No domingo foram conquistadas mais 3 medalhas de ouro com Douglas Silva com um aéreo nota 10 na Playa Venao, Silvana Lima e Guilherme dos Reis no SUP Race O Surf Brasil conquistou o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. No domingo foram completadas 14 medalhas só esse ano no evento realizado pela Pan American Surf Association (PASA). Foram mais 3 de ouro, do Douglas Silva, da Silvana Lima e do Guilherme dos Reis no SUP Race, que teve dobradinha com a prata do Eri Tenorio. Dodôconfirmou seu primeiro título panamericano com a única nota 10 esse ano e um recorde de 16,50 pontos na final com o argentino Thiago Passeri. E a Silvana festejou o bicampeonato na decisão contra a peruana Daniella Rosas, depois de deixar Juliana dos Santos com a medalha de bronze na semifinal cearense na Playa Venao do Panamá. E ainda teve a de cobre da Lena Ribeiro pelo quarto lugar no SUP Race. “O Paulo Moura (chefe da equipe técnica do Time Brasil) já vinha me falando que tava na hora de soltar os aéreos. É uma carta que tenho na manga e já comecei a mandar os aéreos desde ontem”, disse Douglas Silva, sobre a única nota 10 dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. “Deus me abençoou com aquela esquerda e foi um aéreo difícil, porque não imaginei que ia rodar tão vertical. Eu pensei em dar um full rotation caindo de frente pra praia, mas quando vi a prancha já dobrando no alto, segurei logo na borda e acabei dando um aéreo carpadão. Foi bizarro, incrível. Acreditei na estratégia do Paulo, do Guga (Arruda), da Andréa (Lopes), os técnicos que estão sempre nos auxiliando e Deus abençoou, então foi só agradecer”. A medalha de ouro conquistada de forma espetacular pelo pernambucano Douglas Silva, foi a segunda consecutiva do Time Brasil no domingo na Playa Venao. A primeira já havia sido garantida pela hexacampeã brasileira, Silvana Lima, que também no Panamá, venceu seu primeiro título panamericano em 2023, só que em outra praia, Santa Catalina. Silvana ainda ganhou uma medalha de prata nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru, onde ela, Juliana dos Santos e Julia Duarte, foram derrotadas pela peruana Melanie Giunta na final em Punta Rocas. E a cearense já tinha perdido duas finais de QS para Daniella Rosas nos últimos meses no Brasil, no ano passado em Imbituba (SC) e agora em 2026 na sua casa no Ceará. “Nossa, é muito difícil de ganhar da Daniella (Rosas). Eu venho perdendo várias vezes para ela no Brasil, esse ano mesmo já perdi uma final de QS pra ela, sei que é muito competidora, então eu fui pra dar o meu melhor”, disse Silvana Lima. “Graças a Deus, ela deixou passar aquela onda do 6,40 ali, foi onde fiz a diferença e estou muito amarradona por mais uma medalha de ouro. É a segunda aqui no Panamá, estou superfeliz e acho até que vou ter que tatuar o nome Panamá. Obrigado todo mundo que tava na torcida, amor, deu bom aqui, deu bom família, todo mundo de Paracuru, a gente é ouro mais uma vez e simbora”. A competição de pranchinha dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026, era para ter sido encerrada no sábado, mas uma tempestade desabou na Playa Venao quando as cearenses Silvana Lima e Juliana dos Santos garantiram mais duas medalhas para o Surf Brasil. Silvana passou em segundo no confronto vencido por Leilani McGonagle, da Costa Rica. E a Juliana fez um novo recorde feminino de 13,74 pontos na vitória sobre a peruana Daniella Rosas e a argentina Katya Wirsch. Nessa bateria, a tempestade ficou mais intensa com raios e a competição acabou sendo cancelada, com as finais ficando para o domingo. SILVANA LIMA CONQUISTA O PRIMEIRO OURO DO DOMINGO NO PANAMÁ No último dia, as condições do mar estavam bem mais difíceis, com ondas pequenas e longas calmarias, mas ainda apareciam algumas que abriam mais parede para mandar as manobras. No entanto, a sorte de achar as melhores ganhou peso decisivo e Silvana Lima conseguiu pegar uma boa logo no início da semifinal brasileira com Juliana dos Santos. A nota 5,17 recebida, praticamente definiu a vitória por 8,74 a 8,33 pontos, com Silvana seguindo para a decisão da medalha de ouro e Juliana ficando com a sua segunda de bronze, repetindo o terceiro lugar nos Jogos Pan-Americanos de Surf de 2024 no Peru. A primeira decisão do domingo foi a terceira feminina entre Brasil e Peru nas ondas da Playa Venao no Panamá. O placar estava 2 a 0 para as peruanas, com Vania Torres derrotando Aline Adisaka no SUP Surf e Maria Fernanda Reyes derrotando Chloe Calmon no Longboard. Silvana Lima largou na frente com nota 5,50 na sua primeira onda e na segunda até arriscou um aéreo, mas Daniella Rosas assumiu a ponta com o 5,60 da segunda que surfou. Aí veio uma longa calmaria, até tudo ser decidido nos minutos finais, quando Silvana Lima pegou duas ondas seguidas. Na primeira, acertou três ataques que valeram 5,47 e passou à frente. Logo pegou outra direita boa e combinou três manobras fortes com velocidade, que receberam nota 6,40 e confirmou o bicampeonato panamericano da Silvana Lima por 11,90 a 11,30 pontos. SEMIFINAL EMOCIONANTE DO DOUGLAS SILVA COM O BICAMPEÃO PANAMERICANO Antes da final feminina, Douglas Silva também tinha vencido um confronto Brasil x Peru, contra um dos favoritos ao título, o bicampeão panamericano Lucca Mesinas e único peruano a fazer parte da elite do surf mundial. As ondas estavam bem pequenas, mas a bateria foi emocionante do início ao fim. O brasileiro conseguiu imprimir velocidade para usar os aéreos, que fizeram a diferença no resultado. Mas sua primeira onda boa, foi usando as manobras de borda em uma esquerda, que valeu nota 6,33. Logo, Douglas pega outra esquerda para somar 7,33 com um aéreo full-rotation de frontside. Lucca Mesinas responde em uma direita boa, que abre uma parede lisinha pra fazer três manobras fortes de frontside, abrindo grandes leques de água para ganhar nota 7,00. O peruano também acerta um aéreo de frontside em outra direita, que vale 5,33. Mas, Douglas Silva também pega uma direita para mandar um aéreo rodando de backside e troca a nota 6,33 da primeira onda, por 6,47. Com
Surf Brasil busca o tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026
