Pioneiro do surfwear brasileiro Petrônio Tavares deixa legado de inspiração e amor ao surfe

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Foto: Reprodução  O universo do surfe e da moda esportiva brasileira amanheceu de luto com a morte de Petrônio Tavares, fundador da marca de surfwear Greenish, ocorrida nesta sexta-feira (05/06), no México. Reconhecido como um dos grandes incentivadores da cultura do surfe no país, Petrônio construiu uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, pela paixão pelo esporte e pelo incentivo a novas gerações de atletas. Natural de Aurora, no Ceará, ele fundou a Greenish em 1992 ao lado do irmão, transformando a empresa em uma das principais referências do segmento, especialmente na região Nordeste. Mais do que uma marca, a Greenish ajudou a fortalecer a identidade do surfe brasileiro, patrocinando eventos, apoiando atletas e difundindo o estilo de vida ligado ao esporte. A influência de Petrônio ultrapassou o universo empresarial. Diversos surfistas destacam sua importância na realização de campeonatos e projetos que abriram portas para novos talentos. Seu entusiasmo, generosidade e capacidade de inspirar pessoas marcaram profundamente aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele. Entre as inúmeras homenagens prestadas nas redes sociais, amigos e atletas lembraram momentos de incentivo, amizade e companheirismo. Histórias que evidenciam o carinho e o respeito conquistados por Petrônio ao longo de décadas dedicadas ao desenvolvimento do surfe nacional. Sua partida deixa uma lacuna no esporte, mas também um legado que continuará vivo nas praias, nos campeonatos e na memória daqueles que foram impactados por sua visão e dedicação. Familiares, amigos e admiradores se despedem de uma figura que ajudou a escrever importantes capítulos da história do surfe brasileiro. Fonte: WSL

6 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Primeiro dia confirmado no Surf City El Salvador Pro apresentado por Corona Cero

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O dia de abertura da competição do Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero , 5ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026, está confirmado, com ondas perfeitas no icônico point break de Punta Roca, em El Salvador. A primeira bateria da primeira rodada masculina começa às 7h30 (horário de El Salvador) com séries sólidas de 2 a 2,5 metros, antes das baterias da primeira rodada feminina e da segunda rodada masculina. A primeira rodada masculina começa com os jogadores de classificação inferior buscando encontrar seu ritmo, começando com o convidado especial para substituição por lesão e vice-campeão do evento de 2025, Matthew McGillvray (RSA), enfrentando o potente backhand de Ramzi Boukiham(MOR) na bateria 1. Em seguida, o estreante no CT de 2026 , Luke Thompson (RSA), enfrentará o vencedor das Trials masculinas, Melvin Ayala (SLV), na bateria 2, antes de um confronto na bateria 3 entre o convidado especial Bryan Perez (SLV) e o veterano do CT, Eli Hanneman (HAW). Por fim, Seth Moniz (HAW) e o estreante no CT , Oscar Berry (AUS), se enfrentarão na bateria 4 para avançar para a segunda rodada. Um dia repleto de ação continua com a segunda rodada feminina, começando com a ícone do CT, Sally Fitzgibbons (AUS), enfrentando a taitiana Vahine Fierro (FRA) na bateria 1. Além disso, a vencedora do evento de 2022 e oito vezes campeã mundial , Stephaine Gilmore(AUS), precisa superar a estreante no CT de 2025, Anat Lelior (ISR), na bateria 5, antes de sua colega, também ex-vencedora do evento e campeã mundial , Caroline Marks (EUA), enfrentar a convidada Kirra Pinkerton (EUA) na bateria 8. Ainda, a vice-campeã do evento de 2025, Isabella Nichols (AUS), a bicampeã mundial Tyler Wright(AUS), a atual número 9 do ranking , Alyssa Spencer (EUA), e a prodígio Erin Brooks (CAN) fazem suas estreias na primeira rodada. Partidas da primeira rodada do Surf City El Salvador Pro masculino: BATERIA 1: Ramzi Boukhiam (MAR) vs. Matthew McGillivray (RSA) BATERIA 2: Luke Thompson (RSA) vs. Melvin Ayala (SLV) HEAT 3: Eli Hanneman (HAW) x Bryan Perez (SLV) ELIMINATÓRIA 4: Seth Moniz (HAV) vs. Oscar Berry (AUS) Confrontos da primeira rodada do Women’s Surf City El Salvador Pro: BATERIA 1: Vahine Fierro (FRA) vs. Sally Fitzgibbons (AUS) ELIMINATÓRIA 2: Erin Brooks (CAN) vs. Yolanda Hopkins (POR) HEAT 3: Nadia Erostarbe (ESP) x Francisca Veselko (POR) ELIMINATÓRIA 4: Tyler Wright (AUS) vs. Tya Zebrowski (FRA) ELIMINATÓRIA 5: Stephanie Gilmore (AUS) vs. Anat Lelior (ISR) ELIMINATÓRIA 6: Isabella Nichols (AUS) vs. Bella Kenworthy (EUA) 7ª BATERIA: Alyssa Spencer (EUA) vs. Brisa Hennessy (CRC) ELIMINATÓRIA 8: Caroline Marks (EUA) vs. Kirra Pinkerton (EUA)

5 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race fecha a segunda etapa em Baía Formosa

