O Brasil vai em busca do tetracampeonato na competição organizada pela PASA (Pan American Surf Association) de 24 de abril a 3 de maio na Playa Venao A Surf Brasil convocou uma fortíssima Seleção Brasileira para disputar os Jogos Pan-Americanos de Surf 2026, nos dias 24 de abril a 3 de maio no Panamá. O Brasil vai em busca do quarto título na competição organizada pela Pan American Surf Association (PASA), nas mesmas ondas da Playa Venao, onde em 2022 foi campeão pela primeira vez na gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. O bicampeonato veio também no Panamá em 2023, mas em Santa Catalina e o tri consecutivo aconteceu em Punta Rocas, no Peru. O time estará completo com 22 atletas, sendo 11 homens e 11 mulheres na lista de 6 surfistas, 4 longboarders, 4 remadores do Stand UP Paddle na modalidade SUP Surf e 4 no SUP Race e mais 4 no Bodyboard. “A Surf Brasil vai com força total esse ano para o Panamá, porque vale vagas para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027 no Peru, um dos caminhos de classificação direta do surf para os Jogos Olímpicos de Los Angeles”, destaca Paulo Moura, vice-presidente e diretor de esportes da Surf Brasil. “O PASA desse ano, na pranchinha principalmente é muito importante, mas também nas categorias Longboard, SUP Surf e SUP Race, que já inicia a classificação dos atletas para os Jogos Pan-Americanos de Lima também. O time vai muito forte, todo mundo supermotivado para buscar mais um título de campeão no PASA”. Paulo Moura, assim como o presidente Teco Padaratz, são dois surfistas que por muitos anos defenderam o Brasil na elite do surf mundial. Ele vai atuar como chefe da equipe técnica da Seleção Brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Surf no Panamá, que será composta por mais dois ex-surfistas profissionais, Guga Arruda e Andrea Lopes, além de Américo Pinheiro e Gabriela Willinghoefer. Essa equipe vai trabalhar para que os 22 atletas tenham a melhor preparação para buscar as medalhas nas ondas da Playa Venao. A Seleção Brasileira vai para o Panamá com sete medalhistas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Surfda PASA, Silvana Lima em 2023, no Longboard com Chloé Calmon bicampeã em 2022 e 2023 e Atalanta Batista campeã em 2024, Luiz Diniz no SUP Surf em 2022, no SUP Race tem Lena Guimarães campeã em 2022 e Guilherme dos Reis em 2023, além de Maylla Venturin no Bodyboard em 2024. O time do surf tem ainda mais duas campeãs brasileiras, Juliana dos Santos em 2024 e Monik Santos em 2021, o bicampeão brasileiro em 2024 e 2025, Douglas Silva, o vice-campeão em 2025, Renan Pulga, e o ex-top mundial do CT, Michael Rodrigues, campeão da primeira etapa do Surf Brasil Pro 2026 no Ceará. No Longboard, além das campeãs panamericanas com vários títulos brasileiros no currículo, Chloé Calmon e Atalanta Batista, tem o vice-campeão nos Jogos da PASA no ano passado e pentacampeão brasileiro, Carlos Bahia, junto com Alexandre Escobar. No SUP Surf, estão Gabi Sztamfater e Aline Adisakavice-campeã em 2024 e finalista nesta competição desde 2022 até 2025, o campeão panamericano Luiz Diniz e Leo Gimenes. No SUP Race, os campeões panamericanos Guilherme dos Reis e Lena Guimarãese Moah Jessika e Leo Gimenes. E no Bodyboard, incluído nos Jogos Pan-Americanos de Surf em 2024, estão a campeã Maylla Venturin e três medalhistas de prata, Maira Viana, Socrates Santana e Eder Luciano. PAN-AMERICANO DE SURF E JOGOS PAN-AMERICANOS SÃO COMPETIÇÕES DIFERENTES Os Jogos Pan-Americanos de Surf acontecem todos os anos e são organizados pela Pan American Surf Association (PASA), entidade fundada em 1992 e reconhecida pela International Surfing Association (ISA)como responsável para promover o surf nas Américas do Sul, Central e do Norte. Esse ano, o evento da PASA vale vagas para os Jogos Pan-Americanos, que são realizados a cada 4 anos e o próximo vai acontecer em 2027, em Lima, no Peru. Esta competição inclui diversas modalidades olímpicas e classificará atletas para os Jogos de Los Angeles 2028, inclusive é um dos caminhos para o surf, com o campeão e a campeã já garantindo seus nomes nas Olimpíadas dos Estados Unidos. No total, em quatro participações nos Jogos Pan-Americanos de Surf na gestão Teco Padaratz com Paulo Moura na vice-presidência da Confederação, o Brasil foi tricampeão em 2022, 2023, 2024 e colecionou um incrível número de 49 medalhas individuais, sendo 13 de ouro com vitórias em todas as modalidades, mais 13 de prata pelo segundo lugar em finais, 16 de bronze pela terceira posição e 7 de cobre pela quarta colocação. Agora em 2026, a equipe estará 100% completa e muito forte para buscar o tetracampeonato e mais medalhas na Playa Venao, onde conseguiu um recorde de 6 medalhas de ouro em 2022. BRASIL TRICAMPEÃO COM 49 MEDALHAS NOS JOGOS PAN-AMERICANOS DE SURF O Panamá vai sediar os Jogos Pan-Americanos de Surf pela terceira vez desde 2022 e o Brasil está invicto no país da América Central. O primeiro título foi nas mesmas ondas da Playa Venao, no município de Pedasí, na província de Los Santos da Península de Azuero, quando os brasileiros ganharam 6 medalhas de ouro, com Mateus Sena e Sophia Medina no Surf, Jefson Silva e Chloé Calmon no Longboard, Luiz Diniz no SUP Surf e Lena Guimarães no SUP Race. Em 2022, tiveram mais 4 medalhas de prata, 1 de bronze e 3 de cobre. Em 2023 também no Panamá, mas em Santa Catalina, o Brasil conquistou o bicampeonato no Pan-Americano de Surf da PASA mantendo a invencibilidade no Surf com Krystian Kymerson e Silvana Lima, assim como Chloé Calmon no Longboard. E a décima medalha de ouro veio com Guilherme dos Reis no SUP Race. Nesse segundo ano, mais três brasileiros ficaram em terceiro lugar nas finais e um em quarto. Em 2024 no Peru, foi registrado um recorde de 16 medalhas conquistadas nas ondas de Punta Rocas, no mesmo palco dos Jogos Pan-Americanos de Lima 2027. Foram mais 2 de ouro, com Atalanta Batista no Longboard e Maylla Venturin no Bodyboard, outras 5 de prata, 7 de bronze e 2 de cobre. No ano passado, a PASA realizou o evento na Guatemala e Rayane Amaralconquistou o tetracampeonato do Brasil no Longboard, com mais 4 atletas terminando como vice-campeões, 5 ficando em terceiro lugar nas finais e 1 em quarto, completando as 49 medalhas vencidas em 4 anos. SELEÇÃO BRASILEIRA NOS JOGOS PAN-AMERICANOS DE SURF 2026: SURF OPEN: – Silvana Lima (CE) campeã panamericana 2023 e vice-campeã em 2024 e hexacampeã brasileira – Juliana dos Santos (CE) em 2024 foi campeã brasileira e medalha de bronze no Pan-Americano – Monik Santos (PE) campeã
Tudo pronto para o dia das finais no Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