O time feminino de surf segue 100% classificado mas as três vão se enfrentar e o masculino ficou com dois surfistas lutando por medalhas na Playa Venao O Surf Brasil segue na busca pelo tetracampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf Panamá 2026, em 5 anos da gestão Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf. Na sexta-feira só de surf de pranchinha na Playa Venao, o pernambucano Douglas Silva e a cearense Silvana Lima fizeram os recordes do dia nas suas categorias. O time feminino segue 100% classificado, mas Silvana, Juliana dos Santos e Monik Santos, vão se enfrentar na quarta fase. Já o masculino sofreu uma baixa e ficou só com Douglas Silva e Renan Pulga ainda lutando por medalhas no Panamá. A programação prevê encerrar o surf neste sábado e dar a largada no SUP Race, que só termina no domingo, ao vivo pelo site PASASURF.org. A sexta-feira foi o primeiro dia só com surf de pranchinha nas ondas da Playa Venao. Começou pela repescagem masculina sem participação do Time Brasil e na sequência rolou a terceira fase feminina. As três brasileiras passaram suas baterias, mas a combinação de resultados acabou deixando todas no mesmo confronto da quarta fase. Silvana Lima, Juliana dos Santos e Monik Santos, terão que disputar apenas duas vagas com uma forte concorrente, Chelsea Tuach, de Barbados, que detém o recorde de nota – 8,50 – dos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026. Quem passar essa fase, já vai disputar classificação para as semifinais, que é garantia de medalhas na competição organizada todos os anos pela Pan American Surf Association (PASA). Esta edição do Panamá ganhou importância, porque vale vaga para os Jogos Pan-Americanos de Lima 2027no Peru, um dos caminhos do surf para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 nos Estados Unidos. A primeira a competir na sexta-feira, foi a campeã brasileira de 2024 e líder no ranking do Surf Brasil Pro 2026, Juliana dos Santos. Foi uma bateria fraca de ondas e a cearense perdeu por pouco para a peruana Sol Aguirre, 9,56 a 9,16 pontos. Juliana estava liderando o confronto, mas foi ultrapassada pela peruana que sempre compete no Brasil desde criança. As duas eliminaram a porto-riquenha Havanna Cabrero. A pernambucana Monik Santos também enfrentou outra conhecida surfista do Peru, Arena Rodriguez, que igualmente ganhou por uma pequena diferença de 10,17 a 9,50 pontos da brasileira. As duas não tiveram dificuldades para superar a mexicana Ana Gonzalez Velasco, que terminou em último com apenas 1,06 pontos. SILVANA LIMA FAZ A MELHOR APRESENTAÇÃO FEMININA NA SEXTA-FEIRA A hexacampeã brasileira Silvana Lima fechou a terceira fase com a melhor apresentação feminina do dia. A cearense duas vezes vice-campeã mundial e que representou o Brasil na estreia do surf nas Olimpíadas nos Jogos de Tóquio 2020 no Japão, competiu com outra surfista olímpica, a grande amiga Dominic Barona, do Equador. Silvana Limausou toda a sua experiência para pegar as melhores ondas que entraram na bateria e somou notas 7,00 e 5,77 na vitória por 12,77 pontos, maior placar das meninas na sexta-feira. Dominic ficou com a última vaga para a quarta fase, superando a argentina Lucia Cosoleto por 8,97 a 8,50 pontos. “Estou feliz de ter passado. Estou me sentindo superbem, ainda mais nessas condições de ondas que eu gosto muito, marolinha perfeitinha e estou muito feliz de ter melhorado mais o meu surf aqui”, disse Silvana Lima. “Estou nessa busca de ir melhorando a cada bateria. A gente vai competir de novo hoje e espero que a maré não esteja tão cheia, porque é bem difícil com a maré muito cheia aqui, fica com poucas ondas. Mas, estou feliz agora de ter passado, estou amarradona e simbora que tem mais uma Brasil”. MARÉ CHEIA PARALISA A COMPETIÇÃO QUE ACABA SENDO ADIADA Realmente as ondas sumiram quando a maré ficou cheia na Playa Venao. Após as seis baterias da terceira fase feminina, ainda rolaram as doze da segunda rodada masculina, quando as condições do mar já ficaram bem difíceis para competir. A comissão técnica da PASA então decidiu paralisar o evento e realizou várias chamadas durante a tarde, na esperança do mar melhorar. Ainda estavam programadas para rolar os três confrontos da quarta fase feminina e mais seis da terceira fase masculina. Só que nada mudou, a Playa Venao parecia uma grande piscina e a continuação da competição foi oficialmente adiada na chamada das 17h00 no Panamá, 19h00 no fuso horário do Brasil. A segunda fase masculina começou bem para o Time Brasil, com o vice-campeão brasileiro do ano passado, Renan Pulga, brigando onda a onda pela vitória na primeira bateria. O venezuelano Rafael Pereira acabou vencendo, mas foi por pouco 11,50 a 11,26 do paulista de São Sebastião. Renan Pulgaavançou em segundo lugar, eliminando o chileno Reimundo Berry e o nicaraguense Juan López. Na quinta bateria, veio a primeira baixa no surf de pranchinha, com o cearense Michael Rodrigues não achando boas ondas para mostrar o seu potencial de líder do Surf Brasil Pro 2026, com a vitória na primeira etapa no Ceará. DOUGLAS SILVA FAZ OS RECORDES DA SEXTA-FEIRA NA PLAYA VENAO O peruano Lucca Mesinas, que assim como Michael Rodrigues, fez parte da elite do surf mundial e ainda já representou seu país nas Olimpíadas, se classificou em primeiro lugar com 12,17 pontos. O argentino Thiago Passeri passou em segundo com 11,60, o panamenho Kai Gale Grani perdeu em terceiro com 9,40 e Michael Rodriguesterminou em último com 7,64 pontos. Já o bicampeão brasileiro Douglas Silva brilhou na bateria seguinte, fazendo os recordes da sexta-feira, nota 7,67 e 14,40 pontos. Ele não deu chances ao colombiano Romeo Chavez, o costa-ricense Darsham Antequera e o argentino Ignacio Gundensen. “Eu tava bem focado na estratégia do Paulo Moura (chefe da equipe técnica). Ele me passou todas as coordenadas, fui lá e graças a Deus, fui feliz. Só tenho que agradecer ao Surf Brasil por esse time incrível que temos aqui”, destacou Douglas Silva. “A lealdade da galera que tá aqui todo dia no campeonato, todos se ajudando, isso tem sido o máximo e eu confiei na estratégia do Paulo Moura. Ele fica o tempo todo na praia e está vendo todas as mudanças de marés para nos orientar. Ele, a Andréa (Lopes), o Guga
A segunda rodada masculina do Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM está confirmada