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Na quinta-feira foram decididas as doze categorias das três modalidades e cinco atletas ficam perto do título brasileiro com a segunda vitória no Pontal de BF  O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race fechou nesta quinta-feira, a segunda das três etapas que estão decidindo os títulos brasileiros de 2026 em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte. Cinco atletas festejaram a segunda vitória nas ondas do Pontal de BF e já deixaram bem encaminhada a conquista do troféu de número 1 da temporada, a carioca Chloé Calmon no Longboard Pro, o cearense Mateus Memmola na categoria Sub-18, o paulista Fabio Alves na 40+ e no SUP Surf o baiano Pedro Veigafoi bicampeão na categoria Sub-18 e o catarinense Adriano Trinca Ferro na 40+. A três vezes vice-campeã mundial e tetracampeã brasileira, Chloé Calmon, reeditou a decisão da primeira etapa contra a paulista Luana Soares e a carioca colecionou mais um troféu de campeã. No Longboard Pro masculino, o também tetracampeão brasileiro, Jefson Silva, ganhou a decisão paulista com Leonardo Gimenes e tirou a liderança do ranking do baiano Darlan Almeida. A vitória nas categorias profissionais do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026, vale o mesmo prêmio de 10.000 Reais nas competições masculina e feminina, com os vice-campeões ganhando 6.000 Reais. No SUP Surf Pro, o prêmio máximo desta segunda etapa, ficou com o pentacampeão mundial e defensor do título brasileiro, Luiz Diniz, que também assumiu a ponta do ranking com a vitória no duelo paulista com Alex Salazar. Na final feminina, a tricampeã brasileira Gabi Sztamfater(SP), namorada do novo líder do Longboard Pro, Jefson Silva, entrou na briga do título brasileiro ao derrotar a vencedora da primeira etapa, Kilvia Cardoso (CE). A jovem Rebeka Klotz (SC) e Eri Tenorio (RJ), também ganharam o prêmio de 10.000 Reais pelas vitórias no SUP Race Técnico, que abriu a quinta-feira decisiva da segunda etapa em Baía Formosa. Nas categorias amadoras, quatro competidores festejaram o bicampeonato no Surf Brasil Longboard Pro SUP Wave e SUP Race, o cearense Mateus Memmola na categoria Sub-18 e o paulista Fabio Alves na 40+ também do Longboard. E no SUP Surf, o baiano Pedro Veiga igualmente na Sub-18 e o catarinense Adriano Trinca Ferro na 40+, também mantiveram a invencibilidade nas ondas do Pontal de BF. Mateus Memmola e Pedro Veiga, já confirmam a conquista do título brasileiro de 2026 por antecipação, quando vestirem a lycra da terceira etapa para garantir a pontuação mínima das suas categorias. DECISÕES AMADORAS DO LONGBOARD COM DOIS BICAMPEONATOS EM BF      Na final Sub-18 do Longboard na quinta-feira, o cearense Mateus Memmola liquidou seus adversários logo nas duas primeiras ondas que surfou e receberam notas 7,23 e 7,00. Os 14,23 pontos que totalizou, foram direto para o topo da lista dos maiores somatórios do Sub-18 em Baía Formosa. A decisão foi contra o potiguar Thobias Santos (3.o lugar) e mais dois cearenses, Raone Caleb (2.o) e Ronaldo Filho (4.o). O outro invicto no Longboard é o paulista Fabio Alves na categoria 40+, que superou o seu principal concorrente, o sergipano Robson Fraga (2.o), além do paranaense Vinicius Hirata (3.o) e o paulista Daniks Fischer (4.o). Daniks nem saiu do mar, pois também disputou a decisão seguinte, da categoria 50+, que ele é tricampeão brasileiro consecutivo em 2023, 2024 e 2025. Ele ganhou a primeira etapa, mas cometeu uma interferência e sofreu a penalidade de computar apenas uma nota. Mesmo assim, Daniks Fischerficou em segundo lugar na vitória do potiguar Leo Macedo. O paulista Carlos Fernandesficou em terceiro e outro potiguar, Francisco Moura, foi o quarto colocado. No Sub-18 feminino, duas potiguares brigaram pela vitória e nos minutos finais, Angelina Robles impediu o bicampeonato da surfista de Baía Formosa de 12 anos, Hanna Prado. As duas deixaram a paulista Isadora Diniz em terceiro e a cearense Bianca Santos em quarto lugar. O QUE FALARAM OS CAMPEÕES DO LONGBOARD PRO APÓS AS VITÓRIAS   CHLOÉ CALMON (RJ) derrotou Luana Soares (SP) por 11,10 a 8,66 pontos e só as duas estão na disputa do título brasileiro de 2026: “É viver um dia de cada vez e o segundo objetivo da viagem foi concluído, que era o título da segunda etapa. Sempre tem uma disputa boa com a Luana (Soares) e fiquei feliz por conseguir soltar mais o meu surf hoje. Acabou que na minha última onda, eu passei por cima da pedra e quebrei o parafuso da quilha de novo, que nem ontem. Mas, ainda bem que o que eu tinha feito já era suficiente pra vencer e agora é aproveitar o restante do dia hoje, porque amanhã começa tudo de novo”. JEFSON SILVA (SP) derrotou Leonardo Gimenes (SP) por 13,73 a 12,00 pontos e só os dois e Darlan Almeida (BA) brigam pelo título brasileiro de 2026: “Essa vitória me deixa no lugar que eu gostaria de estar, na briga pelo título brasileiro na última etapa. O Leo (Gimenes) tem chances, mas a briga entre eu e o Darlan (Almeida) está maior. Claro que respeitando todos os atletas, quero continuar fazendo meu trabalho para sair daqui com o objetivo concluído, que é o título nacional. Eu consegui pegar a onda certa na bateria e até agora não comentei nada, mas estou fazendo um trabalho com um brother, que é surfista local daqui e está me posicionando no pico, o Jonatha Santos, então quero deixar um agradecimento aqui pra ele”. LUIZ DINIZ E GABI SZTAMFATER SOBRE AS VITÓRIAS NO SUP SURF PRO   GABI SZTAMFATER (SP) tricampeã brasileira em 2022, 2023 e 2025, derrotou a líder do ranking, Kilvia Cardoso (CE) por 9,20 a 7,70 pontos e as duas disputam o título brasileiro com a Aline Adisaka(SP), terceira do ranking. Gabi falou sobre o apoio do namorado nas competições: “O Jejé (Jefson Silva) é o meu olho fora d´água, ele vê o que eu não vejo. Desde que ele começou a me acompanhar nos campeonatos, foi quando comecei a ganhar baterias, então ele é primordial pra minha vitória e eu sou muito grata a ele. Estou muito feliz de ter ganhado essa bateria contra a Kilvia (Cardoso), que foi muito importante pra mim no ranking e na disputa pelo título brasileiro desse ano. Agora entrei na briga também”. LUIZ DINIZ (SP) pentacampeão mundial, bateu Alex Salazar (SP) por uma larga vantagem de 15,10 a 7,53 pontos e os dois vão disputar o título brasileiro com o vencedor da primeira etapa, Leonardo Gimenes (SP): “Primeiramente, glória a Deus pela vitória e que toda honra e toda glória, seja

5 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Lançamento do livro “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” no Rio de Janeiro