As semifinalistas femininas foram definidas em um curto dia de competição na primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL), o Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy . Após uma pausa pela manhã, a maré e o swell permitiram uma breve janela de competição em ondas instáveis de 60 a 90 centímetros em Winkipop, com a conclusão das quatro quartas de final femininas, além da primeira masculina. O alerta amarelo para o dia das finais foi emitido para amanhã, 11 de abril. O próximo aviso para o início da competição será às 6h45 AEST, com um possível início às 7h05 com as baterias restantes das quartas de final masculinas. Competindo em sua quinta edição do Rip Curl Pro Bells Beach, Gabriela Bryan (HAV) avançou para sua primeira semifinal no evento. A surfista mais poderosa do circuito, Bryan transferiu com sucesso as enormes manobras que lhe renderam tanto sucesso em ondas maiores para as pequenas ondas de Winkipop. Surfando apenas duas ondas, Bryan atacou o lip com agressividade a cada oportunidade, conquistando uma excelente nota de 8,00 (de um total possível de 10), além de uma de 7,50, totalizando 15,50 (de um total possível de 20) na bateria, o que deixou Luana Silva (BRA), vice-campeã do evento do ano passado, precisando de uma performance quase perfeita para derrotá-la. “Essa bateria foi super lenta, mas eu só pensei que se eu não estivesse nas melhores ondas, meu oponente estaria”, disse Bryan. “Passei muito tempo aqui antes da competição. Parece tão divertido, e é realmente divertido quando você pega o jeito, mas pode literalmente te deixar maluco porque parece muito divertido e suas expectativas ficam altíssimas. Então, se você simplesmente diminuir as expectativas e simplificar as coisas, é o que tenho feito, e parece estar funcionando. Acho que todos nós queremos tocar o sino. Eu quero muito, então esse é definitivamente meu maior objetivo. Tenho mais duas baterias para vencer para conseguir isso e ainda tenho muito trabalho pela frente. Então, sim, estou orgulhoso do meu desempenho, sem ficar muito empolgado, mas animado para o dia da final.” Alyssa Spencer (EUA) manteve o ritmo que a levou à vitória no evento Bioglan Newcastle SURFEST Challenger Series e a recuperar seu lugar no Circuito Mundial. O ataque preciso de backside da californiana rendeu frutos pela terceira bateria consecutiva, desta vez com um total de 15,17, incluindo uma excelente nota 8,00. Enfrentando a número 5 do mundo , Bettylou Sakura Johnson (HAV), com poucas ondas disponíveis, Spencer escolheu as condições ideais para executar diversas manobras e deixar Johnson precisando de duas novas notas quando a campainha soou. Competindo em sua primeira quartas de final do Circuito Mundial, a classificação de Spencer para as semifinais representa o melhor resultado de sua carreira, aos 23 anos. “Foi muito divertido, consegui entrar no ritmo perfeito com o oceano”, disse Spencer. “Eu sabia que pegar a primeira onda também seria muito importante, já que estava muito lenta. Fiquei feliz por conseguir vencer essa batalha e pegar a primeira onda. Adoro surfar em Winkipop. Sinto que o backside dela tem a pequena cúpula perfeita. Quando você pega uma onda assim, é muito divertido. Estou muito feliz por conseguir completar baterias, surfar com inteligência e mostrar o que sei fazer. Este é o trabalho mais divertido do mundo, então estou tentando aproveitar ao máximo e curtir cada momento.” As duas únicas australianas restantes na competição, Molly Picklum(AUS) e Isabella Nichols (AUS), venceram suas respectivas baterias das quartas de final, garantindo um confronto na semifinal que definirá uma das duas na sua segunda final em Bells Beach. Picklum, atual campeã mundial e vice-campeã da edição de 2023, obteve 7,83 pontos em sua vitória sobre a veterana do CT, Lakey Peterson (EUA), com uma série de curvas abertas que culminaram em um salto dramático na seção final. Nichols, atual campeã da edição, garantiu a vitória com 7,33 pontos no final da bateria, superando Caity Simmers (EUA) em sua segunda vitória sobre uma campeã mundial em dois dias. “Foi uma loucura! A Caity Simmers me venceu em Winkipop nos últimos anos”, disse Nichols. “Sinto que me safei de muita coisa naquela bateria. Estou muito animada por ter uma australiana na final. Vai ser uma batalha incrível [com a Molly Picklum]. Já disputei uma bateria em Winkipop com a Pickles, acho que foi uns três anos atrás, e ela me venceu por pouco. Ela é a atual campeã mundial por um motivo. Ela está arrasando. Estou muito animada. Estou com a cabeça no lugar. Vou para casa, dormir cedo, jantar cedo e estar pronta para, espero, duas baterias seguidas amanhã.” Uma campanha dos sonhos no evento levou o veterano competidor Miguel Pupo (BRA) à sua primeira semifinal na Austrália desde 2015. Pupo derrotou o havaiano Barron Mamiya (HAW) em uma bateria complicada, na qual o brasileiro se manteve ativo, conseguindo finalmente marcar 7,00 nas condições variáveis de Winkipop. “Levei alguns anos para conseguir me classificar para uma bateria aqui em Winki e finalmente consegui duas, então estou muito feliz”, disse Pupo. “Acho que o primeiro evento do ano é o mais difícil. Todo mundo está tão pronto, tão preparado. Eu também. Estou feliz por estar nas semifinais e ter uma boa prancha. Me senti bem a semana toda. Vamos lá. Eu estava tentando me manter ativo porque sabia que a maré ia subir e as ondas estariam fracas. Por sorte, peguei a segunda onda na lateral, que foi muito boa, tirei 7, e depois disso, não havia mais ondas. Já estou bem feliz com o resultado.” O irmão mais novo de Pupo, Samuel Pupo (BRA), recentemente se requalificou para o CT e aparece na parte inferior da chave, com a possibilidade de os dois se encontrarem na final. No entanto, Samuel primeiro teria que superar o tricampeão mundial Gabriel Medina (BRA) nas quartas de final 4. Resultados das quartas de final femininas do Rip Curl Pro Bells BeachBATERIA 1: Alyssa Spencer (EUA) 15,17 DERROTOU Bettylou Sakura Johnson (HAV) 10,27HEAT 2: Gabriela Bryan (HAW) 15,50 DEF. Luana Silva (BRA) 7,67BATERIA 3: Molly Picklum (AUS) 11.33 DERROTOU Lakey Peterson (EUA) 5.00BATERIA 4: Isabella Nichols (AUS) 13.33 DERROTOU Caitlin
O quinto dia do Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy está confirmado
