas, fui lá e graças a Deus, fui feliz. Só tenho que agradecer ao Surf Brasil por esse time incrível que temos aqui”, destacou Douglas Silva. “A lealdade da galera que tá aqui todo dia no campeonato, todos se ajudando, isso tem sido o máximo e eu confiei na estratégia do Paulo Moura. Ele fica o tempo todo na praia e está vendo todas as mudanças de marés para nos orientar. Ele, a Andréa (Lopes), o Guga
A segunda rodada masculina do Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM está confirmada
A competição começou hoje no Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM , a 3ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. A 3ª bateria da segunda rodada masculina começa às 7h05 (horário de Brasília), com as 14 baterias restantes acontecendo em Snapper Rocks, com ondas perfeitas de 1,2 a 1,5 metros. As baterias 1 a 3 da segunda rodada feminina serão realizadas em seguida. Na segunda bateria, o australiano Ethan Ewing , de Queensland, enfrentará Rio Waida , da Índia, em Snapper Rocks. Ewing vem de uma participação nas quartas de final em Margaret River, enquanto Waida ainda busca um bom resultado em 2026. O californiano Cole Houshmand (EUA) terá um grande desafio pela frente ao enfrentar o bicampeão do Gold Coast Pro, Filipe Toledo(BRA), na bateria 14 da segunda rodada. Cada surfista tem um estilo diferente em termos de postura, mas ambos demonstram potência e precisão nas longas e bem preparadas ondas de Snapper Rocks. A sexta bateria da segunda rodada colocará frente a frente dois dos competidores mais empolgantes do CT: o número 2 do mundo em 2025 , Griffin Colapinto (EUA), enfrentará o estreante no CT de 2026, Mateus Herdy (BRA). Herdy busca chegar à terceira rodada pela primeira vez nesta temporada, enquanto Colapinto almeja outra vaga no Finals Day em 2026, após o terceiro lugar conquistado em Bells no mês passado. Na primeira bateria da segunda rodada feminina, a atual líder do ranking, Gabriela Bryan (HAV), enfrentará a veterana do CT e ex-vencedora na Gold Coast, Sally Fitzgibbons (AUS). Bonsoy Gold Coast Pro apresentado por GWM – Confrontos restantes da segunda rodada masculina [Baterias 3 a 16]HEAT 3: Ítalo Ferreira (BRA) x Luke Thompson (RSA)ELIMINATÓRIA 4: Ethan Ewing (AUS) vs. Rio Waida (INA)HEAT 5: Crosby Colapinto (EUA) x Jake Marshall (EUA)HEAT 6: Griffin Colapinto (EUA) x Mateus Herdy (BRA)HEAT 7: George Pittar (AUS) x Alejo Muniz (BRA)HEAT 8: Kanoa Igarashi (JPN) x Liam O’Brien (AUS)ELIMINATÓRIA 9: Yago Dora (BRA) vs. Callum Robson (AUS)BATERIA 10: Connor O’Leary (JPN) vs. Joel Vaughan (AUS)ELIMINATÓRIA 11: Jack Robinson (AUS) vs. Alan Cleland (MEX)HEAT 12: Leonardo Fioravanti (ITA) x Seth Moniz (HAW)HEAT 13: Gabriel Medina (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)ELIMINATÓRIA 14: Filipe Toledo (BRA) vs. Cole Houshmand (EUA)HEAT 15: Samuel Pupo (BRA) x João Chianca (BRA)HEAT 16: Miguel Pupo (BRA) x Eli Hanneman (HAW) Confrontos da segunda rodada do Bonsoy Gold Coast Pro apresentado por GWM – FemininoHEAT 1: Gabriela Bryan (HAW) x Sally Fitzgibbons (AUS)ELIMINATÓRIA 2: Caroline Marks (EUA) vs. Nadia Erostarbe (ESP)ELIMINATÓRIA 3: Caitlin Simmers (EUA) vs. Vahine Fierro (FRA)ELIMINATÓRIA 4: Bettylou Sakura Johnson (HAV) vs. Stephanie Gilmore (AUS)ELIMINATÓRIA 5: Molly Picklum (AUS) vs. Yolanda Hopkins (POR)ELIMINATÓRIA 6: Isabella Nichols (AUS) vs. Sawyer Lindblad (EUA)HEAT 7: Lakey Peterson (EUA) x Carissa Moore (HAW)ELIMINATÓRIA 8: Luana Silva (BRA) vs. Tyler Wright (AUS)
Snapper Rocks retorna ao cenário mundial com previsão ideal para o Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM
Os melhores surfistas do mundo chegaram à Gold Coast para a 3ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, o Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM , que acontece de amanhã, 1º de maio, até 11 de maio. Lar de alguns dos maiores nomes do esporte, Snapper Rocks é amplamente considerada uma das ondas mais perfeitas e de alta performance do planeta. Preparada com areia trazida da foz do rio Tweed, a onda oferece aos competidores longas paredes tubulares, tubos profundos, seções para grandes aéreos e tudo mais. Com uma previsão do tempo excelente para os primeiros dias do evento, será um retorno incrível aos holofotes para Snapper Rocks e para a Gold Coast. A primeira chamada será amanhã de manhã, sexta-feira, 1 de maio, às 7h30 AEST, para um possível início às 8h, com previsão de um dia inteiro de atividades. Os melhores do mundo retornam a Snapper Rocks para as primeiras eliminatórias do CT desde 2018. 