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A solenidade será realizada às 6h30 da manhã desta sexta-feira, Dia Mundial do Meio Ambiente, no Santuário Cristo Redentor na capital carioca Nesta sexta-feira, 5 de junho, data em que é celebrado o “Dia Mundial do Meio Ambiente”, será realizado o lançamento oficial do livro infantil “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” na capital do Rio de Janeiro. A solenidade para convidados e imprensa, iniciará às 6h30 da manhã no Santuário Cristo Redentor, de braços abertos para a Baía de Guanabara e para o oceano que conecta vidas. Será um momento simbólico e histórico para a educação e preservação do oceano. O Padre Omar, reitor do Santuário Cristo Redentor, estará recebendo e abençoando os convidados. A Confederação Brasileira de Surf é uma das entidades apoiadoras do projeto e estará representada pelo seu presidente, Teco Padaratz, a vice-presidente Brigitte Mayer, o diretor de comunicação Ricardo Bocão e o Duda Tedesco. O livro “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” tem responsabilidade técnica do Instituto-E, foi editado pela OM.art e conta com apoio do Santuário Cristo Redentor, da Confederação Brasileira de Surf, da Confederação Brasileira de Vela, além de cooperação da UNESCO, cujo Embaixador da Boa Vontade é Oskar Metsavaht. O livro “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” representa um marco para a Cultura Oceânica no Brasil e fortalece o compromisso de diferentes instituições nacionais com a Agenda 2030 e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU). Especialmente o ODS 4 (Educação e Qualidade) e o ODS 14 (Vida na Água), inspirando o país e o mundo a passar a olhar para o oceano não apenas como uma paisagem, mas como parte essencial da vida. Idealizado por Oskar Metsavaht e escrito por Marco Aurélio de Sá Ribeiro, com ilustrações de Guilherme de Sousa, o livro “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” conta a jornada de quatro crianças na luta para a preservação do oceano. De forma divertida e didática, conecta o universo infantil à questão vital da sustentabilidade e da proteção das águas. A obra enfatiza os 10 desafios da “Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável 2021-2030”, iniciativa proclamada pela ONU (Organização das Nações Unidas) e coordenada pela UNESCO. O livro “As Aventuras dos Guardiões do Oceano” nasce como um movimento de transformação social e ambiental, voltado para estudantes do Ensino Fundamental I das redes pública e particular. A narrativa do livro apresenta a Cultura Oceânica de forma lúdica, acessível e inspiradora. O objetivo é despertar nas crianças, o sentimento de pertencimento, responsabilidade e cuidado com os mares.  O projeto pretende mostrar que cuidar do oceano, não é responsabilidade apenas de pesquisadores e ambientalistas, é uma missão coletiva que começa dentro das escolas e alcança toda a sociedade. Cada criança impactada pelo livro, poderá se tornar uma multiplicadora de conhecimento e cuidado dentro da sua família, sua comunidade e da sua cidade. Também na sexta-feira, será anunciada a parceria entre o Consórcio Cristo Sustentável e o Instituto-E, para a implantação do Prêmio Oceans, que vai agraciar iniciativas ligadas à preservação do oceano. A manhã termina com a celebração da Santa Missa pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, às 11h00, organizada pelo Vicariato para o Meio Ambiente e Sustentabilidade da Arquidiocese do Rio de Janeiro (VEMAS) e presidida pelo biólogo e vigário episcopal, Padre Josafá Carlos de Siqueira.

4 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Darlan Almeida brilha com a primeira nota 10 do Surf Brasil Longboard Pro em Baía Formosa

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O baiano bateu todos os recordes nas ondas do Pontal e vai disputar a sua primeira final na segunda-feira decisiva da primeira das três etapas no Rio Grande do Norte O baiano Darlan Almeida brilhou mais uma vez nas ondas do Pontal de Baía Formosa, batendo todos os recordes com a primeira nota 10 do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 no Rio Grande do Norte. Darlan vai disputar a primeira final da carreira com o experiente campeão brasileiro Jefson Silva, na segunda-feira decisiva da primeira das três etapas que acontecem até o próximo domingo na cidade do campeão olímpico Italo Ferreira. As finais das categorias Pro e Sub-18 femininas e da 40+ masculina, também foram formadas nas 28 baterias do Longboard disputadas no domingo, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e na TV pelo canal Woohoo. A decisão feminina da categoria Profissional, será entre as duas últimas campeãs brasileiras do Surf Brasil, a carioca Chloé Calmon que defende o título do tetracampeonato no ano passado e a paulista número 1 de 2024, Luana Soares. Na final Sub-18, Katellyn Oliveira, bicampeã em 2022 e 2025, vai enfrentar as também paulistas Isadora Diniz e Maya Canonico, além de uma estreante no Longboard, a paraibana Hanna Prado, que só tem 12 anos de idade, mora em Baía Formosa e contou com todo apoio da torcida local. E na final da categoria dos longboarders que já completaram 40 anos, o sergipano tricampeão brasileiro, Robson Fraga, vai disputar o primeiro título do Surf Brasil Longboard Pro 2026, com os paulistas Jonas Lima, Fabio Alves e o paranaense Vinicius Hirata. No domingo, os momentos mais espetaculares aconteceram na categoria profissional masculina. O baiano Darlan Almeida, recordista absoluto do sábado, viu suas marcas serem batidas logo nas primeiras baterias do dia. O cearense Elís Silvaganhou nota 8,83 na sua melhor onda, superando as duas 8,67 que Darlan tinha feito no sábado. E outro cearense, João Pedro, aumentou o recorde dos 15,07 pontos do baiano, para 16,50 somando notas 8,50 e 8,00. Mas na quarta fase, Darlan Almeidavoltou a comandar o show em Baía Formosa, recuperando o posto de recordista absoluto do Surf Brasil Longboard Pro 2026, com a vitória por 17,80 pontos computando uma nota 9,13. A facilidade que o baiano de Camaçari está encontrando para surfar no Pontal, tem uma explicação. Darlan Almeida está morando na Praia da Pipa, vizinha a BF, mas já está a mais de um mês em Baía Formosa treinando todos os dias. No domingo, ele começou o dia eliminando o campeão brasileiro Rodrigo Sphaier, depois barrou o bicampeão mundial Phil Rajzman na bateria dos 17,80 pontos. Ele disputou a primeira vaga na grande final do Surf Brasil Longboard Pro 2026 no penúltimo confronto do dia. Foi uma bateria de poucas ondas, mas Darlan achou duas boas para somar notas 8,00 e o primeiro 10 em Baía Formosa. A nota máxima saiu em um Hang Tem incrível, cravando os 10 dedos no bico do pranchão por um longo tempo, para delírio da torcida que vibrou bastante com a sua fantástica apresentação.      “Só tenho que agradecer a Deus, por ter mandado aquela onda, porque a condição tá muito difícil, um pouco loteria mesmo e só atletas de alto nível”, observou Darlan Almeida. “Como era uma bateria muito longa, demorando muito pra vir ondas, tinha que manter a paciência, a calma e é isso. Eu esperei a boa pra fazer um 8,0 quando tava com a prioridade (de escolher a onda) e quando tava voltando, vi aquela valinha do inside que eu surfei várias vezes aqui com a molecada local. Mas, eu nem imaginava que ia ser um 10, só fiz o meu melhor e a nota saiu. É o meu primeiro 10 no Brasileiro, a primeira final, eu nunca tinha corrido uma bateria homem a homem, mas venho treinando muito pra isso e tamo focado. Amanhã tem final, mas é só o começo. Tem muitos dias de evento ainda, então é seguir com foco e a mesma estratégia”. CONFRONTO DE GERAÇÕES NA DECISÃO MASCULINA DO LONGBOARD PRO      Darlan Almeida tem 23 anos de idade e vai encarar um superexperiente Jefson Silva, de 39 anos e muitas temporadas no Circuito Mundial de Longboard. Jejé conquistou seu último título brasileiro em 2024 e ficou em quinto lugar no ranking do ano passado. Ele também está invicto nas ondas do Pontal de BF, mas só disputou três baterias, contra cinco do recordista absoluto do Surf Brasil Longboard Pro 2026. Depois do Darlan Almeida conseguir o primeiro 10 do campeonato, Jefson Silva ganhou um confronto difícil contra outro expoente da nova geração do longboard brasileiro, o cearense Elís Silva, por 12,07 a 11,80 pontos.      “Estou feliz em estar em mais uma final do Circuito Brasileiro. Não foram as notas que eu queria ter feito, mas a condição do mar tá muito difícil, a maré muito cheia, a onda bem curta e você tem que estar com o fator sorte do seu lado”, destacou Jefson Silva. “Estou feliz de ter passado a bateria contra um atleta da nova geração, o Elís Silva, um moleque muito gente boa, batalhador, guerreiro. E amanhã vou enfrentar na final, o Darlan (Almeida), um moleque que eu vi crescer. Quando entrei no Circuito Mundial em 2010, o Darlan tava lá numa etapa em Itacimirim, na Bahia, pequeninho ainda, brincando no meio dos longboards. E hoje em dia está aqui, tirando campeões brasileiros e fazendo final. Eu tenho idade de ser quase pai pra ele, mas to aqui e vamo que vamo decidir esse título aí amanhã”. DUELO DE CAMPEÃS BRASILEIRAS NA FINAL DO LONGBOARD PRO FEMININO      A final profissional feminina também promete ser muito disputada e igualmente emocionante. A diferença é que será um duelo entre duas competidoras já consagradas, com títulos brasileiros e sul-americanos no currículo e bagagem internacional. A três vezes vice-campeã mundial e tetracampeã brasileira, Chloé Calmon, defende o título conquistado no ano passado contra a campeã de 2024, Luana Soares. A carioca derrotou a potiguar Mariana Ferro nas semifinais e a ubatubense passou pela campeã panamericana de 2025, Rayane Amaral, do Rio de Janeiro. Chloé Calmon falou sobre a expectativa de fazer mais uma final e do novo formato inaugurado pelo Surf Brasil, com três etapas sendo realizadas em nove dias na mesma praia: “Vão ser dias