O quinto dia de competição está confirmado para a primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, o Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy . O evento começará às 8h05 AEST com a continuação da segunda rodada feminina em Winkipop, seguida pela terceira rodada masculina. As quartas de final femininas também estão programadas para acontecer. Ondas de 90 cm a 1,20 m, geradas por ventos terral, atingirão o local alternativo de alto desempenho para o evento. As duas primeiras baterias do dia apresentarão batalhas clássicas entre canhotos e réteis, com a estreante do ano de 2025 , Erin Brooks(CAN), enfrentando a veterana de Connecticut, Lakey Peterson (EUA), na segunda rodada, bateria 6, antes da bateria 7, onde a campeã mundial de 2024 , Caity Simmers (EUA), estreia na temporada contra a estreante de 2026, Nadia Erostarbe (ESP). Na bateria restante da rodada, a atual campeã do evento , Isabella Nichols (AUS), enfrentará a pentacampeã mundial Carissa Moore(EUA), que retorna ao torneio. Nichols teve uma temporada dos sonhos em 2025, conquistando o título do GWM Aussie Treble e alcançando a melhor posição de sua carreira, o 6º lugar no ranking. A atleta de 28 anos espera começar a temporada com o pé direito, derrotando Moore, tricampeã do Rip Curl Pro Bells Beach. Quando a terceira rodada masculina começar, o único australiano restante na competição, o estreante no Circuito Mundial, George Pittar(AUS), enfrentará o veterano Miguel Pupo (BRA). Outros seis compatriotas de Pupo completam os 16 competidores restantes, incluindo os quatro campeões mundiais do Circuito Mundial de 2026, dois dos quais se enfrentarão. Pela primeira vez desde 2021, e apenas a segunda vez tão cedo na competição, o tricampeão mundial Gabriel Medina (BRA) enfrentará o campeão mundial de 2019 , Italo Ferreira(BRA), na sétima bateria da rodada. Confrontos restantes da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach FemininoELIMINATÓRIA 6: Erin Brooks (CAN) vs. Lakey Peterson (EUA)HEAT 7: Caitlin Simmers (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP)HEAT 8: Isabella Nichols (AUS) x Carissa Moore (HAW) Confrontos da terceira rodada do Rip Curl Pro Bells Beach MasculinoHEAT 1: Miguel Pupo (BRA) x George Pittar (AUS)HEAT 2: Jordy Smith (RSA) x Barron Mamiya (HAW)BATERIA 3: Jake Marshall (EUA) vs. Griffin Colapinto (EUA)HEAT 4: Alejo Muniz (BRA) x Kanoa Igarashi (JPN)HEAT 5: Yago Dora (BRA) x Marco Mignot (FRA)HEAT 6: Leonardo Fioravanti (ITA) x Filipe Toledo (BRA)HEAT 7: Ítalo Ferreira (BRA) x Gabriel Medina (BRA)HEAT 8: Rio Waida (INA) x Samuel Pupo (BRA)
Um grande dia de competição vê o número de participantes reduzido no Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
O quarto dia do Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy , primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) Championship Tour (CT), viu o número de competidores diminuir após a conclusão da segunda rodada masculina e cinco baterias da segunda rodada feminina. Após a competição começar com ondas de maré baixa em Bells Bowl, a maré crescente trouxe ondas para Winkipop, forçando os surfistas a mudarem sua abordagem de grandes curvas arqueadas no pocket para velocidade e progressão na linha da onda. As condições permaneceram relativamente boas durante todo o dia, com ondas entre 90 cm e 1,20 m, enquanto a competição se aproxima do dia das finais em Bells Beach. O terceiro dia de competição viu quatro campeões mundiais brasileiros entrarem na pista de Bells em apenas seis baterias, cada um conquistando uma vitória em sua bateria. O veterano do CT, Gabriel Medina (BRA), e o atual campeão mundial, Yago Dora (BRA), esperam se juntar aos seus compatriotas Italo Ferreira (BRA) e Filipe Toledo(BRA) na lista de honra de Bells até o final da semana. Ferreira se redimiu em sua bateria de estreia, superando o vencedor do Victoria Trials, Xavier Huxtable (AUS), por apenas 0,10 ponto. Huxtable eliminou Ferreira em 2025, mas não poderá trazer o título para os brasileiros em 2026. Ferreira agora enfrentará Medina na terceira rodada. Na segunda bateria do dia, Dora superou o amigo próximo e estreante no CT de 2026, Mateus Herdy (BRA), em uma vitória agridoce para o atual campeão mundial. Dora mostrou estar em ótima forma na pista de Bells, registrando a maior nota da bateria, 7,33, em uma combinação de duas voltas de backhand. Filipe Toledo (AUS), bicampeão do Rip Curl Pro Bells Beach, começou sua campanha rumo ao terceiro título em Bells com o pé direito, superando Eli Hanneman (HAW), que retorna ao CT, na bateria 12 da segunda rodada. Toledo vem de uma temporada mais discreta, com apenas uma vitória em 2026 em três participações no Finals Day, e busca um início de 2026 muito mais forte, o que ficou evidente em sua bateria de estreia em Bells. Toledo somou 14 pontos na bateria, incluindo uma nota 7,50 por um impressionante blow-tail reverse na primeira seção, antes de completar a manobra com maestria até a seção final. Toledo avança para a terceira rodada, onde enfrentará Leonardo Fioravanti (ITA) na bateria 3. “Estou muito, muito feliz por ter tirado essa primeira onda do caminho”, disse Toledo. “Achei que chegaríamos aqui e pegaríamos muitas ondas e surfaríamos logo de cara, mas foi completamente o oposto. Pelo menos foi bom surfar, relaxar e me preparar para hoje. Não vou mentir, estava nervoso, mas é um nervosismo bom. Já faço isso há muito tempo, é meu 12º ano, e se eu não descobrir como fazer isso um dia, então não sei o que estou fazendo. Mas sim, me senti ótimo. Foi um daqueles dias em que fiz tudo o que precisava para treinar na pré-temporada. Cuidei do meu corpo, cuidei da minha mente e estava pronto para isso.” O tricampeão mundial Gabriel Medina (BRA) fez sua primeira aparição com a camisa do CT desde 2024, sem perder o ritmo, conquistando uma vitória convincente sobre o estreante no CT, Al Cleland(MEX), em sua bateria da segunda rodada. Medina deixou suas intenções claras desde o início, executando um impressionante backside air-reverse para abrir o placar, mas acabou sendo seu forte backside que lhe garantiu uma modesta pontuação de 12,10, enquanto Cleland lutava para encontrar seu ritmo. Medina, que venceu a maioria das etapas do Tour, ainda não ergueu o icônico sino e espera ter um início perfeito em seu retorno ao CT aqui em Victoria. “Foi difícil ficar longe do surfe competitivo”, disse Medina. “Essa foi complicada, mas estou feliz com a vitória. Vitória é vitória. Espero pegar mais ondas na próxima rodada. Me sinto 100%. Meu ombro está ótimo. Tenho testado pranchas, surfado bastante, só para me manter ativo e entrar no ritmo. Todos esses caras estão voando, então estou feliz por estar de volta. Quero passar para mais algumas baterias. Acho que este ano será um bom ano e estou em paz, então quero curtir o surfe.” Molly Picklum (AUS) encerrou 2025 com uma performance dominante em Fiji, conquistando seu primeiro título mundial, e agora iniciou a temporada de 2026 da mesma forma. Enfrentando a bicampeã do Rip Curl Pro Bells Beach e tricampeã mundial Sally Fitzgibbons (AUS), Picklum obteve a melhor pontuação da competição, com 16,50 pontos. Combinações de duas manobras impressionantes mostraram a predileção da surfista de 23 anos por ataques amplos e dramáticos ao lip, incluindo uma nota de 8,67, a maior pontuação individual da competição até o