2018 foi um ano incrível para o evento Gold Coast CT, com Lakey Peterson (EUA) e Julian Wilson(AUS) conquistando vitórias memoráveis no icônico Kirra Point, após uma grande ondulação forçar a mudança do evento de Snapper para o Finals Day. O dia anterior foi a última vez que as baterias do Championship Tour foram disputadas neste milagre artificial. Desde então, o evento mudou-se para D-bah, Burleigh Heads, enfrentou duas temporadas interrompidas pela pandemia e realizou alguns eventos incríveis como a principal etapa do Challenger Series. Amanhã, a elite do surfe profissional retorna a Snapper Rocks pela primeira vez em quase oito anos. Com uma previsão do tempo incrível e o banco de areia em perfeitas condições, o Bonsoy Gold Coast Pro 2026 apresentado pela GWM promete ser um evento memorável, marcando o retorno dos melhores surfistas do mundo a um dos locais mais icônicos do surfe profissional. “Nada se compara a uma etapa da Liga Mundial de Surfe em Snapper Rocks, e este ano está tudo pronto para isso”, disse o prefeito da Gold Coast, Tom Tate. “A cidade trabalhou incansavelmente para manter a WSL em nosso calendário de grandes eventos, e eu aplaudo os dirigentes, patrocinadores e organizadores por trazerem o Bonsoy Gold Coast Pro para o berço espiritual do surfe. Marque um encontro com Snapper e venha curtir a Gold Coast.” Após as duas primeiras etapas da temporada, Stephanie Gilmore(AUS) ocupa a última posição do ranking, o 23º lugar. Depois de dois anos afastada do Championship Tour, a oito vezes campeã mundial teve seu pior início de temporada desde o retorno. Aos 38 anos, ela busca agora se reerguer em seu pico local, Snapper Rocks, um lugar que domina desde sua primeira vitória, aos 17 anos, como convidada especial que faltou à escola em 2005. Ao longo de sua carreira, Gilmore acumula seis vitórias no Gold Coast Pro, com sete finais disputadas, e em 16 participações, apenas uma vez ficou abaixo das quartas de final. Gilmore tentará usar sua vasta experiência competitiva para voltar aos trilhos, especialmente porque enfrentará Erin Brooks(CAN), a surfista que a derrotou na etapa do ano passado, logo em sua primeira bateria. “Fiquei duas temporadas afastada, passou muito rápido. Mas agora, tudo é lucro e eu só quero passar de bateria”, disse Gilmore. “Todo mundo está surfando muito bem. Assistindo ao circuito feminino de longe, fiquei muito inspirada pelas performances em todas as ondas ao redor do mundo. O nível do surfe feminino subiu muito e eu só queria fazer parte disso. Ter essa oportunidade de voltar, aceitar um convite e poder chegar lá e tentar surfar bem, é tudo o que eu quero. Mas é claro que eu adoraria vencer na Gold Coast de novo. Para mim, esse é o lugar perfeito para vencer, na frente da minha família e dos meus amigos. É claro que Pipeline e lugares assim são históricos, mas este é o mais legal para mim.” Normalmente, um surfista que constrói seu ranking lentamente ao longo da temporada, Gabriel Medina (BRA) chegou quase imediatamente ao primeiro lugar, com o melhor início de temporada do Circuito. Uma semifinal no Rip Curl Pro Bells Beach, seguida por um segundo lugar no Western Australia Margaret River Pro, coloca Medina exatamente onde ele esperava estar após um ano afastado por lesão. Historicamente, o Gold Coast Pro não tem sido o evento mais forte para o tricampeão mundial, mas com uma vitória em 2014 no currículo, além de uma nova perspectiva para o Circuito, nada será uma surpresa para Medina em 2026. “É ótimo estar de volta a Snapper competindo depois de alguns anos fora. Snapper é um lugar incrível, eu sempre me divirto muito aqui”, disse Medina. “Como o Mick [Fanning] diz, este é o paraíso. É um lugar maravilhoso e estou muito feliz por estar de volta. Tive sucesso aqui no início da minha carreira e sempre me senti confortável e feliz aqui. Estou me sentindo bem depois de um tempo fora, e voltar a vestir a camisa amarela já é muito bom. É bom saber que meu surfe ainda está no nível. Eu estava nervoso antes de Bells, então estou me sentindo muito mais confortável de volta ao circuito com alguns bons resultados já conquistados.” Gabriela Bryan (HAV) chega ao Bonsoy Gold Coast Pro Presented by GWM vestindo a camisa amarela de líder pelo segundo ano consecutivo. A surfista de 24 anos, natural de Kaua, deu um salto de qualidade em 2025, vencendo três etapas e terminando a temporada como número 3 do mundo. Embora tenha precisado de um período de adaptação para se sentir confortável no topo, Bryan está feliz onde está. Com uma vitória na etapa de abertura da temporada em Bells Beach, que a coloca em uma posição privilegiada na disputa pelo título mundial, Bryan pretende manter a camisa amarela o máximo que puder. “É a minha primeira vez competindo em Snapper Rocks e estou muito animada”, disse Bryan. “Quando eu era pequena, Snapper e Honolulu eram os eventos dos meus sonhos, mas quando entrei no circuito profissional, infelizmente os dois foram cancelados. Mas fiquei tempo