1 de junho de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race inicia oito competições em Baía Formosa

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Darlan Almeida e Sol Tostes se destacam no Longboard Pro, Alex Salazar e Aline Adisaka no SUP Surf e quatro títulos brasileiros já foram decididos no SUP Race O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 deu a largada em oito competições no sábado em Baía Formosa, no Rio Grande do Norte. O baiano Darlan Almeida e a cearense Sol Tostesse destacaram no Longboard Pro, o paulista Alex Salazar e a cearense Kilvia Cardoso no SUP Surf e quatro títulos brasileiros já foram decididos no SUP Race. A paranaense Roseli Novloski ganhou os dois femininos, do Sprint junto com Eri Tenorio de Búzios (RJ) e do Longa Distância com o brasiliense Rudah Bosi. O sábado começou pelo Longboard Pro nas ondas do Pontal de BF, com o bicampeão mundial Phil Rajzman ganhando o segundo confronto do dia, mas quem brilhou foi o baiano Darlan Almeida na bateria seguinte. Darlan mostrou muita segurança nas manobras clássicas do pranchão, com um longo hang five no bico que arrancou nota 8,67 dos juízes. O baiano venceu sua primeira bateria por imbatíveis 15,07 pontos. Depois, voltou ao mar na penúltima do dia e deu outro show, repetindo a nota 8,67 com um incrível hang ten botando os dois pés no bico do pranchão. Nessa, Darlan fez o segundo maior placar do dia, 14,84 pontos.      “Eu só tenho a agradecer meu shaper, que me deixou muito bem equipado. A prancha tá no pé, a navalha tá afiada, então é só seguir no foco”, disse Darlan Almeida, baiano de Camaçari que atualmente está morando na Praia da Pipa (RN). “Essa bateria da segunda fase foi um pouco mais difícil, mais disputada, então fiz uma estratégia de ficar um pouco mais embaixo do pico. A bateria tava muito disputada no outside, então acabei achando uma onda boa que sobrou e fiz outro high-score (nota alta). É isso, a navalha tá afiada e, se vier a onda boa, a gente vai fazer. Amanhã tem a terceira fase, o funil vai estreitar mais ainda, vão entrar os top-8 do Brasil, então tem que ter muito foco e concentração”. No sábado, foram realizadas 10 baterias da categoria masculina no Pontal de Baía Formosa, as 8 da primeira fase e 2 das 4 da segunda fase, quando são definidos os adversários dos Top-8 do ranking de 2025, que estreiam na terceira fase do Surf Brasil Longboard Pro 2026. O recordista Darlan Almeidafoi para a primeira bateria, encabeçada pelo saquaremense Rodrigo Sphaier e o potiguar Miguel Ferro e completada pelo paulista Wenderson Biludo, que também passou pelas duas primeiras fases. Os outros dois que se classificaram para enfrentar os cabeças de chave, foram o carioca Phil Rajzman e o paulista Gabriel Moura. SOL TOSTES FAZ OS RECORDES FEMININOS DO LONGBOARD NO SÁBADO      Na categoria feminina, só rolou a primeira fase do Surf Brasil Longboard Pro 2026 no sábado, que já definiu as oponentes das Top-8 que vão estrear na segunda fase. O grande destaque entre as doze meninas que competiram, foi a cearense Sol Tostes, campeã brasileira Sub-18 em 2024. Ela achou uma onda perfeita, que abriu uma parede mais longa para mostrar toda a sua arte, fazendo as transições até colocar os pés no bico do pranchão e outras manobras clássicas dos pranchões. Sol Tostesganhou nota 8,00 nessa onda e ainda somou um 5,00 no maior placar feminino do primeiro dia, 13,00 pontos.      “Estou muito feliz, esse foi um dos maiores somatórios que eu já fiz e foi inacreditável quando eu escutei a nota dentro d´água”, disse Sol Tostes. “BF é um lugar que eu me sinto muito à vontade, a gente chega a passar 1 mês, 2 meses aqui nas férias. Então, eu surfo muito essa onda, eu conheço bem o lugar e me sinto à vontade nessa direitinha aqui, que tem meu coração. Eu posso dizer que eu gosto realmente de surfar essa onda e é isso, as minhas expectativas para esse evento são as melhores possíveis. Mas, decidi que ia vir pra cá superleve, pra me divertir sem pressão de nada e vamos seguir assim”. Depois da vitória sobre as paulistas Kaylane Souza e Maya Canonico, Sol Tostes agora vai fechar a segunda fase do Surf Brasil Longboard Pro, enfrentando as duas melhores surfistas da categoria Sub-18 no ano passado, a paulista bicampeã brasileira Katellyn Oliveira e a potiguar Angelina Robles. Outra potiguar completa essa quarta e última bateria, Eliane Andrade. Antes desse confronto, estreia a atual campeã brasileira Chloé Calmon. As primeiras adversárias da carioca são a cearense Jamille Araujo, a potiguar Mariana Ferroque também se destacou no sábado e a paulista Kaylane Souza. ALEX SALAZAR SE DESTACA VENCENDO SUAS DUAS BATERIAS NO SUP SURF      No Surf Brasil SUP Wave, no sábado já foram definidas as semifinais das categorias masculina e feminina. Na masculina rolou duas fases e o paulista Alex Salazar, campeão brasileiro de 2024, se destacou ao vencer as duas baterias que disputou. O outro único a conseguir esse feito nas ondas do Pontal, foi o paulista Wellington Reis. Na segunda participação, Alex Salazar derrotou até o defensor do título brasileiro, Luiz Diniz, que acaba de conquistar o bicampeonato nos Jogos Pan-Americanos de Surf no Panamá. Os dois eliminaram o paulista Michel Jonas e o catarinense Pedro Artur nesta segunda fase.      “Estou aí em busca do quinto título brasileiro e acho que não vou conseguir alcançar a saga do meu pai (Picuruta Salazar) que foi 10 vezes, mas tamos aí representando a família Salazar”, disse Alex Salazar. “Tem muita coisa pela frente ainda, então vamos seguindo confiante nas próximas fases. Só tenho que agradecer a Deus e meus patrocinadores, a minha família e todo mundo que torce por mim. As minhas pranchas estão voando, superleves, estou me dando superbem e quero agradecer ao Marco (Kertichka), que além de ser um grande shaper, é nosso adversário nas competições”. SEMIFINAIS MASCULINAS E FEMININAS DO SURF BRASIL SUP WAVE JÁ DEFINIDAS      Nas semifinais masculinas do Surf Brasil SUP Wave, Alex Salazar vai enfrentar outro campeão brasileiro na primeira bateria, o também paulista Leonardo Gimenes. Na outra, o atual campeão Luiz Diniz fará mais um duelo paulista com Wellington Reis, que venceu as duas baterias que disputou no Pontal de Baía Formosa. Nas semifinais femininas, a primeira bateria será um confronto de campeãs brasileiras, entre as paulistas Gabi Sztamfater e Aline Adisaka. E no confronto seguinte, a também paulista Louisie Frumento encara a cearense Kilvia