momento. “Consegui chegar com bastante antecedência e distribuir os compromissos e a diversão ao longo do evento, para não ficar tão sobrecarregado perto da data marcada”, disse Picklum. “Tivemos bastante tempo. Estou pronto e tenho pessoas incríveis ao meu redor. A energia aqui é ótima, o que é muito bom. Uma coisa é ter uma boa preparação, outra é entrar na água e competir. Estou focado o tempo todo, garantindo que estarei presente e dando o meu melhor em cada bateria. Entrei na água pensando: ‘Espero conseguir duas viradas’. Fiquei feliz quando as notas foram anunciadas e ouvi 7 e 8.” Após um ano excepcional em 2025, Gabriela Bryan (HAV) conquistou três vitórias em etapas e terminou em terceiro lugar no ranking mundial. A representante de Kauai manteve o bom desempenho, registrando a segunda maior pontuação em duas ondas do evento até o momento, em condições desafiadoras em Winkipop. A seleção de ondas de Bryan foi impecável, permitindo que ela explorasse diversas seções com seu característico e poderoso jogo de borda, alcançando um total de 15,66. Bryan estava imparável, forçando a eliminação da estreante no CT de 2026, Francisca Veselko (POR), que agora concentrará seus esforços no próximo Western Australia Margaret River Pro. “Foi uma ótima maneira de começar o ano”, disse Bryan. “Eu estava muito animado para surfar. Quer dizer, estou aqui há um tempo. Cheguei bem antes, então acho que já faz umas duas semanas e meia. Estava louco para vestir a camisa, mas sem
Competição cancelada para hoje e amanhã no Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
O Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy , primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, foi cancelado para hoje, segunda-feira, 6 de abril, e amanhã, terça-feira, 7 de abril. Espera-se que uma ondulação irregular de 60 a 90 centímetros continue a diminuir antes que uma nova ondulação comece a se formar. A próxima chamada será na quarta-feira, 8 de abril, às 6h45, para um possível início às 7h05 em Winkipop. As nove baterias restantes da segunda rodada masculina ficarão em espera, assim como a segunda rodada feminina. “A ondulação continuou a diminuir durante a noite, deixando poucas oportunidades para os surfistas hoje, e a previsão para amanhã é ainda pior”, disse Renato Hickel, vice-presidente de Circuitos e Competições da WSL. “A previsão a longo prazo continua melhorando para os últimos quatro dias do período de espera, com potencial para a realização de baterias com ondulação fresca e vento terral. Acompanharemos a previsão atentamente nesses dias e nos reuniremos novamente na quarta-feira em Winkipop.” Quando a competição recomeçar, o vice-campeão do Rip Curl Pro Bells Beach, Kanoa Igarashi (JPN), enfrentará o ex-número 5 do mundo , Morgan Cibilic (AUS), em uma revanche da semifinal do ano passado, na bateria 8 da segunda rodada masculina. O atual campeão mundial , Yago Dora (BRA), encontrará seu bom amigo, o estreante no Circuito Mundial , Mateus Herdy (BRA), na bateria 9. A bateria 10 terá um confronto entre os estreantes do ano de 2024 e 2025, Crosby Colapinto (EUA) e Marco Mignot (FRA), antes de uma sequência de três campeões mundiais brasileiros em baterias consecutivas. O bicampeão mundial Filipe Toledo (BRA), o campeão mundial de 2019 Italo Ferreira(BRA) e o tricampeão mundial Gabriel Medina (BRA) estarão presentes nas baterias 12, 13 e 14, respectivamente. Quando a segunda rodada começar para as mulheres, as principais favoritas darão início à temporada, começando com a campeã mundial de 2023 , Caroline Marks (EUA), que enfrentará a californiana Alyssa Spencer (EUA), uma das surfistas de destaque da primeira rodada feminina. Os campeões mundiais australianos Tyler Wright (AUS) e Molly Picklum (AUS) farão suas estreias contra Sally Fitzgibbons(AUS) e Luana Silva (BRA) nas baterias 4 e 5, respectivamente. Confrontos restantes da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Masculino BATERIA 3: Jordy Smith (RSA) vs. Luke Thompson (RSA) HEAT 4: Barron Mamiya (HAW) x Seth Moniz (HAW) BATERIA 5: Jake Marshall (EUA) vs. João Chianca (BRA) HEAT 6: Griffin Colapinto (EUA) x Dane Henry (AUS) ELIMINATÓRIA 7: Cole Houshmand (EUA) vs. Alejo Muniz (BRA) ELIMINATÓRIA 8: Kanoa Igarashi (JPN) vs. Morgan Cibilic (AUS) HEAT 9: Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA) HEAT 10: Crosby Colapinto (EUA) x Marco Mignot (FRA) HEAT 11: Leonardo Fioravanti (ITA) x Kauli Vaast (FRA) HEAT 12: Filipe Toledo (BRA) x Eli Hanneman (HAW) HEAT 13: Ítalo Ferreira (BRA) x Xavier Huxtable (AUS) BATERIA 14: Gabriel Medina (BRA) vs. Alan Cleland (MEX) BATERIA 15: Connor O’Leary (JPN) vs. Rio Waida (INA) ELIMINATÓRIA 16: Jack Robinson (AUS) vs. Samuel Pupo (BRA) Confrontos da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Feminino BATERIA 1: Caroline Marks (EUA) vs. Alyssa Spencer (EUA) 2ª BATERIA: Bettylou Sakura Johnson (HAV) vs. Anat Lelior (ISR) HEAT 3: Gabriela Bryan (HAW) x Francisca Veselko (POR) ELIMINATÓRIA 4: Tyler Wright (AUS) vs. Luana Silva (BRA) HEAT 5: Molly Picklum (AUS) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) ELIMINATÓRIA 6: Erin Brooks (CAN) vs. Lakey Peterson (EUA) HEAT 7: Caitlin Simmers (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP) HEAT 8: Isabella Nichols (AUS) x Carissa Moore (HAW)
A experiência prevalece no curto terceiro dia do Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
A competição continuou no domingo de Páscoa no Rip Curl Pro Bells Beach Presented by Bonsoy , primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) Championship Tour (CT). Cinco baterias da segunda rodada masculina aconteceram em um swell decrescente e desconectado de um a um metro e meio no Bells Bowl, antes do evento ser cancelado para o dia. A próxima chamada será às 7h15 AEST para um possível início às 7h35 em Winkipop, com o restante da segunda rodada masculina, juntamente com a segunda rodada feminina, em espera. A experiência dos veteranos do Tour brilhou em várias baterias, com eles utilizando o conhecimento adquirido em eventos anteriores para conquistar vitórias nas baterias de abertura sobre novos talentos. O convidado da Rip Curl, Dane Henry (AUS), disparou na frente do número 2 do mundo , Griffin Colapinto (EUA). O atual campeão mundial júnior da WSL, Henry, começou com uma excelente nota 8,00 (de um máximo de 10) em sua primeira onda, após completar um aéreo reverso com rotação completa. Em seguida, garantiu um 7,00 com um aéreo reto e um slob grab, apontando para o nome nas costas de sua camisa, anunciando sua chegada. Colapinto, no entanto, ainda não havia engrenado e logo registrou notas um pouco mais altas, na mesma faixa de 8 e 7 pontos, para suas manobras aéreas, deixando Henry precisando da maior nota do evento para avançar. “É a primeira bateria do ano, então rola aquele nervosismo extra”, disse Colapinto. “Você fica só dando umas voltas pelo penhasco. Remando, eu sentia os braços e as pernas pesados. Aí cheguei na linha de chegada um pouco atrasado, e o Dane [Henry] pegou aquela onda bem embaixo de mim e eu pensei: ‘Meu Deus, será que o nervosismo me atrapalhou?’ Mas acho que o Dane ter tirado um 8 me deu um gás. Tipo, ‘ok, agora é tudo ou nada’. E aí ele confirmou o favoritismo. Fiz 15 pontos em uma sequência nos primeiros 10 minutos. Foi incrível. Estou muito orgulhoso de mim mesmo por conseguir voltar e estar aqui com vocês agora.” Os dois únicos sul-africanos no CT de 2026, Jordy Smith (RSA) e Luke Thompson (RSA), se enfrentaram na segunda rodada. Após uma das melhores performances da primeira rodada, Thompson começou forte contra seu veterano e mentor, Smith, marcando 6,50 em uma onda menor e interna com uma boa linha. Inicialmente com dificuldades para acompanhar as notas do surfista mais jovem, Smith finalmente pegou uma das maiores ondas da manhã, liberando sua potência em uma sólida combinação de três manobras para marcar a primeira nota excelente da competição masculina, um 8,00. O vencedor do Rip Curl Pro Bells Beach de 2017 não poupou elogios ao seu conterrâneo de Durban, que estava participando de seu primeiro evento como membro do CT. “Competir contra o Luke [Thompson] é algo que não sei se é bom ou ruim, porque ele é um surfista incrível”, disse Smith. “Eu o acompanho há muito tempo, então sei do que ele é capaz, e é de grandeza. Ele é um surfista incrível, trabalha muito duro, e acho que isso é só o começo. [Aquela onda] estava boa, especialmente depois de eu ter pegado algumas ondas pequenas. Comecei a pensar: ‘Jordan, você precisa ir para a parede aberta e pegar uma onda da série. Você precisa parar de perder tempo com essas ondas pequenas e ir direto para uma bomba.’ E, com certeza, foi aí que as boas ondas começaram a aparecer.” Na última bateria do dia, Alejo Muniz (BRA) iniciou sua última volta no Tour com uma vitória sobre Cole Houshmand (EUA). Muniz começou forte e melhorou a partir daí, enquanto Houshmand lutou para encontrar o ritmo que o levou ao topo do pódio em Bells Beach em 2024. Tendo anunciado sua aposentadoria ao final da temporada, Muniz, de 36 anos, que estreou no CT em 2011, estava animado com o bom início. “Estou muito feliz por ter passado para a próxima fase”, disse Muniz. “Quando vi no papel que enfrentaria o Cole [Houshmand], sabia que seria uma bateria muito difícil. Ele é um dos meus surfistas goofy favoritos no circuito. Ele é um surfista incrível, compete muito bem. Acho que tive um pouco de sorte desta vez, peguei as melhores ondas da bateria. Esta manhã eu estava ouvindo ‘Hells Bells’ e chorando na escada, pensando: ‘Cara, preciso me preparar para a minha bateria’. Esta pode ser minha última bateria aqui em Bells, mas estou feliz por ter passado e ter mais uma chance.” Resultados da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Masculino TEMPO 1: Miguel Pupo (BRA) 14,17 DEF. Joel Vaughan (EUA) 12/07 HEAT 2: George Pittar (AUS) 14,57 DEF. Ethan Ewing (EUA) 12h34 BATERIA 3: Jordy Smith (RSA) 14,80 DERROTOU Luke Thompson (RSA) 12,33 TEMPO 4: Barron Mamiya (HAW) 11,16 DEF. Seth Moniz (HAW) 9,93 HEAT 5: Jake Marshall (EUA) 10,83 DEF. João Chianca (BRA) 10.64 HEAT 6: Griffin Colapinto (EUA) 15,26 DEF. Dane Henry (AUS) 15h00 BATERIA 7: Alejo Muniz (BRA) 11.56 DERROTOU Cole Houshmand (EUA) 7.63 Confrontos restantes da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Masculino ELIMINATÓRIA 8: Kanoa Igarashi (JPN) vs. Morgan Cibilic (AUS) HEAT 9: Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA) HEAT 10: Crosby Colapinto (EUA) x Marco Mignot (FRA) HEAT 11: Leonardo Fioravanti (ITA) x Kauli Vaast (FRA) HEAT 12: Filipe Toledo (BRA) x Eli Hanneman (HAW) HEAT 13: Ítalo Ferreira (BRA) x Xavier Huxtable (AUS) BATERIA 14: Gabriel Medina (BRA) vs. Alan Cleland (MEX) BATERIA 15: Connor O’Leary (JPN) vs. Rio Waida (INA) ELIMINATÓRIA 16: Jack Robinson (AUS) vs. Samuel Pupo (BRA) Confrontos da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Feminino BATERIA 1: Caroline Marks (EUA) vs. Alyssa Spencer (EUA) 2ª BATERIA: Bettylou Sakura Johnson (HAV) vs. Anat Lelior (ISR) HEAT 3: Gabriela Bryan (HAW) x Francisca Veselko (POR) ELIMINATÓRIA 4: Tyler Wright (AUS) vs. Luana Silva (BRA) HEAT 5: Molly Picklum (AUS) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) ELIMINATÓRIA 6: Erin Brooks (CAN) vs. Lakey Peterson (EUA) HEAT 7: Caitlin Simmers (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP) HEAT 8: Isabella Nichols (AUS) x
Grandes surpresas e retornos memoráveis marcaram o segundo dia de competição no Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
Hoje, a competição feminina do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026 teve início na primeira etapa, o Rip Curl Pro Bells Beach Presented by Bonsoy . Ondas irregulares de 1,2 a 1,8 metros em Bells Bowl fizeram com que campeãs mundiais veteranas e estreantes enfrentassem resultados variados, com grandes surpresas e performances marcantes definindo a primeira rodada feminina. A competição foi suspensa após as duas primeiras baterias da segunda rodada masculina, pois a maré alta limitou as oportunidades, e posteriormente cancelada. Devido à mudança para o horário de verão durante a noite, a próxima chamada será às 6h45 AEST de amanhã, domingo, 5 de abril, para um possível início às 7h05. A primeira rodada da competição feminina marcou o retorno de duas das maiores surfistas de todos os tempos às competições em tempo integral. A pentacampeã mundial Carissa Moore (HAV) e a octacampeã mundial Stephanie Gilmore (AUS) entraram na água em Victoria, com Gilmore em busca de seu quinto título mundial e Moore tentando conquistar o quarto. Moore recuperou imediatamente a sensação de vitória, conquistando um triunfo tranquilo sobre a californiana Sawyer Lindblad (EUA). A medalhista de ouro olímpica de 33 anos manteve-se ativa, eventualmente encontrando uma onda limpa que lhe permitiu usar sua potência característica nos rails para garantir uma nota de 7,50 (de um total de 10). Moore confirmou o bom desempenho e continuou sua busca pela primeira vitória em um evento como mãe, avançando para a segunda rodada, onde enfrentará a atual campeã do Rip Curl Pro Bells Beach, Isabella Nichols (AUS). “É uma sensação incrível, estou com um sorriso enorme no rosto”, disse Moore. “Hoje foram muitas primeiras vezes, eu estava um pouco nervosa, mas principalmente animada. Estou muito feliz por ter conseguido pelo menos uma e continuar avançando para poder surfar de novo. Não há nada melhor do que chegar na praia e encontrar minha filha e meu marido. Ela tem sido o maior presente