A competição começou hoje no Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM , a 3ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. A 3ª bateria da segunda rodada masculina começa às 7h05 (horário de Brasília), com as 14 baterias restantes acontecendo em Snapper Rocks, com ondas perfeitas de 1,2 a 1,5 metros. As baterias 1 a 3 da segunda rodada feminina serão realizadas em seguida. Na segunda bateria, o australiano Ethan Ewing , de Queensland, enfrentará Rio Waida , da Índia, em Snapper Rocks. Ewing vem de uma participação nas quartas de final em Margaret River, enquanto Waida ainda busca um bom resultado em 2026. O californiano Cole Houshmand (EUA) terá um grande desafio pela frente ao enfrentar o bicampeão do Gold Coast Pro, Filipe Toledo(BRA), na bateria 14 da segunda rodada. Cada surfista tem um estilo diferente em termos de postura, mas ambos demonstram potência e precisão nas longas e bem preparadas ondas de Snapper Rocks. A sexta bateria da segunda rodada colocará frente a frente dois dos competidores mais empolgantes do CT: o número 2 do mundo em 2025 , Griffin Colapinto (EUA), enfrentará o estreante no CT de 2026, Mateus Herdy (BRA). Herdy busca chegar à terceira rodada pela primeira vez nesta temporada, enquanto Colapinto almeja outra vaga no Finals Day em 2026, após o terceiro lugar conquistado em Bells no mês passado. Na primeira bateria da segunda rodada feminina, a atual líder do ranking, Gabriela Bryan (HAV), enfrentará a veterana do CT e ex-vencedora na Gold Coast, Sally Fitzgibbons (AUS). Bonsoy Gold Coast Pro apresentado por GWM – Confrontos restantes da segunda rodada masculina [Baterias 3 a 16]HEAT 3: Ítalo Ferreira (BRA) x Luke Thompson (RSA)ELIMINATÓRIA 4: Ethan Ewing (AUS) vs. Rio Waida (INA)HEAT 5: Crosby Colapinto (EUA) x Jake Marshall (EUA)HEAT 6: Griffin Colapinto (EUA) x Mateus Herdy (BRA)HEAT 7: George Pittar (AUS) x Alejo Muniz (BRA)HEAT 8: Kanoa Igarashi (JPN) x Liam O’Brien (AUS)ELIMINATÓRIA 9: Yago Dora (BRA) vs. Callum Robson (AUS)BATERIA 10: Connor O’Leary (JPN) vs. Joel Vaughan (AUS)ELIMINATÓRIA 11: Jack Robinson (AUS) vs. Alan Cleland (MEX)HEAT 12: Leonardo Fioravanti (ITA) x Seth Moniz (HAW)HEAT 13: Gabriel Medina (BRA) x Morgan Cibilic (AUS)ELIMINATÓRIA 14: Filipe Toledo (BRA) vs. Cole Houshmand (EUA)HEAT 15: Samuel Pupo (BRA) x João Chianca (BRA)HEAT 16: Miguel Pupo (BRA) x Eli Hanneman (HAW) Confrontos da segunda rodada do Bonsoy Gold Coast Pro apresentado por GWM – FemininoHEAT 1: Gabriela Bryan (HAW) x Sally Fitzgibbons (AUS)ELIMINATÓRIA 2: Caroline Marks (EUA) vs. Nadia Erostarbe (ESP)ELIMINATÓRIA 3: Caitlin Simmers (EUA) vs. Vahine Fierro (FRA)ELIMINATÓRIA 4: Bettylou Sakura Johnson (HAV) vs. Stephanie Gilmore (AUS)ELIMINATÓRIA 5: Molly Picklum (AUS) vs. Yolanda Hopkins (POR)ELIMINATÓRIA 6: Isabella Nichols (AUS) vs. Sawyer Lindblad (EUA)HEAT 7: Lakey Peterson (EUA) x Carissa Moore (HAW)ELIMINATÓRIA 8: Luana Silva (BRA) vs. Tyler Wright (AUS)
Snapper Rocks retorna ao cenário mundial com previsão ideal para o Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM
Os melhores surfistas do mundo chegaram à Gold Coast para a 3ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, o Bonsoy Gold Coast Pro apresentado pela GWM , que acontece de amanhã, 1º de maio, até 11 de maio. Lar de alguns dos maiores nomes do esporte, Snapper Rocks é amplamente considerada uma das ondas mais perfeitas e de alta performance do planeta. Preparada com areia trazida da foz do rio Tweed, a onda oferece aos competidores longas paredes tubulares, tubos profundos, seções para grandes aéreos e tudo mais. Com uma previsão do tempo excelente para os primeiros dias do evento, será um retorno incrível aos holofotes para Snapper Rocks e para a Gold Coast. A primeira chamada será amanhã de manhã, sexta-feira, 1 de maio, às 7h30 AEST, para um possível início às 8h, com previsão de um dia inteiro de atividades. Os melhores do mundo retornam a Snapper Rocks para as primeiras eliminatórias do CT desde 2018. 2018 foi um ano incrível para o evento Gold Coast CT, com Lakey Peterson (EUA) e Julian Wilson(AUS) conquistando vitórias memoráveis no icônico Kirra Point, após uma grande ondulação forçar a mudança do evento de Snapper para o Finals Day. O dia anterior foi a última vez que as baterias do Championship Tour foram disputadas neste milagre artificial. Desde então, o evento mudou-se para D-bah, Burleigh Heads, enfrentou duas temporadas interrompidas pela pandemia e realizou alguns eventos incríveis como a principal etapa do Challenger Series. Amanhã, a elite do surfe profissional retorna a Snapper Rocks pela primeira vez em quase oito anos. Com uma previsão do tempo incrível e o banco de areia em perfeitas condições, o Bonsoy Gold Coast Pro 2026 apresentado pela GWM promete ser um evento memorável, marcando o retorno dos melhores surfistas do mundo a um dos locais mais icônicos do surfe profissional. “Nada se compara a uma etapa da Liga Mundial de Surfe em Snapper Rocks, e este ano está tudo pronto para isso”, disse o prefeito da Gold Coast, Tom Tate. “A cidade trabalhou incansavelmente para manter a WSL em nosso calendário de grandes eventos, e eu aplaudo os dirigentes, patrocinadores e organizadores por trazerem o Bonsoy Gold Coast Pro para o berço espiritual do surfe. Marque um encontro com Snapper e venha curtir a Gold Coast.” Após as duas primeiras etapas da temporada, Stephanie Gilmore(AUS) ocupa a última posição do ranking, o 23º lugar. Depois de dois anos afastada do Championship Tour, a oito vezes campeã mundial teve seu pior início de temporada desde o retorno. Aos 38 anos, ela busca agora se reerguer em seu pico local, Snapper Rocks, um lugar que domina desde sua primeira vitória, aos 17 anos, como convidada especial que faltou à escola em 2005. Ao longo de sua carreira, Gilmore acumula seis vitórias no Gold Coast Pro, com sete finais disputadas, e em 16 participações, apenas uma vez ficou abaixo das quartas de final. Gilmore tentará usar sua vasta experiência competitiva para voltar aos trilhos, especialmente porque enfrentará Erin Brooks(CAN), a surfista que a derrotou na etapa do ano passado, logo em sua primeira bateria. “Fiquei duas temporadas afastada, passou muito rápido. Mas agora, tudo é lucro e eu só quero passar de bateria”, disse Gilmore. “Todo mundo está surfando muito bem. Assistindo ao circuito feminino de longe, fiquei muito inspirada pelas performances em todas as ondas ao redor do mundo. O nível do surfe feminino subiu muito e eu só queria fazer parte disso. Ter essa oportunidade de voltar, aceitar um convite e poder chegar lá e tentar surfar bem, é tudo o que eu quero. Mas é claro que eu adoraria vencer na Gold Coast de novo. Para mim, esse é o lugar perfeito para vencer, na frente da minha família e dos meus amigos. É claro que Pipeline e lugares assim são históricos, mas este é o mais legal para mim.” Normalmente, um surfista que constrói seu ranking lentamente ao longo da temporada, Gabriel Medina (BRA) chegou quase imediatamente ao primeiro lugar, com o melhor início de temporada do Circuito. Uma semifinal no Rip Curl Pro Bells