31 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race começa neste sábado em Baía Formosa

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A programação do primeiro dia prevê realizar as primeiras fases das competições masculinas e femininas de Longboard Pro e SUP Wave Pro no Pontal de BF O Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026 começa a decidir os títulos brasileiros das três modalidades neste sábado em Baía Formosa, cidade do Rio Grande do Norte que divide o estado com a Paraíba. A programação do primeiro dia nas ondas da Praia do Pontal, prevê realizar as primeiras fases das competições masculinas e femininas do Longboard Pro e do SUP Wave Pro. Mas, o sábado vai começar com um meeting técnico com os atletas, seguido pela Cerimônia de Abertura, antes de iniciar as baterias eliminatórias, que serão transmitidas ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e na TV pelo canal Woohoo. O Surf Brasil está inaugurando um novo formato para o Longboard, SUP Wave e SUP Race esse ano. Serão disputadas três etapas até o próximo domingo, 7 de junho. Os três resultados vão computar pontos no ranking, que define a classificação final da temporada 2026. Cada etapa terá três dias de duração e cada vitória nas categorias profissionais, vale um prêmio de 10.000 Reais e 1.000 pontos no ranking. A que começa no sábado, termina na segunda-feira. A segunda inicia na terça-feira e se encerra na quinta-feira. E a última e decisiva etapa do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race, vai da sexta-feira até o domingo, 7 de junho, na Praia do Pontal de Baía Formosa. A categoria Longboard Pro masculina, é a que reúne o maior número de concorrentes ao título brasileiro, 39 no total. Os top-8 mais bem colocados no ranking do Surf Brasil no ano passado, entram como cabeças de chave nas quatro baterias da terceira fase. Na primeira estão Rodrigo Sphaier(RJ) e Miguel Ferro (RN) e na sequência estreiam Alexandre Escobar (ES) e Daniel Batista (PE) na segunda, o atual campeão brasileiro Carlos Bahia(SP) e Lazinho Neto (SE) na terceira e na última Leonardo Gimenes (SP) e Jefson Silva (SP). Os outros 31 participantes foram divididos nas 8 baterias da primeira fase. Entre estes 31, uma das atrações é o bicampeão mundial de Longboard, Phil Rajzman. O carioca mora no Havaí atualmente, está finalizando a recuperação de um tratamento de câncer e vai disputar uma competição nacional pela primeira vez na gestão do Teco Padaratz na presidência da Confederação Brasileira de Surf, iniciada em 2022. Phil está escalado na segunda bateria do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026, com o pernambucano Romoaldo Nascimento, o catarinense Marcelo Barbosa e o potiguar Leo Macedo. Os dois melhores avançam para a segunda fase. BICAMPEÃO MUNDIAL PHIL RAJZMAN VOLTANDO A COMPETIR NO BRASIL      “É um prazer estar aqui em Baía Formosa e é a primeira vez que venho aqui conhecer esse paraíso”, destacou Phil Rajzman. “Estou trazendo a minha esposa e minha filha, foram quatro dias de viagem do Havaí até aqui, estamos morando lá e por isso não tenho vindo competir nos últimos anos no Brasil. Mas, quis aproveitar essa oportunidade de três eventos acontecendo ao mesmo tempo, valendo título brasileiro e classificação para os Jogos Pan-Americanos de 2027 no Peru. Coincidiu com minha vinda ao Brasil pro meu tratamento de câncer, faltam as duas últimas sessões, então aproveitei esses alinhamentos cósmicos para estar aqui aproveitando esse momento em família”.  Phil Rajzman também comentou sobre a gestão Teco Padaratz na presidência da entidade máxima dos esportes em ondas no Brasil: “Quero parabenizar a Confederação Brasileira de Surf, pelo trabalho excelente que vem fazendo nos últimos anos, para fomentar cada vez mais o crescimento do esporte, não só o Longboard, mas todas as categorias. A gente tem visto a dificuldade de muitos atletas em questão de patrocínio e, inclusive, esse é o motivo de eu estar morando nos Estados Unidos. Então acho que fazer três etapas de uma vez, ajuda bastante os atletas terem um gasto só de viagem, em vez de fazer 3 etapas em lugares diferentes do Brasil. Achei uma iniciativa excelente da Confederação Brasileira e estamos aqui pra aproveitar”. LONGBOARD PRO FEMININO TAMBÉM TEM OITO TOPS COMO CABEÇAS DE CHAVE      No Longboard Pro feminino, as melhores da temporada 2025 também têm o privilégio de fazer parte da lista das cabeças de chave, que entrarão nas quatro baterias da segunda fase do Surf Brasil Longboard Pro, SUP Wave e SUP Race 2026. Na primeira, as top-8 que vão estrear são Luana Soares (SP) e Evelin Neves (RJ). Na segunda, entram Atalanta Batista (PE) e Eva Marla Rodrigues(PE). Na terceira, Chloé Calmon (RJ) começa a defender o título conquistado no ano passado, junto com Jamille Araujo (CE). E na última, estão duas surfistas da categoria Sub-18, a atual campeã Katellyn Oliveira (SP) e Angelina Robles (RN). Mais 12 competidoras foram divididas nas quatro baterias da primeira fase. Na categoria Sub-18 do Longboard, são 12 concorrentes escalados nas 3 baterias da primeira fase masculina e 6 meninas nos 2 confrontos da rodada inicial feminina, já disputando classificação para a grande final. No Longboard ainda, tem mais duas categorias masculinas, a dos competidores com 40 anos ou mais de idade, com 12 atletas divididos em 3 baterias, e a dos que já completaram 50 anos, com 10 participantes também escalados em 3 baterias disputando vagas para as semifinais. SUP WAVE E SUP RACE SÃO OUTRAS ATRAÇÕES INÉDITAS EM BAÍA FORMOSA      Na categoria Pro do SUP Wave, que também vai estrear em Baía Formosa e será iniciada no sábado, são 16 remadores divididos em 4 baterias masculinas e 6 remadoras nos 2 confrontos da primeira fase feminina. A grande atração desta modalidade, é o paulista Luiz Diniz, atual campeão brasileiro que acaba de conquistar sua segunda medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Surf 2026 no Panamá. O campeão e a campeã de cada uma das três etapas do SUP Wave Pro, também recebem um prêmio de 10.000 Reais, com os vice-campeões ganhando 6.000 Reais, como no Longboard Pro. No SUP Wave ainda tem a categoria 40+ com 7 competidores divididos nas semifinais e a Sub-18 com apenas 2 atletas decidindo o título. A outra modalidade a decidir o campeão e a campeã brasileira de 2026 em Baía Formosa, é a SUP Race, a prova de velocidade que premia quem for mais rápido a