e a maior bênção. Sou muito grata por poder ser mãe. Eu só quero ter o melhor desempenho que sei que posso. Há um ano, depois de dar à luz, eu não conseguia nem andar até a caixa de correio, então sinto que hoje foi uma vitória poder vestir a camisa, descer as escadas e chegar aqui… precisei de um momento. Olhei para a multidão e pensei: ‘Não sei quantas vezes mais vou poder fazer isso aqui’. É uma sensação muito especial e estou tentando aproveitar ao máximo.” Para Stephanie Gilmore (AUS), a história foi diferente, com dificuldades para encontrar seu ritmo nas condições desafiadoras. A vice-campeã do Bells, Luana Silva (BRA), surfou de forma inteligente, conquistando duas notas medianas e totalizando 11,83 pontos em duas ondas, superando Gilmore e acabando com qualquer chance de um retorno triunfal à elite do surfe. Como a surfista que substituiu Gilmore no CT em 2024 e 2025, Silva teve sentimentos contraditórios sobre derrotar seu ídolo na primeira bateria da temporada para ambas as surfistas. “Acho que não poderia ter tido uma adversária mais difícil”, disse Silva. “[A Stephanie Gilmore] já ganhou quatro Bells aqui. Ela é a melhor de todos os tempos, oito vezes campeã mundial. Acho que ela tinha mais a perder do que eu, mas ao mesmo tempo, nesses últimos dois anos, eu acabei ficando com a vaga dela quando ela quis dar um tempo. Eu pensei: ‘Obrigada, Steph, agora não posso mais ser sua amiga na água’. Mas estou muito feliz. Ela é minha inspiração desde os oito anos de idade. O estilo dela é incrível, eu a respeito demais. Acho que ela é simplesmente a melhor de todos os tempos. Não tenho muito mais a dizer. Eu a adoro. Acho que todos nós a adoramos.” Os resultados foram mistos para as sete mulheres classificadas da Challenger Series, com grandes vitórias nas baterias de abertura para as estreantes do CT, Francisca Veselko (POR), Nadia Erostarbe(ESP) e Anat Lelior (ISR), enquanto as veteranas Sally Fitzgibbons (AUS) e Alyssa Spencer (USA) também avançaram com bom momento. Spencer deu início ao seu retorno à elite com uma vitória impressionante sobre a vencedora da Challenger Series e estreante de 2026 , Tya Zebrowski (FRA). A jovem de 23 anos conseguiu superar as ondulações do Bells Bowl e encontrar uma onda lisa para surfar, conquistando uma excelente nota de 8,33, a maior do evento até o momento, e vencendo a bateria com uma combinação de duas ondas de 13,76 (de um total possível de 20). Esta é a segunda vez em dois eventos que Spencer supera Zebrowski, tendo derrotado a jovem de 15 anos em sua caminhada rumo à vitória no Bioglan Newcastle SURFEST, a etapa final da Challenger Series. Spencer agora concentra suas atenções na campeã mundial de 2023 e também californiana , Caroline Marks (EUA), com quem lutará na bateria 1 da segunda rodada. “Foi muito divertido”, disse Spencer. “Fiquei muito feliz que aquela onda tenha entrado. Foi muito difícil encontrar uma onda com um bowl íngreme lá fora, e aquela série estava perfeita. Foi divertido simplesmente surfar nela. Claro, eu estava um pouco nervosa antes desta bateria. A Tya [Zebrowski] é uma competidora incrível e consegue transformar qualquer onda em uma pontuação insana. Eu sabia que seria uma bateria emocionante e difícil. Estou ansiosa por muitas outras baterias como essa com ela no Tour.” Fransisca Veselko (POR) derrotou Brisa Hennessy (CRC), semifinalista três vezes em Bells Beach, em sua primeira participação no evento. A campeã mundial júnior de 2022, Veselko, conseguiu aproveitar as ondas limpas e abertas para garantir duas notas acima de 6 pontos. Foi a primeira vitória em uma bateria do CT para Veselko, que já havia competido em dois eventos anteriores como convidada. “É uma loucura estar aqui, num evento tão icônico”, disse Veselko. “Venho acompanhando isso há anos, e é inacreditável estar aqui agora, passando para a minha primeira bateria. É surreal, estou muito feliz agora e acho que preciso me acalmar porque ainda tem mais por vir. Nada se compara a essa sensação. Estou onde sempre sonhei estar. O surfe te leva por tantos altos e baixos. Mesmo em Newcastle, perdi a primeira rodada, e foi difícil. Agora, na minha primeira bateria no Tour, estou
A competição está confirmada para o segundo dia do Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
A primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, o Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy , está confirmada para o segundo dia de competição. A competição feminina fará sua estreia em 2026, com a primeira rodada acontecendo no icônico pico de Bells Beach, com ondas de 1,2 a 1,8 metros. A competição começará às 7h32 (horário de verão da Austrália Oriental), com baterias de 35 minutos. A segunda rodada masculina acontecerá em seguida, sem segunda rodada feminina hoje. A primeira disputa do dia será entre a estreante no CT de 2026 , Yolanda Hopkins (POR), que entrará na água para sua primeira bateria como competidora em tempo integral do CT e a bicampeã do Rip Curl Pro Bells Beach , Sally Fitzgibbons (AUS), que está iniciando sua 17ª temporada no nível de elite. As baterias 6 e 7 da primeira rodada feminina testemunharão duas das maiores surfistas de todos os tempos: a pentacampeã mundial Carissa Moore (HAV) e a octacampeã mundial Stephanie Gilmore(AUS) vestirão a camisa do Circuito Mundial pela primeira vez nesta temporada, buscando adicionar seus nomes ao troféu de Bells novamente em 2026. Primeiro, elas precisarão superar Sawyer Lindblad (EUA) e Luana Silva (BRA), respectivamente, quando entrarem na água ainda hoje pela manhã. Quando a competição masculina for retomada, a bateria 2 da segunda rodada masculina verá a abordagem refinada e poderosa de dois dos melhores surfistas de borda da Austrália: o vencedor do Rip Curl Pro Bells Beach de 2023 , Ethan Ewing (AUS), e o veterano do CT , George Pittar (AUS), se enfrentarão. Mais duas batalhas nacionais acontecerão nas baterias seguintes: o veterano do Tour , Jordy Smith(RSA), enfrentará o estreante do CT, Luke Thompson (RSA), na bateria 3, antes da bateria 4, que verá os havaianos Barron Mamiya (HAW) e Seth Moniz (HAW) fazerem sua primeira aparição na temporada. Confrontos da primeira rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Feminino BATERIA 1: Yolanda Hopkins (POR) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) HEAT 2: Tya Zebrowski (FRA) x Alyssa Spencer (EUA) HEAT 3: Brisa Hennessy (CRC) x Francisca Veselko (POR) HEAT 4: Bella Kenworthy (EUA) x Nadia Erostarbe (ESP) HEAT 5: Vahine Fierro (FRA) x Anat Lelior (ISR) ELIMINATÓRIA 6: Sawyer Lindblad (EUA) vs. Carissa Moore (HAV) ELIMINATÓRIA 7: Luana Silva (BRA) vs. Stephanie Gilmore (AUS) ELIMINATÓRIA 8: Lakey Peterson (EUA) vs. Ellie Harrison (AUS) Confrontos da segunda rodada do Rip Curl Pro Bells Beach Masculino HEAT 1: Miguel Pupo (BRA) x Joel Vaughan (AUS) HEAT 2: Ethan Ewing (AUS) x George Pittar (AUS) BATERIA 3: Jordy Smith (RSA) vs. Luke Thompson (RSA) HEAT 4: Barron Mamiya (HAW) x Seth Moniz (HAW) BATERIA 5: Jake Marshall (EUA) vs. João Chianca (BRA) HEAT 6: Griffin Colapinto (EUA) x Dane Henry (AUS) ELIMINATÓRIA 7: Cole Houshmand (EUA) vs. Alejo Muniz (BRA) ELIMINATÓRIA 8: Kanoa Igarashi (JPN) vs. Morgan Cibilic (AUS) HEAT 9: Yago Dora (BRA) x Mateus Herdy (BRA) HEAT 10: Crosby Colapinto (EUA) x Marco Mignot (FRA) HEAT 11: Leonardo Fioravanti (ITA) x Kauli Vaast (FRA) HEAT 12: Filipe Toledo (BRA) x Eli Hanneman (HAW) HEAT 13: Ítalo Ferreira (BRA) x Xavier Huxtable (AUS) BATERIA 14: Gabriel Medina (BRA) vs. Alan Cleland (MEX) BATERIA 15: Connor O’Leary (JPN) vs. Rio Waida (INA) ELIMINATÓRIA 16: Jack Robinson (AUS) vs. Samuel Pupo (BRA)