Beach, seguida por um segundo lugar no Western Australia Margaret River Pro, coloca Medina exatamente onde ele esperava estar após um ano afastado por lesão. Historicamente, o Gold Coast Pro não tem sido o evento mais forte para o tricampeão mundial, mas com uma vitória em 2014 no currículo, além de uma nova perspectiva para o Circuito, nada será uma surpresa para Medina em 2026. “É ótimo estar de volta a Snapper competindo depois de alguns anos fora. Snapper é um lugar incrível, eu sempre me divirto muito aqui”, disse Medina. “Como o Mick [Fanning] diz, este é o paraíso. É um lugar maravilhoso e estou muito feliz por estar de volta. Tive sucesso aqui no início da minha carreira e sempre me senti confortável e feliz aqui. Estou me sentindo bem depois de um tempo fora, e voltar a vestir a camisa amarela já é muito bom. É bom saber que meu surfe ainda está no nível. Eu estava nervoso antes de Bells, então estou me sentindo muito mais confortável de volta ao circuito com alguns bons resultados já conquistados.” Gabriela Bryan (HAV) chega ao Bonsoy Gold Coast Pro Presented by GWM vestindo a camisa amarela de líder pelo segundo ano consecutivo. A surfista de 24 anos, natural de Kaua, deu um salto de qualidade em 2025, vencendo três etapas e terminando a temporada como número 3 do mundo. Embora tenha precisado de um período de adaptação para se sentir confortável no topo, Bryan está feliz onde está. Com uma vitória na etapa de abertura da temporada em Bells Beach, que a coloca em uma posição privilegiada na disputa pelo título mundial, Bryan pretende manter a camisa amarela o máximo que puder. “É a minha primeira vez competindo em Snapper Rocks e estou muito animada”, disse Bryan. “Quando eu era pequena, Snapper e Honolulu eram os eventos dos meus sonhos, mas quando entrei no circuito profissional, infelizmente os dois foram cancelados. Mas fiquei tempo
Sinal AMARELO para o CBSURF BIG WAVE MORMAII
Ondulação à vista para o maior evento de Surf de Ondas Grandes do Brasil, apresentado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esportes (FESPORTE) e pela Prefeitura Municipal de Laguna Possivelmente na semana que vem, serão coroados(as) os campeões(ãs) brasileiros de surf em ondas grandes! Uma grande ondulação pintou nos gráficos para a próxima segunda-feira (dia 04/05) no litoral sul de Santa Catarina, que promete agitar o cenário do big surf brasileiro. O sinal AMARELO foi ligado para rolar o CBSurf Big Wave Mormaiiapresentado pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Esportes (FESPORTE) e pela Prefeitura Municipal de Laguna. Conforme as previsões, um grande ciclone está se formando na Argentina, devendo chegar no sul do Brasil no final de semana. Será uma ondulação de sul muito grande, batendo mais de 4 metros na boia de marcação, período de 16 segundos e energia de 10.000 joules. O vento favorece a formação das ondas na Praia do Cardoso, soprando do quadrante oeste-noroeste com intensidade fraca, entrando de terral. “A união destes elementos talvez possa oferecer o maior swell dos últimos 10 anos para a praia do Cardoso”, afirma Thiago Jacaré, um dos idealizadores do Movimento Big Waves Brasil (BWB) e Coordenador de Surf de Ondas Grandes da Confederação Brasileira de Surf (Surf Brasil). A Janela de Espera por uma grande ondulação para a realização do CBSurf Big Wave Mormaii, estava aberta desde o dia 05 de novembro de 2025, quando foi lançada oficialmente durante os Jogos Abertos de Santa Catarina (JASC), juntamente com o Presidente da Fundação Catarinense de Esporte (FESPORTE) Jeferson Batista Ramos, o Prefeito de Laguna Peterson ‘Preto’ Crippa e outras autoridades das instituições do Surf, como SURF BRASIL, FECASURF, ASTFSM e BWB. Desde então não havia aparecido nos gráficos de previsão nenhuma ondulação com tanto potencial quanto esta. NA ROTA DO BIG SURF Santa Catarina está lançando para o Brasil e para o mundo, a primeira Rota de Destino de Turismo Esportivo integrado entre cinco municípios do mundo: a Rota do Big Surf. Para mostrar o potencial de Surf de Ondas Grandes que esta região possui, nada melhor do que realizar eventos esportivos como o CBSurf Big Wave Mormaii, com os melhores atletas do Brasil e do mundo surfando estas grandes ondulações. Para a FESPORTE: “Santa Catarina é, por natureza, a casa dos esportes de ação e o Campeonato Brasileiro de Ondas Grandes reafirma essa vocação. O apoio da Fesporte a esta nova edição não é apenas um incentivo a uma competição de elite, mas um investimento direto no fortalecimento de uma modalidade que projeta nosso estado para o mundo. Queremos que nossos atletas sintam que a Fesporte é uma parceira no desenvolvimento do surfe de alta performance”, relata o Presidente Jeferson Ramos. “O big surf para Laguna, é mais do que um esporte, ele é um fomento turístico de forte atrativo econômico, que favorece o comércio local bem como todo o fomento da cadeia produtiva turística, além de ser uma característica ímpar do município, já que somos a região com maior incidência de ondas grandes do Brasil, favorecendo também o reconhecimento de outras culturas, atrativos e característica que Laguna tem”, afirma o Prefeito de Laguna, Peterson ‘Preto’ Crippa, sobre a importância do evento para o município. ENTENDA O EVENTO E A SUA CHAMADA – A abertura da Janela de Espera do evento, ocorreu em 05 de novembro de 2025 e está aberta até o dia 15 de agosto de 2026. Dentro desta Janela de Espera, quando aparece uma grande ondulação nos gráficos de previsão, a organização do evento emite o “Sinal Amarelo” com 7 (sete) dias de antecedência, alertando em relação à possibilidade de realização do evento. – Caso a ondulação se confirme adequada, com 4 (quatro) dias de antecedência será dado o “Sinal Verde”, confirmando a realização do evento. – Caso a ondulação não se confirmar, será dado o “Sinal Vermelho”, voltando à espera por uma ondulação mais adequada. O CBSurf Big Wave Mormaii será realizado em um único dia (previsto para o dia 04/05/2026 – segunda-feira), no auge da grande ondulação. No final do dia, poderá ser realizada uma Cerimônia de Premiação aberta ao público, com música ao vivo. QUAIS SERÃO OS ATLETAS COMPETIDORES? Alguns dos melhores atletas do Brasil estarão presentes em Laguna, disputando os títulos de Campeão e Campeã Brasileiros na modalidade Surf de Ondas Grandes: CATEGORIA MASCULINA: CATEGORIA FEMININA Caso alguns destes atletas não possam competir do dia do evento, devido à lesão e/ou a compromissos não previstos, haverá uma lista de atletas alternates para substituí-los.