29 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Os campeões mundiais e medalhistas de ouro olímpicos Carissa Moore e Italo Ferreira vencem o Corona Cero New Zealand Pro 2026 apresentado por Bonsoy

Surf

Os campeões mundiais e medalhistas de ouro olímpicos de Tóquio 2020 , Carissa Moore (HAV) e Italo Ferreira (BRA), venceram o Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy , a quarta etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. Os dois vencedores, que também dividiram os títulos mundiais em 2019, conquistaram suas primeiras vitórias desde que se tornaram pais, derrotando Sawyer Lindblad (EUA) e Morgan Cibilic (AUS), respectivamente. Foi um final épico para a edição inaugural do Circuito Mundial masculino e feminino em solo neozelandês, com a Baía de Manu, em Raglan, apresentando as melhores condições do evento, com ondas perfeitas de 1,2 a 1,5 metros. Em um retorno incrível à boa forma, Carissa Moore (HAV) conquistou sua primeira vitória em um evento do Circuito Mundial desde 2023, após duas temporadas de ausência para dar as boas-vindas à sua filha, ‘Olena. A pentacampeã mundial e medalhista de ouro olímpica dominou a primeira edição do Circuito Mundial realizada na principal onda esquerda da Nova Zelândia, Raglan, obtendo as maiores pontuações em todas as baterias, incluindo a maior pontuação geral da temporada nas semifinais, um quase perfeito 19,00 (de um total possível de 20). O resultado consolida ainda mais a posição de Moore em segundo lugar na lista de maiores vencedoras do Circuito Mundial, com 29 vitórias. Moore é a mulher mais recente na história de 50 anos do CT a vencer uma etapa após ser mãe. Ela se junta à também havaiana Melanie Bartels (HAV), que venceu duas etapas depois de dar à luz, a mais recente em 2008, e à tetracampeã mundial Lisa Andersen (EUA), que conquistou 15 de suas 21 vitórias no CT depois do nascimento da filha. A vitória de Moore segue uma trajetória semelhante à da octacampeã mundial Stephanie Gilmore (AUS), que obteve uma vitória impressionante em casa, na Gold Coast, na 3ª etapa, no início deste mês, após também ter ficado duas temporadas afastada do CT. Moore também venceu a primeira edição feminina do Circuito Mundial realizada na Nova Zelândia, em Taranaki, em 2010, sua primeira vitória como estreante no circuito aos 17 anos, e doou todo o prêmio em dinheiro para o clube local Waitara Bar Boardriders Club, que teve uma comitiva presente para apoiá-la neste evento. Tendo vencido a temporada regular em todas as edições do Circuito Mundial desde 2019, a ascensão da atleta de 33 anos ao 6º lugar no ranking representa uma grande ameaça para a nova geração do circuito. “Isto é para as mães: nunca parem de sonhar, se quiserem”, disse Moore. “Quando me afastei há dois anos, não sabia se algum dia recuperaria essa sensação ou essa oportunidade de surfar ondas perfeitas com apenas mais uma pessoa na água, diante de uma multidão incrível e em um lugar lindo com minha família na praia. Nesse processo, você duvida muito de si mesma, e por isso acho que essa vitória significa muito para mim. Quero agradecer ao meu marido, porque sem ele isso não seria possível. À minha linda filha, que está se adaptando a todas essas condições e lugares para onde estamos indo, eu não conseguiria se ela não estivesse disposta; ela me deu uma força que eu nem sabia que tinha. E meu pai, ele está aqui. Para mim, este é um momento de fechamento de ciclo com ele. Nossa primeira vitória no CT foi aqui na Nova Zelândia, então conquistá-la com ele aqui é muito legal. E minha irmã estava aqui, e toda a minha família em casa tem sido muito especial. Quero dedicar esta vitória ao Greg Browning, meu amigo que faleceu no ano passado. Ele é o ser humano mais incrível que já conheci.” E ele é o exemplo que eu acho que todos nós devemos nos esforçar para seguir, porque viveu com bondade e amor e tratou as pessoas bem, porque é isso que importa.” Uma final extremamente emocionante viu a estreante do ano de 2024, Sawyer Lindblad (EUA), pressionar Moore até o fim. Depois de Lindblad atacar primeiro com uma pequena pontuação, Moore assumiu a liderança na segunda troca de ondas, abrindo com um excelente 8,50 contra 7,67 de Lindblad. Uma queda de Moore em uma onda maior da série abriu caminho para Lindblad assumir a vantagem. A surfista goofy-footer do sul da Califórnia executou uma série de curvas de forehand impressionantes para marcar 9,00, deixando Moore precisando de um 8,18. A havaiana continuou atacando, mas não conseguiu encontrar a excelência novamente até os seis minutos, quando uma seção interna íngreme se abriu para ela executar uma combinação perfeita de três potentes backhands e garantir um 9,40, para um total de 17,90 na bateria. Superando uma série de competidoras cujas carreiras ela influenciou fortemente, incluindo Bella Kenworthy (EUA), a também medalhista de ouro olímpica e campeã mundial de 2023 , Caroline Marks (EUA), e a compatriota Bettylou Sakura Johnson(HAV), Moore retornou mais uma vez ao topo do pódio. “Passei boa parte da bateria em apuros. Quando a [Sawyer Lindblad] mandou aquela nota 9,00, eu pensei: ‘Ok, preciso de uma onda e preciso mostrar do que sou capaz’”, continuou Moore. “A Sawyer esteve impecável durante todo o evento. Eu a respeito muito e acho que ela realmente encontrou sua melhor forma este ano. Este lugar tem um significado especial para mim há muito tempo. Minha experiência aqui em 2010 mudou completamente minha perspectiva sobre minha carreira, sobre o que significava sucesso e sobre como eu queria viver. Quero agradecer imensamente à comunidade de Taranaki, mas também aqui, por toda a presença de vocês todos os dias. O amor, a energia e a mana deste lugar são indescritíveis e algo que lembrarei para o resto da minha vida.” Italo Ferreira (BRA) recuperou a liderança do ranking após sua 11ª vitória no CT hoje e vestirá a camisa amarela de líder no Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero pelo segundo ano consecutivo. O campeão mundial de 2019 e medalhista de ouro olímpico, que também foi vice-campeão mundial em 2022 e 2024, ocupou o primeiro lugar do ranking durante cinco etapas na última temporada, antes de cair para a quarta posição. Ferreira ultrapassou Gabriel Medina (BRA) na liderança,