Surf Brasil promove primeiro Surf Camp da Seleção Brasileira Junior em 2026
12 surfistas estão hospedados no Praia Mole Hotel para participar da semana especial de treinamentos e palestras da Confederação Brasileira de Surf O Surf Brasil promove nesta semana em Santa Catarina, o primeiro “Surf Camp da Seleção Brasileira Junior” em 2026. Os surfistas Ryan Martins (SC), Kalani Robles(SP), John Muller (SP), Luara Mandelli (PR), Maria Clara (RN) e Valentina Zanoni (SC), que formam o time da categoria Sub-18 e Arthur Vilar (PB), Michel Demetrio (SC), Petrus Dantas (RJ), Carol Bastides (SP), Julia Stefani (SP) e Giovanna Rocha (SP) da equipe Sub-16, estão hospedados no Praia Mole Hotel, para participar da semana especial de treinamentos e palestras da Confederação Brasileira de Surf. “Esse é o primeiro Surf Camp da equipe Junior em 2026, que já fazemos há alguns anos e é o trabalho mais legal que temos para o desenvolvimento dos atletas para o alto rendimento”, enaltece Teco Padaratz, presidente da Confederação Brasileira de Surf. “É o trabalho que mostra que a Confederação não visa só fazer campeonatos, não é uma empresa promotora de eventos. O Surf Brasil tem como meta, desenvolver o esporte no Brasil e isso inclui treinamento técnico, tático, físico, psicológico, nutricional, para estes surfistas que serão o futuro do nosso esporte, estimulando a nova geração para que possam ter sucesso na carreira. Isso vai gerar bons frutos para o nosso esporte e, talvez, esse seja um dos trabalhos mais emblemáticos e importantes que a Confederação Brasileira de Surf tem feito nos últimos anos”. A principal finalidade da Surf Brasil com este treinamento especial para a Seleção Brasileira Junior, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil (COB), é preparar e capacitar os jovens atletas para a disputa dos títulos e medalhas da principal competição das categorias de base do mundo. O ISA World Junior Surfing Championship 2026 já está confirmado para acontecer nos dias 4 a 13 de setembro nas ondas de La Bocana e El Sunzal, em El Salvador. “O objetivo aqui é unir o time, dar aquela primeira experiência para a equipe, especialmente para os atletas que nunca participaram da Seleção Brasileira Junior”, destaca Paulo Moura, vice-presidente e diretor de esportes da Confederação Brasileira de Surf. “Esse Surf Camp foca na parte técnica, muito também na parte tática, mas, principalmente, na construção do espírito de Seleção Brasileira trabalhando como uma equipe”. EQUIPE MULTIDISPLINAR DA SURF BRASIL PARA A SELEÇÃO BRASILEIRA A maioria dos treinamentos acontece na Praia Mole de Florianópolis, mas na terça-feira os atletas terão uma chance única de passar o dia todo surfando as ondas perfeitas da Surfland em Garopaba, cerca de 70 Km ao sul da capital catarinense. A programação do “Surf Camp” é comandada pelo treinador chefe Paulo Moura, pelos técnicos Guga Arruda e Andrea Lopes e pelos auxiliares técnicos Americo Pinheiro e Karina Abras. A cada dia, as performances dos surfistas são analisadas através dos vídeos filmados por Pablo Jacinto e Fabio Barrios. A Surf Brasil ainda disponibiliza nesta semana do “Surf Camp de Treinamento da Seleção Brasileira Junior”, uma equipe multidisciplinar composta também pelos fisioterapeutas Vinicius Gilberto Iahn e Gabriela Willinghoefer, a nutricionista Lena Ribeiro e a psicóloga Fernanda Schweitzer. Com exceção da terça-feira na Surfland, todas as tardes após a sessão de Vídeo Análise, esses profissionais realizam palestras para os atletas no auditório do Praia Mole Hotel, como as que aconteceram na segunda-feira. PALESTRA DO GESTOR ESPORTIVO DO COB NO PRIMEIRO DIA DO SURF CAMP Nesse primeiro dia, um dos palestrantes foi o presidente da Confederação Brasileira de Surf, Teco Padaratz, que focou no desenvolvimento da carreira do surfista até se tornar profissional. Teco foi um dos pioneiros do Brasil a participar de todo o Circuito Mundial no final dos anos 80, junto com Fabio Gouveiae Piu Pereira, e por muitos anos fez parte da elite do esporte. Outro palestrante da segunda-feira foi Bernardo Otero, Gestor Esportivo do Comitê Olímpico do Brasil (COB). “Estamos mais um ano juntos, voltando a Florianópolis e aos treinamentos da Seleção Brasileira Junior, um novo ciclo, novas competições, uma nova equipe com várias caras novas”, ressalta Bezinho Otero, como é mais conhecido. “É muito bom ver essa renovação na equipe, a Surf Brasil está de parabéns pelo trabalho que vem fazendo e o COB está mais uma vez presente nessa parceria com a Confederação, buscando o desenvolvimento da modalidade com esses atletas de base, de transição, para atingir seus objetivos. Aqui temos equipes Sub-16 e Sub-18 para competir no Mundial da ISA, então agora começa toda a preparação buscando um objetivo comum, que é trazer resultado esportivo pro Brasil. É com extrema felicidade que mais uma vez o COB está aqui presente, celebrando essa parceria com a Confederação”. PARCERIA SURF BRASIL COM O PROGRAMA EDUCANDO CIDADÃOS DO MPSC Outra atração do primeiro dia de palestras do “Surf Camp da Seleção Brasileira Junior”, foi a parceria da Surf Brasil com o programa Educando Cidadãos do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC). O promotor de justiça e um dos coordenadores do projeto, Affonso Ghizzo Neto, falou para os jovens atletas sobre este movimento de educação e engajamento da sociedade civil, que busca fomentar ações para o fortalecimento da cidadania em geral e de enfrentamento a todas as formas de corrupção. “Estamos tirando a nossa parceria do papel, acho que isso é o mais legal, porque não ficou só no discurso. Esta é mais uma ação dentre outras que já fizemos e outras virão”, disse Affonso Ghizzo Neto. “Estamos aqui com a Seleção Brasileira Junior, são meninos e meninas de 15 até 18 anos de idade que já são referência no esporte, nos representam a nível internacional e serão a nossa Tempestade Brasileira nas ondas amanhã. Aqui está o futuro do surf brasileiro, que querem ganhar títulos pro Brasil, mas também podem mostrar o respeito ao próximo, ao competidor, não importa o país, a cultura. Essa molecada sai daqui com esses valores, sendo exemplo de educar o cidadão não só no discurso, mas através dos bons exemplos. Eu acho essa parceria fundamental, a gente se fortalece, eles se fortalecem e todos ganham”. ATLETAS ANIMADOS COM A PROGRAMAÇÃO DO PRIMEIRO SURF CAMP DE 2026 Os atletas estão animados com a oportunidade de poder participar de um programa tão intenso, desenvolvido pela Surf Brasil especialmente para eles. Na gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf, desde a sua primeira eleição em 2022, sempre todo