Surf Brasil Master chega no domingo decisivo com 10 concorrentes aos títulos brasileiros
Os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins lutam pelo troféu da categoria 40+, na 50+ restaram 5 candidatos e na 60+ apenas 3 podem ser campeão em Aracaju O Surf Brasil Master chega no domingo decisivo com 10 concorrentes aos primeiros títulos brasileiros da temporada 2026 na capital de Sergipe. Apenas os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins lutam pelo troféu da categoria 40+, na 50+ o líder Victor Ribas reduziu para cinco o número de candidatos e só três podem ser campeão na 60+, que continua com o sergipano Tady na dianteira. A batalha final pelos títulos promete ser emocionante e será transmitida ao vivo da belíssima Praia dos Náufragos em Aracaju, pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TV no YouTube, que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br. A lista dos 10 surfistas que vão disputar os primeiros troféus de campeão brasileiro do Surf Brasil em 2026, é iniciada pelos cearenses Edvan Silva e Felipe Martins na categoria principal, dos competidores com 40 anos ou mais de idade. Na 50+ são cinco na briga do título, o cabo-friense Victor Ribas, o sergipano Romeu Cruz, o alagoano Gilberto Araujo, o paraibano e atual campeão Fabio Gouveia e o baiano Marcelo Alves. E os três candidatos na categoria das lendas com 60 anos, são o sergipano Tady, o cearense Cardoso Junior e o paulista Edson Vieira. O Surf Brasil Master está apresentando a verdadeira rica história do surf brasileiro neste novo formato de competição inaugurado no sábado passado, que reuniu 125 surfistas de 12 estados do país, alguns que formaram o antigo “Brazilian Nuts”, primeira geração de brasileiros que assombraram o cenário internacional, como Fabio Gouveia, Victor Ribas, Neco Padaratz. O sábado já foi adrenalizante na Praia dos Náufragos, com vários confrontos decisivos sendo disputados em alto nível pelos ídolos do passado, que pavimentaram o caminho para o Brasil ser hoje a maior potência do surf mundial. Fabio Gouveia é o atual campeão brasileiro da categoria 50+ e venceu a primeira das três etapas do Surf Brasil Master 2026 em Aracaju. O líder do ranking agora é Victor Ribas, mas Fabinho ainda está na briga pelo bicampeonato consecutivo. A sua bateria das oitavas de final ficou para abrir o domingo, contra os também campeões brasileiros Rogerio Dantas (CE) e Alvaro Bacana (MA), além do Luciano Alemão (SC). Outro dos cinco concorrentes ao título 50+ é o alagoano Gilberto Araujo, que fecha as oitavas de final com o potiguar Ivan Medeiros e os baianos Ademar Neto e Esdras Santos. Os outros três candidatos da 50+ já passaram para as quartas de final, nas últimas baterias do sábado na Praia dos Náufragos. Dois deles foram os primeiros a se classificar, com o baiano Marcelo Alvesderrotando três sergipanos. O número 3 do ranking, Romeu Cruz, avançou junto com ele e tirou quatro concorrentes ao título brasileiro. Outros dois também competiram juntos, mas o vice-líder Flavio Sukita e Leonel Brizola perderam para o carioca Sergio Noronha e para o paraibano Paulo Germanoe também saíram da briga. Já o líder Victor Ribas, acabou com as chances de mais quatro com a vitória na quinta oitava de final. “Eu troquei a prancha na hora certa e competir aqui não é fácil. Primeiro que tem excelentes atletas, a corrida do título tá difícil pra caramba e o vice-líder tinha acabado de perder antes de mim. Aí fiquei um pouco tenso, mas respirei fundo para ir com calma e deu tudo certo”, contou Victor Ribas. “Eu me concentrei para fazer o que sempre fiz desde criança, que é competir. O mar é difícil aqui, a arrebentação é muito longe e me lembrou os tempos de amador, porque pela distância, não dá pra escutar nada das notas. Graças a Deus, peguei bastante ondas, fiz manobras de borda, rasgadas, cutbacks, um cardápio bem diferenciado pros juízes me darem boas notas”. SURFISTAS DA GERAÇÃO BRAZILIAN NUTS NO SURF BRASIL MASTER Victor Ribas foi o terceiro melhor do mundo no CT em 1999, melhor posição de um brasileiro antes do Gabriel Medina ganhar seu primeiro título mundial em 2014. Vitinho já foi campeão brasileiro profissional e tenta agora ser campeão brasileiro Master pela primeira vez, para representar o Brasil no Mundial Master da ISA em 2027. O carioca Sergio Noronha tirou dois concorrentes dele duas baterias antes e é de uma geração até anterior a dele. Ele já tem dois títulos no Master, das categorias 50+ e a extinta 55+ e foi o brasileiro mais bem colocado no primeiro Hang Loose Pro Contest da história, em 1986 na Praia da Joaquina, em Florianópolis. “Eu consegui pegar duas ondas que me levaram a primeira colocação e foi uma bateria dura com atletas muito bons, então estou feliz pela vitória”, disse Sérgio Noronha. “Esse ano é uma configuração nova no Master, achei a ideia do Surf Brasil excelente, de minimizar os custos pros atletas, mas seria muito interessante que essa mesma competição tripla acontecesse em outros locais, com etapas talvez em Saquarema, Ubatuba, Joaquina, Paracuru, Backdoor na Bahia, para engrandecer o esporte”. Sergio Noronha destacou um ponto importante na sua sugestão: “Nós somos um país de pouca memória, então muitos de nós aqui, o Victor Ribas, Fabio Gouveia, Neco Padaratz, o Teco nosso presidente que não compete mais, foi essa geração que botou o Brasil no mundo. A gente era os Brazilian Nuts, bem antes do Brazilian Storm, então o Brasil precisa conhecer essa geração, precisa saber que nós sedimentamos esse caminho que hoje o Gabriel Medina, Filipe Toledo, estão trilhando. É preciso preservar a história do surf nacional e isso é maravilhoso pra nós surfistas, nos sentirmos valorizados pelo que fizemos lá atrás”. CATEGORIA MASTER APRESENTA A RICA HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO Desde que foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf pela primeira vez em 2022, uma das metas de Teco Padaratz era resgatar a categoria Master, passando a promover mais campeonatos com boas premiações e isso motivou muitos surfistas a voltarem a competir. Fabio Gouveia, Victor Ribas, Jojó de Olivença, Neco Padaratz e o próprio Sergio Noronha, são alguns exemplos. Incentivou também outros surfistas de gerações mais recentes a alongarem suas carreiras, como os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins, que estão na briga pelo título na principal categoria, dos surfistas com 40 anos de idade. Ambos ainda competem no Campeonato Brasileiro Profissional e participaram da abertura do Surf Brasil Pro 2026, realizada em fevereiro na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. E vão competir também na segunda etapa, que
Reestruturação do ranking prepara o terreno para o dia das finais no Margaret River Pro na Austrália Ocidental