25 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Manu Bay ganha vida com o surgimento de competidores no Corona Cero New Zealand Pro apresentado por Bonsoy

Surf

Manu Bay voltou à ativa para o reinício das competições do Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy , a 4ª etapa do Circuito Mundial de Surfe (WSL) de 2026. Após uma longa semana de espera por ondas, Raglan finalmente entregou o que prometeu, com a terceira rodada masculina e as quartas de final femininas acontecendo em ondas limpas de um a um metro e meio, restando apenas 12 competidores na disputa. Com a previsão de queda no nível das ondas durante a noite, que deve aumentar ao longo do dia, existe a possibilidade de o dia das finais acontecer amanhã em Manu Bay. Caso as ondas estejam muito fracas pela manhã, o evento será realizado em dois dias, com ondas incríveis previstas para a tarde de domingo e a manhã de segunda-feira. O próximo aviso para a retomada da competição será amanhã de manhã, domingo, 24 de maio, às 9h30 (horário da Nova Zelândia), com possível início às 10h05. Com ótimas performances em todas as três rodadas até o momento, Carissa Moore (HAV) continuou ditando o ritmo, registrando a maior pontuação feminina da competição, 17,06 (de um total possível de 20), e avançando para as semifinais pela primeira vez desde o Corona Open J-Bay de 2023. Enfrentando a também medalhista de ouro olímpica Caroline Marks (EUA), a atleta de 33 anos abriu o torneio com sua segunda nota de 8,83. Executando golpes potentes a partir da base da onda, após várias seções, e liberando sua excepcional força no topo de cada uma delas, Moore demonstrou exatamente por que possui cinco títulos mundiais. Marks lutou bravamente, abrindo com 7,87 e fechando com 8,37, com um ataque implacável de direita em uma longa linha, mas a campeã mundial de 2023 não conseguiu igualar a performance magistral da nova mãe. “Estou me divertindo muito. Este lugar tem muita energia e parece um pouco mágico. Espero poder continuar aproveitando”, disse Moore. “Acho que a maternidade realmente testou minha fé e minha confiança em mim mesma, e me ajudou a encontrar confiança de novas maneiras. Minha preparação está bem diferente de como era antes. Não sou mais a primeira a sair de manhã. Chego uma hora e meia antes da minha bateria para cuidar da minha filha e treinar com meu marido, e meu pai está aqui para me apoiar. A dinâmica é definitivamente diferente e estou tentando relaxar e me divertir um pouco mais. Estaria mentindo se dissesse que não sou tão competitiva quanto costumava ser nas primeiras provas e que os resultados não foram frustrantes, mas estou aprendendo, estou encontrando meu ritmo. Acho que estou descobrindo as coisas conforme vou avançando e não estou me pressionando tanto. Estou muito feliz por ainda estar competindo com essas mulheres.” Moore enfrentará Bettylou Sakura Johnson (HAV) nas semifinais, após Johnson continuar sua recuperação no que antes era uma rivalidade unilateral com Molly Picklum (AUS). Depois de Pickum vencer os cinco primeiros confrontos, Johnson agora acumula três vitórias consecutivas, a última delas em sua segunda vitória no CT, conquistada em Trestles na temporada passada. Hoje, a havaiana apresentou combinações poderosas de backside, começando com sua melhor nota da temporada, 8,50, antes de logo em seguida alcançar 7,83, surfando apenas duas ondas na bateria de 35 minutos. Com 6,67, Picklum adicionou 7,60, mas precisou se esforçar para alcançar a excelente marca de Johnson e desafiar sua grande vantagem. O resultado marca a primeira aparição de Johnson em uma semifinal na temporada, colocando a jovem de 21 anos de volta nos trilhos em sua busca por subir no ranking. “Foi muito divertido. Acho que simplesmente me conectei com o momento e me concentrei totalmente nas ondas que peguei, reagindo e me divertindo muito”, disse Johnson. “Estou super empolgado, sinceramente, porque meu backside definitivamente não é meu ponto forte. Tenho me dedicado muito a isso e estou feliz que finalmente esteja dando certo. Não estava me preocupando muito com os resultados no início do ano. Com certeza foi frustrante, mas é muito bom conseguir chegar às semifinais e continuar evoluindo a partir daí, recuperando a confiança e seguindo em frente, onda após onda.” Pelo segundo evento consecutivo, Filipe Toledo (BRA) derrotou Gabriel Medina (BRA) na terceira rodada, empatando o confronto direto em 5 a 5 e tirando a camisa amarela de líder das costas de Medina. A acirrada batalha entre o bicampeão mundial Toledo e o tricampeão mundial Medina viu a dupla atacar as longas paredes esquerdas da Baía de Manu com suas abordagens contrastantes de backhand e forehand. Toledo levou vantagem nos dois primeiros revezamentos, antes de Medina conquistar a primeira de muitas viradas na liderança. Competindo mais uma vez com a prancha não tradicional, uma twin fin curta e robusta com quilha traseira, a velocidade de Toledo em suas poderosas combinações de backhand superou os golpes de forehand e os aéreos de Medina. Em uma bateria final decisiva, Medina surfou uma onda que Toledo surfou e alcançou sua melhor nota, 7,47, mas a onda seguinte de Toledo também foi a melhor, com 7,93, deixando o atual número 1 do mundo em busca da maior nota da bateria a pouco mais de um minuto do fim. “Comecei o ano com alguns resultados não muito bons, mas com um bom desempenho, um bom surf e me sentindo ótimo”, disse Toledo. “Eu pensava: ‘Cara, é só uma questão de timing, e quando chegar a hora, tenho que estar pronto’. Então me mantive pronto o tempo todo e agora estou retomando de onde parei, tanto em termos de desempenho quanto de resultados. O Gabriel [Medina] tem dominado os últimos eventos e está arrasando com a camisa amarela. Ainda temos muitos eventos ao longo do ano, então acho que é um pouco cedo para falar sobre o título mundial. Estou só curtindo, aproveitando cada momento, surfando com pranchas incríveis e equipamentos novos. Obrigado a todos que estão aqui. Eu e o Gabriel, meio que sabíamos na Gold Coast que tínhamos o apoio brasileiro, mas nunca imaginei que teria esse apoio incrível aqui, é muito especial.” Miguel Pupo (BRA), vencedor do Rip Curl Pro Bells Beach,

23 de maio de 2026 / 0 Comentários
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Surf Brasil Parasurf 2026 abre o show de emoções dos paratletas em Porto de Galinhas