O Championship Tour chega a Bells Beach em 2026: Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy
O 50º ano do Circuito Mundial terá início amanhã com a primeira etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, o Rip Curl Pro Bells Beach apresentado por Bonsoy . Mantendo a tradição, o evento será realizado em Victoria, Austrália, durante o feriado da Páscoa, com a competição acontecendo de 1º a 11 de abril. A primeira chamada será amanhã às 7h45 (horário de verão da Austrália Oriental), com previsão de início às 8h. O primeiro de três eventos do GWM Aussie Treble, a histórica competição de Bells Beach, dá início a uma série de três etapas do CT pela Austrália, incluindo o Western Australia Margaret River Pro e o Bonsoy Gold Coast Pro Presented by GWM. Com um número maior de participantes femininas, um novo formato que eleva a competitividade desde a primeira bateria e o maior número de campeões mundiais em uma única temporada, 2026 promete muita emoção do início ao fim em Bells Beach, no Havaí. Após conquistarem seus primeiros títulos mundiais em 2025, Molly Picklum (AUS) e Yago Dora (BRA) retornam à competição do Circuito Mundial prontos para defender seus lugares no topo. No entanto, ambos os surfistas ainda não venceram uma etapa na Austrália. Picklum, vice-campeã em Bells Beach em 2023, foi quem chegou mais perto do título e a surfista de 23 anos adoraria começar sua quinta temporada no circuito com uma vitória em casa. “Acho que todos sabemos o quão icônico é Bells, e obviamente, sendo um atleta da Rip Curl, é um dos meus maiores eventos, que quero disputar por todos os funcionários daquele escritório. E também por você, WSL, um evento tão icônico, 50 anos, seria uma ótima maneira de começar esta temporada”, disse Picklum. “Para mim, o título mundial era como uma cenoura na ponta da língua, talvez inalcançável, mas que me ensina muito. É uma jornada mágica. Mas quando finalmente o conquistei, fiquei tipo, ‘Uau, isso é incrível’. Ainda estou tentando assimilar. As coisas mudam, mas, no fim das contas, tenho muitos objetivos pessoais no surfe, competindo como pessoa. A vida continua, há muitos jogos para jogar por aí.” Os dois melhores resultados de Dora na Austrália foram nas quartas de final, em Rottnest Island em 2021 e no Bonsoy Gold Coast Pro da temporada passada. Competindo em sua oitava temporada no CT, o surfista de 29 anos continua a exibir a confiança recém-adquirida que o levou ao topo em 2025. “É uma ótima sensação [voltar], é realmente um alívio e tira um grande peso dos meus ombros”, disse Dora. “Me sinto muito confiante. Sei o caminho, sei como chegar lá e isso é uma ótima sensação. Aprendi muito sobre mim mesma na última temporada e até mesmo nos playoffs e durante a pré-temporada, aprendi muito com todas as novas experiências que tive e amadureci bastante. Estou renovada e me sentindo bem para o início da temporada. Sinto que meu equipamento está perfeito e minha mentalidade está no lugar certo, e mal posso esperar para vestir a camisa.” Duas das surfistas mais bem-sucedidas a competir em Bells Beach são também duas das mulheres mais aclamadas no esporte. A oito vezes campeã mundial Stephanie Gilmore (AUS) e a cinco vezes campeã mundial Carissa Moore (HAW) chegam a Bells após quase duas temporadas longe do Circuito Mundial. Gilmore nunca ficou abaixo das quartas de final em suas 15 participações em Bells, chegando à final em mais da metade delas e vencendo quatro vezes. Depois de dois anos abordando sua carreira de uma nova maneira, a surfista de 38 anos está de volta revigorada e pronta para o desafio. “É emocionante estar de volta a Bells”, disse Gilmore. “É um evento muito especial para mim e tenho muitas lembranças incríveis daqui ao longo dos anos. É estranho voltar ao Tour depois de alguns anos de ausência. De certa forma, parece voltar para casa, mas também faz um tempinho, então com certeza existe uma certa ansiedade no ar. Estou ansioso para competir contra os ciclistas mais jovens e os novos nomes, assim como contra os rostos familiares. Mal posso esperar para vestir a camisa e sentir tudo o que envolve competir neste nível.” Moore também retorna com uma nova perspectiva em 2026. Tendo participado de cinco finais do Bells e conquistado três vitórias consecutivas entre 2013 e 2015, a tenista de 33 anos está presente em Victoria pela primeira vez como mãe, acompanhada de seu marido Luke e sua filha de um ano, Olena. “A maternidade é tão desafiadora e tão gratificante. Acordo todos os dias muito animada e os momentos comuns agora são mágicos”, disse Moore. “Sou muito grata pelo tempo que passei afastada nos últimos dois anos. Acho que isso me deu um renovado senso de propósito, alegria e apreço pelo esporte. Estou muito grata pela oportunidade de aceitar o convite especial este ano. Estávamos dirigindo para Torquay e Jan Juc e todas as lembranças começaram a voltar. Eu estava refletindo sobre tantos anos maravilhosos aqui, sobre ter vencido e subido as escadas, e fiquei muito animada por vestir a camisa novamente. Ontem, eu estava na água, olhando para os penhascos dourados, e pensei: ‘Nossa, isso é especial, muito especial.’” Uma lesão no peitoral sofrida antes da temporada de 2025 deixou Gabriel Medina (BRA) de fora das competições durante todo o ano. O tricampeão mundial retorna em 2026 com uma série de mudanças em sua abordagem, enquanto busca o quarto título mundial, incluindo um novo treinador: o campeão mundial de 2015 , Adriano de Souza (BRA). A mudança para o número um prenuncia a mentalidade de Medina para a próxima temporada. “Este último ano foi difícil, ficar longe do surfe, mas me sinto bem”, disse Medina. “Tudo acontece por um motivo na vida, então você tem que aceitar. Eu só tentei me recuperar e estar 100% para a primeira etapa do evento. Eu estava pensando em Bells quando o médico disse que eu ficaria seis meses afastado do surfe. Tirei esse tempo para mim. Foi bom, fiquei com minha família, amigos, surfei depois da lesão sem pressão, foi algo legal. Me sinto 100%,