O palco está montado para o dia das finais no Western Australia Margaret River Pro , a segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, após a conclusão das quartas de final masculinas e femininas hoje em Main Break. O ranking está prestes a sofrer alterações, com os dois melhores surfistas de ambos os gêneros já eliminados, deixando Luana Silva (BRA), Lakey Peterson (EUA), Caity Simmers (EUA), Gabriel Medina (BRA) e Samuel Pupo (BRA) com chances de deixar o oeste com a camisa amarela de líder. O terceiro dia de competição viu ventos fracos de terral criando algumas ondulações nas ondas de 1,2 a 1,8 metros, o que não prejudicou a ação, já que algumas das maiores pontuações do evento foram registradas em Main Break. A batalha épica entre Carissa Moore (HAV) e Caitlin Simmers (EUA) não decepcionou, com ambas as surfistas, a pentacampeã mundial e a campeã mundial de 2024, proporcionando alguns dos momentos mais emocionantes do dia. Após uma troca inicial de ondas que deu a Moore uma pequena vantagem, Simmers atacou agressivamente uma das maiores ondas do dia. Combinando duas curvas sólidas com um layback dramático na seção final, Simmers conquistou 8,50 (de um total possível de 10), a maior nota individual do dia em uma única onda. Moore respondeu com um layback impressionante, garantindo 7,57, mas as duas ondas surfadas por Simmers foram suficientes para manter a medalhista de ouro olímpica sob controle, levando a vice-campeã do evento em título às semifinais mais uma vez. “Acho que a melhor sensação no surfe é a velocidade, então estou sempre em busca disso, seja numa bateria ou surfando livremente”, disse Simmers. “Eu sabia que precisava pegar o lip e entrar numa parte íngreme da onda para conseguir competir de igual para igual com a Carissa [Moore], porque ela é uma das melhores surfistas de todos os tempos. Eu assistia a vídeos dela quando tinha uns 10 anos, então é muito especial ter uma bateria como essa. Acho que vou me lembrar dessa bateria por um bom tempo. Todas nós, meninas aqui, sentimos um pouco de medo, porque você não estaria aqui se não desejasse essa sensação de intimidação e medo umas das outras, mas também precisa ter confiança para acreditar em si mesma. Eu acreditava em mim, mas também estava com medo ao mesmo tempo. Acho que você precisa das duas coisas para vencer a bateria. Se você acha que é a melhor e mais forte surfista da casa, provavelmente vai se dar mal. Mas se você tem um pouco de medo, e obviamente respeito pela Carissa, então eu só queria surfar o melhor que pudesse. E acredito que consegui.” Isso me deixa orgulhoso e feliz.” Na semifinal, Luana Silva (BRA) enfrentará Simmers. Ela superou a atual campeã mundial Molly Picklum (AUS) e continua sua ótima campanha na Austrália. Tendo também derrotado Stephanie Gilmore(AUS) e Tyler Wright (AUS) em Bells Beach, Silva se consolidou como a adversária mais forte contra as campeãs mundiais australianas no circuito de 2026. Gabriel Medina (BRA) avançou para as semifinais em Margaret River pela segunda vez na carreira, após uma vitória convincente sobre Crosby Colapinto (EUA). O tricampeão mundial obteve a maior pontuação da bateria até o momento, 15,87 (de um total possível de 20), deixando o estreante do ano de 2024 precisando de uma performance quase perfeita para derrotá-lo. Com uma leitura excepcional das ondas irregulares, Medina cortou as seções mais complicadas para executar curvas fechadas e precisas no pico das ondas grandes, alcançando uma nota de 8,20 em sua única onda. Tendo tido dificuldades para obter bons resultados no passado em Margaret River, Medina deu a volta por cima com uma vitória em 2023 e agora busca repetir o feito em 2026. “É muito bom vencer a bateria”, disse Medina. “O Crosby [Colapinto] tem surfado muito bem, e eu gosto muito do surfe dele. Sempre falamos dele com meus amigos porque eu adoro o surfe dele. A nova geração tem alguns dos caras mais difíceis de enfrentar nas baterias, então foi ótimo conseguir a vitória. Eu estava em sintonia com o oceano, eu sentia, e cada vez que as ondas vinham na minha direção, a sensação era ótima.” Nas semifinais, Medina enfrentará Samuel Pupo (BRA) em uma revanche das quartas de final do Rip Curl Pro Bells Beach, após Pupo eliminar Joel Vaughan (AUS) na primeira bateria do dia. Liderando a maior parte da bateria graças à sua habilidade nas manobras em condições difíceis, Pupo resistiu a uma reação tardia de Vaughan, que garantiu a maior nota da bateria, 7,73, mesmo com a vantagem imposta pelo brasileiro. Este resultado marca a segunda semifinal da carreira de Pupo. “Foi realmente complicado ter uma pausa tão grande depois da minha bateria da terceira rodada contra o Kanoa [Igarashi]”, disse Pupo. “Parecia que tinha sido há muito tempo. É difícil manter o ritmo, manter o embalo com a mente competitiva. Definitivamente me senti um pouco perdido nos primeiros minutos e cometi um grande erro ao deixar o Joel [Vaughan] pegar a melhor onda da bateria no final e dar a ele a chance de voltar para a disputa. Foi complicado, com certeza, mas estou feliz que meu surfe ainda esteja ótimo e as bordas ainda estejam afiadas.” Pelo segundo evento consecutivo, George Pittar (AUS) permanece como o único australiano na disputa. O surfista de 23 anos conquistou mais uma grande vitória hoje, derrotando o atual campeão mundial Yago Dora (BRA) e avançando para sua segunda semifinal em Margaret River, em três participações. Após uma bateria lenta para ambos os surfistas, com apenas uma nota notável de 7,00 para Dora, a dupla dividiu o pico em uma onda surfada a cinco segundos do fim. Ambos os surfistas se mantiveram firmes em suas posições de frontside, com Pittar executando uma combinação precisa de três curvas para a direita, enquanto Dora finalizou a onda com uma combinação dramática de duas curvas para a esquerda. Pittar obteve 7,57, deixando Dora precisando de 6,08, uma nota um pouco acima do 6,00 exigido, o que garantiu a vitória para Pittar por apenas 0,07. “Sinceramente, fiquei completamente fora de mim por uns 34 minutos e 45 segundos”, disse Pittar. “Foi a pior
Surf Brasil Master decide a segunda etapa nesta quinta-feira em Sergipe
A chuva com ventos fortes voltou a paralisar a competição na tarde da quarta-feira depois de 27 baterias disputadas na Praia dos Náufragos em Aracaju O Surf Brasil Master fecha nesta quinta-feira, a segunda das três etapas que decidem os primeiros títulos brasileiros da temporada em Aracaju. A chuva intensa com ventos fortes, voltou a paralisar a competição na tarde da quarta-feira na Praia dos Náufragos, como na terça-feira pela manhã. Para recuperar o tempo, a duração das baterias foi reduzida de 20 para 15 minutos e foi possível realizar 27 até as 15h30, quando desabou outro temporal na capital de Sergipe. A quinta-feira começou com a continuação das oitavas de final da categoria 40+, ao vivo pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TVno YouTube, que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br. Essa mesma divisão principal do Surf Brasil Master, dos surfistas com 40 anos ou mais de idade, foi interrompida na terça-feira, com as três últimas baterias da primeira fase ficando para abrir a quarta-feira em Aracaju. O dia amanheceu com boas condições, vento terral e ondas bem formadas na Praia dos Náufragos. Após as três baterias da rodada inicial da categoria 40+, foram realizadas as 16 da primeira fase da 50+, as seis da 60+ e as duas primeiras das