Surf

Os campeões mundiais Luciano Nem Silveira, Dijackson Santos, Davizinho Radical e Rafael Lueders, foram os destaques da sexta-feira em Ipojuca O Surf Brasil Parasurf 2026 abriu o show de emoções na sexta-feira em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, litoral sul de Pernambuco. A disputa pelos títulos brasileiros das 13 categorias, começou com os campeões mundiais Luciano Nem Silveira (SC), Dijackson Santos (BA), Davizinho Radical (RJ) e Rafael Lueders (SC), sendo os destaques do primeiro dia. O bicampeão mundial e brasileiro, Luciano Nem, da categoria PS-S3, foi o recordista absoluto de nota – 9,40 – e placar – 18,15 pontos – nas boas ondas da sexta-feira na Praia do Borete. A quarta edição do Campeonato Brasileiro de Parasurf em Ipojuca, registra um recorde de 68 inscritos e o show das estrelas da modalidade continua neste sábado, ao vivo pelo canal Surf Brasil TV no YouTube e pelos canais Woohoo na TV. O Surf Brasil Parasurf 2026 começou na quarta-feira com a recepção dos competidores na arena do evento em Porto de Galinhas. A quinta-feira foi o dia dos paratletas passarem pela avaliação médica para a categorização nas 13 classes funcionais, com os campeões e campeãs em nove delas se classificando para representar o Brasil no Mundial de Parasurf da ISA (International Surfing Association). São três divisões para quem surfa em pé na prancha, PS-S1, PS-S2 e PS-S3. Tem ainda a PS-Kneel / Upright para quem surfa de joelhos, a PS-Sit para quem pega ondas sentado e a PS-Prone 1 e PS-Prone 2 para quem surfa deitado de bruços na prancha, além das duas categorias para deficientes visuais, a PS-VI 1 e PS-VI 2. O catarinense Luciano Nem Silveira compete na PS-S3, dos atletas com deficiência na perna acima do joelho. Ele é o atual bicampeão brasileiro e bicampeão mundial de 2024 e 2025 e lidera o ranking do Circuito Mundial de 2026, com vitórias nas duas primeiras etapas que rolaram na Austrália e Havaí. Nem estreou na quinta bateria do Surf Brasil Parasurf 2026 na sexta-feira e conseguiu as maiores notas com seu ataque agressivo de backside nas esquerdas da Praia do Borete. O catarinense somou notas 9,40 e 8,75 na vitória por 18,15 pontos, jogando fora outra nota excelente, 8,10, além de um 7,90 e um 7,50.      “Estou feliz da vida em conseguir ir aumentando minhas notas. Foi uma conexão com o mar e com Deus incrível”, disse Luciano Nem Silveira. “Eu orei muito antes de entrar na água, pedindo que Ele me guiasse e guiou, mandando essas ondas espetaculares. Eu tava muito solto, muito à vontade, porque tenho treinado bastante aqui. Eu cheguei bem antes do campeonato e o resultado é esse aí do trabalho duro, consistente e to querendo muito esse título, para ir representar o Brasil novamente na Califórnia. Agora a meta é fazer um 10. Esse é o meu sonho, de conseguir um 10 na bateria e vou na busca dele”. No Surf Brasil Parasurf 2026, cada atleta disputa duas baterias e o resultado computa as duas maiores notas conseguidas nas duas participações. No caso do Luciano Nem Silveira, ele praticamente confirmou o tricampeonato brasileiro e a vaga para representar o país mais uma vez na categoria PS-S3 do Mundial de Parasurf da ISA, que ainda não tem data e local confirmados. O título não está oficialmente garantido, porém dificilmente seus adversários, os cearenses Gilmario Guimarães e Estenio Araujo e o gaúcho Claudio Brum, conseguirão superar os 18,15 pontos que Luciano Nem atingiu na sexta-feira em Ipojuca. CATARINENSES BICAMPEÕES MUNDIAIS SE DESTACAM NA SEXTA-FEIRA      O surfista criado nas ondas da Joaca, bateu os recordes que outro catarinense e igualmente bicampeão mundial tinha registrado no segundo confronto do dia. Rafael Lueders conquistou os títulos de 2022 e 2023 na categoria PS-S2, dos paratletas com deformidade em membro inferior abaixo do joelho, oposto ao do Luciano Nem, que é acima do joelho. Rafael foi campeão brasileiro no ano passado nas mesmas ondas da Praia do Borete e conseguiu uma nota 8,75 na melhor onda que surfou contra o sergipano Ygor Almeida no segundo confronto do dia. Com ela, ganhou a bateria por 15,25 pontos.      “Estou muito feliz, gosto muito de surfar aqui nessa praia, a onda aqui do Borete é muito boa e o evento está de parabéns”, destacou Rafael Lueders. “A galera toda da organização é muito bacana e o Parasurf, se Deus quiser, vai cada vez mais ganhando reconhecimento no Brasil. Esse ano teve recorde de inscritos, com Santa Catarina, por exemplo, vindo com 19 atletas, então a modalidade está crescendo cada vez mais. A gente fica feliz de ver que tá dando certo, com nossas vitórias motivando outros atletas a competirem”.  CAMPEÃO MUNDIAL MAIS JOVEM DA HISTÓRIA ABRE O SURF BRASIL PARASURF      Um destaque de uma já nova geração do Parasurf, ganhou a bateria que inaugurou oficialmente o Surf Brasil Parasurf 2026, logo após a emocionante cerimônia de abertura do Campeonato Brasileiro e da Seletiva Mundial, na manhã da sexta-feira em Porto de Galinhas. O potiguar Davi Lima estreou na modalidade no ano passado, conquistou o título brasileiro na Praia do Borete e se tornou o campeão mundial mais jovem da história do Parasurf também em 2025, com 16 anos de idade. Davi nasceu com uma deformidade no braço e compete na categoria PS-S1. Ele é um dos paratletas que recebem suporte do Instituto Aldemir Calunga, ex-surfista profissional que trouxe uma equipe do Rio Grande do Norte.      “Eu pedi muito a Deus, que enviasse uma onda boa para eu fazer a nota que precisava, porque o mar está muito difícil”, contou Davi Lima. “Eu to com uma prancha muito boa, a gente está aqui com uma estrutura muito boa também e quero agradecer a rapaziada que tá aqui na praia e quem tá assistindo o campeonato em casa. É isso aí, tamo junto e quero buscar o bicampeonato brasileiro, então vamo simbora pra próxima”. DAVIZINHO RADICAL QUER NOTA 10 E O PENTACAMPEONATO BRASILEIRO      Outro Davi, mas bem mais famoso, o Davi Aguiar, ou Davizinho Radical, também começou muito bem no Surf Brasil Parasurf 2026. O já tetracampeão brasileiro e tetracampeão mundial da categoria PS-Prone 2, que surfa deitado de bruços na prancha com assistência para pegar as ondas, conseguiu notas 8,00 e 7,00 nas suas duas

22 de maio de 2026 / 0 Comentários
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