oitavas de final da 40+. Todas as 27 baterias rolaram com apenas 15 minutos de duração, como nos tempos dos antigos circuitos brasileiros amadores. “Estou feliz de ter avançado mais uma bateria. Não foi do jeito que eu planejei, mas o importante era passar”, disse Victor Ribas, após vencer a oitava bateria da 50+. “Choveu muito ontem, aí hoje tava esse vento terral, ficou bonito o mar, a onda lisinha, certinha, só que o vento virou pra ladal e aí mudou tudo, o mar ficou bem ruim. Mas, o importante é estar vivo na competição, porque hoje não foi fácil não se virar nos 15 (minutos). Estava até me sentindo naquela fase de campeonatos amadores. Foi uma volta no tempo, mas seguimos vivos na competição e é isso que importa”. Victor Ribas é uma das estrelas do Surf Brasil Master que já representaram o país na elite do surf mundial. Ele foi o número 3 do mundo no CT em 1999, melhor posição de um brasileiro antes do primeiro título mundial do Gabriel Medina em 2014. Vitinho já venceu duas etapas da categoria Master em Sergipe, em 2023 em Itaporanga D´Ajuda e no ano passado em Estância. Ele chegou perto do tricampeonato, mas ficou em segundo lugar na vitória do atual campeão brasileiro 50+, Fabio Gouveia, na primeira etapa encerrada na segunda-feira em Aracaju. JERONIMO BOMFIM CARIMBANDO A FAIXA DO CAMPEÃO FABIO GOUVEIA O paraibano é um dos grandes ídolos do passado, que pavimentaram o caminho para o Brasil ser hoje a maior potência do surf mundial. Fabinho conquistou seu segundo título de campeão brasileiro Master no ano passado, vencendo as duas últimas etapas realizadas em Santa Catarina, em Itapoá e Navegantes. Ele manteve a invencibilidade na primeira etapa do Surf Brasil Master em Sergipe, mas na quarta-feira teve sua faixa carimbada pelo baiano Jeronimo Bomfim. Mesmo assim, Fabio Gouveiaavançou para as oitavas de final em segundo lugar na bateria, eliminando o pernambucano Ayrton Almeida. “Lá dentro do mar, está muito difícil de achar as ondas. É aquela correria, rema pra cá, rema pra lá, aí peguei uma legal no meio da bateria que fortaleceu minha pontuação”, contou Jeronimo Bomfim, que já venceu uma etapa Master em Sergipe, em 2024 em Itaporanga D´Ajuda, mas tinha perdido para o mesmo Fabio Gouveia em sua estreia na primeira etapa em Aracaju. “No finalzinho da bateria, uma onda subiu pra mim, remei com toda força, aí consegui entrar nela pra fazer meu surf. Eu forcei o máximo que eu pude e dessa vez consegui virar pro primeiro lugar, graças a Deus”. VITÓRIAS SERGIPANAS COM DUAS DOBRADINHAS NA CATEGORIA 50+ Outro destaque nas baterias de 15 minutos da primeira fase 50+, foi o sergipano Romeu Cruz. Ele foi até as semifinais da primeira etapa do Surf Brasil Master na segunda-feira e está na briga direta pelo título brasileiro, que seria inédito para o estado de Sergipe. Romeu venceu a 13.a das 16 baterias com o maior placar da categoria 50+ até ali, 10,50 pontos, com um dos atletas que ele treina, Gildeon Reis, garantindo uma dobradinha sergipana sobre o baiano Dalmo Meireles. “É um prazer imenso estar competindo novamente no Surf Brasil Master e, pra mim, é uma honra estar com os melhores surfistas do Brasil que fizeram história no mundo também”, destacou Romeu Cruz. “O mar está um pouco difícil, mas fico feliz em ter passado junto com o Gil Reis, que é meu atleta. Na bateria que eu perdi ontem, fiquei esperando muito pelas ondas boas, mas elas não vieram e isso serviu como lição. Hoje comecei a surfar mais embaixo do pico, a pegar mais ondas e foi uma tática certa. Peguei uma prancha quadriquilha que encaixou bem com esse tipo de onda e deu tudo certo, então estou superfeliz”. TADY COMEÇA A DEFENDER A LIDERANÇA DO RANKING 60+ COM VITÓRIA Outra dobradinha sergipana vencedora na primeira fase 50+, já havia acontecido na quinta bateria, com Edson Papagaio e Marcelo Resendeeliminando outro baiano, Esdras Santos. E na categoria 60+, o único representante de Sergipe também estreou com vitória na segunda etapa do Surf Brasil Master na quarta-feira. Tady ganhou a primeira etapa e começou a defender a liderança do ranking derrotando o baiano Paulo Falcon e o único surfista do Rio Grande do Sul no evento, Angelo Gulea. Tady agora vai enfrentar dois catarinenses nas quartas de final, Rubens Farias e Saulo Lyra. “A primeira bateria do evento, é sempre a mais complicada, porque a gente ainda não está sintonizado no tempo, no pico. Mas depois que o sangue esquenta, tudo funciona dentro da normalidade”, analisou Tady, que também tenta conquistar o primeiro título brasileiro de surf para o estado de Sergipe. “Fico feliz que já tem uma galera aqui na praia, mesmo em um dia de trampo normal, com colégio. Daqui a pouco chega minha filhona, meu filho que é meu coach já está aqui, então vamos aproveitar bastante e desfrutar das coisas boas que a vida nos proporciona”. CAMPEÃO MUNDIAL
Competição suspensa pelos próximos dois dias no Margaret River Pro, na Austrália Ocidental
Com fortes ondulações e ventos terral continuando a castigar a costa ao redor de Margaret River, o Western Australia Margaret River Pro , segunda etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, permanecerá em espera. Com apenas 14 baterias restantes e previsão de ventos terral mais fracos a partir de sexta-feira, a decisão foi tomada de manter o evento em espera até pelo menos sexta-feira, quando as condições se tornarão mais favoráveis para a competição no final desta semana. “Tínhamos uma pequena esperança de que o vento pudesse ficar mais favorável na quarta-feira, mas quando a previsão mudou, decidimos manter a situação indefinida durante a semana até sexta-feira”, disse Renato Hickel, vice-presidente de Torneios e Competições da WSL. “Tomaremos uma decisão na sexta-feira e atualizaremos o horário dessa decisão na tarde de quinta-feira, assim que tivermos uma ideia mais clara dos ventos previstos para aquela manhã.” Quando a competição for retomada, veremos as quartas de final disputadas tanto no masculino quanto no feminino. A primeira bateria feminina colocará frente a frente duas estrelas do Main Break: Gabriela Bryan (HAV) e Sawyer Lindblad (EUA). Além de vestir a camisa amarela de líder, Bryan busca sua terceira vitória consecutiva neste local, após quatro finais seguidas, enquanto Lindblad tenta se consagrar e conquistar sua primeira vitória na elite. Na partida das quartas de final, a campeã mundial de 2024, Caitlin Simmers (EUA), enfrentará a pentacampeã mundial Carissa Moore(HAV), que retorna ao torneio em busca de uma histórica quarta vitória no Margaret River Pro, na Austrália Ocidental. Crosby Colapinto (EUA), de San Clemente, precisará apresentar toda a forma que o levou a conquistar sua primeira vitória em uma bateria do CT contra seu irmão mais velho, Griffin, na terceira rodada, se quiser derrotar o tricampeão mundial e ex-vencedor em Margaret River, Gabriel Medina(BRA), nas quartas de final 2 masculinas. A forte defesa do título do atual campeão mundial , Yago Dora (BRA), continua na segunda etapa do CT, com mais uma vaga nas quartas de final. Dora tem a chance de recuperar a camisa amarela de líder com outra vitória em bateria, mas terá que superar um George Pittar (AUS) em ótima fase nas quartas de final 3, enquanto Pittar busca outra vaga na semifinal do Western Australia Margaret River Pro. Confrontos das quartas de final do Campeonato Profissional Feminino de Margaret River, Austrália Ocidental HEAT 1: Gabriela Bryan (HAW) x Sawyer Lindblad (EUA) ELIMINATÓRIA 2: Caroline Marks (EUA) vs. Lakey Peterson (EUA) ELIMINATÓRIA 3: Molly Picklum (AUS) vs. Luana Silva (BRA) ELIMINATÓRIA 4: Caitlin Simmers (EUA) vs. Carissa Moore (HAV) Confrontos das quartas de final do torneio masculino profissional Margaret River, na Austrália Ocidental. HEAT 1: Samuel Pupo (BRA) x Joel Vaughan (AUS) HEAT 2: Crosby Colapinto (EUA) x Gabriel Medina (BRA) HEAT 3: Yago Dora (BRA) x George Pittar (AUS) ELIMINATÓRIA 4: Italo Ferreira (BRA) vs. Ethan Ewing (AUS)
Fábio Gouveia, Edvan Silva e Tady vencem a primeira etapa do Surf Brasil Master 2026
O paraibano, o cearense e o sergipano largaram na frente da disputa dos títulos brasileiros e a segunda etapa já começa nesta terça-feira em Aracaju O paraibano Fábio Gouveia, o cearense Edvan Silva e o sergipano Tady, venceram a primeira etapa do Surf Brasil Master e largaram na frente da corrida pelos primeiros títulos brasileiros da temporada 2026 em Sergipe. Na categoria dos surfistas com 40 anos, Edvan foi campeão invicto na Praia dos Náufragos. Na dos 50 anos, Fabinho iniciou a busca do bicampeonato brasileiro e na dos 60 anos, Tady repetiu a vitória em Sergipe no ano passado. A primeira das três etapas em Aracaju, terminou na segunda-feira e a segunda já começa nesta terça-feira, ao vivo pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TV no YouTube, que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br. “Foi uma história muito longa pra chegar até aqui. Meus alunos (da sua escolinha de surf em Fortaleza) que compraram minha passagem, ganhei uma prancha pra sortear, minha esposa me incentivou a vir e estou muito feliz que deu tudo certo”, contou Edvan Silva. “A pousada que eu estou, do Tady e do filho dele, tem uma vibe surreal da galera lá. O Neco (Padaratz) tá lá, o cara tem uma história incrível e só passa mais garra pra gente. Estou feliz de ter dado meu máximo em todas as baterias e agradeço a todos que me ajudaram, minha família, meus alunos, é muita gente e obrigado a todos. Eu consegui galera, fui campeão e tem mais duas etapas pra acontecer, então vamos lá seguir nesse ritmo”. Fábio Gouveia também era só alegria pela terceira vitória consecutiva no Circuito Brasileiro Master desde o ano passado: “É mais um troféu pra estante, mas realmente não é fácil. Eu tenho treinado bastante, mas por mais que você fique ativo, aqui foi bem difícil. Hoje fui agraciado com boas ondas nas baterias, só que não é fácil, porque tem muita gente surfando bem. Os 60+ nos empolgam, os 40+ nos dá aquela instiga, então nós queremos andar bem também. A galera toda tá arrebentando, isso mostra o gás que os surfistas masters estão e a gente serve de exemplo pra geração que está aí arrebentando no Circuito Mundial agora”. O sergipano Tady também festejou o bicampeonato em casa, sendo carregado pelo filho e pela torcida até a arena do Surf Brasil Master na Praia dos Náufragos: “É coisa de Deus! É muito importante esse título, você sabe que defender um título é muito complicado e eu era a bola da vez, porque ganhei no ano passado. Mas no final deu certo, graças a Deus. Eu fico sem palavras, já são 4 anos de etapas do Master aqui em Sergipe e só tenho que agradecer a todos que fazem esse evento acontecer, agradecer meus amigos e ver essa galera toda torcendo por mim, é complicado e todas as vezes eu choro de emoção (em lágrimas)”. Importante destacar que os campeões brasileiros nas três categorias, garantem vagas para representar o país no Mundial Master da International Surfing Association (ISA) em 2027. O título da categoria 40+ foi o primeiro a ser decidido na segunda-feira de boas ondas na Praia dos Náufragos e Edvan Silva foi o único surfista a vencer todas as baterias que disputou no Surf Brasil Master 2026. Desde quando derrotou o ídolo Neco Padaratz e o campeão mundial Master, Diego Rosa, na primeira bateria do campeonato no sábado, até a decisão contra o baiano Flavio Costa (2.o lugar) e os cearenses Felipe Martins (3.o) e o atual campeão brasileiro 40+, Marcio Farney (4.o), quando garantiu o prêmio máximo de 5.500 Reais da vitória. CAMPEÃO INVICTO E RECORDISTA ABSOLUTO DO SURF BRASIL MASTER Além de ter sido o único invicto na primeira etapa do Surf Brasil Master 2026 em Aracaju, ganhando todas as cinco baterias que disputou, Edvan Silva também se tornou o recordista absoluto nas ondas da Praia dos Náufragos. Na semifinal 100% cearense contra Felipe Martins, Itim Silva e Isaias Silva, o campeão deu um show surfando de frontside nas direitas e de backside nas esquerdas. Edvan fez o maior placar do campeonato, 15,36 pontos, somando também a maior nota de todo o evento, 8,83. Só ele conseguiu superar as marcas do potiguar José Junior no domingo, nota 8,50 e 13,83 pontos. O surfista de Baía Formosa, José Junior, tinha vencido a etapa sergipana do Circuito Brasileiro Master do ano passado na Praia de Abaís, na cidade de Estância. O defensor do título acabou barrado na segunda semifinal, por dois surfistas que já têm título de campeão brasileiro 40+ no currículo, o cearense Marcio Farney que venceu no ano passado e o baiano Flavio Costa em 2023. José Juniorficou em quinto lugar nessa primeira etapa do Surf Brasil Master 2026, seguido pelos três cearenses que também perderam nas semifinais, Itim Silva em sexto lugar, Isaias Silva em sétimo e Angelino Santos em oitavo. SURF BRASIL PROMOVE O CIRCUITO NACIONAL MASTER MAIS RICO DO MUNDO Todos os finalistas e semifinalistas recebem parte da premiação de 50.000 Reais, dividida em cada uma das três etapas do Surf Brasil Master em Sergipe. Uma das metas da gestão Teco Padaratz, desde que foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf pela primeira vez em 2022, era resgatar e valorizar a rica história do surf brasileiro, voltando a promover competições para os ídolos que pavimentaram o caminho para o Brasil ser hoje a maior potência do esporte no mundo. Em nenhum outro país do planeta, existe um circuito nacional da categoria Master com os valores da premiação oferecida pela Surf Brasil. Em cada uma das três etapas realizadas em nove dias neste novo formato que está sendo inaugurado na capital de Sergipe, o campeão das categorias 40+, 50+ e 60+, recebem o mesmo prêmio de 5.500 Reais. Os vice-campeões ganham R$ 3.000, os terceiros colocados nas finais levam R$ 2.500 e os quartos ficam com R$ 1.500. Quem perde nas semifinais, também é premiado com R$ 1.160 para os terceiros colocados nas baterias e R$ 673,33 para quem termina em quarto lugar. Todos os competidores marcam pontos conforme suas posições, que são computados nos rankings que definirão os campeões brasileiros. ÍDOLOS DO CIRCUITO MUNDIAL PROTAGONISTAS NA DECISÃO DO TÍTULO 50+ Na categoria 50+, os protagonistas do Surf Brasil Master foram os dois maiores nomes do país no Circuito Mundial de Surf Profissional, antes